“Voltou a roubalheira, o pedágio não tem limite e continua lesando o bolso do paranaense. As concessionárias, além não fazer as obras previstas nos contratos, demonstram uma sanha avassaladora em prejudicar a economia do Estado”, afirmou hoje o deputado Luiz Claudio Romanelli, sobre a decisão da Econorte de retornar a cobrança das tarifas de pedágio na praça de Cambará. O preço para carros será de R$ 21,90 e para caminhões com dois eixos de R$ 38,60.

No dia 21 de maio, a Justiça Federal autorizou a Econorte a reativar a praça de pedágio para realizar a cobrança da tarifa. Além de autorizar a cobrança na praça, a Justiça determinou que a concessionária retome as obras do cruzamento em desnível em Santo Antônio da Platina. Mas Romanelli discorda. Ele quer uma compensação ou um encontro de contas do que já foi pago a mais pelos usuários no pedágio da rodovia.

“Nos dois anos que faltam para o fim do contrato será impossível reparar o prejuízo sofrido pelo usuário, ou seja, continuar a cobrança é manter a roubalheira”, completa. “Já é um escárnio e mais um insulto à população. No momento em que Lava Jato revela os esquemas de propinas entre agentes públicos e o pedágio e que até os acordos de leniência são questionados, vemos mais essa afronta, a volta da roubalheira com o retorno da praça de Cambará e a cobrança da tarifa”, disse.

Itaipu enxuga

Até 2024, ou seja, dentro de cinco anos, a usina de Itaipu deverá ter uma economia de aproximadamente R$ 7 milhões com o enxugamento do escritório de Curitiba e, por consequência, a transferência de quase 150 empregados da capital paranaense para Foz do Iguaçu. Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (30) pela secretária executiva da Diretoria-Geral Brasileira, Rosimeri Fauth Ramadas Martins, aos diretores brasileiros da Itaipu, durante reunião de Diretoria. Rosimeri é a coordenadora do plano de migração, que prevê, entre outras medidas, o estudo de realocação de atividades da Responsabilidade Social, Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis.

Combate à corrupção

A lei que institui o Programa de Integridade e Compliance no Governo do Estado foi assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior e publicada nesta semana no Diário Oficial. A nova legislação estabelece diretrizes e mecanismos de combate à corrupção, de transparência e de controle interno.

Inédito

O programa, inédito na administração pública estadual no Brasil, é coordenado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e será implantado na administração direta, autárquica e fundações. O plano de governo de Ratinho Júnior já previa o Programa de Integridade e Compliance, concebido pelo controlador-geral Raul Siqueira, ainda na época de campanha. A atividade envolve a concepção, implementação e monitoramento de políticas, procedimentos e práticas primando pela moralidade e eficiência administrativa. “O programa tem um único objetivo: trazer a cultura da integridade e da ética para a administração pública, com ferramentas de prevenção, de monitoramento ou de reação”, afirma o Controlador-geral.

PIB negativo

O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria recuou 1,1% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Dentro desse setor, a construção civil está em queda há vinte trimestres consecutivos, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira, 30. A retração é de 2,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O setor está no vermelho desde o segundo trimestre de 2014.

Desaceleração

Segundo Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), a construção civil é o setor que mais sente a desaceleração da economia, pois depende de investimentos de todos os lados para se desenvolver, seja das famílias, do governo, de outras indústrias e de investimento externo. “Com a piora da situação da economia, o dinheiro na construção foi ficando mais escasso e, consequentemente, há toda essa retração”, afirmou.

Bolsonaro e as ‘sabotagens’

‘Já chorei pra caramba’, disse o presidente Jair Bolsonaro em entrevista; também disse que “imaginava que ia ser difícil, mas não tão difícil assim”, sobre comandar o país. Ele-diz-que-sofre-sabotagens-e-muita-pressao-no-governo. htmldenunciou que sofre “sabotagens” no governo, com ministérios aparelhados e políticos inexperientes que esperavam dele resolver problemas “no peito e na raça”. Em entrevista à revista Veja , publicada na manhã desta sexta-feira (31), o presidente criticou a influência da esquerda sobre o Ministério da Educação e até o da Defesa.

