Sinclair Pharma promove encontro  em Curitiba

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Alieksiéi Carrijo, cirurgião plástico e gerente médico da Sinclair Pharma, ladeado pelas médicas Bettina Sanson   e   Margarete Iassuko Furusho

A Sinclair Pharma, umas das maiores marcas de dermatologia da Europa, realizou  evento no hotel NH Curitiba The Five, com o objetivo reunir cirurgiões plásticos e dermatologistas da região para novas apresentações dos fios de sustentação Silhouette Soft®, um dos produtos mais tradicionais da marca.

Segundo a diretora de operações da companhia no Brasil, Letícia Tomazelli, a Sinclair sempre leva novos conhecimentos aos médicos e apresenta cases de sucesso por meio dos produtos. “Ficamos muito contentes com o resultado e com a grande presença do público no evento. Essas reuniões fazem parte do propósito da empresa de investir no treinamento contínuo de todos os seus parceiros”, afirma.

A iniciativa da companhia, além de aproximar os especialistas locais, ofereceu uma nova oportunidade de abordar os benefícios dos tratamentos minimamente invasivos. A sutura Silhouette Soft®, por exemplo, promove o efeito lifting e auxilia na redefinição dos contornos do rosto e do pescoço.

A Sinclair Pharma, empresa internacional de dermatologia, está entre os principais líderes do seu segmento na Europa. Fundada em 1971, no Reino Unido, também possui operações na França, Alemanha, Espanha, Coreia do Sul e Brasil.

Reforma trabalhista em debate

Vólia Bomfim, desembargadora do trabalho e professora de Direito Trabalhista na LFG (Rio de Janeiro) fez palestra na ACP.

A Associação Comercial do Paraná (ACP), em conjunto o Sindesp  e Seac, promoveu , na sede entidade, o Fórum Reforma Trabalhista, intitulado “A nova CLT: o que mudou para as empresas”. O evento teve a palestra da Desembargadora do trabalho e professora de Direito Trabalhista na LFG (Rio de Janeiro) Vólia Bomfim, que falou sobre os temas: compensação de jornada; trabalho intermitente; e negociado sobre o legislado.

Segundo a advogada Sandra Comodaro, sócia-diretora do escritório Nelson Wilians & Advogados Associados, que moderou o Fórum, juntamente com o advogado, professor de Direito do Trabalho e presidente do IAP, Hélio Gomes Coelho Júnior, houve uma retração no volume de processos na Justiça do Trabalho, desde a implantação da nova lei trabalhista.

“Esse debate com o meio empresarial é muito importante, desde novembro do ano passado, data da implantação, até agosto deste ano, nós notamos a redução de cerca de 40% nas ações trabalhistas que entraram. Para o empresário, o nível de segurança com relação aos processos trabalhistas, melhorou bastante, não temos mais ações aventureiras e esse debate serve para fortalecer cada vez mais a segurança entre profissional e empresa”, disse  Comodaro.

Entre as mudanças da nova lei trabalhista, segundo a palestrante, estão a alteração de 117 artigos, sendo que 77 (da CLT) são sobre direito material, sete favorecem o trabalhador e 70 flexionaram a relação de trabalho; a liberdade entre as relações trabalhistas; mais autonomia na hierarquia das normas, contratos e negociações coletivas; maioridade real para os trabalhadores – chamados hipersuficientes; entre outros.

Para o filiado ao Lide, Fernando Ribas, do Grupo Intersept, o evento e a palestra de Vólia Bomfim, contribui para o empresariado analisar as novas convenções coletivas. “Além disso, é de fundamental importância a participação do LIDE e seus filiados em um fórum com esse foco, já que o grupo representa a categoria empresarial e o assunto é de interesse de todos”, afirma. O evento teve a correalização do Lide Paraná e o apoio de Fecomércio, Fenavist, Faciap, Instituto dos Advogados do Paraná (IAP), Nelson Wilians & Advogados Associados, e Gomes Coelho & Bordin.

Empossado  novo coordenador do CONCEX

Eduardo Pereira Guimarães e Camilo Turmina, vice-presidente da Associação Comercial do Paraná.

