O enfraquecimento da economia e a fragmentação da base política do governo no Congresso, levou os economistas a fazer revisões nas projeções da economia e avaliar a robustez fiscal da reforma da Previdência, em tramitação no Congresso. Olhem o relatório do Itau.

“Reduzimos as projeções de crescimento em 2019 (de 1,3% para 1,0%) e 2020 (de 2,5% para 2,0%). A evolução recente da atividade reforça nossa visão de que o ajuste fiscal e a redução de subsídios creditícios têm contribuído para uma queda da taxa de juros neutra”. O banco espera queda da Selic para 5,75% este ano, com três quedas de 0,25 pontos percentuais e baixa para 5,50% em 2020.

“Revisamos nossa estimativa de déficit primário para 2019 de 1,5% para 0,8% do PIB, após incluir a receita extraordinária esperada com o leilão da cessão onerosa. Para 2020, pioramos nossa estimativa de 1,0% para 1,1% do PIB. O cenário é estritamente dependente da aprovação da reforma da Previdência, cujo impacto em termos fiscais deve ser entre 50% e 75% da proposta enviada pelo governo” [como o governo esperava R$ 1,350 trilhão, a margem prevista pelo Itaú iria de um máximo de R$ 990 bilhões a um mínimo de R$ 670 bilhões, na hipótese de forte desidratação].

“Mantivemos a nossa projeção de taxa de câmbio para 3,80 reais por dólar no fim de 2019 e 3,90 reais por dólar em 2020. u Mantemos nossa projeção de inflação em 3,6% neste ano e no próximo”.

Liberados

Deputados estaduais podem ser beneficiados com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que na semana passada, por 6 votos a 5, deu às assembleias legislativas dos estados o poder para revogar a prisão de parlamentares, expandindo a estes as imunidades previstas para deputados federais no artigo 53 da Constituição. A decisão dos ministros também permite que inquéritos abertos sejam sustados.

Processos suspensos

Inquéritos abertos para apurar se políticos paranaenses receberam dinheiro do esquema de corrupção podem acabar suspensos pelo Legislativo Estadual. Inclusive os que foram citados nos depoimentos de delatores na Operação Quadro Negro e que resultaram em três ações penais contra políticos. Os três processos que correm em Curitiba – todos em sigilo – estão relacionados a um grupo de cerca de dez pessoas, incluindo o dono da Valor Construtora, Eduardo Lopes de Souza, e Maurício Fanini, que foi diretor de Engenharia, Projetos e Orçamentos na Secretaria da Educação, entre 2011 e 2014, período do desvio milionário de dinheiro público destinado para construções e reformas de escolas estaduais.

Não pediu nada

O ministro Sergio Moro (Justiça) afirmou nesta segunda-feira (13) que não estabeleceu condições para ocupar o cargo no governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Não vou receber um convite para ser ministro estabelecendo condição sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar”, disse, durante palestra no Congresso Nacional de Microcriminalidade e Combate à Corrupção, em Curitiba (PR).

Iniciativa de Bolsonaro

Um dia antes, o presidente disse ter assumido um compromisso com Moro para indicá-lo para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). “Eu fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: ‘A primeira vaga que tiver lá [no STF], está à sua disposição’”, disse Bolsonaro, em entrevista à rádio Bandeirantes.

Fim do 14º salário

A reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro (PSL) acaba com o pagamento do abono salarial em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Esse benefício é destinado a trabalhadores de baixa renda e funciona como um 14º salário, pago pelo governo. Hoje, quem tem carteira assinada e recebe até dois salários mínimos (R$ 1,9 mil) por mês tem direito ao abono, cujo valor é de um salário mínimo (R$ 998). Mas, pela proposta, o critério da renda mensal será alterado para um salário mínimo. A medida restringe bastante o grupo de trabalhadores que podem sacar o benefício.

Imbróglio feio

“Agora vão ter que provar se ele disparou algum tiro. Que confronto é esse? Meu filho nunca teve uma arma na vida”, questionou Benedito, que é diretor do jornal Tribuna do Vale, de Santo Antônio da Platina. O pai quer que o caso não caía no esquecimento e que seja devidamente investigado. “Agora vão ter que provar se ele disparou algum tiro. Que confronto é esse? “Meu filho nunca teve uma arma na vida. Queremos uma investigação rigorosa e que não seja mais um caso que termina no nada. Em 35 anos de profissão já vi coisa demais”, destacou.

Cordão dos rejeitados

Apesar da formação militar, o presidente Jair Bolsonaro ignora a máxima de que “as guerras vêm e vão, mas os soldados são eternos.” “Soldados” na campanha vitoriosa de 2018, que também ajudaram no governo de transição, agora estão magoados com o capitão. Muitos nem sequer foram convidados para o governo e outros, aproveitados, acabaram dispensados por “neo-bolsonaristas”. Na área de educação, inúmeros especialistas ligados à campanha foram depois “limados”.

