Por mais que insista em dizer que recebeu o Paraná em condições adversas, o secretário da Fazenda, Renê Garcia, é obrigado a reconhecera que a situação financeira e fiscal do Paraná é mais que confortável. Se comparada a da maioria absoluta dos outros estados é uma situação hiper privilegiada. É o que ele disse hoje pela manhã, na Assembleia Legislativa, quando apresentou o relatório das contas do Estado referentes ao último quadrimestre de 2018.

“A situação do Estado do Paraná, quando comparada com o resto do Brasil, apresenta-se, sem dúvida, em uma situação bem mais confortável. Tem Estados que estão com quatros meses de salários atrasados e aqui estamos pagando todas as obrigações em dia, nós temos de alguma forma alguma folga no caixa para fazer frente ao pagamento de custeio e de algum grau de investimento”, disse Garcia.

Irritado

Renê Garcia foi questionado pelos deputados e mostrou que não tem disposição para responder o que não quer. Foi mais longe. Em grosseira intervenção, tratou como cabo de esquadra a deputada Maria Vitória, que pediu esclarecimento. Renê Garcia apenas sustentou que o governo de Ratinho Jr. encontrou em caixa menos dinheiro disponível do que a ex-governadora Cida B0rghetti anunciou no discurso de transmissão do cargo em 1.º de janeiro.

“Jeitão carioca”

Garcia, perturbadíssimo, se irritou com as perguntas, disse grosseiramente que não entraria no “jogo de narrativas” e desafiou Maria Victória a contratar, se quisesse, uma auditoria própria. A deputada sorriu e agradeceu, mas o deputado Evandro Araújo não gostou do modo como a colega foi tratada pelo secretário e reclamou. Renê Garcia se justificou: “é este meu jeitão carioca!”

Exige cuidados

Para o deputado Homero Marchese, situação da previdência, baixa capacidade de investimento e o reajuste do funcionalismo trarão dificuldades para o governo. A situação fiscal do Paraná é de equilíbrio, mas a trajetória das contas públicas dá motivos para preocupação. Essa é a análise do deputado Homero Marchese sobre a explanação do secretário da Fazenda do Paraná, Renê Garcia Junior. O secretário apresentou, em audiência pública realizada na manhã desta quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa, o balanço orçamentário do estado de 2018.

Previdência é problema

“A previdência é um problema a ser enfrentado. Os repasses para o Paraná Previdência em 2018 totalizaram R$ 5 bilhões, com um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Atualmente, 9% do orçamento do estado é gasto com previdência. Para 2019, esse cenário poderá se agravar”, disse.Para compensar os gastos previdenciários, o governo tem se esforçado para reduzir outras despesas. “Em 2018, gastar menos também significou investir menos. Os investimentos compuseram 7,01% da despesa total e atingiram patamar de R$ 3,2 bilhões em 2018, com uma queda de 10,28% em relação ao ano anterior”, explica Homero.

Importância de Compliance

“O respeito à moralidade e à eficiência administrativa não pode ficar apenas no discurso. Por isso, o governador está colocando essas medidas no papel e fazendo do Paraná o primeiro estado do país com um programa dessa natureza. O recado das urnas foi claro: a corrupção não será tolerada em nenhum nível da administração estadual”, destacou o deputado Hussein Bakri (PSD), líder do Governo, ao falar sobre a proposta do Poder Executivo que institui o Programa de Integridade e Compliance, que começa a tramitar na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP).

Compromisso de Ratinho

Segundo o parlamentar, a proposta foi assumida como um compromisso de campanha por parte do Governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) no combate à corrupção, na transparência pública, controle interno, gestão eficiente de recursos públicos, adoção de mecanismos de punição de agentes públicos por desvios de conduta e aprimoramento da relação Estado-cidadão.

