Recém-inaugurada, a Sala Interativa InovaSion já está em utilização pelos alunos e o corpo docente do Colégio Sion Curitiba, proporcionando o desenvolvimento de habilidades diversas a partir das mídias digitais: ambiente múltiplo, que possibilita várias atividades. (Crédito: Divulgação)

Com a responsabilidade dos seus 112 anos de existência – e já tendo formado gerações de paranaenses – o Colégio Sion de Curitiba está conectado com as amplas realidades da tecnologia. Por isso, implantou em outubro nova ferramenta de educação, a sala InovaSion, em sua unidade do Batel, na antiga sala de Informática.

“Trata-se de uma sala grande e agradável, com um ambiente multidisciplinar que favorece o desenvolvimento das habilidades digitais, tecnológicas e da linguagem computacional das crianças e dos jovens”, explica Juliana Pedroso, coordenadora de comunicação e marketing do Colégio Sion Curitiba.

FOI UM COLÉGIO TRADICIONAL

Ao longo de sua história, o Colégio Sion foi conhecido como “colégio tradicional, da elite paranaense”. Até antes do Concílio Vaticano II, que promoveu grandes mudanças em instituições católicas, “abrindo-as para o mundo”, o Sion aceitava apenas alunas. Depois, coube a irmã Cristina, ainda diretora da instituição, implantar a mentalidade de “aggiornamento” no educandário, admitindo meninos e promovendo uma série de mudanças, com forte tonalidade de “inserção do colégio na vida da sociedade”, como observa padre Oscar, antigo aluno do Sion.

SALA DEMOCRÁTICA

“A nova sala interativa é um lugar democrático, que pode acolher várias atividades e pessoas ao mesmo tempo. Os conteúdos do currículo de cada turma podem ser complementados e experimentados na sala interativa. Para isso, contamos com a metodologia Montessoriana como fundamento desta proposta”, assinala a coordenadora Pedrosa.

PARA ALUNOS E PROFESSORES

A sala InovaSion é um local de convivência, voltado a propiciar a escolha, o respeito ao outro, a descoberta, o estímulo ao pensamento, à construção do conhecimento e à autonomia. Juliana Pedroso revela que a nova sala interativa pode ser utilizada por todas as turmas e pelo corpo docente.

SOBRE O SION CURITIBA

A formação de crianças e jovens para a vida é um desafio na atualidade, com a velocidade das transformações na chamada era digital. Referência no ensino, o Colégio Nossa Senhora de Sion de Curitiba une tradição e atualização constante, atuando com base na inovadora linha pedagógica da Metodologia Montessori associada ao Método de Psicomotricidade Ramain.

Colégio Sion Batel, Curitiba
Portal do Colégio Sion Solitude

Paulo Guedes quis comprar escola de Judas Tadeu

Judas Tadeu Grassi Mendes e Paulo Guedes: bom relacionamento

Há poucos curitibanos ligados ao todo poderoso futuro ministro Paulo Guedes, de cujas decisões dependerá ente o destino de nossa economia. Um deles é o professor Judas Tadeu Grassi Mendes, fundador das ex-Estação Business School e EBS Business School.

Os dois mantiveram por alguns meses contatos telefônicos e WhatsApp, em torno da possibilidade de Judas vender a EBS para Guedes.

O negócio não se consumou, mas ficaram boas reações pessoais.


Adonai, fator de equilíbrio na WFBST

Adonai Ayres de Arruda

O setor de higiene e limpeza é o segundo maior empregador formal feminino do país. São cerca de dois milhões e cem mil empregadas pelo setor.

A área é importante não apenas no país: em nível mundial o setor de higiene e limpeza tem sua entidade maior de representatividade mundial dirigida pelo habilidoso empresário Curitibano Adonai Ayres de Arruda, o capitão da Higi-Service.

Adonai preside – e é fator de equilíbrio nas disputas entre japoneses e americanos – a World Federation Business Service Contractors, sediada em Londres.


