O ex-presidente Lula afirmou na sexta (26), em entrevista exclusiva concedida ao jornal El País, que o Brasil está sendo governado por “um bando de maluco”. Depois de uma batalha judicial em que a entrevista chegou a ser censurada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), decisão revista na semana passada, o petista enfim recebeu os dois veículos, em uma sala preparada pela Polícia Federal na sede do órgão em Curitiba, onde está preso. Os agentes explicaram aos jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas presentes que ele seria colocado em uma mesa a uma distância de 4 metros de todos. Ninguém poderia se aproximar. Segundo a PF, eles estavam cumprindo um protocolo de segurança comum a todos os presos.

Em duas horas e dez minutos de conversa, o ex-presidente falou da vida na prisão, da morte do neto, do governo de Jair Bolsonaro, das acusações de corrupção que sofre e da possibilidade de nunca mais sair da prisão. “Não tem problema”, afirmou ele quando questionado sobre a possibilidade. “Eu tenho certeza de que durmo todo dia com a minha consciência tranquila. E tenho certeza de que o Dallagnol não dorme, que o [ministro da Justiça e ex-juiz Sergio] Moro não dorme.” Reservou ao ex-magistrado, o primeiro que o condenou pelo caso do triplex do Guarujá, algumas de suas principais ironias. “Sempre riram de mim porque eu falava ‘menas’. Agora, o Moro falar ‘conje’ é uma vergonha”, afirmou.

Tiago Amaral vice-líder

Reforço na defesa de Ratinho Junior na Assembleia Legislativa. Agora, o líder do Governo, Hussein Bakri (PSD), conta com o apoio de Tiago Amaral (PSB), novo vice-líder.

Paranaenses na reforma

Os líderes partidários indicaram cinco paranaenses para a comissão especial, a qual analisará a reforma da Previdência proposta pelo governo Jair Bolsonaro. São eles: Felipe Francischini (PSL-PR), Filipe Barros (PSL-PR), Paulo Martins (PSC-PR), Stephanes Junior (PSD-PR) e Gleisi Hoffmann (PT-PR). Luiz Nishimori (PR-PR) e Diego Garcia (PODE-PR), também representantes do Estado, serão suplentes.

Banhos ministro do TSE

O presidente Jair Bolsonaro decidiu nomear Sérgio Silveira Banhos ministro do Tribunal Superior Eleitoral na vaga que será deixada por Admar Gonzaga. Com isso, Bolsonaro frustra indicação da presidente da corte, a ministra Rosa Weber, que apostou em Grace Mendonça para o posto. Grace foi advogada-geral da União na gestão de Michel Temer. Banhos, o escolhido de Bolsonaro, é juiz substituto da corte. Sua indicação tinha a simpatia do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, e de Admar Gonzaga, que está de saída do TSE. Ele atuará na corte nas eleições municipais de 2020.

Marajás da Copel

Depois de os diretores da Sanepar tentarem reajuste dos próprios salários, é a vez dos diretores e conselheiros da Companhia Paranaense de Energia (Copel) tentarem o mesmo. A Copel apresentou uma proposta de reajuste de 5,8% na remuneração dos diretores e conselheiros da empresa para 2019 em relação ao valor aprovado pelos acionistas em 2018. A votação sobre o aumento está em pauta da assembleia geral marcada para próxima segunda (29). A proposta apresentada pela administração da Copel prevê uma remuneração total de R$ 13,6 milhões à diretoria.

Marcelo Ramos preside

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou o deputado Marcelo Ramos (PR-AM) como presidente da comissão especial da reforma da Previdência na Casa e Samuel Moreira (PSDB-SP) como relator da proposta no colegiado. Broadcast Estadão. A decisão foi tomada em conjunto com líderes do governo, MDB, PR, PSDB, PSD, PRB, Novo e PTB e foi anunciada após reunião com o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Itaipu Binacional

Nesta sexta-feira, 26 de abril, a Itaipu Binacional celebra uma das datas mais importantes de sua história: o aniversário da assinatura do Tratado que, há 46 anos, deu origem à criação da usina. Sem esse arranjo diplomático, resultado do esforço de brasileiros e paraguaios, a construção da maior hidrelétrica em geração limpa e renovável não seria possível.