Cida contesta “Carioca”

Cida deixa R$ 5,1 bilhões em caixa e investe acima da lei em saúde e educação. A gestão Cida Borghetti deixou R$ 5,1 bilhões no caixa do tesouro estadual ao final de 2018. Desse total, cerca de R$ 491 milhões de recursos livres. O valor de R$ 491 milhões considera os R$ 192 milhões, apresentados no relatório da Secretaria da Fazenda, e mais os R$ 299 milhões de recursos livres nas Fontes 125 (venda de ações) com R$ 3 milhões, Fonte 148 (venda da folha) com R$ 34 milhões, e Fonte 300 (superávit de anos anteriores) com R$ 262 milhões, conforme o anexo 5 do relatório de gestão fiscal do período de janeiro a dezembro publicado no Portal da Transparência.

Dados confirmados

Os dados foram apresentados pelo secretário da Fazenda, Rene Garcia, durante a prestação de contas do último quadrimestre de 2018, na Assembleia Legislativa. O relatório comprova também que todos os compromissos assumidos pela gestão Cida Borghetti possuem recursos reservados ou empenhados. Renê Garcia respondeu grosseiramente à deputada Maria Victoria e depois desculpou-se com uma esfarrapada alegação: “desculpe meu jeitão carioca.”

Desemprego sobe para 12%

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 12% no trimestre encerrado em janeiro, acima dos 11,7% registrados no período encerrado em outubro pela pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 27, pelo IBGE. O aumento representou a entrada de 318 mil pessoas na população desocupada. Ao todo, 12,7 milhões de pessoas estavam desempregadas no período. As informações são da Veja.

Queda normal

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a queda na taxa de ocupação no mês de janeiro é normal, por causa do fim de contratos de trabalhadores temporários, por exemplo. Porém, Cimar destaca que este trimestre fechado em janeiro foi menos favorável que os mesmos períodos de 2018 e 2017.

Mourão e a Previdência

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta terça (26) que a reforma na Previdência de militares não será feita por meio de Medida Provisória e afirmou que as mudanças nas aposentadorias permitirão que o país “deslanche para um novo momento”. Segundo ele, as alterações serão encaminhadas por meio de projeto de lei que vai alterar cinco legislações.

O disparate do MEC

O grupo de ministros mais ideológicos do governo Jair Bolsonaro (PSL) dá a impressão de competir, dia a dia, pela produção de estultices. Nessa acirrada contenda, que envolve áreas relevantes, o titular da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, tem merecido destaque. Já em seu discurso de posse, deixou claro o tipo de preocupação comezinha e paranoica que nortearia sua atuação. Atacou uma fantasiosa ideologia de gênero que estaria a conspurcar a formação dos jovens do país e disparou contra o fantasma do marxismo cultural.

MDB-PR alerta diretórios

O Diretório do MDB do Paraná alertou aos Diretórios Municipais sobre os prazos para regularização da situação junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e a Receita Federal. É necessário, segundo o alerta que vale para os demais partidos, manter o CNPJ atualizado, verificado e registrado junto ao TRE, e entregar todos os documentos referentes às prestações de contas anuais de cada diretório (mesmo se não houve movimentação financeira em algum ano, caso de muitos diretórios do interior).

Reestruturação garante economia

A reestruturação organizacional determinada pelo governador Ratinho Jr e o enxugamento de cargos e gastos realizado pelo secretário Ney Leprevost, em seu primeiro mês frente à pasta da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) já garante uma economia de R$ 18,3 milhões para os cofres públicos em 2019, com a adoção de medidas simples e austeras.

Devolução de imóvel

Um exemplo é a devolução da Casa Rosada, imóvel na Avenida Iguaçu onde funcionava a Secretaria da Justiça e que está sendo cedida à Secretaria de Segurança para abrigar unidades policiais. Isso representará uma redução de R$ 4,7 milhões no exercício de 2019 (R$ 3,2 milhões de aluguel e R$ 1,5 milhão da manutenção do imóvel nos 12 meses do ano). Agora, com a fusão das pastas, toda a estrutura da Secretaria da Justiça passa a funcionar no Palácio das Araucárias, junto com as estruturas das secretarias da Família e Desenvolvimento Social e do Trabalho.

