O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que, em cinco meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro sofre com a redução de expectativas positivas e defendeu a aprovação de uma agenda de reformas para o País. “Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar”, afirmou. Para o deputado, partidos hoje tratados “de forma pejorativa” por integrarem o chamado Centrão podem entrar para a história como os que “salvaram” o Brasil se ajudarem a aprovar medidas para impulsionar o crescimento.

Alvo de ataques em manifestações de rua, Maia disse ter certeza de que a reforma da Previdência será aprovada, mas observou que só essa medida não é suficiente para tirar o País da crise. O deputado está montando grupos de trabalho para discutir propostas sobre emprego, renda, saúde e parcerias público-privadas e criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. “Educação não pode ser o que esse ministro está fazendo”, comentou ele.

Nas mãos de Fischer

Foram frustrados os esforços da defesa de Beto Richa para tirar os processos em que é acusado pelo Ministério Público de corrupção passiva e fraude em licitação, por irregularidades no programa “Patrulha do Campo”, de obras e de conservarão em estradas rurais. O juiz da 13ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Bardelli Silva Fischer, rejeitou os pedidos, assim como os do ex-secretário de Estado da Infraestrutura, José ‘Pepe’ Richa, irmão de Beto, e de outros réus na operação Rádio Patrulha.

Falou, tá falado

Os advogados de Richa apontaram que a denúncia do MP se fundamentaria em acordo de delação premiada do empresário e ex-deputado Tony Garcia, segundo a qual parte dos recursos desviados pelo esquema seriam destinados à campanha de reeleição de Beto Richa ao governo ao em 2014. Mas o juiz Fischer diz que “os delitos objetos deste processo e delimitados pela denúncia são todos de competência comum, ou seja, deste Juízo Estadual. Assim, não há que se falar em incompetência, ou mesmo em nulidade por ofensa à regra constitucional, pois em nenhum momento se estão julgando aqui crimes eleitorais”, E encerrou o assunto.

Fraudes no INSS

O governo faz um “pente-fino” em benefícios previdenciários e assistenciais, conhecida como MP Antifraude do INSS. A matéria corre risco real de caducar, sobretudo por falta de quórum para a votação, marcada para um dia em que vários parlamentares não costumam estar de volta à capital federal. No entanto, o Planalto mapeia que entre 55 e 65 parlamentares estarão no Senado. Para que a votação seja realizada, é necessária a presença de no mínimo 41 dos 81 senadores no plenário.

Item importante

O presidente Jair Bolsonaro comentou a importância do tema em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorado. “Estamos mobilizando os senadores para comparecerem. Se Deus quiser, vai dar certo”, disse. A aprovação da MP é considerada item importante para o sucesso da reforma da Previdência.

Desastre em vermelho

O Brasil ficaria na miséria, se tivesse de pagar em um ano os R$ 5,48 trilhões devidos pelo governo geral. Esse débito corresponde a 78,8% do Produto Interno Bruto (PIB), isto é, dos bens e serviços produzidos em 12 meses – comida, roupas, carros, celulares, assistência médica, remédios, sabonetes, transportes, água tratada e jogos de futebol, para citar só alguns itens muito fáceis de lembrar. Um desastre como esse dificilmente ocorrerá, porque os vencimentos são distribuídos em vários anos, mas é preciso levar a sério aqueles números. Muito a sério, porque são bem piores que os da maioria dos países emergentes.

 

Desafio cruel

Além disso, são acompanhados e avaliados com atenção por financiadores e investidores nacionais e internacionais. Se ficarem assustados, o setor público terá problemas enormes para se financiar e o resultado mais provável será uma crise enorme. Manter longe o risco de insolvência, preservando a credibilidade do Tesouro, é o desafio mais crucial do governo.