Moro segundo Lula

Na entrevista ao El País, Lula disse acreditar que “Moro não sobrevive na política”. Sobre o presidente Jair Bolsonaro, não foi tão taxativo. Apesar de várias críticas, afirmou que “ou ele constrói um partido sólido, ou não perdura”. Lula disse que a elite brasileira deveria fazer uma autocrítica depois da eleição de Bolsonaro. “Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, afirma.

E comparou o tratamento que a imprensa dá a ele com o que reserva ao atual presidente da República. “Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”, questionou, referindo-se ao fato de o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, ter empregado familiares de um miliciano foragido da Justiça em seu gabinete quando era deputado estadual pelo Rio. O ex-presidente chorou quando falou da morte do neto Artur, de 7 anos, vítima de uma bactéria, há um mês: “Eu às vezes penso que seria tão mais fácil que eu tivesse morrido. Eu já vivi 73 anos, poderia morrer e deixar o meu neto viver”.

Lula disse ainda que, se sair da prisão, quer “conversar com os militares” para entender “por que esse ódio ao PT” já que seu governo teria recuperado o orçamento das Forças Armadas. Disse que acompanha a briga de Bolsonaro com o vice-presidente, Hamilton Mourão. Mas afirmou que era “grato” ao general “pelo que ele fez na morte do meu neto [defender que ele fosse ao velório], ao contrário do filho do Bolsonaro [Eduardo]”, que afirmou no Twitter que Lula queria se vitimar com a morte do menino. Afirmou que o país tem hoje “o mais baixo nível de política externa que já vi na vida”. E disse, em tom de brincadeira, que o ex-chanceler de seu governo, Celso Amorim, tem uma dívida por ter deixado o atual chanceler, Ernesto Araújo, seguir carreira no Itamaraty.

Quase

Quem conseguiu ouvir parte, mesmo que pequena e alguns momentos da conversa entre Paulo Guedes, ministro da Economia, e o presidente Jair Bolsonaro, depois que o Chefe do Governo resolveu suspender, por sua conta, o aumento de 5,7% do diesel, é capaz de dizer que até a parede tremeu. Guedes usava um tom ríspido, falava alto e repetia a pergunta se ele sabia o que tinha feito e suas consequências. De cara, foram R$ 32,4 bilhões a menos no valor da Petrobras. O presidente insistia em comparar com a inflação e o ministro tentava ensiná-lo. À certa altura, jogou o boné e depois de muita conversa, voltou atrás.

 

Corrupção

Em 2016, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento estimou em 5% o impacto da corrupção no PIB mundial. No Brasil representaria mais de R$ 300 bilhões. Como o Brasil não é o país mais corrupto do mundo (há quem diga que ainda estaremos lá), esses custos são reduzidos a 1/3, algo como R$ 100 bilhões. Em 10 anos, equivaleria ao que se economizaria com a reforma da Previdência (R$ 1 trilhão, se os cálculos de Paulo Guedes estiverem corretos).

 

Restos a pagar

Os gastos empenhados e não pagos dos 26 Estados e do DF, no final do ano passado, somaram cerca de R$ 100 bilhões, segundo Tesouro Nacional, incluídos os restos empenhados, liquidados ou não, referentes a 2018 e somados com anos anteriores.  É quase igual ao déficit previdenciário dos Estados que, em 2017, somavam R$ 94,4 bilhões.

 

Só pagando

No meio do Jogo dos Pontinhos, Silvio Santos avisou aos artistas que, no SBT, não é permitido divulgar sites e redes sociais nos programas. A decisão foi tomada depois que um funcionário do Primeiro Impacto, lhe pediu para divulgar no ar sua hashtag e endereços nas redes sociais, sem promover uma contrapartida para a emissora. A direção já havia distribuído comunicado nesse sentido. “Aqui na televisão não se pode falar mais em internet. Bom, pode falar, mas tem que dar um parte para o SBT, quem quiser falar em “www…”, página não sei de quê”.