Ratinho Junior participa do Copel Investor Day em New York

Ratinho Junior com executivos da Copel e investidores da Bolsa de Nova Iorque (Foto: Rodrigo Félix Leal)

O governador eleito do Paraná, Ratinho Junior, participou nesta segunda-feira (26) do Copel Investor Day, em Nova Iorque (EUA). Ratinho Junior participou do evento, como palestrante convidado, junto com os principais executivos da estatal paranaense.

O Copel Investor Day é orientador para o mercado de investidores e é realizado na Bolsa de Valores de Nova Iorque (New York Stock Exchange – NYSE). O evento é uma das práticas de governança corporativa impostas pela NYSE às empresas que operam no mercado de capitais.

(Assessoria de imprensa do governador eleito)

O futuro governador recebe informações de funcionamento da Bolsa de Nova Iorque (Foto: Rodrigo Félix Leal)
Palestra do governador eleito no Copel Investor Day (Bolsa de Nova Iorque) (Foto: Rodrigo Félix Leal)

Cresce a restrição à liberdade de crença no mundo

61% da população mundial vive em países onde a liberdade religiosa não é respeitada, o que significa que 6 em cada 10 pessoas no mundo não podem expressar sua fé com total liberdade.

Esta é uma das principais conclusões do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo de 2018 que foi apresentado a nível internacional pela fundação da Santa Sé Ajuda para a Igreja que Sofre (ACN Espanha).

Este relatório também foi divulgado em cidades como Roma, Paris, Chile, Lisboa ou Nova York.

196 PAÍSES

O estudo analisa em 196 países em todo o mundo o grau de cumprimento deste direito de liberdade religiosa contido no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que este ano celebra seu 70º aniversário, e o faz para todos os credos.

De todos os países do mundo, violações importantes da liberdade religiosa são cometidas em 38 delas. Em 17, há discriminação por causa da fé e em 21 deles, perseguidos, em alguns casos até a morte, por crenças religiosas.

É BARÔMETRO

“Nos últimos dois anos, assistimos a uma deterioração da liberdade religiosa. Há um maior desprezo por esse direito fundamental em todo o mundo “, disse Javier Menéndez Ros, diretor da ACN Espanha,” a liberdade religiosa é um barômetro de outros direitos. Quando a liberdade religiosa está faltando em um país, é um indicador de que faltam outras liberdades “.

JIHADISMO AVANÇA

A liberdade religiosa na faixa central da África ameaçada pelo avanço do jihadismo nesta área do continente, é outra das conclusões e preocupações sobre a expansão do “ultra-nacionalismo” em países como a Índia, onde a liberdade religiosa piorou neste período de tempo.

Este estudo mostra que em 22 países do mundo o que ataca a liberdade religiosa é o radicalismo islâmico, mas há outros autores muito relevantes, como estados autoritários e estados com nacionalismo extremo.

OS CRISTÃOS

Esses países com estados autoritários e nacionalismos extremos totalizam 16. Os dados positivos do relatório de 2018 são a melhor evolução da liberdade religiosa na Síria e no Iraque. Uma vez que o Daesh foi derrotado militarmente, as minorias religiosas começaram a retornar aos seus lugares de origem, como é o caso dos cristãos na planície de Nínive (Iraque).

Como resultado dos dados deste relatório, estima-se que 327 milhões de cristãos vivam em países onde há perseguição religiosa e 178 milhões em países onde são discriminados por seguirem uma religião. Isso significa que 1 em cada 5 cristãos no mundo vive em países onde há perseguição ou discriminação.


Justiça manda YouTube tirar do ar vídeo em que Olavo de Carvalho ataca Caetano

Caetano Veloso

PB (Partido da Baixaria) – A 6ª Vara Cível do Rio determinou que o YouTube tire do ar três vídeos com ofensas a Caetano Velloso. Um deles é do guru intelectual de Bolsonaro, o escritor Olavo de Carvalho. No vídeo, de 14 de outubro e com mais de 666 mil visualizações, o youtuber Olavo diz que Caetano tem a “cabeça torta cheia de merda”.

Para a juíza Luciana Halbritter, o conteúdo dos vídeos é “pessoalmente ofensivo”.