“É uma luta de poder. Há sabotagens às vezes de onde você nem imagina. No Ministério da Defesa, por exemplo, colocamos militares nos postos de comando. Antes, o ministério estava aparelhado por civis. Havia lá uma mulher em cargo de comando que era esposa do 02 do MST. Tinha ex-deputada do PT, gente de esquerda… Pode isso? Mas o aparelhamento mais forte mesmo é no Ministério da Educação”, disse Bolsonaro .

O presidente disse não ser contra os estudos nas escolas e universidades sobre Che Guevara, o guerrilheiro líder da Revolução Cubana, contanto que também se fale aos estudantes sobre o coronel Brilhante Ustra (apontado como torturador durante a ditadura militar).

Deputado do PSL agride

O deputado federal Julian Lemos (PSL-PB), que foi coordenador da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no Nordeste, agrediu com uma cabeçada o seu colega deputado Expedito Netto (PSD-RO) no plenário da Câmara na quarta-feira, 29. Netto disse que vai denunciar o colega ao Conselho de Ética, que tem a prerrogativa de recomendar a cassação do mandato. A confusão começou quando Lemos deu um empurrão no deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Netto foi repreender verbalmente o deputado do PSL, que reagiu com a cabeçada.

 

Fraca, incompetente

Nas redes sociais, o deputado Alexandre Frota (PSL-SP), ao comentar o fato, perguntou se o deputado Expedito Netto vai responder, no Conselho de Ética da Câmara, pelas “agressões verbais recentemente dirigidas a deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), quando disse, aos gritos, que ela era fraca e incompetente”. A deputada afirmou que também levará o caso ao Conselho de Ética, segundo o Estadão.

Estudantes repõem faixa

Para provar a força do movimento, nada, nem mesmo chuva e frio, conseguiu diminuir a manifestação de protesto contra os cortes de recursos do governo Bolsonaro para a educação. O momento mais importante foi o da recolocação da faixa “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO” na fachada do prédio da Universidade Federal do Paraná. Maior e num ponto mais alto das colunas do prédio histórico. A faixa havia fora retirada por manifestantes de Bolsonaro, no último domingo.

Resistência

“Isso mostra que toda vez que a educação for atacada estaremos aqui para defendê-la e colocá-la num ponto ainda mais alto”, disse Paulo Vieira Neto, presidente da Associação dos Professores da UFPR, uma das entidades que participam do ato em Curitiba. A nova faixa traz novamente a frase “em defesa da Educação”. Tem, porém, uma observação sobre quem custeou sua confecção: “este material foi produzido e pago com recursos de colaboradores externos, ex-alunos, alunos, técnicos e professores”. “Temos responsabilidade e não usamos dinheiro público para nos manifestar”, lembrou o estudante Edilonson de Oliveira, integrante do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da UFPR.

 Joice será candidata

Lideranças do PSL se reuniram na tarde desta quinta-feira 30 a pedido do presidente nacional do partido, Luciano Bívar. Participaram a deputada Joice Hasselmann (SP), Alexandre Frota (SP), Junior Bozzella (SP) e Felipe Francischini (PR). O encontro aconteceu um dia após Frota e Bozella entrarem com pedido junto à direção do partido para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, seja desligado da presidência da legenda em São Paulo.

MP 867

Com a MP 867, que trata de mudanças no Código Florestal, praticamente sepultada devido a um acordo entre os senadores, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já discute uma solução para o impasse. Nesta quinta-feira, 30, ela ventilou a possibilidade do governo reeditar a medida provisória. “Conversei com (presidente do Senado) Davi Alcolumbre, ele estava ainda avaliando e, se for preciso, (reeditar a MP) é uma coisa que está na mesa de discussão. Se não tiver um entendimento que possa ter uma votação, que é dificílima (a votação), a MP pode ser reeditada, sim”, afirmou a ministra. A MP 867 foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Mas deverá caducar já que os senadores fecharam um acordo para não votá-la em protesto pelo curto tempo que estão tendo para apreciar medidas provisórias.

