Ratinho desnomeia

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Ratinho Jr está nos Estados Unidos, mas acompanha pari passu o que acontece no governo. Ou seja, não adiante fazer enquanto ele está fora que não vai passar. Eduardo Paim foi nomeado gerente da Agepar, em cargo DAS 1, de invejável salário. Saiu no Diário Oficial. Pois Ratinho Jr não teve dúvidas, pelo telefone mandou que o desnomeassem imediatamente. E ainda passou uma carraspana na moçada responsável pela nomeação.

Por que Ratinho fez isso? Nada de pessoal, mas ele já disse uma centena de vezes que não quer em seu governo quem esteja envolvido em falcatruas investigadas pelo Ministério Público. Ora, pois, o bravo Eduardo Paim sempre foi escudeiro da máxima confiança de Valdir Rossoni. Foi seu chefe de gabinete quando Rossoni era presidente da Assembleia. E

Exatamente isso o levou a ser citado nas investigações da Operação Quadro Negro como a ponte entre Rossoni e Eduardo Lopes de Souza, dono da Construtora Valor e distribuidor de propinas retiradas de verbas destinadas à construção e reforma de escolas públicas no Paraná.

Sob nova direção

Os presidentes Jair Bolsonaro (Brasil) e Mario Abdo Benitez (Paraguai) garantiram nesta terça-feira, 26, em Foz do Iguaçu o acordo para construção de duas pontes entre dois países – uma na fronteira do Paraná e outra na fronteira de Mato Grosso do Sul – que será custeada pela Itaipu Binacional. Bolsonaro e Marito participaram da posse do novo presidente da binacional, Joaquim Silva e Luna e do novo diretor Financeiro, Anatalício Risden Júnior. Eles substituem Marcos Stamm e Mário Cecato.

Segunda ponte

No próximo mês em Brasília, Bolsonaro e Marito vão tratar da construção das pontes e sobre o acordo dos dois países da venda de energia elétrica produzida tarifa por Itaipu. “A segunda ponte sobre o rio Paraná, bem como sobre o rio Paraguai, é de fundamental importância para os nossos povos. Conte com o apoio do nosso governo para concretizarmos esse objetivo”, disse Bolsonaro em seu discurso.

Maioria aprova

O presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 57,5% da população, de acordo com pesquisa CNT/MDA. Esta é a primeira pesquisa de avaliação divulgada após o presidente assumir o cargo. Bolsonaro é rejeitado por 28,2%. Outros 14,3% responderam que não sabem ou não quiseram responder. Informações do Estadão. A avaliação positiva do governo é de 38,9%. Desses, 11,2% avaliam o governo como “ótimo” e 27,7% avaliaram como “bom”. Já a avaliação negativa do governo é de 19%. Desses, 7,2% avaliaram o governo como “ruim” e 11,8% avaliaram como “péssimo”. Aqueles que avaliaram o governo como regular são 29%. Os que não sabem ou não souberam responder são 13,1%.

Previdência divide

Previdência. A população está dividida em relação à reforma da Previdência. 45,6% da população rejeitam a proposta e 43,4% aprovam a matéria. Outros 11% não sabem ou não quiseram responder. A proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro foi encaminhada ao Congresso na semana passada e é considerada uma das principais apostas da equipe econômica para este ano.

Melhor avaliado

Segurança. O pacote anticrime, idealizado pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), é melhor avaliado pela população. De acordo com a pesquisa, 62% aprovam o pacote, 18,8% reprovam e outros 19,2% não souberam ou não quiseram responder. O pacote também visto como outra grande aposta do governo. O decreto que flexibiliza a posse de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro, é desaprovado pela maior parte da população. Segundo a pesquisa, 52,6% desaprovam o decreto, 42,9% aprovam e 4,5% não souberam ou não quiseram responder.