Primeiro enxotado

Primeiro apoiador enxotado do convívio com Bolsonaro após a vitória, o ex-senador Magno Malta até hoje não sabe ao certo o que aconteceu. O general Marco Aurélio Vieira, secretário nacional de Esportes, foi “rifado” do ministério do neo-bolsonarista Osmar Terra (Cidades). A primeira mulher militar a se engajar na campanha, coronel Márcia Amarillo, também foi alijada do projeto de Escolas Cívicas. Primeiro ministro demitido por Bolsonaro, Gustavo Bebianno foi vítima de embates com Carlos, o “Zero Dois”, um dos filhos do presidente.

Professores ganham

Sentença da 24ª Vara Cível de Curitiba, divulgada essa semana, julgou improcedente uma ação movida pelo ex-governador Beto Richa (PSDB) contra a APP-Sindicato. Ele pedia reparação de danos morais por conta de outdoors instalados pelo sindicato com a mensagem “Operação Quadro Negro: Beto Richa, devolva os 20 milhões roubados da educação”.

Liberdade de expressão

O juiz considerou que os atos praticados pelo sindicato estavam respaldados pelas leis e pelo princípio da liberdade de expressão. Richa alegou que teve sua honra, imagem prestígio e reputação abalados. “O texto faz alusão a uma investigação de conhecimento público e notório, cujo problema principal é o desvio de elevadas somas que eram destinadas ao setor da educação”, considerou o juiz Marcos Vinícius da Rocha Loures Demchuk.

“Entusiasmo”

Jair Bolsonaro não falou com ninguém da Fórmula 1 para anunciar, nesses dias, que a corrida em 2020 no Brasil seria realizada num novo autódromo a ser construído em Deodoro, bairro do Rio de Janeiro, num terreno cedido pelo Exército. E também não falou com ninguém da iniciativa privada para conseguir (e em que condições) os R$ 700 milhões que seriam exigidos para a conclusão da obra em poucos meses. Para o governador de São Paulo, João Doria (os organizadores da prova têm contrato com a prefeitura da cidade até 2020 e pretendem cumpri-lo), Bolsonaro anunciou tudo movido apenas por “entusiasmo” – e sem ter nada planejado ou acertado.

Virando as costas

No episódio da volta da Coaf para o Ministério da Economia, repetiu-se o que está virando uma constante de Bolsonaro: o presidente virou as costas para o ministro Sérgio Moro com quem havia acertado a permanência do conselho quando fez convite para o ex-juiz assumir o Ministério da Justiça. Antes do Coaf, já aconteceu a indicação de nome para a PRG por Moro, o episódio envolvendo Ilona Szabó, no decreto de liberação de armas (está cheio de ilegalidades), só para começo de conversa.

Olho nos índios

Sérgio Moro abriu mão da Funai para o ministério de Damares Alves para ficar com o Coaf: não deu certo. Agora, o órgão fica com “a mamãe Damares” como ela própria disse e está em jogo o futuro de 900 mil indígenas. Eles se dividem em 305 etnias, falam 274 línguas e dependem da proteção do Estado. Dezenas de tribos são ameaçadas permanentemente por grileiros, garimpeiros e jagunços. Comissão mista do Congresso, contudo, quer devolver a Funai à pasta da Justiça: será decidido nos plenários da Câmara e do Senado.

Outra ameaça

O ministro Sérgio Moro também poderá enfrentar outra derrota no Congresso – e especialmente por nunca ter conseguido armar uma bancada a seu favor. O projeto de “abuso de autoridade” deverá andar, nas próximas semanas, com devido aval da Câmara e do Senado, provocando novo esvaziamento de Moro.

Independentes

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) pediu socorro ao governador de São Paulo, João Doria: o PSDB mineiro ameaça cair fora da base de Zema – e está devidamente comandado pelo deputado federal Aécio Neves, que ainda mantém força em seu território. Para desfazer a tentativa dos tucanos de lá virarem “independentes”, Doria deverá conversar com Aécio. Até agora achava que a nova presidência do partido deveria expulsá-lo.

Pesca liberada

Agora, Bolsonaro quer liberar a pesca na Baia da Ilha Grande onde foi flagrado e multado por ser área de proteção ambiental. A Baia é a mais preservada do Rio. São 800 quilômetros quadrados (equivale à área territorial de Cingapura), ricos em biodiversidade marinha. Tem sete unidade de conservação e a Estação Ecológica de Tamaior é a única que abrange o espelho d’água. Fica entre Angra dos Reis e Paraty, em plena Mata Atlântica. É um paraíso habitado por espécies raras.

