“A Copel e a Sanepar são intocáveis e não serão privatizadas em seu governo”, este é o resumo do pensamento de Ratinho Jr a respeito das duas empresas. A explicação: “A Copel e a Sanepar têm duas funções fundamentais: promover o desenvolvimento econômico e social do Paraná. Empresas com funções como essas, especialmente na área social, não devem ser passadas para a iniciativa privada, onde a visão financeira se sobrepõe a todas as outras”.
Os planos para as companhias: modernizar, aumentar a eficiência e reduzir custos. No início desta semana, as ações da Sanepar atingiram seu maior valor histórico, com valorização de 5,88%. Enquanto as da Copel alcançaram o maior valor dos últimos 12 meses na bolsa brasileira e abriram com alta também na Bolsa de Valores de Nova York.

A maldição de Davos
O presidente Jair Bolsonaro e as duas estrelas de primeira grandeza de seu governo, Paulo Guedes e Sérgio Moro, devem anunciar planos de impacto no 49º Fórum Econômico Mundial que acontece em Davos, Suíça, a partir da terça-feira. Uma pauta liberal, contemplando privatizações e reformas de fundo, como a da Previdência, combate à violência, ao crime organizado e à corrupção. São projetos que o Brasil anseia conhecer, já que deles só se sabem generalidades ditas durante a campanha e nada mais. Mas o histórico de presidentes brasileiros em Davos desaconselha ter muitas esperanças entre o dito por lá e o feito por aqui.

Apoio a Ratinho Jr
“É um jovem disposto e competente, estarei à disposição para o que precisar, temos que respeitar os que têm mais idade e também aqueles que ainda não tem tanta experiência”, da deputada Luísa Canziani (PTB), em entrevista ao npdiario, ao anunciar apoio ao governo Ratinho Junior.

No bolso de Lula
A lista dos financiamentos do BNDES no exterior, divulgada sexta-feira (18), dá sentido às relações promíscuas do ex-presidente Lula com a Odebrecht, que ele beneficiou com 80% das obras em ditaduras latino-americanas e africanas. Integrantes da Lava Jato acham que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula. Emílio Odebrecht, controlador da empreiteira, confessou até mesmo que havia uma “conta corrente” de R$300 milhões para o ex-presidente presidiário gastar como quisesse.

Pagou, levou
A relação entre Lula e a empreiteira baiana foi baseada em corrupção, simples assim. A Odebrecht pagou e levou os melhores contratos. A construção do Porto de Mariel (Cuba) foi financiada pelo banco público BNDES por R$ 2,7 bilhões. E construído pela Odebrecht.

Pacto de sangue
E o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Justiça espontaneamente, sem acordo de delação, o A propina era tão rotineira que Palocci contou fazer entregas de dinheiro vivo a Lula em caixas de celular e, claro, de uísque.

Barbas de molho
Em conversas internas, alguns militares de altas patentes já admitem que poderão ter de ceder alguma coisa em relação à inclusão de sua categoria na discussão da reforma da Previdência. A avaliação é que, apesar de a categoria ter peculiaridades que justificariam o tratamento diferenciado, a aprovação da reforma poderá sofrer riscos se houver a percepção na opinião pública de que a proposta vai poupar os militares enquanto todos os outros terão de arcar com sacrifícios.

Contra Renan
O ministro do Supremo Luiz Fux, encaminhou à Justiça Federal do Distrito Federal uma ação popular contra uma possível candidatura do senador Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência da Casa. A ação foi movida pelo MBL, e afirma que Renan “não possui bons antecedentes na Justiça brasileira’, já que “responde a inúmeras investigações” perante o STF, segundo o Broadcast Político. A ação do MBL se baseia no princípio de moralidade.

Renan reage
Depois da decisão, Renan se manifestou pelo Twitter e afirmou que não quer ser presidente do Senado. “Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão caberá à bancada, e temos outros nomes”, escreveu.

Regra de ouro
O rombo de R$ 139 bilhões nas contas públicas incluído no orçamento não é a maior das preocupações do governo federal para este ano. O que tem tirado o sono da equipe econômica é o cumprimento da “regra de ouro”, que proíbe o governo de se endividar para fazer pagamento de pessoal. O cálculo no Orçamento prevê que gastos com servidores vão superar as receitas em R$ 248,9 bilhões, quase o dobro do déficit.

Poder do Congresso
Para não ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo Bolsonaro fica nas mãos do Congresso e precisa aprovar um crédito suplementar. Com déficits desde 2015, o governo não terá problemas em evidenciar a “necessidade urgente” exigida para abrir créditos suplementares.

Deu sorte
Especialistas lembram que o governo Temer, enfraquecido, não sofreu em 2018 porque o BNDES devolveu R$130 bilhões ao Tesouro.