 

 

O Censo Demográfico

Mais um problema administrativo eclodiu no governo do presidente Jair Bolsonaro. Desta vez foi no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e envolve uma acirrada discussão sobre o número de perguntas que comporão o questionário do Censo Demográfico de 2020 que será aplicado a 10% dos domicílios do País. Num teste feito em abril, o corpo técnico do órgão propôs 112 questões. A Diretoria de Pesquisa, contudo, definiu que ele terá 76 perguntas.

A posição – e agora muita gente do PSL que resolveu dizer que não é partido do governo, é independente – sempre reclama do tempo que Jair Bolsonaro vive no Twitter e mesmo de sua constante presença em eventos militares sem muita importância. Dizem que ele revela ter muito tempo ocioso, ou seja, não tem nada o que fazer. Esta semana, foi um exemplo: na quarta-feira (29), ele participou “de surpresa” em três eventos não previstas na agenda: na Câmara de uma homenagem a Carlos Alberto de Nobrega (foi a pé até lá); no Ministério da Defesa, de um almoço que comemorava aniversário do comandante da Marinha, Ilques Barbosa Jr. e à noite, sem avisar, foi à posse do novo presidente da Embratur, Gilson Machado.

Moro, 13º

O ministro Sérgio Moro acaba de ser escolhido o décimo terceiro maior líder mundial pela revista Fortune, numa lista de 50 nomes, entre eles, Papa Francisco e Angela Merkel. Moro foi comparado a Elliot Ness, que derrubou (e prendeu) o império de Al Capone nos anos 50.

Pressão em cima

Enquanto a Jovem Pan diz que Marco Antonio Villa, afastado do Jornal da Manhã, está de férias e que não sofreu nenhuma pressão nesse episódio, o historiador desmente tudo: “Querem calar minha voz”. Conta que há seis meses vinha sofrendo pressão por suas críticas a Bolsonaro e Olavo de Carvalho, não está de férias e nem viajou para Itália (outra versão da Jovem Pan) e está diariamente falando o que sempre falou em seu canal no YouTube.

Primos entre si

Até nos corredores do shopping JK Iguatemi, em São Paulo, onde a Dolce & Gabanna lançou um livro nesses dias, Domenico Dolce tem sido confundido com o desaparecido Fabrício Queiroz, amigo especial da família Bolsonaro e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro. São parecidos e alguém brincou dizendo que “são primos entre si”.

“Embananou”

O governo precisa de um crédito emergencial de R$ 146 bilhões (eram R$ 250 bilhões) em menos de duas semanas para pagar aposentadorias especiais e benefícios assistenciais. No Congresso, não há o menor clima para autorizar esse crédito suplementar – muito ao contrário. O ministro Paulo Guedes está conversando com lideranças partidárias porque a liberação “embananou de novo”. À propósito: as contas do governo fecharam em abril com o pior resultado desde 1998.

Terra plana

O ex-astrólogo Olavo de Carvalho voltou a defender a tese de que a Terra é plana porque já assistiu “vídeos irrefutáveis” que provam a inusitada e surpreendente teoria. Fernando Haddad, candidato derrotado do PT à Presidência (pode concorrer de novo em 2022) debocha de Olavo no Twitter e pergunta “se há vida no lado B da Terra?”.

 

Não era estuprador

O Superior Tribunal de Justiça acaba de condenar José Luiz Datena e a Band a indenizarem um homem que foi exposto na TV como se fosse um estuprador – e não era. A vítima será indenizada em R$ 60 mil com correção monetária.

 

Na moda

Quem diria: um antigo modelo de sapato (quase um coturno), que auxilia os pés, voltou à moda e está sendo usando pelas mais conhecidas estrelas do mundo da moda.  São modelos da marca Dr. Martens, estilo grunge da década de 90. Usa-se com calças e saias curtas ou longas. É o novo hit da temporada.