Ameaças à democracia

O mais recente relatório da instituição americana Freedom House sobre o estado da democracia no mundo coloca o Brasil entre os dez países em que houve “importantes acontecimentos em 2018 que afetaram sua trajetória democrática”, demandando, assim, “um especial escrutínio” em 2019. “O candidato de direita Jair Bolsonaro capturou a Presidência com uma retórica baseada no desdém pelos princípios democráticos”, diz o texto, para justificar a atenção especial dada ao Brasil.

Aposentadoria de ex-governadores

O deputado Delegado Francischini (PSL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), informou hoje (25) que foi transferida para o dia 20 de março a audiência pública com o objetivo de examinar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 1/2019, que extingue a aposentadoria de ex-governadores. O evento será às 10h.

Na Assembleia

A PEC foi encaminhada pelo governador Ratinho Junior à Assembleia, no início de fevereiro. De acordo como o Deputado Delegado Francischini, a intenção é convidar entidades representativas das carreiras típicas de estado do Paraná para participar da audiência, assegurando legitimidade popular ao debate sobre o tema.

Ducci candidato

O deputado federal Luciano Ducci (PSB) está sendo pressionado por possíveis candidatos à Câmara Municipal de Curitiba para ser candidato à Prefeitura da capital paranaense e ajudar a chapa à proporcional a fazer uma bancada de pelo menos cinco vereadores. Ducci acredita em um bom desempenho, mesmo após a derrota inesperada de 2012, quando ficou de fora do segundo turno disputado por Fruet e Ratinho Junior.

Confiança do comércio

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,8 pontos de janeiro para fevereiro. Com a queda, o indicador passou de 103,8 para 100 pontos, em uma escala de zero a 200. Informações da Agência Brasil. Em médias móveis trimestrais, o índice variou 0,1 ponto, na sexta alta consecutiva. A confiança caiu em oito dos 13 segmentos. Segundo o coordenador o pesquisador da FGV, Rodolpho Tobler, uma recuperação das vendas de maneira mais intensa ainda depende da melhora expressiva do mercado de trabalho e redução dos níveis de incerteza.

Retrocesso

Em mensagem oficial distribuída a redes de ensino, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, pede que diretores de escolas leiam para alunos e funcionários uma carta de volta às aulas que termina com o slogan da campanha do presidente Jair Bolsonaro nas eleições: “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”. A mensagem, assinada por Vélez, orienta os diretores a filmar os alunos durante a leitura da carta e a enviar ao Ministério da Educação (MEC) os vídeos, sem explicar para que serão usados. Os estudantes e servidores, segundo o ofício encaminhado às escolas, devem ficar perfilados diante da bandeira do Brasil ao ouvir a leitura e o hino nacional.

Reforma da Previdência

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que as discussões em relação ao Benefício da Prestação Continuada (BPC) pago aos idosos e em relação à aposentadoria rural podem contaminar o debate e inviabilizar a reforma da Previdência (PEC 6/19). Segundo ele, o próprio governo reconhece que o BPC não é relevante do ponto de vista fiscal e que a Medida Provisória (871/19) que altera as regras de concessão de benefícios previdenciários, já busca combater a fraude no setor.

Brutalidade

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima que mais de 16 milhões de mulheres, cerca de 27,35% das brasileiras, sofreram algum tipo de violência durante o ano passado. De acordo com a pesquisa, 536 mulheres são agredidas por hora no país, sendo que 177 sofrem espancamento. Mais da metade (52%) das entrevistadas declarou que não procurou ajuda após as agressões; 15% falaram sobre o assunto com a família; 10% fizeram denúncia em delegacias da Mulher; 8% procuraram delegacias comuns; 8% procuraram a igreja e 5% ligaram para o telefone 190 da Polícia Militar.

De casa

A violência foi cometida, em 76,4% dos casos, por conhecidos, como cônjuge (23,9%), ex-cônjuge (15,2%), irmãos (4,9%), amigos (6,3%) e pais (7,2%). Os números indicam que o grupo mais vulnerável está entre os 16 e os 24 anos, pois 66% das mulheres nessa faixa etária sofreram algum tipo de assédio. Na faixa dos 25 aos 34 anos, o índice é de 54% e, dos 35 aos 44 anos, de 33%. O assédio, que, segundo a pesquisa, atingiu 37% das mulheres, aparece em forma de cantadas ou comentários desrespeitosos ao andar na rua (32%), cantadas ou comentários desrespeitosos no ambiente de trabalho (11,46%) e assédio físico no transporte público (7,78%).