Hitler no samba

No ensaio da escola de samba Águia de Ouro, de São Paulo, no fim de semana, foi apresentado um componente vestido de Hitler, com bigodinho e faixa presidencial, armado com um cassetete, mais suástica do Partido Nazista alemão. Seria uma alusão ao presidente Jair Bolsonaro. Carnavalescos: Laila, Fran-Sérgio, Sérgio Caputo Gal e Bet Trindade.

Sozinho

O presidente Jair Bolsonaro e alguns assessores mais radicais estão inconsoláveis. A Polícia Federal, depois de sucessivas investigações, chegou à conclusão de que Adélio Bispo Oliveira, o homem que esfaqueou o Chefe do Governo em campanha, agiu sozinho. Queriam ligá-lo a algum movimento extremista ou mesmo facção ligada a partidos de esquerda, só que nada disso pode ser provado.

Em campanha

O governador João Doria já está em plena pré-campanha à Presidência de 2022. No carnaval, começa pela sexta-feira no desfile em São Paulo, estará no Rio no domingo e na segunda-feira, viaja para Salvador.

 

Lista

Aumenta a cada dia a lista de possíveis pré-candidatos à prefeitura de São Paulo, no ano que vem: Bruno Covas disputará sua reeleição, Joice Hasselmann terá o apoio de Doria, Márcio França, Henrique Meirelles, Celso Russomano, Janaína Paschoal e até José Eduardo Cardoso, que acredita que as viúvas de Dilma Rousseff poderão elegê-lo.

 

Chega de famosos!

Nos camarotes da Sapucaí, muito ao contrário do que acontecia sucessivamente há anos, não haverá pagamento de grandes cachês a famosas nacionais e internacionais, que terão a missão de distribuir sua alegria. Apenas algumas figuras que permanecerão o tempo todo poderão receber entre R$ 25 mil e R$ 50 mil por noite. José Victor Oliva, do Camarote Número 1, onde todos pagam ingresso, garante que “os famosos já deram o que tinham que dar”. Resumo da ópera: tem muito famoso (e famosa) pedindo ingresso grátis.

 

Quase mudo

Se dispara muito no Twitter, o vereador Carlos Bolsonaro prefere não gastar munição quando a oratória é ao vivo. De 2014 para cá, inscreveu-se para falar na Câmara Municipal do Rio apenas três vezes, um média de um a cada um ano e sete meses. A última vez que falou foi em 2015, quando rebateu uma crítica de outro vereador a um de seus projetos, o Programa Escola sem Partido. A última vez nem foi registrada como discurso: ele rebateu ataque de Leonel Brizola Neto a seu projeto Pichação Zero. Nos dois últimos anos, não apresentou nenhum projeto e nesses dias – quem diria – postou foto de quando era criança.

 

Não é imagem

Aliados do senador Flávio Bolsonaro acham que ele deveria contratar um marqueteiro – preferivelmente o baiano Nizan Guanaes – para cuidar de sua imagem. Os mais lúcidos, porém, acham que seu problema não é de imagem. E Nizan já foi sugerido para a Vale (a África tem a conta da empresa), só que alguém lembrou sua famosa frase: “Enquanto eles choram, eu vendo lenços!”.

 

Balanço

Números frescos sobre o combate à corrupção no Brasil em 2018: a Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 1,8 bilhões em operações dessa natureza. A cifra engloba valores em espécie, além de bens bloqueados. Só que o valor amealhado corresponde praticamente a metade do total apreendido em 2017, cerca de R$ 3,7 bilhões. De alguma forma, os dois resultados vão para a conta de Sérgio Moro.