Faltou informação
A estratégia de centrais sindicais para impedir a reforma da Previdência envolve “luta, greves e paralisações, para enfrentar propostas nefastas do governo,” diz PT/CUT. Mas a nota oficial não menciona números.

Bola no chão
A inexperiência de alguns militares que assessoram o Planalto não ajuda muito nos momentos de tensão. Supervalorizam o noticiário e até flertam com o pânico. Falta um deles botando a bola no chão.

São artistas
Lançado pela editora Oficina, “Sem título, uma performance contra Sérgio Moro” sustenta que foi “artística” a tentativa malandra de um desembargador ligado ao PT de soltar Lula aproveitando-se do plantão. O autor certamente vê poesia na corrupção do ilustre presidiário.

Um bilhão para partidos
A expectativa de partidos políticos na Câmara é de que o Fundo Partidário, verba anual distribuída entre os partidos políticos que atingiram a cláusula de barreira, será de mais de R$ 1 bilhão em 2019.

Mourão usa crachá
Poucos reparam no detalhe, mas o vice-presidente Hamilton Mourão está dispensando de qualquer adorno que o identifica, para ter acesso ao Palácio do Planalto. Mas faz questão de usar o crachá funcional.

Tem petista na linha
O Planalto acha que um petista fez o relatório com a lista do BNDES, o “mapa da mina” da corrupção do PT. Malandramente, o relatório diz ser “raro” não pagar o financiamento. Faltou dizer que ainda não venceu o prazo de carência de quase todas as obras financiadas em ditaduras.

Desafio dos 10 anos
Em 2009, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) disse que “toda onda acaba em espuma”, ao criticar quem havia notado que a “marolinha” de Lula era, na verdade, um tsunami devastador. Lupi acabou demitido, o Brasil em crise com mais de 12 milhões de desempregados. E Lula, preso.
Test-drive vip
O superministro da Justiça, Sérgio Moro, andou almoçando no self service administrado pelo Senac-DF, espaço-pedagógico de onde quase todos os alunos já saem empregados. Não deve gostar da ideia do colega Paulo Guedes (Economia) de cortar recursos do Sistema S.

Coaf denuncia outros
A grana que entrou na conta de Flávio Bolsonaro (R$ 96 mil entre junho e julho de 2017) não foi a única citada pelo Coaf. As movimentações financeiras de outros 21 deputados e seis ex-deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro também estão nas comunicações do órgão por serem ‘atípicas’. O documento está no Ministério Público Federal desde junho e óbvio que de todos os políticos do Rio, Flávio ganhe protagonismo pela posição que ocupa nas mídias, no governo federal e nos discursos inflamados anticorrupção que a família Bolsonaro repetiu durante o ano passado.

Não é citado
Flávio não é citado no relatório de 128 páginas a que o jornal teve acesso sobre os 27 políticos com passagem na Alerj. O documento em que ele aparece foi enviado ao Ministério Público do Rio de Janeiro em dezembro de 2018.

Malandro amador
Guilherme Boulos: “O silêncio de Sérgio Moro diante do agravamento do caso Flávio Bolsonaro não é apenas constrangedor. É um fato político grave. O Ministério que dirige é responsável pelo Coaf. Deve explicações sobre as estranhas movimentações do filho do chefe”.
Augusto Nunes: “Guilherme Boulos, chefão do MTST, no Twitter, rezando para que o ministro Sergio Moro abandone o combate às organizações que criminosamente assassinam o direito de propriedade com invasões de imóveis para cuidar de “movimentações financeiras atípicas” ocorridas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro”.

Vida de delator
Marcelo Rzezinski, preso na operação Câmbio, Desligo, aquela que investiga doleiros do Rio de Janeiro, tem postado fotos no Facebook praticando kitesurf em Búzios e tomando cerveja com amigos. Vida boa e tranquila. Marcelo Rzezinski teve a prisão decretada pelo juiz Marcelo Bretas e a soltura determinada por Gilmar Mendes.

YouTube-urnas-China
Luís Miranda é aquele rapaz que morava em Miami, ganhou popularidade no YouTube e se elegeu deputado federal. Logo depois das eleições, o rapaz chegou a afirmar que estava arrependido da opção pela política e que preferia ter ficado em Miami, mas não largou o osso, continua deputado e viajou para a China com os colegas que ainda nem começaram o trabalho em Brasília – inclusive resolveu fazer vídeo sobre as maravilhas do hotel onde as excelências se hospedaram.

Mais uma
Pois, pois, essa controversa comitiva que tem dado muito pano pra manga, amarga mais essa anotação no relatório: Luís Miranda está sendo acusado na Justiça Eleitoral por abuso na campanha, como por exemplo, sorteio de iPhones. Na semana passada, Olavo de Carvalho chamou os deputados que viajaram para China de semianalfabetos e bando de caipiras.