 

Mau gosto

No aeroporto de Manaus, Jair Bolsonaro viu um japonês de baixa estatura e não resistiu: “Tudo pequenininho ai?”. O filho Eduardo gravou e postou. Nas redes sociais e artigos de jornais, pergunta-se onde Bolsonaro teria comprovado eventuais tamanhos. Muitos até estimam que possa ter sido nas casas de banho do Japão. Entidades de japoneses e descendentes apenas acharam a gozação “de mau gosto”. E ao mesmo tempo, o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada (os japoneses ganharam isenção de visto para vir ao Brasil), anuncia investimentos do país, depois das reformas da Previdência e tributária.

 

Uso e costumes

Nos finais de semana, quando não há nada previsto na agenda e ele permanece no Alvorada sem sair (sua mulher Michelle costuma ir a um culto evangélico, quase disfarçada), o presidente Jair Bolsonaro volta a usar seus uniformes habituais. São camisetas da seleção brasileira ou do Palmeiras, bermudas ou calção e chinelos Rider. Algumas visitas especiais convocadas já se acostumaram a ver o Chefe do Governo mais descontraído. Outra predileção: cochilar no sofá da sala (era assim na casa do condomínio da Barra).

 

Pré-delação

Nesses dias, o ministro da Educação, Abraham Weintraub está pedindo delações para professores que estimularem manifestações conta o bloqueio de verbas. Alguns assessores chegados (poucos) até espalham que quem tiver esse tipo de atitude (reprovada em qualquer situação, de guerra a briga nos colégios) poderia significar algum tipo de benefício em consequência, o que configura a ação de Weintraub de, no mínimo, imoral.

 

Só de calcinha

Luciana Gimenez andou desaparecida, a Rede TV colocou no ar um programa antigo e ela reaparece, nua, só calcinha, no Instagram, para brindar seus seguidores. Também participou de um programa no YouTube comandado por Matheus Mazzafera, onde confessou que ficou com o ator Gerard Butler, o mesmo que, anteriormente, ficara com Glória Maria. Detalhe: o programa de Luciana é uma das raras audiências de sua emissora.

 

Desconto

Ainda Luciana Gimenez: ela colocou à venda o super apartamento duplex, com valor estimado de R$ 40 milhões, na cobertura de um dos mais famosos prédios de São Paulo. Lá, ela e seu então marido Marcelo de Carvalho sempre dormiram em colossais suítes separadas. Agora, Luciana está dando um desconto de R$ 10 milhões na venda.

 

Mais inadimplência

Desde que começou a recuperação da economia em 2017, o número de empresas com anotação de atrasos (inadimplência) aumentou 17,8% totalizando, 5,3 milhões em números redondos, uma em cada duas empresas. Para pessoa física, o crescimento foi de 4,5% alcançando a marca de 62,4 milhões, aproximadamente, dois em cada cinco cidadão com CPF. A análise é de Roberto Luis Troster, ex-economista-chefe da Febraban.

 

Super- jato

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan e amigo de Bolsonaro, acaba de comprar um jato Bombardier Global 6000, que custa US$ 62 milhões, cerca de R$ 248 milhões. Comporta 17 passageiros e pode fazer, sem escala, a rota São Paulo-Berlim.

 

Longo tempo

Dados do Instituto Brasileiro de Economia da FGV: o PIB per capita e principais componentes da oferta e da demanda, levarão longo tempo para voltar ao nível anterior ao da mais recente recessão dado o tamanho do rombo e ritmo lento de recuperação econômica. Se crescer ao ritmo médio alcançado entre 1980 e 2018, de 0,9% ao ano, o PIB per capita retornará ao que era antes da crise apenas no terceiro trimestre de 2028.

 

Não deu

A volta de Silvia Poppovic, mais magra, ao lado de Luis Ernesto Lacombe, que não acrescenta muito, às manhãs da Band, não ganharam a audiência pretendida. A média tem sido de 0,6%, menos do que as “pegadinhas” exibidas na madrugada pela emissora.