Na vida

Em casas noturnas, 6,24% das mulheres disseram que foram abordadas de maneira agressiva, com alguém tocando seu corpo; 5,02% foram agarradas ou beijadas à força e 3,34% relataram tentativas de abuso por estarem embriagadas.

Reconheceu erro

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, reconheceu nesta terça-feira (26) ter cometido um erro ao pedir que escolas filmassem crianças cantando o hino nacional, sem autorização dos pais, em uma mensagem que termina com o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro, “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”. “Percebi o erro. Tirei esta frase, tirei a parte correspondente a filmar crianças sem autorização dos pais. Se alguma coisa for publicada, será dentro da lei, com autorização dos pais”, disse Vélez após sair de uma visita de cortesia ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Esclarecimentos

Indagado sobre quando comunicou o recuo às escolas, disse apenas que “saiu de circulação” e, cercado por seguranças e assessores, não respondeu a nenhuma das perguntas feitas por jornalistas que o acompanharam durante o trajeto de alguns metros entre a presidência do Senado e o plenário da comissão de Educação, onde ele prestará esclarecimentos a senadores ainda nesta terça. Na segunda-feira (25), o Ministério da Educação enviou a escolas do país uma carta em que pede para que alunos, professores e funcionários sejam colocados em fila para cantar o hino nacional em frente à bandeira do Brasil.

Outra camisa

O presidente Jair Bolsonaro continua despachando com ministros e assessores do Palácio do Planalto usando uma camiseta esportiva. Na semana passada, era uma camisa da Seleção Brasileira. O chinelo Rider estava aposentado: em seu lugar, um par de tênis um tanto gasto.

 

Outro ministro

Numa matéria publicada por Época, o ministro do Supremo, Gilmar Mendes garante que não é o único da Alta Corte que vem sendo alvo das “milícias institucionais” (a expressão é dele). Segundo Gilmar, há um ministro do STF sendo chantageado por uma das grandes operações investigativas em curso no país “A toda hora plantavam e plantaram que esse ministro estava deletado. E esse ministro ficou refém deles”. Nas redes sociais, nas últimas horas, há indícios em torno do nome do ministro Luís Roberto Barroso.

 

Contra tatuagens

Um dos maiores nomes da moda mundial, Karl Lagerfeld, que morreu semana passada, nunca parou de fazer verdadeira guerra contra tatuagens. E sobre elas, deixou uma frase e tanto de herança: “Acho tatuagem horrível: é como vestir um vestido Pucci para sempre. As pessoas que são tatuadas da cabeça aos pés vão envelhecer, então tudo isso vai virar lençóis estampados”.

 

Barrada no baile

Erika Canela, 27 anos, musa da escola de samba Unidos da Vila Maria, de São Paulo, foi proibida de desfilar: tem o rosto de Jair Bolsonaro tatuado no corpo e a diretoria barrou.

 

Lá é cá

Quando faz esse grande esforço para levantar medicamentos e alimentos para a sofrida população da Venezuela, o governo brasileiro, fazendo questão de formar ao lado de Donald Trump em ação meritória, certamente se esquece do lado de cá. O Brasil também mereceria um esforço semelhante. Os miseráveis brasileiros (aqueles que comem uma vez por dia, quando dá) somam seis milhões de pessoas, que sobrevivem com menos de dois dólares por dia, segundo levantamento da OMS – Organização Mundial da Saúde. Sem contar os miseráveis sessentões de Paulo Guedes que receberão o equivalente a três dólares por dia.