(ANCELMO GÓES)

 


Festança de Ricardo em Maringá

Ricardo Barros

No final de semana, o ex-ministro Ricardo Barros, deputado reeleito, vai receber muitos amigos do Estado todo, para festejar aniversário.

O festejo pode deixar de lado alguns cabos eleitorais fieis, admite fonte da coluna, prevendo que “Barros vai ter que administrar uma mini crise em sua base”.

 

 

 


ATUALIDADE

Para entender o Brexit

Os negociadores das duas partes ainda precisam finalizar uma declaração política sobre a futura relação

O Brexit no aeroporto

Aleteia e Agências de Notícias | Nov 26, 2018

União Europeia (UE) e Reino Unido negociaram durante 17 meses um acordo de divórcio de 585 páginas, 185 artigos e três protocolos que desfazem de maneira inédita os laços forjados ao longo de mais de quatro décadas de relação.

A seguir os principais pontos do acordo, respaldado neste domingo pelos líderes europeus, que estabelece as bases da saída do Reino Unido em março de 2019 e que ainda deve ser ratificado pelo Parlamento britânico e a Eurocâmara.

IRLANDA DO NORTE

Como evitar o retorno de uma fronteira clássica entre a Irlanda, país da UE, e a província britânica da Irlanda do Norte e, ao mesmo tempo, preservar o acordo de paz da Sexta-Feira Santa de 1998? O acordo responde ao desafio em duas partes.

A solução final passa pela futura relação entre britânicos e europeus, especialmente por um eventual acordo de livre comércio, que ainda deve ser negociado e entrará em vigor ao final do período de transição – provavelmente em 31 de dezembro de 2020.

Se uma solução não for alcançada ao final da transição, os dois lados concordaram com um “backstop” ou “rede de segurança” que passa por criar um “território alfandegário único” entre UE e Reino Unido, sem tarifas de importação nem cotas no mercado europeu para produtos britânicos.

Mas para manter a unidade do mercado único europeu e não apenas a integridade do Reino Unido, a Irlanda do Norte manteria as normas do bloco necessárias para evitar uma fronteira clássica na ilha, como as relativas aos produtos agrícolas ou as fitossanitárias.

Reino Unido ou UE podem acabar com o protocolo sobre a Irlanda, que acompanha o acordo de divórcio, a qualquer momento após a transição, mas de mútuo acordo.

DIREITOS DOS CIDADÃOS

“Os cidadãos estabelecidos no Reino Unido e os britânicos estabelecidos em um país da UE antes do fim do período de transição poderão continuar vivendo como antes em seu país de residência”, promete Michel Barnier, negociador da UE.

Os direitos dos cidadãos na UE, como a possibilidade de solicitar residência após cinco anos vivendo em um país, serão respeitados para aqueles residentes atualmente no Reino Unido ou em um dos outros 27 países do bloco ou que chegarem durante o período de transição.

O projeto de acordo prevê que mais de 4 milhões de pessoas (3,2 milhões de europeus no Reino Unido e 1,2 milhão de britânicos no restante do bloco) podem continuar estudando, trabalhando, recebendo ajudas e reagrupando suas famílias.

AS OBRIGAÇÕES

O preço do Brexit: entre 35 e 39 bilhões de libras (entre 40 e 45 bilhões de euros), segundo o governo britânico, com base no método de cálculo do acordo de divórcio.

O Reino Unido deverá cumprir todas as obrigações financeiras que assumiu como membro de pleno direito da UE desde 1973, inclusive as que prosseguirão por mais tempo que o período de transição.

TRANSIÇÃO

Ao consumar o divórcio às 23H00 GMT (20H00 de Brasília) de 29 de março (meia-noite de 30 de março em Bruxelas), o Reino Unido seguirá durante 21 meses no mercado interno da UE e na união alfandegária, para dar tempo de preparação às empresas e países à ruptura final.

Este período de transição termina em 31 de dezembro de 2020, uma data que coincide com o fim do Marco Financeiro Plurianual da UE 2014-2020, mas as partes podem decidir por uma prorrogação até o fim de 2022.