Anotado

Bolsonaro anotou devidamente em seu caderninho a postura do ministro Sérgio Moro posando para a foto ao lado do general Eduardo Villas Boas e chamando o ex-comandante do Exército de “herói nacional”.

Mais votos

Mesmo que a solenidade não tenha o volume de convidados e nem a presença de Mike Ponce, secretário de Estado americano (é o outro homenageado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos), Jair pode acabar aceitando receber seu prêmio em Dallas. Lá, na pequena comunidade brasileira, ele teve mais votos do que o petista Fernando Haddad.

Espião especial

O novo diretor da Abin – Agência Nacional de Inteligência é o delegado da Polícia Alexandre Ramagem Rodrigues, assessor do ministro Santos Cruz e quem cuidou da segurança de Bolsonaro após as eleições. É uma indicação direta do Chefe do Governo e há quem aposte que ele pretende transformar Rodrigues numa espécie de espião especial – e particular. Ou seja: subordinado diretamente ao presidente, poderia estar muito bem informado sobre o que acontece no núcleo central do poder e até mesmo em outros ministérios.

Convivência

Agora, o escritor Luís Fernando Veríssimo também decidiu entrar na guerra entre Olavo de Carvalho e militares em postos no governo Bolsonaro. Ele diz que “os generais ganharam uma nação de graça e estão achando difícil a convivência com civis – chame-se Olavo ou não”. Veríssimo é um admirador do ex-presidente Lula.

Não inspira

Jornalistas que convivem com o porta-voz do governo, general da ativa Otávio Rego Barros, não aguentam mais suas falações, seu modo quase infantil de se referir ao “nosso presidente” e acham que ele não inspira nada, muito menos credibilidade. Preferem considerá-lo uma alternativa de “secretário de imprensa”.

De volta

Com a recriação do Ministério das Cidades, que havia sido unificado na pasta do Desenvolvimento Regional junto com a Integração Nacional, alguns nomes começam a surgir como favoritos, e até indicados pelos aliados do governo. Sem uma decisão final o nome de maior força é de Alexandre Baldy (PP) que já foi ministro da mesma pasta no governo de Michel Temer e é indicado por Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

Pode cair

O decreto de flexibilização do uso de armas liberados para 20 categorias, feito pelo presidente Jair Bolsonaro, ainda precisa de aprovação do Congresso. E pode não passar. As bancadas evangélicas e de oposição querem discutir alguns termos que são considerados inconstitucionais e mudá-los antes. Se não houver discussão, corre sério risco de não ser aprovado.

Mamata

Os governadores querem novamente que o governo central securitize (assuma) suas dívidas, que pagam com juros subsidiados e com prazo de pagamento de 30 anos (no governo Temer é que o prazo foi alongado por mais 20 anos). São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná são responsáveis por 86% da dívida dos estados e municípios da União, panorama que os mais sérios analistas consideram uma imoralidade. Os mesmos cinco são responsáveis por 64,4% do PIB do país. Mais: a dívida dos estados já foi renegociada três vezes.

Bons de tiro

Os filhos do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo e Carlos, são frequentadores (e viram atração quando vão lá) do clube de tiro .38, em São José, na região metropolitana de Florianópolis. Em um único fim de semana são capazes de disparar mil tiros cada um. Eduardo agora anda encantado com um rifle russo da marca Kalanshnikov, de propriedade de um amigo. Carlos e Eduardo – e isso não chega a ser novidade – andam armados e Bolsonaro dorme com uma pistola no criado-mudo (debaixo do travesseiro incomoda).

Fora do ar

Na semana passada, a TV Brasil operava de forma intermitente alguns dias no Rio: entrava e saia do ar com frequência. Motivo: o prédio da emissora no Sumaré, onde fica a torre de transmissão para a cidade, não recebe manutenção desde as chuvas do mês passado. A transmissão em São Paulo vai bem, obrigado – só que sem audiência.

Jogo de cena

A decisão da transferência do Coaf para o Ministério da Economia, saindo da pasta da Justiça, ainda precisa de aprovação do Congresso (Câmara e Senado). Jair Bolsonaro tenta reverter a situação, mas pelo andar da carruagem, não conseguirá. Ele então já mandou avisar o comandante da Economia, Paulo Guedes, que caso isso aconteça a estrutura montada por Sérgio Moro deverá permanecer intacta. Guedes que no momento está preocupado com a reforma da economia, concordou. E menos uma coisa para se preocupar.

 

Apelo

O presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), está começando a opinar sobre a atual situação econômica do Brasil. Para ele, este será um ano de PIB baixo e pequena retomada do emprego. Mais: acha que a reforma da Previdência é necessária, mas que não irá resolver todos os problemas da economia. “O país está pedindo a brasileiros que tenham alguma renda que façam sacrifício para que 12 milhões de brasileiros desempregados tenham chance de ter renda no futuro”.

