Maria Cristina Coutinho: ““esse poder de organização feminina tem sido valorizado mundialmente pelas empresas.”

Durante evento que será realizado no próximo dia 11 de março, o Conselho da Mulher Empresária (CME), da Associação Comercial do Paraná (ACP), fará entrega do  troféu “Mulher, Simplesmente Mulher 2019”, em 24ª. versão.

Serão   homenageadas quatros  mulheres “que representam a excelência dos serviços prestados à sociedade em seus respectivos campos de atuação”, conforme  enfatizou  a coordenadora do  CME, Maria Cristina Coutinho. As homenageadas deste ano, serão: Claudia Silvano, Diretora do Procon-Pr, Mônica Balestieri Berlitz, empresária do Clube da Alice, Juliana Pauliki Michalowski, empresária do Grupo MM (Mercado Móveis) e Sirene Barbosa de Souza Bueno, símbolo de “Mulher Guerreira e Trabalhadora”.

O evento, que faz parte das comemorações do “Dia Internacional da Mulher”,  acontecerá no sede da ACP localizado  na Rua XV de Novembro 621, Auditório Carlos Alberto Pereira de Oliveira, 9º andar, a partir das 19h00. Segundo a coordenadora do Conselho da Mulher Empresária (CME), Maria Cristina Coutinho, “esse poder de organização feminina tem sido valorizado mundialmente pelas empresas. A mulher do novo milênio nos ensina como é possível exercer liderança sem os ranços machistas, do autoritarismo e opressão”.

O prêmio é concedido a mulheres de valor ético e moral, e também representa o atestado dos excelentes serviços prestados à sociedade em seus respectivos campos de atuação, justificando a visão institucional da entidade. Reconhecendo a importância do empreendedorismo feminino ao longo das décadas, as lutas por elas encampadas através dos séculos e o seu papel diante da crise, Maria Cristina Coutinho disse que “muitas mulheres são responsáveis por movimentar a economia principalmente em momentos de recessão, já que muitas estão à frente de negócios de grande impacto e porque são detentoras de poder criativo, predicado muito importante nestas épocas”

Já o presidente da Associação Comercial do Paraná, disse que “outorgado a essas mulheres de extraordinário valor ético e moral, o troféu é também o atestado dos excelentes serviços prestados à sociedade em seus respectivos campos de atuação, justificando plenamente a visão institucional desta Casa”.


Origem do “Dia Internacional da Mulher”

Oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975, o chamado “Dia Internacional da Mulher” era celebrado muito tempo antes, desde o início do século 20. E se hoje a data é lembrada como um pedido de igualdade de gênero e com protestos ao redor do mundo, no passado nasceu principalmente de uma raiz trabalhista.

Foram as mulheres das fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa que começaram uma campanha dentro do movimento socialista para reivindicar seus direitos – as condições de trabalho delas eram ainda piores do que as dos homens à época.

A origem da data escolhida para celebrar as mulheres tem algumas explicações históricas. No Brasil, é muito comum relacioná-la ao incêndio ocorrido em 25 de março de 1911 na Companhia de Blusas Triangle, quando 146 trabalhadores morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens (a maioria judeus).

No entanto, há registros anteriores a essa data que trazem referências à reivindicação de mulheres para que houvesse um momento dedicado às suas causas dentro do movimento de trabalhadores.

Se fosse possível fazer uma linha do tempo dos primeiros “dias das mulheres” que surgiram no mundo, ela começaria possivelmente com a grande passeata das mulheres em 26 de fevereiro de 1909, em Nova Yor

Naquele dia, cerca de 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade por melhores condições de trabalho – na época, as jornadas para elas poderiam chegar a 16h por dia, seis dias por semana e, não raro, incluíam também os domingos. Ali teria sido celebrado pela primeira vez o “Dia Nacional da Mulher”.