 

Desidratada

Consultorias e algumas instituições financeiras estão estimando que a reforma da Previdência enviada ao Congresso será desidratada e a economia apurada no prazo de 10 anos deverá ficar entre R$ 500 bilhões e R$ 650 milhões, abaixo da intenção do Ministério da Economia, que é de R$ 1,1 trilhão.

 

Sem continência

O vice Hamilton Mourão está meio constrangido devido aos novos ataques de Carlos e Eduardo Bolsonaro. Até quer  se recolher um pouco, mas acaba de ser entrevistado pelo jornal francês Le Monde, de esquerda, por sinal. Por expor suas ideias, ainda na ativa, foi punido por admiração pelo regime militar. Jair Bolsonaro desafiou superiores e acabou preso, na época, por 15 dias. Por isso, que ninguém peça a Mourão que bata continência para Bolsonaro.

 

Goleador

O ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, resolveu responder aos críticos sobre a articulação no entorno da reforma da Previdência e o pouco envolvimento de Jair Bolsonaro. “O presidente, na verdade, está aguardando: ele é o titular do time, nosso goleador. Então, ele vai entrar para jogar as finais. Estamos nessa fase de preparação: se posiciona, faz as suas lives. Não dá para a gente pegar nosso goleador e botá-lo para jogar os amistosos”.

 

Dando show

Fábio Porchat, que em breve ganhará um novo programa na Globo, depois de passagem pela Record, mostrou que não é só um bom comediante. Á frente do Bios: Vidas que Marcaram a Sua, da National Geographic, com Maurício de Souza, deu um show e mostrou que sabe muito bem conduzir um programa que mostra biografia sem invadir a privacidade. E este foi só o primeiro programa e fez tanto sucesso que já foi reprisado algumas vezes.

 

Velho, não!

Pesquisa do Instituto Locomotiva/ Bradesco Seguros com pessoas com mais de 50 anos, revela que sete entre dez entrevistados acreditam que viverão até os 80 anos ou até mais. E somente 10% deles se consideram velhos e os principais medos são as mudanças do corpo e a falta de dinheiro, claro.

 

Indecisão

Jair Bolsonaro está assinando decreto que revoga o horário de verão. E já anunciou que a decisão valerá para este ano e será reavaliada no ano que vem.

 

Nada de novo

Primeiro governador eleito pelo Novo, Romeu Zema, que anunciara em campanha que iria acabar com “a farra dos voos” e que venderia os jatinhos, em três meses já acumulou 16 viagens nas asas do povo. A maior parte delas para Araxá, sua cidade natal. Agora, diz que a frota é “imprescindível”. Aécio Neves, quando no governo, fez 1.424 voos e Fernando Pimentel chegou a ir buscar o filho, de helicóptero, numa festa de réveillon.

 

Lula e a esquerda

O ex-presidente Lula falou da necessidade de diálogo entre partidos de esquerda. E comentou o fato de o senador Cid Gomes (PSB-CE), irmão de Ciro Gomes, que afirmou em um encontro do PT: “Lula está preso, babaca!”. O petista disse que não ficou chateado pois está mesmo preso. “Isso é uma verdade. Só não precisava chamar os outros de babaca”, disse, rindo. Lula foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá. Ele está preso desde abril de 2018, depois de ter sido condenado pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), a segunda instância da Justiça Federal.

Na terça-feira (23), em decisão unânime, a Quinta Turma do STJ reduziu a pena do ex-presidente e abriu caminho para ele saia do regime fechado ainda neste ano. O tribunal manteve a condenação do petista, mas baixou a pena de 12 anos e 1 mês de prisão para 8 anos, 10 meses e 20 dias. O petista já foi condenado também no caso do sítio de Atibaia (SP) -a 12 anos e 11 meses pela juíza Gabriela Hardt, na primeira instância em Curitiba, pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção. O caso, porém, ainda passará pela análise do TRF-4. O pedido de entrevista com o ex-presidente passou por um vaivém de decisões judiciais. Em julho de 2018, a juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, barrou a realização da entrevista, afirmando não haver previsão constitucional que dê ao preso direito de falar com a imprensa. Após reclamação ao STF (Supremo Tribunal Federal) feita pela Folha de S.Paulo, o ministro Ricardo Lewandowski autorizou em 28 de setembro que a entrevista fosse realizada em Curitiba.