 

Sem confiança

A Petrobras pretende se desfazer de oito de suas 13 refinarias. Os consultores da área, contudo, embora defendam a abertura, são mais do que céticos sobre o interesse das empresas do refino no exterior em comprar as refinarias do Brasil. E lembram que, desde 1997, nada impede que se funda uma refinaria no país. Só que ninguém se arrisca porque o governo sempre interfere nos preços dos combustíveis, como fez, há semanas, Jair Bolsonaro em relação ao diesel.

 

Retrato

Para quem não tem ideia: hoje, cerca de 70% de todos os empréstimos no Brasil são realizados pelos três maiores bancos. Nos Estados Unidos, à título de comparação, os três maiores bancos emprestam apenas 35% do total de empréstimos.

 

Cara saúde

Dados do Ipea: nos últimos 18 anos, a taxa de inflação acumulada dos planos de saúde individuais e familiares foi de 382%, superando em muito a inflação acumulada pelo IPCA, de 2018% e a do setor de saúde, de 180%. Mais: o dispêndio anual de R$ 190,5 bilhões dos de saúde, R$ 12,7 bilhões dizem a respeito a medicamentos, dos quais as empresas do setor vivem querendo não pagar aos associados que claro, recorrem à justiça.

 

Tratamento

O general Eduardo Villas Boas, que sofre de ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica, doença degenerativa, vem se tratando numa clínica em Florianópolis, que atua baseada em física quântica. Há vídeos na internet que mostram portadores da doença ficando em pé depois de cinco dias de tratamento. A clínica chama-se Spavitatech.

 

Candidatos

O PSL, partido de Jair Bolsonaro, está de olho no procurador Deltan Dallagnol e no juiz Marcelo Bretas. Acha que seriam candidatos blockbusters, no ano que vem, respectivamente, à prefeitura de Curitiba e do Rio de Janeiro. Bretas também é o nome dos sonhos do governador Wilson Witzel.

 

Entrevistas

O jornal francês Le Figaro está negociando uma entrevista com o ex-presidente Lula. Já o general Hamilton Mourão, vice-presidente, tem uma lista de pedidos de mais de 40 jornais lá de fora que querem entrevistá-lo. Mourão decidiu dar um tempo: só fala se estiver em viagem ao exterior. Mais: uma pesquisa da XP revela que ele foi o único membro do governo cuja a nota subiu de janeiro para cá. Só 11% dos entrevistados é que avaliam negativamente seu trabalho.

 

Mais chegado

No fim do mês, haverá eleição na União Geral dos Trabalhadores e o Planalto está torcendo pela reeleição de Ricardo Patah, já chamado pelos dirigentes de outras centrais de “o sindicalista de Bolsonaro”. No final de abril, Patah teve um encontro de uma hora com o Chefe do Governo e saiu de lá dizendo ser contra a greve geral convocada para a próxima terça-feira.

 

Outro barco

O prefeito Bruno Covas, que quer alugar (por 20 anos) e não vender o autódromo de Interlagos, está convencido de que o governador João Doria não o apoiará em sua tentativa de reeleição no ano que vem. Doria diz que ele é seu candidato, mas Bruno sabe que ele está quase acertando a candidatura de Joice Hasselmann, deputada federal e líder do governo no Congresso, à prefeitura paulistana.  Bruno já pensa em pular para outro barco

 

Agenda portenha

Jair Bolsonaro vai em junho a Buenos Aires conversar com Mauricio Macri sobre acordos bilaterais no agronegócio e comércio de maquinas e equipamentos, nada a ver com Mercosul. Agora, a Anfavea está pedindo ao governo brasileiro que se posicione contra a decisão do governo argentino de taxar produtos importados do Mercosul, que afeta a exportação de veículos brasileiros. Nada a ver com importação: “a taxa de estatística” é uma cobrança (2,5%) para cobrir despesas da burocracia aduaneira.

 

Cassado

O Conselho Federal de Medicina acaba de cassar o registro profissional do médico Denis Furtado, conhecido como “Dr. Bumbum”, que responde à acusação de homicídio qualificado pela morte de uma paciente durante procedimento cirúrgico. Detalhe: suas dicas no Instagram sobre cirurgias eram acompanhadas por quase 650 mil seguidores.

 

Na propaganda

Luciana Gimenez acaba de ser contratada pela Secom para ser a garota-propaganda do governo. Também o apresentador Ratinho fará a mesma coisa (Bolsonaro vai aparecer logo no programa dele) e os dois receberão dinheiro público para elogiar a reforma da Previdência. Milton Neves também foi procurado, mas pediu um cachê de R$ 500 mil que quer doar a uma instituição de caridade. É o dobro do que o governo quer pagar.

Frases

“Não impus nenhuma condição para ser ministro.”

Sérgio Moro