 

Amigos de infância

Quem diria: Tasso Jereissati tornou-se um dos mais influentes conselheiros do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Em outra época, muitos apostariam que Alcolumbre poderia trocar o DEM pelo PSDB. Hoje, é mais provável o contrário.

 

Pena de morte

Não será surpresa se, a qualquer momento, o governo Bolsonaro começar a inspirar discussões sobre a adoção de pena de morte no país. No último Datafolha sobre o assunto, em novembro de 2017, 57% disseram a favor da pena radical, dez pontos acima do levantamento anterior.  Na campanha, Hamilton Mourão disse ser “pessoalmente” um defensor da medida e a maioria dos parlamentares fala em consulta popular.

 

Mais um

Está virando rotina: a cada dia, um dos ministros de Jair Bolsonaro despeja uma idiotice sobre os brasileiros. Desta vez, foi o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, colombiano de nascimento, a conclamar alunos perfilados para ouvir o Hino Nacional. Em seu comunicado-convocação, termina com “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, slogan da campanha do presidente, o que valerá um processo. É uma tentativa de doutrinação, típica de ditaduras.

 

Almanaque

Pouca gente sabe (ou se lembra) que, nos tempos do Estado Novo, obrigava-se os estudantes a reverenciarem o chefe do governo e os símbolos nacionais. Tinha uma cartilha com o título “Getúlio Vargas, o amigo das crianças”, editada pelo Departamento de Imprensa e Propaganda, onde o presidente dizia que “é preciso plasmar na cera virgem que é a alma da criança a alma da própria pátria” (linguagem, a propósito, que as crianças não entendiam).

 

Escondido

A Vale, com seus grandes comunicados de página inteira e avisos pela televisão, está preferindo esconder a discutida figura do presidente Fábio Schvartzman, que falou que a companhia “é uma joia”, que “não pode ser condenada” e que não tem ideia de como “aconteceu o acidente”. Mais: a Vale não está fazendo nenhum grande esforço em beneficio das famílias atingidas em Brumadinho. Cada uma delas vai receber por morto o equivalente a 0,0007% do Ebitda da companhia dos terceiro trimestre de 2018 (US$ 4,37 bilhões), ou seja, R$ 100 mil por vida perdida (Ebitda significa lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização).

 

Fogo vizinho

Gustavo Bebianno está mais do que convencido de que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, também citado no escândalo dos “laranjas” do PSL, conspirou para acelerar sua fritura em praça pública. E prepara o troco.

 

Assim não dá

Jair Bolsonaro anda irritado porque muita gente tem chamado seu filho Carlos de “meu garoto”, com grande dose de ironia, embora o Chefe do Governo já tenha usado a expressão. E teria avisado um de seus generais que “desse jeito, ninguém vai conseguir nada de mim”. E o próprio quatro estrelas acha que ele continua “misturando as coisas”.

 

Viajando

O Corinthians anda pedindo R$ 400 milhões por contrato de 20 anos para fechar um acordo de naning & rights para a Arena Itaquerão. O presidente Andrés Sanchez, contudo, tem sido aconselhado a baixar a bola: afinal, há cinco anos o clube procura um parceiro para o estádio. E mais: o Corinthians tem uma dívida de mais de R$ 1 bilhão com a Caixa referente à construção da arena.

 

Não aguenta

Há quem garanta que o presidente Jair Bolsonaro quase baba de raiva diante de ações que envolvem nacional e internacionalmente seu vice Hamilton Mourão. Agora, sabe-se que o general é um dos convidados para a próxima Brazil Conference 2019, organizada pelos estudantes brasileiros de Harvard, ao lado de Jorge Paulo Lemann e Fernando Henrique Cardoso. Dependendo, Mourão fará sua palestra em inglês, que domina perfeitamente.