 

Debate recusado

Em Lisboa, o ministro Sérgio Moro deixou irritados jornalistas portugueses, em geral simpáticos ao Partido Socialista, ignorando ataques do José Socrates (PS), ex-primeiro ministro e amigo de Lula (é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro), além de fraude fiscal. Moro recusou o bate-boca: “Não debato com criminosos”.

 

Explicação

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia em entrevista disse que ainda não sabe onde está a nova política. “O que é velho e o que é novo? Ninguém me explicou ainda o que é novo. Eu sei o que é certo e o que é errado”. E completou: “É toma lá dá cá quando o Parlamento olha para o governo, mas não é toma lá dá cá quando o governo quer escolher o relator da reforma da Previdência?”.

 

Cadê a agenda?

Ainda em entrevista, Maia diz que os conflitos do governo atingem o vice Hamilton Mourão, que fica distante da interlocução da reforma da Previdência e lamenta por isso. Mourão é querido por muitos congressistas. E quer saber da agenda do governo. “Qual é a agenda do governo? Qual é a agenda do governo para a Educação? Eu não conheço. Qual é a agenda do governo nas relações internacionais? É um desastre”.

 

Saindo

O deputado Capitão Augusto (PR-SP) entregou o cargo de vice-líder do governo na Câmara, alegou “motivos pessoais”. E aconselhou o líder do governo Major Vitor Hugo (PSL-GO) a fazer o mesmo.

 

Cegonha

Quase três meses após o casamento Laura Neiva e Chay Suede já esperam o primeiro filho. Vale lembrar que a relação dos dois já dura mais de quatro anos.

 

Parceria

Enzo Celulari, 22 anos, filho de Cláudia Raia e Edson Celulari, não quer entrar no mundo do entretenimento, pelo menos por enquanto. Fundador do negócio de impacto social Dadivar (que reúne em uma plataforma personalidades influentes dispostas a apoiar causas sociais com campanhas de arrecadação de fundos) acaba de firmar parceria como estilista Ricardo Almeida, que acaba de completar 35 anos da marca. Enzo assina quatro peças da coleção de inverno da grife.

 

Quem explica

Contrariado com o presidente Bolsonaro, que mandou tirar do seu canal de vídeo críticas a militares, Carlos Bolsonaro refugiou-se, no feriado, num clube de tiro, de onde continuou a postar contra o vice, sem atender ligações do pai. Reapareceu esta semana da Câmara dos Vereadores do Rio fazendo gesto de coração com as mãos cada vez que vai um fotógrafo se aproximando. Como se dizia no passado, “Freud explica”.

 

Ritual

Todos os dias, o ritual se repete: Bolsonaro chega às 8 horas no Planalto, é recebido na garagem, por uma comitiva de três ou quatro autoridades que, com ele, sobem no elevador privativo em direção ao gabinete. Depois, marca uma reunião com secretários: Augusto Heleno (GSI), Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria do Governo), Rego Barros (Comunicação, porta-voz do presidente), Carlos França (Cerimonial), Pedro César (chefe do gabinete) e Célio Faria Junior (chefe da assessoria especial). Às vezes, Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Falam de tudo – e começa o dia, depois de uns 40 minutos.

 

Mudança

Há quem aposte que haverá mudanças no núcleo próximo de Bolsonaro: Onyx Lorenzoni iria para a Secretaria do Governo e Santos Cruz para a Casa Civil. Depois da reforma, Santos Cruz sairia fortalecido.

 

Líder

Após estabelecerem uma Comissão especial para a reforma da Previdência na Câmara, cada partido indicou seus lideres e suplentes. E coube a Rodrigo Maia, presidente da Casa, anunciar quem será o presidente da comissão especial. Maia escolheu Marcelo Ramos (PR-AM) e a relatoria ficou com Samuel Moreira (PSDB-SP). O cronograma da comissão deverá ser apresentado somente dia 6 de maio.