Para todos

A partir desta segunda-feira (3), toda a população pode se vacinar contra a gripe, inclusive quem faz parte do público prioritário e que ainda não se vacinou. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação vai continuar enquanto durarem os estoques da vacina. Informação da Agência Brasil. Quando terminou a campanha nacional, quase 80% do público prioritário foi vacinado, o que representa 47,5 milhões de pessoas. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

Sem qualificação

No início deste ano, a Atento, empresa de telemarketing e a maior empregadora privada do País, ofereceu 1,2 mil vagas no Mutirão do Emprego, promovido pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Com 600 interessados, só conseguiu contratar 7 operadores de telemarketing – menos de 1% do que precisava. No mesmo evento, o Grupo Pão de Açúcar abriu 2 mil postos, aprovou 700 candidatos, mas, até agora, apenas 32 estão trabalhando, segundo os organizadores do evento.

Estagnação

Diante da estagnação da economia, do desemprego em alta e do avanço da tecnologia, os casos acima são um retrato nítido da dificuldade que o trabalhador sem qualificação tem enfrentado para voltar ao mercado. Nos últimos dois anos, 60% das 11,8 mil vagas ofertadas nos mutirões do emprego, que reuniram grandes empresas, não foram preenchidas. Dificuldade de se expressar, de fazer contas, falta de conhecimentos básicos em informática e inglês e poucos anos de estudo são obstáculos às contratações.

Patinetes investigados

O Ministério Público do Trabalho abriu inquérito para apurar a relação entre as empresas que alugam patinetes e os autônomos que recolhem, recarregam e distribuem essa nova modalidade de transporte. A procuradora Guadalupe Couto vê indícios de fraude nas contratações.

O ‘xodó’ do presidente

Única indicação feita pelo presidente Jair Bolsonaro para um cargo do segundo escalão, o secretário nacional de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Junior, é figurinha carimbada nas tradicionais lives de quinta-feira. Já participou de três, número superior ao da maioria dos ministros, exalta em perfil publicado no Globo. E ele não rejeita o título de “xodó” do chefe. “Virou um amor hétero. Ele tem um total de cinco filhos, eu já já serei chamado de zero seis”, disse Seif Junior.

Seguidor fiel

Seif Junior se candidatou ao cargo após, em um encontro na casa de Bolsonaro, três semanas após a eleição, o recém-eleito pedir uma indicação de um nome para a secretaria. Bolsonaro quis saber a formação do empresário que acabara de conhecer (ele é formado em administração) e o mandou se apresentar quatro dias depois no gabinete de transição, em Brasília, para conhecer a então futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Se ela o chancelasse, Seif Junior poderia começar a trabalhar. Aconteceu. “Eu sou um cara muito espontâneo. Eu chamo a ministra (Tereza Cristina) de mami poderosa. Eu sou um cara muito irreverente, não é por falta de respeito”, diz o secretário e seguidor da família Bolsonaro.

Política Agrícola

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que o Plano Safra 2019/2020, previsto para ser lançado no dia 12 de junho, deverá ser feito nos mesmos moldes dos anos anteriores. “Vai ser igual aos outros. É um plano safra muito parecido”, afirmou durante a Bahia Farm Show, na cidade de Luís Eduardo Magalhães.

Brasileiros divergem

Um dos mantras de Jair Bolsonaro é que, se o cidadão tiver uma arma em casa, torna-a mais segura. Beleza. Só que o brasileiro diverge da crença de Bolsonaro. De acordo com uma pesquisa nacional inédita do Ibope, apenas 31% dos brasileiros “concordam totalmente” com essa afirmação. Outros 13% “concordam em parte”. As informações são de Lauro Jardim n’O Globo. Mais: aqueles que são contrários à flexibilização da posse de armas somam 61% dos entrevistados (37% são favoráveis). Neste ponto, há uma discrepância de opiniões entre os estratos sociais. Quem tem renda familiar acima de cinco salários mínimos, apoia a flexibilização da posse (53%). Já entre aqueles cuja renda familiar não chega a um salário mínimo, apenas 30% são a favor.

Conta de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 31, que as contas de luz vão ter a bandeira verde no mês de junho, sem custo adicional para o consumidor. Em maio, as tarifas estavam com bandeira amarela, com taxa extra de 1 real a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O anúncio vem em consonância com estimativa divulgada mais cedo pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que previu boas chuvas para as hidrelétricas das regiões Sul, Sudeste e Norte no período.