Eduardo Pereira Guimarães, presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais do Paraná (IRIP) foi empossado como novo coordenador do Conselho de Comércio Exterior da Associação Comercial do Paraná (CONCEX) . Segundo Eduardo, “o nosso foco aqui tem que ser, em primeira ordem, os negócios. Nosso complemento, em igual importância, é o Paraná. Devemos procurar sempre inserir o Paraná no cenário do comércio internacional. Temos que procurar frentes sólidas que permitam industrializar nossos produtos, pelo menos em parte”.

Sobre as linhas de trabalho a serem tomadas, Guimarães tem uma estratégia bem definida. “Eu procurei raciocinar o que poderíamos fazer para colaborar enquanto ACP. A primeira coisa é nos dividirmos em três grupos de trabalho: O primeiro será focado no Mercosul, inicialmente com os nossos vizinhos mais próximos, Argentina, Paraguai e Uruguai. Segundo grupo é o que chamo de ‘Grupo Sinergia’, que buscará as relações internacionais entre entidades, possibilitando um posicionamento conjunto e unificado entre empresas e instituições. O terceiro grupo será focado em estudantes, que venham para a área internacional da ACP, que participem conosco como ouvintes ou convidados, que levem para os seus colegas esse interesse maior sobre as relações internacionais envolvendo o nosso estado”, afirmou.

Pioneirismo de startup curitibana

A NRG Soluções Sustentáveis, startup curitibana atuante desde 2013, criou   o NRGHub, uma plataforma colaborativa voltada ao setor energético renovável. “O objetivo é promover o networking entre os participantes e estimular a inovação e sustentabilidade, compartilhando conhecimento e experiências do mercado de energias renováveis e eficiência energética”, explica Renata Abreu, fundadora do NRGHub. O plataforma foi projetada  para os atores do setor energético brasileiro, tendo como vetor econômico o desenvolvimento sustentável. Seu objetivo é promover o relacionamento e intercâmbio de conhecimentos entre os participantes, desenvolver novas qualificações empresariais por meio de conexões globais, identificar nichos e tendências do mercado, conectar ações empreendedoras e fomentar a competitividade setorial.

Insolvência empresarial no país

O assunto insolvência empresarial estará em evidência nos dias 28 e 29 de agosto, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. O Instituto Brasileiro de Administração Judicial (IBAJUD) promove nesses dias o 1º Congresso Internacional de Insolvência Empresarial, um assunto fundamental para o mercado. Estarão presentes magistrados, membros do Ministério Púbico, advogados, professores e profissionais de empresas especializados ou diretamente envolvidos com as questões da insolvência empresarial no Brasil. O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, é convidado do evento.

O congresso vai discutir a recuperação e a falência no Brasil e no exterior, levantar questões internas, fazer um comparativo com outros países, apontar problemas e propor soluções. Para a presidente do IBAJUD, Rosely Cruz, “será uma experiência rica e importante para o sistema jurídico da insolvência empresarial no Brasil”.

O IBAJUD é uma organização constituída sob a forma de associação, sem fins econômicos, que tem por objetivo promover a melhoria contínua na área de administração judicial, por meio de iniciativas diversas, tais como seminários, debates, cursos de formação e reciclagem .

Comércio cresce 0,4% em julho

O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, subiu 0,4% em julho na avaliação mensal dessazonalizada, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC. No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 4,4% (agosto de 2017 até julho de 2018 frente ao mesmo período do ano anterior). Já na avaliação contra julho do ano anterior o varejo permaneceu estável.

O resultado de julho aponta leve melhora na atividade do varejo após as turbulências causadas pela greve dos caminhoneiros. Ainda assim, o mercado de trabalho fragilizado e o baixo desempenho dos grupos de “alimentos” e “combustíveis” desde as paralizações seguem sendo os principais motivos para o resultado tímido do indicador. Espera-se que para os próximos meses, com a gradual diminuição da desocupação e melhores condições de crédito, o varejo volte a apresentar um crescimento mais robusto.