 

Pro-reforma

A Fiesp e o Ciesp estão publicando anúncios de página inteira nos jornais – e também haverá ações de propaganda na televisão – defendendo a reforma da Previdência e explicando – e muito corretamente – o que acontecerá com o país se não aprovar o novo projeto. Paulo Skaf, presidente da Fiesp (e futuro candidato ao governo de São Paulo) quer mostrar que, como parte do Sistema S, pode ser de grande utilidade – ao contrário do que pensa Paulo Guedes.

 

Amigos do médium

O ministro Gilmar Mendes deixou a relatoria do habeas corpus de João de Deus, o famoso médium denunciado por assédio sexual por mais de 400 mulheres. Alegou “foro íntimo” (a alegação está na moda). Foram consultados por João de Deus outros ministros do Supremo: Luís Roberto Barroso (tinha câncer no esôfago), que fora indicado pelo ex-ministro Ayres Brito, Luiz Fux, Rosa Weber e Dias Toffoli.

 

Fora da igreja

O Papa Francisco acaba de banir da Igreja Católica o veterano arcebispo de Washington, Theodore McCarrick, por assédio sexual e especialmente contra menores – e é a primeira vez que isso acontece. Um padre deixa de ser padre é o que o Pontífice prega para as igrejas de todo mundo, caso registrem episódios de homossexualismo ou assédio sexual. Até então, incluindo o Brasil, quando se descobriu casos do gênero, o padre acusado era afastado – e assumia em outra paróquia – ou seja, continuava padre. E seus superiores colocavam um pano quente por cima.

 

Exemplo

Há algum tempo, em São Paulo, numa das paróquias mais conhecidas e frequentadas por famosos e milionários, descobriu-se que um pároco tinha um namorado e comprara um apartamento e um automóvel para o casal – com dinheiro da igreja. O imóvel e o veículo foram devolvidos e ele foi transferido para grande igreja no interior de São Paulo – onde virou pároco. E isso acobertado por todos seus superiores.

 

Rótulo

Frase do humorista José Simão: “Todo pitbull é uma lassie enrustida”.

 

Livro

Agora, faz sucesso o livro “Armário do Vaticano”, de Frédéric Martel, gay, que entrevistou mais de 1.500 pessoas, incluindo padres e bispos de 30 países. Ele afirma que três entre quatro cardeais no Vaticano são homossexuais e que, no México, gays formam 75% do bloco de sacerdotes do país. E chama os cardeais que querem derrubar o Papa Francisco de “rainhas” (é assim que são conhecidos no Vaticano).

 

Recall

Enquanto o parceiro brasileiro do grupo japonês, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, despeja rios de dinheiro numa super campanha publicitária de veículos Chery, os jornais publicam aviso do primeiro recall desses carros no Brasil nem bem eles começam a ser vendidos. Donos e futuros donos de 6.638 veículos deverão procurar uma concessionária CAOA-Chery para “reparo no módulo do controle do motor”.

 

Temporada

Enquanto o prefeito Marcelo Crivella vende o camarote da prefeitura na Sapucaí especialmente para não ser ocupado pelo governador Wilson Witzel (eles não se toleram), o número de roubos de celulares, nessa temporada de verão, nas ruas do Rio, bate novo recorde. Hoje, acontece um roubo de celular nas ruas a cada quatro minutos.

 

Fim da farra

O senador Major Olímpio (PSL-SP), muito ligado ao presidente Bolsonaro, vai apresentar projeto que extingue o fundo eleitoral para os partidos. Cada agremiação que se vire – e isso também o Chefe do Governo apoia. Só que, muito provavelmente, nunca será aprovado pelas duas Casas do Congresso.

 

Curso preparatório

Generais (do governo e fora dele) e poderosos empresários já discutem se seria melhor para todos um possível acordo cordial para que Bolsonaro deixasse o governo e Mourão assumisse, imediatamente. Depois que deixou a linguagem do cartel, tornando-se mais comedido, o vice tem mostrado preparo muito superior e a autoridade necessária para o exercício da função. Quem viver, verá.