Enquanto isso, na Europa também crescia o movimento nas fábricas. Em agosto de 1910, a alemã Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas a criação de uma jornada de manifestações. (fonte: www.bbc.com)


Kaká Magno conquistando espaço

Piloto Kaká Magno

A piloto Kaká Magno fez, recentemente,  sua estreia tições de kart do país. Ela  defendeu a equipe Forcolin Racing, do ex-piloto e preparador José Forcolin, com quem tem feito treinos intensos na preparação para buscar a vaga subsidiada para o Campeonato Brasileiro. Os treinos no Kartódromo de Interlagos valeram para a confirmação da parceria da Forcolin Racing com a piloto paranaense, moradora da cidade de Fartura, interior do estado. “Está sendo a primeira vez que temos uma piloto na equipe, estamos felizes com sua chegada. O kartódromo de Interlagos é uma das pistas mais difíceis do Brasil e a Kaká mostrou que tem potencial. Vamos atrás de bons resultados”, conta José Forcolin, que tem na sua equipe como coach seu filho Giulliano Forcolin, atual bicampeão da Copa São Paulo Light.


Festival “Legado Delas” no Mês da Mulher

Para fomentar equidade de gênero, coworking de impacto social lança Festival Legado Delas. Durante Mês da Mulher, Legado SocialWorking oferta atividades gratuitas destacando personalidades femininas que geram impacto socioambiental positivo. Atividades específicas para sensibilização masculina  também estão previstas na programação.

O Legado SocialWorking, coworking de Curitiba exclusivo para iniciativas de impacto social, vai integrar os debates em lembrança do Mês da Mulher com uma série de atividades que integram o 1º Festival Legado Delas. Elas fazem a diferença no mundo e, por isso, serão as protagonistas de um festival inédito promovido pela casa para celebrar o impacto socioambiental positivo gerado pelas mulheres. A partir de 08 de março, Dia Internacional da Mulher, o escritório compartilhado criado pelo Instituto Legado de Empreendedorismo Social, abre as portas para comunidade em uma série de eventos, palestras, exposições e debates sobre o papel das mulheres na transformação do mundo. Todos os fornecedores e apoiadores da programação são organizações, empresas e pessoas engajadas na transformação social e na conservação do meio ambiente. Programação completa: institutolegado.org/blog


Nara Rúbia Ribeiro lança livro “Pazes”

Escritora Nara Rúbia Ribeiro

Foi lançado em Goiânia, no último dia  16 o livro Pazes, da escritora Nara Rúbia Ribeiro. A publicação Pazes traz 73 poemas escritos ao longo de três anos. São versos com forte carga existencial que refletem uma busca incessante por paz e serenidade, segundo a autora, reflexos de “um período em que a minha vida e a minha alma, então turbulenta e intranquila, muito necessitava de paz e serenidade.”

Com apresentação da escritora Raquel Alves, filha de Rubens Alves, morto em 2014, e notas do escritor moçambicano, Mia Couto, e do juiz e ativista dos Direitos Humanos, João Marcos Buch, de Santa Catarina, o livro Pazes é o segundo lançado por Nara Rúbia; o primeiro, “Não Borboletará”, foi publicado, em 2013, por uma coletânea do município de Goiânia. Nara Rúbia Ribeiro confidenciou à empreendedora curitibana  Beatriz Matoso, que foi prestigiar o lançamento, que pretende  no futuro vir à capital paranaense para divulgar seu trabalho e manter contatos com escritores curitibanos.


Como ensinar tolerância para crianças

A tolerância é um conceito que pode ser difícil de explicar a uma criança, mas é tão importante de ser desenvolvido quanto outras habilidades como o respeito e a empatia, por exemplo. Tolerar significa reconhecer o espaço do outro, aceitando o convívio em grupo e compreendendo opiniões contrárias às suas.

Na prática, as crianças podem entender sobre o conceito por meio da explicação e do exemplo dos pais. “É importante conversar com os filhos sobre esse assunto, explicando que a tolerância é baseada na compreensão do outro e, mesmo que discorde de sua opinião, podemos continuar gostando da pessoa”, afirma a orientadora pedagógica do Colégio Marista Frei Rogério, Josiane Olivo Arruda.