 

Dificuldades na hora de pagar impostos

Grande parte das dificuldades de quem busca empreender no Brasil está ligada ao pagamento de impostos. Além do custo elevado, o sistema tributário brasileiro é bastante complexo. Muitas vezes as empresas precisam criar uma área específica ou contratar um especialista para conseguir cumprir todos os compromissos tributários. Para ajudar a esclarecer este cenário, o advogado, mestre em direito tributário e sócio do escritório Urbano Vitalino, Fabio Cury, destacou alguns  desafios enfrentados por pequenas e médias empresas na hora de pagar impostos. Como se não bastassem as dificuldades decorrentes da alta complexidade da legislação, as próprias normas sofrem mudanças constantes e diárias. Essas alterações acabam exigindo que o empresário ou gestor da área acompanhe as publicações sobre o assunto diariamente. O excesso das alterações normativas colabora para o aumento de erros e também de custos, já que, invariavelmente, a contratação de um profissional ou empresa especializada se torna fundamental.

Cargill planeja investir  R$ 550 milhões

A Cargill planeja construir uma nova fábrica de pectina HM em 2019 e escolheu o Brasil para a construção desta nova instalação. O projeto, que terá investimento de aproximadamente 550 milhões de reais, faz parte de um plano da Companhia para fortalecer e diversificar seu portfólio de pectina, o que inclui também melhorias em suas três fábricas existentes na Europa (Alemanha, França e Itália).

A pectina HM é um agente texturizante versátil, à base de frutas cítricas, usado na produção de compotas, sucos e bebidas lácteas. Segundo Bruce McGoogan, líder de estratégia e inovação dos negócios de Amidos, Adoçantes e Texturizantes da Cargill, o mercado deste ingrediente tem visto um forte crescimento há vários anos, impulsionado principalmente pelo setor de bebidas lácteas, bem como pela crescente demanda global por ingredientes de origem natural.

Profissões com maior demanda

Profissionais que atuam em planejamento financeiro, inovação e transformação digital, em atividades estratégicas de recursos humanos e da área comercial estão em alta no mercado. Habilidades que favorecem os negócios no ambiente digital, capacidade de gestão de projetos, gosto pelo planejamento financeiro e orçamentário e boa desenvoltura em relacionamentos estão entre as características mais buscadas pelas empresas neste primeiro semestre.

“O mapa corporativo do Brasil, que inclui eixo Rio-São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e parte do Nordeste, está sendo impactado positivamente pela forte transformação digital de todos os setores da economia. Profissionais da linha de frente desse movimento estão em alta. Os departamentos de RH estão novamente aquecidos, tanto pelas razões estratégicas de contratação de pessoas, quanto para acolher a expansão de outras áreas. E mais dois setores tiveram forte expansão neste primeiro semestre: os cargos ligados à gestão financeira das companhias e algumas posições da área comercial completam as posições em alta. Em uma analogia simples, quando o mercado volta a crescer, é natural que funções de Finanças, Recursos Humanos e Vendas liderem o processo”, avalia Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, consultoria global de recrutamento de média e alta gerência, parte do PageGroup Brasil.

Trabalhadores com  problemas financeiros

Com o objetivo de mostrar a importância da educação financeira nas empresas, a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), divulga uma pesquisa inédita sobre a saúde financeira dos trabalhadores brasileiros.

Em parceria com a Unicamp e o Instituto Axxus foram entrevistados 2.000 funcionários de cem empresas, dos mais diferentes níveis hierárquicos, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal.

A pesquisa revela que apenas 16% dos colaboradores ouvidos são capacitados financeiramente, ou seja, conseguem pagar suas contas com o remuneramento mensal e planejam seus gastos com antecedência. Por outro lado, 84% dos entrevistados enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças. O resultado, é claro, são dívidas, e proporcionalmente quanto maiores elas forem, menor será o rendimento dos colaboradores.

“Os dados apresentados são realmente preocupantes para as empresas, sendo que essa dificuldade, mais cedo ou mais tarde, pode ter reflexo na produtividade dos profissionais. Pois, ao se endividarem, eles perderão o foco no trabalho, muitas vezes receberão ligações de cobradores ou buscarão alternativas, estarão mais nervosos em casos extremos forçam a demissão para quitar as dívidas com o dinheiro da rescisão contratual. Assim, as empresas devem se precaver implementando a educação financeira como um benefício aos colaboradores”, explica o presidente da ABEFIN, Reinaldo Domingos.