 

Solidariedade

O Foro de São Paulo – e ainda existe, sim – que queria unir presidentes da esquerda em toda América Latina (na fundação, tinha de Lula a Fidel Castro), também acaba de apresentar sua solidariedade e total apoio a Nicolás Maduro, nessa desequilibrada resistência para aceitar ajuda humanitária (comida e remédios). A mensagem é assinada pela secretária-executiva do Foro, Mônica Valente, mulher do ex-tesoureiro condenado do PT, Delúbio Soares.

 

Condicionado

O governo terá de acelerar na apresentação do projeto, com todas as garantias de ordem jurídica, de reforma da Previdência dos militares – e junto com a grande reforma geral. Motivo: os congressistas decidiram – e isso é uma ação partidária conjunta, não votar nada se não aparecer o projeto dos militares. Os militares do governo queriam mais três meses e o governo deverá mandar em poucas semanas.

 

Crítico de cinema

Quem diria: em algum de seus muitos momentos de descanso e reflexão, o presidente Jair Bolsonaro também ataca de crítico de cinema no Twitter. Há dias, liquidou o filme Marighella, de Wagner Moura. Detalhe: não havia ainda assistido o filme.

 

Estilo Barbie

O SBT sonha em ter uma repórter especial, talhada para missões especiais e que ganhe o aval dos telespectadores, além de credibilidade. A primeira selecionada chama-se Débora Bergamasco. Seu primeiro programa de entrevistas durou pouco e ela é conhecida no SBT como “Barbie morena”.

 

Na gaveta

A juíza Patricia Cerqueira Kertzman Szporer não autorizou que vá para o TSE uma investigação sobre o ex-governador Jaques Wagner que ela já havia arquivado há quase um ano. A juíza é casada com o desembargador Mauricio Kertzman Szporer, nomeado em 2014 para o Tribunal de Justiça da Bahia pelo Quinto Constitucional destinado aos advogados. A nomeação foi feita por Wagner, na época que era governador do estado.

 

Dinheiro público

Novo levantamento feito no Senado revelou que a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, considerada poderosa, fez pelo menos 12 viagens ao Exterior bancadas devidamente pelo dinheiro público. E cada viagem ganhou uma “razão profissional”.

 

Saudação

No colossal bloco do Baixa Augusta, que parou grande parte de São Paulo, vira e mexe, em meio a uma musica puxada pelo carro do som, os foliões faziam coro: “Ei, Bolsonaro/ vai tomar no c…”. Detalhe: vídeo com esses trechos foram mostrados ao Chefe do Governo que, primeiro, ficou meio assustado e em seguida, disse “fazer parte da democracia”.

 

Mais um

Outros ministros do Supremo identificam “tentativa de intimidação”, como as que vem sendo operadas em direção a Gilmar Mendes. Também Ricardo Lewandowski já não esconde essa mesma convicção.

 

Imoral

Agora, o cartão de crédito vem registrando juros criminosos, 11,98% ao mês. E ninguém vai preso.

 

Guerra é guerra

O governador João Doria, de São Paulo, pretende retomar a carga contra seus desafetos no PSDB. Tendo seus aliados em postos de comando, quer encurralá-los reabrindo pedidos de expulsão ou convidando as deixar as fileiras do partido. Entre outros, serão escanteados por Doria, José Serra, e Aécio Neves. E Geraldo Alckmin, “se resolver se comportar” pode concorrer ao Senado daqui a quatro anos.

 

Uns e outros

Parlamentares olham com reserva o número de militares no Planalto. Acham que eles pertencem a um universo diferente ao da classe política. Um exemplo é o horário de trabalho: votações importantes na Câmara e Senado entram pela madrugada, enquanto militares têm habito de começar cedo e encerrarem o trabalho nas primeiras horas da noite.

 

Outro prazo

Cada um diz uma coisa: agora, é a vez do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), integrante do clã nordestino de políticos e ex-ministro de Dilma Rousseff, garantir que “a reforma da Previdência estará aprovada em setembro”.