O STF não pode criar leis

Cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) avaliar a chamada inconstitucionalidade por omissão. Em determinadas situações, a inexistência, por exemplo, de um ato legislativo pode representar a violação de uma norma constitucional. Nesses casos, o Supremo, como guardião da Carta Magna, tem o dever de notificar o Poder competente para que corrija a omissão.

Por omissão

“Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias”, diz o art. 103, § 2.º da Carta Magna.

 

Tucanos se agitam

Durante a XV Convenção Nacional do PSDB, realizada nesta sexta-feira (31) em Brasília, o deputado estadual e presidente do partido no Paraná, Paulo Litro, elogiou a eleição de Bruno Araújo para assumir a executiva nacional e afirmou que esse é o início de uma nova postura na legenda, com maior independência política e posicionamentos firmes.

Trump lança campanha

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que anunciará oficialmente sua candidatura ao segundo mandato, nas eleições de 2020, em 18 de junho. Em mensagem no Twitter nessa sexta-feira (31), ele afirmou que fará um grande comício nessa data em Orlando, na Flórida. O estado, no sul do país, conta com grande número de votos e é conhecido como uma região de disputa acirrada entre democratas e republicanos. As informações são da Agência Brasil.

Frota acusa Bolsonaro

Em áudio vazado neste sábado (1º) a que o coluna Radar, da VEJA, teve acesso, o deputado Alexandre Frota (PSL-SP) acusa o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, de praticarem toma lá, dá cá com a secretaria de Audiovisual do Ministério da Cidadania Segundo Frota, Bolsonaro e Onyx afastaram Pedro Peixoto, que foi indicação sua, para colocar um afilhado do deputado Éder Mauro (PSD-PA).

Monocráticas, não

O julgamento no Supremo das liminares que impedem a privatização de estatais e suas subsidiárias foram empurradas para esta semana.  As medidas foram tomadas monocraticamente por ministros e a decisão do plenário do STF pode gerar reação do Congresso, que já tem projeto pronto contra decisões individuais dos ministros. E um estudo da FGV, “O Supremo em Números”, mostra que as decisões individuais decorrem do grande volume de processos que impede que todos sejam julgados pelo plenário – e prejudica o funcionamento regular da Alta Corte. Hoje, cerca de 80% das decisões são monocráticas, o que deturpa o sistema. Os juristas alertam que a Constituição dá direito a todos serem julgados pela instituição do Supremo – e não por um ou outro ministro.

 

Coleção de gravatas

Enquanto muitos ministros e congressistas usam ternos justos e gravatas estreitas adquiridos em lojas de varejo, Paulo Guedes, titular da Economia, mantem-se fiel a um estilo mais clássico. Nada de ternos justos com lapelas estreitas. Os que usa são mais folgados e com lapelas tradicionais. E ele tem uma coleção de gravatas um tanto vintage: são todas largas, com estampas coloridas e algumas até lembrando as antigas psicodélicas.

 

Operação degola

De uma só vez, a Rádio Globo demitiu um grande volume de contratados famosos, entre eles, Fernanda Gentil, Adriane Galisteu, Leo Jaime, Rosana Jatobá, Mariana Godoy, Maria Julia Coutinho e outros. Otaviano Costa permaneceria, mas ele pediu demissão (já teria oferta de outra emissora). Motivo: pouco patrocínio não cobre a folha de pagamento. A partir de julho, a Rádio Globo fica só com músicas e futebol.

 

Maior grupo

Confirmando-se a fusão global entre Fiat Chrysler e Renault surgirá o terceiro maior fabricantes de veículos do mundo. No Brasil, esse casamento teria um peso ainda maior: criaria o maior grupo automobilístico do país. Juntas, as marcas teriam 26% das vendas de automóveis e somando a Nissan, que tem uma aliança com a Renault, essa força se amplia para mais de 30% das vendas de veículos leves.

 

Namoro ou amizade

Na semana passada, por duas vezes, o ministro Dias Toffoli foi tomar café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro. No segundo encontro, também estavam lá deputadas e senadoras. Os dois pareciam amigos de infância, cochichavam e sorriam muito. Bolsonaro fez um gesto de coração com os dedos das mãos. Alguém pergunta: “Já é namoro ou amizade?”. Bolsonaro já disse ter “um casamento hétero” com Paulo Guedes e declarou estar “namorando” Rodrigo Maia. Com Dias Toffoli, já passou do flerte.