Chega-pra-lá
Nos primeiros dias do ano, seis centrais sindicais encaminharam uma carta a Bolsonaro na tentativa de abrir um canal de diálogo na formulação da proposta da reforma da Previdência. O documento afirma a necessidade de colocar em processo de discussão e negociação todas as medidas que atinjam os trabalhadores e também critica as propostas liberais da equipe econômica. O governo deu um Chega-pra-lá e não abriu as portas para dialogar com os sindicatos, que tradicionalmente têm espaço nas negociações federais em assuntos desse tipo.

Os nós
A equipe econômica continua concentrada em desatar nós de setores influentes, como por exemplo, o dos militares, que querem ficar de fora da reforma e dos servidores públicos, categoria capaz de forte pressão no Congresso.

Gleisi irritada
Outros trechos da delação de Antônio Palocci vieram a público. Eles se referiram à entrega de dinheiro vivo para Lula feito em caixas de uísque. Gleisi Hoffmann não gostou e pelo Twitter disparou contra Moro: “A Polícia Federal de Sérgio Moro vazou velhas mentiras de Palocci. Só delação, zero prova! No caso Bolsonaro, depósitos na conta. E agora Moro?!”.

Moro não tem Twitter
Sergio Moro não tem Twitter. Está a pensar se abre uma conta no micro blog ou se continua a passar sem essa ocupação. O chefe mandou que os ministros usem o Twitter como ferramenta de trabalho.

Fica Temer
Os organizadores do Fórum Econômico Mundial, que começa amanhã em Davos, enviaram e-mails convidando a imprensa para evento com Michel Temer, ao invés de Bolsonaro. Na última sexta, foi a vez do Planalto trocar Bolsonaro por Temer na agenda oficial da

Bolsonaro será operado
O vice Hamilton Mourão vai assumir a presidência novamente na próxima semana quando Bolsonaro for submetido à cirurgia e enquanto estiver na UTI. Bolsonaro retoma o posto quando for para o quarto do hospital.

Data da posse
A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) disse que a mudança da data de posse do Executivo e do Legislativo será um dos primeiros projetos que apresentará assim que assumir, em fevereiro. Segundo ela, duas opções estão sendo estudadas: 15 de dezembro ou 5 de janeiro. Atualmente, presidente, governadores e prefeitos tomam posse no dia 1º de janeiro. Joice também afirma que deputados e senadores devem assumir junto com o presidente. Ela também pretende extinguir o recesso de julho dos três Poderes.

Mourão defende governo
O caso envolvendo movimentações financeiras atípicas do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz não é assunto do governo que começou em 1º janeiro, apesar de o parlamentar ser filho do presidente Jair Bolsonaro, avaliou neste domingo o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. “É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo”, disse à Reuters Mourão, que assume interinamente a Presidência da República enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões.

Congresso não se reúne
A menos de duas semanas da posse dos deputados e senadores eleitos no ano passado, o governo de Jair Bolsonaro ainda não conseguiu demonstrar que terá a necessária capacidade de articulação política para lidar com esse novo Congresso, cuja fragmentação já seria desafiadora mesmo para gente calejada nas refregas do Legislativo. Jogando neste momento praticamente sozinhos, sem uma oposição que, por enquanto, seja capaz de lhes fazer sombra, o presidente, seus operadores políticos e seu próprio partido, o PSL, parecem não se entender sobre como formar a base com a qual o novo governo espera aprovar as tantas medidas e reformas prometidas por Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

Adversário de estimação
Deputados do PSL escolheram quem serão seus adversários diretos na próxima legislatura da Câmara. A estratégia é fazer uma marcação “mano a mano” com os nomes da oposição. O principal alvo, claro, será o PT. “Temos uma pré-divisão, sim, uma cota pessoal. A gente meio que está dividindo os nomes da oposição com os nossos nomes de cá de enfrentamento”, disse Joice Hasselmann à Folha. Gleisi Hoffmann é o principal alvo de disputa entre os deputados do PSL. Pelo menos três deles querem se posicionar como antagonistas da presidente do PT: Hasselmann, Filipe Barros e Carla Zambelli.

Concessões

O secretário de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, afirmou nesta segunda-feira, 21, que as próximas rodadas de concessões aeroportuárias, envolvendo mais seis blocos, demandarão investimento de R$ 8,8 bilhões. O maior montante está concentrado no bloco que inclui o Aeroporto de Congonhas (SP) e outros cinco terminais, com R$ 2,4 bilhões.

Joia da Coroa?

“Engana-se quem acha que Congonhas é a joia da coroa. Há muito investimento a ser feito”, destacou Glanzmann, em apresentação durante a inauguração de um terminal dedicado à aviação geral no Aeroporto de Guarulhos (SP). Segundo o secretário, o aeroporto central paulista não está em conformidade com uma série de normas internacionais, “caras e difíceis de serem resolvidas”, o que explica a previsão de elevados aportes.