 

A vida é bela

O veterano (e ultrapetista) ator José da Abreu, que está no elenco de A dona do pedaço, está namorando Carol Junker, maquiadora, de 22 anos. E começa a aparecer, orgulhoso, ao lado dela, publicamente.

 

Olho no campo

O projeto de atualização dos valores de imóveis no IR pode ir além do soprado pelo presidente Jair Bolsonaro há dias (sem conhecimento de Paulo Guedes). Poderia aumentar muito a antecipação da receita com aplicação da medida sobre imóveis rurais. Além do desconto na tributação sobre eventual ganho de capital em caso de alienação do ativo, os donos das terrar obteriam empréstimos mais vantajosos:  garantia de imóveis e aval do governo. A atualização do preço do imóvel significaria um tributo maior. O governo, contudo, poderia achar um jeito de evitar essa punição.

 

Nuvens negras

Nove entre dez economistas estão prevendo um crescimento de 1,4% (ou menos) em 2019 e 2% para 2020 e também para 2021. E estimam que a reforma da Previdência provocará economia de R$ 500 bilhões em dez anos, bem abaixo da proposta original do governo que era de R$ 1,25 trilhão. Esses R$ 500 bilhões resolveriam “mais ou menos um terço” do problema fiscal brasileiro. Alguns ironizam e avisam que Paulo Guedes pode ir comprando as passagens para o país onde quer morar no futuro.

 

Guerra interna

Parlamentares do PSL, considerado “o partido do presidente” estão avisando que a sigla não pode ser considerada do “governo” porque quer ser independente e votar apenas em projetos com os quais concordam. Não querem ser “teleguiados” ou “empurrados como bois ao matadouro” (as expressões não deles). Agora, o deputado Alexandre Frota (PSL-SP) quer que a direção nacional do partido tire Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) da direção da sigla em São Paulo. Alega que ele nunca apareceu em alguma reunião do PSL.

 

“Fogo”

Nas últimas horas, Alexandre Frota resolveu avisar que, se a queda de Eduardo Bolsonaro não acontecer “tocará foto no partido”, usando uma expressão simbólica. Aí, o próprio Eduardo resolveu perguntar ao ex-ator se ele iria mesmo “tocar fogo”. E Frota: “Vou tocar fogo, sim”.

 

Retrato

Hoje, por posições de lideranças partidárias e até mesmo por pesquisas internas de algumas agremiações, o retrato do Congresso em relação ao Planalto não é nada animador para Bolsonaro. Traduzindo: o Congresso está mais do que preparado para reduzir prerrogativas do Executivo. Quem viver, verá.

 

“Vamos ver”

Líderes de partidos foram ao ministro Paulo Guedes, da Economia, nesses dias e perguntaram a ele qual o plano que o governo colocará em prática para resolver demais problemas que não são o ajuste fiscal. E consideraram que já constataram que, mesmo com o superministério, o governo ainda está sem saber a que veio e para onde vai. Repetiram que Bolsonaro não sabe governar, nem se articular e exige que lhe deem de mão beijada e a custo zero o que precisa. Resposta de Guedes: “Não temos nada ainda, vamos ver”.

 

“Golpe da carteira”

Na novela A dona do pedaço, o personagem Regis (Reynaldo Gianechinni) diz que esqueceu a carteira em casa e Josiane (Agatha Moreira) paga o jantar em sofisticado restaurante e, de quebra, ainda paga o motel. Não chega ser um “Boa noite, Cinderela”, mas é um efetivo “golpe da carteira”.

 

Fara dos conselhos

O governo vai acabar com a farra dos conselhos ministeriais que recebem R$ 321 em diárias, R$ 95 para deslocamento e passagens aéreas de ida e volta a Brasília. No Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos são quase 400 conselheiros em 12 conselhos, metade representantes de ONGs. O governo quer usar videoconferência. Exemplo da farra: no Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente, 14 dirigentes de ONGs torram R$ 40 mil por mês.

Frases

 “Ameaças existem. Muita gente não tem interesse de eu estar sentado naquela cadeira.”

Jair Bolsonaro, presidente da República,