 

Fazendo as contas

Para atingir seu patrimônio de mais de R$ 20 milhões, o ministro Gilmar Mendes – e essa conta é feita, com ironia, por auditores da Receita – teria de ter trabalhado 512 meses ou 42 anos com remuneração de R$ 39 mil de um integrante do Supremo constante e nenhum gasto mensal. Se bem que sua mulher Guiomar Feitosa, do escritório de Sérgio Bermudes, ganha mais de R$ 150 mil mensais – e pode ter ajudado. Detalhe: os dois racham todas as contas (só um apartamento em Lisboa pertence a ambos).

 

Olho na dívida

Em janeiro de 2019, o Banco Central do Brasil carregava um estoque de dívida externa (pública e privada) no valor de US$ 674,4 bilhões. No mesmo mês, o saldo de caixa em moedas estrangeiras, no conceito de caixa, em poder do BC era de US$ 377 bilhões. Ou seja: o Banco Central tinha um saldo devedor em moedas estrangeiras correspondente a US$ 297,4 bilhões (se mexer no saldo de caixa, aumentará a dívida líquida da União).

 

Outra

Também a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos está avisando que será obrigatória a execução do Hino Nacional nas escolas – públicas e privadas. Só que não existe punição para quem não obedecer. Damares não comenta o uso só do slogan da campanha de Bolsonaro na convocação do MEC.

 

Tour

Entre março e começo de abril, Jair Bolsonaro deverá viajar para quatro países, pelo menos. De cara – ainda não está confirmada – a ida do Capitão a Washington, onde seria recebido pelo presidente Donald Trump. A realização de um almoço na Casa Branca ainda está sendo discutida.

 

Fator de risco

O próprio Bolsonaro não gosta quando Paulo Guedes resolve atuar na área da política. O “posto Ipiranga” cumpre seu papel como super ministro e avalista do governo. Só que é considerado um fator de risco quando atravessa a fronteira e se arvora em fazer política. Para muitos e para o bem da governabilidade, o ideal é que Bolsonaro consiga mantê-lo em seu perímetro de atuação. Caso contrário, seu prazo de vencimento pode ser antecipado. Quem viver, verá.

 

Maior aliado

Ministros de Bolsonaro e até mesmo o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que não gosta dele, estão sendo obrigados a avaliar que a ação de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, a favor da reforma da Previdência supera quaisquer esforços dos chamados “líderes do governo”. Ele ocupa espaços e adverte para erros do governo na condução do processo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tenta seguir o mesmo caminho.

 

Protesto

Na segunda-feira (25), quase os parlamentares partem para uma manifestação de protesto: estavam inconformados porque, por um problema de fornecimento, faltou o famoso pão com manteiga no cafezinho dos deputados.

 

Abandonado

Empresários dos setores de química, siderurgia, máquinas e equipamentos preparam um diagnóstico de abandono da indústria pelo governo. Mesmo que o PIB volte a crescer para 3% a 4%, a indústria terá crescimento proporcional inferior e permanecerá perdendo peso no agregado da economia. Resultado: menos arrecadação, menos emprego e capacidade de pesquisa. O relatório será entregue ao vice Hamilton Mourão que negociará com Paulo Guedes. Os empresários sabem que Bolsonaro não tem afinidade e não entende do assunto.

 

Guerra interna

O GSI está enlouquecendo com a teimosia de Bolsonaro em usar celular pessoal, não recorrendo a aparelhos criptografados. Mensagens podem ser vazadas e rapidamente viralizadas. O GSI está se sentindo desmoralizado.

 

Filha de peixe

Numa família, onde grande parte é celebridade, a nova geração também não poderia fugir do destino. North West, filha Kim Kardashian e Kanye West, de cinco anos, acaba de debutar em sua primeira capa de revista. A primogênita de Kim aparece também no ensaio de WWD Beuty Inc’s, numa matéria que fala sobre as gerações Z e Alpha e dos impactos que elas poderão causar no mercado da beleza e da moda. Quem viu o ensaio e participou da sessão de fotos, garante que a menina tem futuro.

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