Transição

O presidente em exercício Hamilton Mourão defendeu nesta segunda-feira, 21, que haja uma regra de transição para aumentar a exigência do tempo de contribuição dos militares para a aposentadoria, dos atuais 30 para 35 anos, e também o pagamento de contribuição pelas pensionistas. “Em tese é isso aí com tabela para quem já está no serviço, um tempo de transição”, declarou. “São mudanças que seriam positivas para o País.”

Cota de sacrifício

O vice-presidente – que assumiu a Presidência enquanto o presidente Jair Bolsonaro participa de compromissos no Fórum Econômico Mundial, em Davos – já tinha defendido as duas modificações como cota de “sacrifício” da categoria militar à reforma da Previdência do governo Bolsonaro, que é um capitão reformado. No Brasil, as regras atuais permitem que militares, homens e mulheres, se aposentem com salário integral após 30 anos de serviços prestados. As pensões para dependentes são integrais, mas deixam de ser pagas aos 21 anos. Na reforma mais recente, feita em 2001, ficou extinta a pensão vitalícia para filhas a partir daquela data.

Protegidas

Todos os militares que ingressaram antes de 2001, no entanto, puderam manter o benefício vitalício para as filhas com contribuição adicional equivalente a apenas 1,5% da sua remuneração. A reforma feita em 2001 também acabou com outros benefícios, como o acúmulo de duas pensões ou a remuneração equivalente a dois postos acima na carreira, mediante contribuição maior.

Não é bem visto

O presidente em exercício já tinha afirmado que o tempo mínimo de serviço para aposentadoria de militares deve ser ampliado. De acordo com o general, a questão está sendo discutida e será apresentada como forma de “mitigar esse gasto” para a União e o Estado. “A questão dos 30 anos do serviço ativo, eu acho que ela irá mudar. Acho que vai aumentar (o tempo mínimo de serviço)”, afirmou. “Tendo em vista que fiquei 46 anos no Exército, eu também concordo que não é bem visto para com a sociedade alguém que se aposenta com 44 anos de idade”. Ele disse ainda não ver resistência no aumento do tempo de serviço.

Tempo para discutir

Mourão recebeu o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Ele não comentou, entretanto, se discutiu as propostas com o ministro. De acordo com Mourão, Bolsonaro é o grande “decisor” da questão da Previdência. Para o general, a viagem a Davos será uma oportunidade para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresente mais detalhes da proposta de reforma. “Ao longo desta semana, o ministro Paulo Guedes vai conseguir discutir isso amiúde com o presidente Bolsonaro. Julgo que quando ele voltar da cirurgia, depois que ele terminar o processo cirúrgico, esse assunto já será esclarecido para a população”, afirmou o vice-presidente.

Balé de luxo

Enquanto os carros de luxo, hotéis sofisticados e jatos privados acompanhavam um balé das principais autoridades financeiras do mundo para Davos, onde o Fórum Econômico Mundial começa, nesta terça-feira, 22, os dados divulgados em Pequim e Nova York não deixam dúvidas: o crescimento da economia mundial pode ter atingido um pico e, em 2019 e 2020, o risco é de uma desaceleração.

PIB da China

Na China, a publicação dos resultados do PIB em 2018 apontaram que o país teve seu pior índice de crescimento em 28 anos. No ano passado, a expansão foi de apenas 6,6%. Na ONU, o informe lançado nesta segunda-feira, 21, sobre o crescimento da economia mundial tampouco deixa dúvidas: o ritmo da expansão alimentada por uma injeção de incentivos fiscais nos Estados Unidos não continuará no mesmo padrão nos próximos dois anos.

Disputa dos grandes

Disputas comerciais entre as maiores economias do mundo, elevadas dívidas e eventos climáticos extremos são alguns dos principais riscos. Para 2019 e 2020, o crescimento global previsto é de 3%, abaixo da taxa de 3,1% em 2018. Nos EUA, os efeitos dos pacotes de estímulo vão perder força e a taxa será de 2,5% em 2019 e apenas 2% em 2020. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, diz que o cenário “gera preocupações sobre a sustentabilidade do crescimento econômico global”. Na Europa, a projeção é de uma expansão de 2% em 2019, enquanto para a China a previsão da ONU é de um crescimento de 6,3% neste ano, abaixo dos 6,6% de 2018.

Mais necessitados

O PIB per capita de alguns dos países mais necessitados do mundo ainda verá uma estagnação ou apenas um crescimento marginal. Para o secretário-geral da ONU, Antonio Guterrez, o cenário “gera preocupações sobre a sustentabilidade do crescimento econômico global diante dos crescentes desafios financeiros, sociais e ambientais”.