Durante o período, o Reino Unido deverá seguir respeitando as regras da UE, sem ter voz ou direito de voto, e poderá começar a negociar seus próprios acordos comerciais, que só poderão entrar em vigor ao término da transição.

A jurisdição do Tribunal de Justiça da UE continuará sendo aplicada durante estes meses. Sobre o acordo de divórcio, um painel de arbitragem será responsável por resolver as divergências, mas o TJUE terá voz sobre questões de direito comunitário.

FUTURA RELAÇÃO

Os negociadores das duas partes ainda precisam finalizar uma declaração política sobre a futura relação após a transição, um documento juridicamente não vinculante e que traçará as linhas da futura negociação sobre um acordo de livre comércio entre ambos.

GIBRALTAR

Além do protocolo sobre a Irlanda do Norte e outro sobre as bases britânicas no Chipre, o acordo de divórcio estabelece as bases de cooperação entre Reino Unido e Espanha no que diz respeito a Gibraltar, território britânico cuja soberania é reclamada por Madri.

O documento inclui os princípios gerais em temas como os direitos dos cidadãos, meio ambiente, cooperação policial e alfandegária e assuntos fiscais, entre eles a luta contra a fraude. As questões devem ser abordadas em memorandos bilaterais entre Londres e Madri.


Governo encaminha à Assembleia projeto para facilitar pagamento de dívida tributária

Se for aprovado, os empresários poderão parcelar o ICM e o ICMS em até 180 meses e com juros reduzidos

A governadora Cida Borghetti propõe melhores condições para renegociação de dívidas tributárias com o Estado. (Foto: Orlando Kissner/ANPr)

A governadora Cida Borghetti encaminhou nesta terça-feira (27) à Assembleia Legislativa uma emenda que modifica o projeto de lei que estabelece condições gerais sobre a renegociação de dívidas tributárias com o Estado. A medida vai possibilitar ao contribuinte do ICM e ICMS o pagamento de seus débitos fiscais com percentuais de juros reduzidos e o aumento no número de parcelamentos. Agora, será possível parcelar as dívidas em até 180 meses.

O ICM incide sobre operações relativas à circulação de mercadorias; e o ICMS sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

A governadora disse que a alteração é uma medida essencial que atende a demanda dos setores produtivos do Paraná. “Com isso, estamos colaborando para aliviar o caixa de empresas do Estado para que, dessa forma, elas possam gerar novos empregos, fazer investimentos e aquecer ainda mais a economia do Paraná”, afirmou.

MEDIDAS

A emenda estabelece que dívidas tributárias de ICM e ICMS, ocorridas até 31 de dezembro de 2017 (a data do projeto original era 30 de julho), constituídas ou não, inscritas ou não em dívida ativa (ainda que ajuizados), poderão ser pagas, em dinheiro, em parcela única, com a redução de 80% do valor da multa e de 40% do valor dos juros.

Em caso de pagamento da dívida em até 60 parcelas mensais, iguais ou sucessivas, haverá uma redução de 60% do valor da multa e 25% do valor dos juros; pagamentos em até 120 parcelas mensais, iguais ou sucessivas, terão redução de 40% do valor da multa e 20% do valor dos juros; já parcelamentos em até 180 meses, iguais ou sucessivas, terão redução de 20% do valor da multa e 10% do valor dos juros.

Além do aumento dos prazos e da redução dos juros, a emenda também afasta a necessidade de um intervalo mínimo de quatro anos para a concessão de novos parcelamentos com redução de juros e multas, como descrito no projeto original. Com isso, é possível pedir parcelamento a qualquer momento, desde que aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Para estar apto à manutenção dos benefícios de parcelamento, o contribuinte precisa estar em dia com o recolhimento do imposto declarado em EFD (Escrituração Fiscal Digital) a partir do mês de referência outubro de 2018.

A revogação do parcelamento ocorrerá em caso de falta de pagamentos da primeira parcela, de três parcelas consecutivas e do pagamento do ICMS declarado no EFD.