 

Culpa do asfalto

Depois de dizer que Trump é o salvador da cultura ocidental e que Hitler era socialista, o chanceler Ernesto Araújo, um dos “quatro cavaleiros do Apocalipse” (os outros são Damares Alves, Ricardo Salles e Abram Weintraub) garante, no Congresso, que “a temperatura da Terra está aumentando por culpa do asfalto quente próximo aos termostatos”. A plateia atônita, pensou em interná-lo “a bem do serviço público”.

 

Ladeira abaixo

A Rede Globo obteve, no primeiro trimestre do ano, a pior audiência média dos últimos anos nas regiões metropolitanas do país: 21,5%. No mesmo período em 2018, a média de audiência era de 26,5%. À propósito: a personagem Maria da Paz (Juliana Paes) da novela A dona do pedaço, excessivamente caricata, deverá ser ligeiramente mais contida, por decisão superior. Hoje, por pesquisas, a personagem chega a irritar e constranger as telespectadoras.

 

Troca de chumbo

Depois de Bolsonaro ter dito que “tem muito mais poder” do que o Legislativo e acrescentar que “sua Bic tem mais tinta” do que a caneta de Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, na convenção do DEM, mudou o tom e disse que a atuação do Congresso é tão relevante quanto a do Executivo. “Foram 97 milhões de votos dados a deputados e deputadas em 2018”. Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, também do DEM, gostaria de ver Bolsonaro na sigla, lembrando que ele é um ex-filiado do PFL.

 

Novo alvo

Depois de liquidar patrocínios da Caixa no futebol e determinar que a Petrobras rompa parceria com a McLaren na Fórmula 1, o Planalto mira agora no Banco do Brasil. O alvo é o contrato com a Confederação Brasileira de Vôlei, de cerca de R$ 55 milhões por ano. O acordo vai até o fim de 2020. Dependendo do Planalto, a CBV deverá levar uma cortada antes disso.

 

Fantasma

Só no Planalto, o Major Vitor Hugo ainda é visto como líder do governo na Câmara. Apesar dele ter conseguido reatar relações com Rodrigo Maia, parlamentares do DEM, PP e MDB não perdem tempo com ele. Só falam com a deputada Joice Hasselmann, líder do governo no Congresso.

 

Verba extra

O ministro Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, um dos raros bem avaliados do governo, está tentando arrancar da equipe econômica verba extra para o DNIT, que perdeu quase R$ 2 bilhões do orçamento para este ano. Há mais de 50 obras rodoviárias paradas, fora as limitações para o próprio custeio da autarquia.

 

Outro “Dia D”

CUT, Força Sindical e outra centrais estão tratando o próximo dia 5 como “Dia D do Dia D”. Nesses dias, em Brasília, acontece o Encontro Nacional do Setor de Transportes. Será um termômetro do sucesso ou não da greve geral convocada para a semana que vem, mais precisamente dia 14 de junho. No encontro, metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus vão decidir se aderem ou não à manifestação. A paralisação dessas categorias é vital para o êxito da greve. Os caminhoneiros estão fechados com Bolsonaro.

 

Primeiro

Aos 24 anos, a cantora Ludmila lança o primeiro DVD da carreira, “HelloMundo”. Foi gravado no Rio, em fevereiro, no Parque Olímpico, com participações de nomes como Anitta (com quem canta a nova Favela chegou) e Simone e Simaria. São 24 faixas. E ela recorda: “Fecho os olhos e ainda me lembro das rodas de pagode e samba de que eu participava”.

 

Olho no Cade

O Coaf acabou indo para o Ministério da Economia e o ministro Sérgio Moro ficou a ver navios. Agora, seus assessores estão de plantão diante da hipótese do Cade também ser transferido do Ministério da Justiça para a Pasta de Paulo Guedes.