 

Hackeado

O ex-procurador da República, Rodrigo Janot, usou suas redes sociais para avisar que seu telefone havia sido hackeado. “Amigos. Meu telefone foi clonado ou hackeado. Hacker muito proativo. Já tentou acessar minha conta Apple, Telegram, conta bancária e por aí vai. Tem muito interesse em meus bancos de informação. Vamos enfrentar! Tenho algumas desconfianças”.

 

Renda mínima

Ao completar os primeiros 100 dias de governo, Bolsonaro anunciou o 13º para o Bolsa Família, que atende 14,1 milhões de famílias (deverão ser reservados mais R$ 2,6 bilhões para esse fim de ano). Muita gente acha que o ideal seria reajustar em 8,33% para esse fim. Na campanha, ele não anunciou o 13º para o Bolsa Família: o então candidato queria instituir um programa de renda mínima para todas as famílias brasileiras.

 

No comando

Muita gente ainda não se deu conta, mas a próxima eleição presidencial será comandada por Alexandre de Moraes. Em agosto de 2022, ele assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral e caberá a ele não apenas organizar a disputa. Antes de assumir o comando, como vice, deverá ser relator de resoluções internas que detalham os limites sobre candidatos e eleitores. Em maio, à propósito, o TSE promove seminário internacional para discutir fake news e eleições. Moraes não está entre os palestrantes.

 

Olho no futuro

Em relação à anulação do inquérito do STF, o pedido pode acabar sendo rejeitado. Muitos ministros consideram que derrubar o inquérito significa tirar o presidente da Alta Corte um poder que muitos não gostariam de abrir mão quando vierem a assumir o comando da Corte.

 

Força do poder

Quem diria: o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), um dos favoritos de Bolsonaro, deixou a oposição para, no poder, ser acusado pelos rivais de apropriar-se da TV pública para atacar adversários e fazer promoção pessoal.

 

Reforma

A comentarista da GloboNews, Cristiana Lobo quer fazer uma grande reforma no visual. Primeiro, resolveu cortar seus cabelos. Agora, cortou-os mais curtos ainda e o fios castanho escuro ganharam uns raios de sol aloirados. Também não gostou e vai mudar de novo.

 

Teste

Ainda a GloboNews: a emissora pode perder Aline Midlej, apresentadora do noticiário das 10 horas da manhã, para formar no time de substitutas (primeiro passo) nos principais jornais da Globo. Ela veio da Band e tem grande eleitorado.

 

Outro

O Brasil saiu da Unasul instituição dos tempos de Chaves, Lula e outros para compor o Prosul, foro de progresso do Continente, ao lado da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

 

Votos caros

Bolsonaro já avisou o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL) que até outubro vai consumar a transferência de 303 mil hectares de terras da União para a tutela do estado. O termo de cessão foi assinado por Michel Temer em dezembro do ano passado e vinha permanecendo em banho maria. Mas nada como uma reforma da Previdência para o Planalto resolver se coçar. Os parlamentares de Roraima somam oito votos na Câmara e três no Senado.

 

Vai fechar

A Editora Três que atravessa sérias dificuldades financeiras (ainda não pagou o 13º seus funcionários e vem atrasando os salários mensais), acaba de fechar a sucursal da revista IstoÉ em Brasília e caminha para a extinção da publicação e da própria editora. Planeta também será fechada.

 

Novo posto

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, acaba de nomear a ex-ativista Sara Winter como Coordenadora Nacional de Política à Maternidade. Há alguns anos, Sara era representante do movimento feminista mundial Femen e fazia manifestações na rua sempre exibindo os seios nus. Depois casou, virou evangélica, já descansou e foi agora convocada por Damares, que não quer saber de exibir nada.

Frases

 “Ganhar dessa gente por duas eleições dá um prazer que vocês não têm ideia”,

João Doria

“FHC poderia ter um papel de grandeza e mais respeitoso com ele mesmo, não comigo.”

Lula