 

Piada

Em eminência da votação da reforma da Previdência, o brasileiro é um povo que não perde a piada. Muitas gozações, charges e tirinhas correm na internet e nas redes sociais. Uma das mais engraçada que o brasileiro não precisa se preocupar em se manifestar contra a reforma porque ela só atingirá a população pobre, e como o ex-presidente Lula tirou todos da pobreza, ninguém será atingido.

 

Assim não

Estampas florais e animal print ditarão a moda nas próximas estações. Só que estilistas, personasl stylists e especialistas em moda alertam, usar os dois juntos não tem condições, é brega.

 

Armadilha

Desde a retomada da economia em 2017, o crescimento foi fraco, o número de desocupados aumentou, a relação crédito/ PIB foi reduzida e a confiança no futuro caiu. Até o setor financeiro perde com essa dinâmica. Nos dois anos de recuperação, os prejuízos de crédito foram de R$ 240,8 bilhões, que correspondem a 29,1% do patrimônio líquido dos bancos. É uma armadilha de prazos curtos, taxas altas, inadimplência elevada e crescimento anêmico. É análise de Roberto Luis Troster, ex-economista-chefe da Frebraban.

 

Com guarda-chuva

Depois de usar chocolates para justificar bloqueios de verba na Educação, ,  e acusar professores de coagir alunos (ele é outro dos “quatro cavalheiros do Apocalipse”), o ministro Abraham Weintraub grava vídeo ridículo, tentando repetir cena de Cantando na Chuva, com guarda-chuva, para contestar o que classificou de “chuva de fake news”. É de chorar.

 

Almanaque

Consultores da área explicam qual é o momento ideal de avisar os passageiros, nos painéis de informação nos aeroportos, o número exato do portão de embarque de cada voo. O ideal é dar essa informação em cima da hora. Se o passageiro souber de antemão, muito tempo antes, vai para o portão e tende a consumir menos, mesmo quando está adiantado. Se ele não sabe, fica à deriva e gasta numa lanchonete ou numa livraria ou outra loja. O exemplo vem da Europa.

 

No rio

O ex-deputado Eduardo Cunha deixou na sexta-feira (31) o Complexo Médico Penal, em Pinhais, Curitiba. Só que não foi para casa: foi transferido para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, o Bangu 8, no Rio. Nem deu tempo dele e José Dirceu fazerem as pazes.

 

Slogan

A grande campanha publicitária do governo de João Doria em São Paulo está toda focada no Icesp – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, hoje considerado hospital de referência em todo o mundo e que alcançou essa posição em governos anteriores, sempre dirigido pelo oncologista Paulo Hoff. Só que essa campanha está servindo para ser assinada com slogan escolhido por Doria. Embaixo de “Governo de São Paulo” está escrito “Estado de respeito”.

 

Um e outro

O governador João Doria, de São Paulo, negociou com a USP e conseguiu captar recursos para terminar obras no Museu do Ipiranga até 2022, data do bicentenário da Independência. Levantou R$ 160 milhões com CSN, Vale, BB, Bradesco, Itaú, Caixa e outros. No Rio, o Museu Nacional, que também pertence a uma universidade (URJ), enfrenta auxílio pingado vendo a penúria chegar.

 

Faca de guerreiro

Na semana passada, o general Hamilton Mourão relembrou seus tempos de “tropeiro” na Amazônia. Em Manaus, de farda, entregou aos formandos do Centro de Instrução de Guerra da Selva a faca do guerreiro. De lâmina preta com duplo corte, a peça se notabiliza pela cabeça da onça que ornamenta seu cabo. Em metal dourado, o felino é o símbolo da batalha na mata.

 

Menos

Na semana passada, fake news diziam que Jair Bolsonaro atropelou o Legislativo com 148 decretos, afirmando que ele superou Lula e FHC nos primeiros cinco meses de governo. Não é bem assim: no mesmo período em seu governo Lula assinou 154 decretos, enquanto FHC baixou 149. Dilma, só 66 decretos. Em MPs, Bolsonaro só editou 14 até agora. Lula assinou no período 17 MPs em 2003 e 32 em 2007. E FHC enviou 33 ao Congresso.

Frases

“Ou fazemos reformas ou vamos para o colapso.”

Rodrigo Maia

 

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