Adalberto Xisto Pereira, Lidia Maejima e Rogério Kanayama: nomes para presidir o TJ

Com a discrição que o cargo exige e que os candidatos têm de demonstrar “por dever de ofício”, já começa a ser trabalhada sucessão do atual presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, hoje comandado pelo desembargador Renato Braga Bettega, cujo mandato termina em dezembro próximo.

DOIS SANSEIS

Curiosidade é a presença de dois sanseis (segunda geração de descendentes de japoneses) entre os que estariam dispostos a concorrer à Presidência do Tribunal. São eles os desembargadores Rogério Luís Nielsen Kanayama – atual Corregedor Geral do TJ, ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral – e Lidia Maejima – 2ª Vice-Presidente. Os dois são moços, cinquentões.

BONS AVALIADORES

Para bons avaliadores da área, quem corre, hoje, com amplas possibilidades de ser bem-sucedido na sucessão de Braga Bettega é o desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira, 54. Ele já presidiu o Tribunal Regional Eleitoral.

XISTO PEREIRA

Xisto Pereira, reconhecidamente de alta competência em áreas como Direito Administrativo, é identificado entre seus pares como dono de enorme preparo no agir politicamente.

“É muito político, no bom sentido”, garante-me um desembargador do TJ-PR, citando-o como “o nome que, se a eleição fosse hoje, levaria o cargo, dada a sua capacidade de articulação e o enorme capital de amizades que cultiva na corte.”

MUITO DISCRETOS

O mesmo analista garante-me, por outro lado, que “os sanseis têm todas as qualidades de Xisto, aliadas a uma discrição e rigor técnicos que não podem ser subestimados”.


Atualidade:

Curitibano Dom Ricardo Hoepers defende a vida no STF

“É difícil compreender os critérios que definiram a escolha desproporcional das posições que representam a sociedade e que instituições internacionais tenham prioridade sobre as nossas.” (Dom Ricardo Hoepers/CNBB)

Redação da Aleteia

Dom Ricardo Hoepers e seu brasão “elegendo a vida”

Nesta segunda, 6, ocorreu no STF a segunda audiência pública sobre a descriminalização do aborto no Brasil. O bispo de cidade de Rio Grande, o curitibano Ricardo Hoepers, defendeu no Supremo, às 8h30 min., o ponto de vista católico sobre a matéria. O bispo, falando em nome da CNBB, mostrou um posicionamento claro contra a descriminalização da prática. Mestre e doutor em Bioética e Teologia Moral na Academia Alfonsiana, em Roma, Hoepers defendeu que o assunto transcende a esfera religiosa e acredita no papel social da CNBB para tentar convencer os magistrados a manter a lei como está.

A agência/portal Aleteia assim registrou, nesta segunda pela manhã, o evento, traçando perfil de dom Ricardo. A tese básica do ex-pároco de São Francisco de Paula foi de que há vida desde a concepção, e que aborto significa eliminar a vida de um ente humano.

Acompanhe o perfil traçado por Aleteia:

INVIOLABILIDADE

A primeira sessão da audiência foi na sexta-feira, dia 3, e hoje, dia 6, ocorre a segunda e última parte. Neste dia, defendendo a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até a morte natural, a Igreja Católica participa mediante a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), representada por dom Ricardo Hoepers, bispo da diocese de Rio Grande (RS).

QUEM É DOM RICARDO HOEPERS

Dom Ricardo é doutor em Teologia Moral e Bioética pela Academia Alfonsiana, de Roma, e autor do livro “Teologia moral no Brasil: um perfil histórico”. Seu lema episcopal é “Escolhe, pois a vida” (Dt 30,19).

Ele nasceu em Curitiba em 16 de dezembro de 1970, entrou no Seminário Arquidiocesano São José aos 15 anos de idade, cursou Filosofia na Universidade Federal do Paraná, Teologia no Studium Theologicum Claretiano de Curitiba e foi ordenado padre em 31 de janeiro de 1999.

DOUTOR EM BIOÉTICA

Fez mestrado e doutorado em Bioética e Teologia Moral na Academia Alfonsiana, em Roma. Atuou como professor na Faculdade Vicentina. Na trajetória como padre, foi diretor da Faculdade de Filosofia da Arquidiocese de Curitiba (2002-2003), coordenador geral do clero (2005 a 2008), membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultadores, além de assessor eclesiástico da Pastoral da Pessoa com Deficiência, no regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Depois de ser pároco na paróquia de Santo Agostinho e Santa Mônica e diretor comunitário do Studium Theologicum, foi nomeado bispo da diocese de Rio Grande pelo Papa Francisco em fevereiro de 2016. Foi também diretor do Instituto Ciência e Fé de Curitiba (Fideles ET constans) e seu orientador espiritual.

DOM RICARDO HOEPERS

É por sua atuação na promoção e na defesa da vida que dom Ricardo foi nomeado representante da CNBB na audiência pública sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, interposta pelo PSOL para tentar descriminalizar o aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação.

A PARTICIPAÇÃO DE DOM RICARDO

Dom Ricardo Hoepers teve uma fala de 10 minutos durante a sessão da audiência. Em entrevista ao site da CNBB, ele explicou que a sua exposição iria focar nas “razões pelas quais somos contra a descriminalização do aborto“.

“O ponto central está na Nota da CNBB de 11 de abril de 2017, ‘Pela vida, contra o aborto’, onde estão presentes os fundamentos de nossa posição: ‘defender a vida na sua integralidade, inviolabilidade e dignidade, desde a concepção até a morte natural’.

O direito à vida é o mais fundamental de todos os direitos e, por isso, em primeiro lugar, não se trata de um discurso religioso ou fundamentalista por parte da Igreja, mas de uma verdade científica que reconhece e comprova o início da vida na concepção”.

ALGUNS DESTAQUES

12 semanas de gestação: “É a 12ª semana do desenvolvimento de uma vida humana, com um coração batendo, rins, estômago, fígado funcionando; uma vida frágil que não tem como se defender“.

Prazo arbitrário: “É desproporcional, injusto e irracional defendermos um crime contra nós mesmos definindo até a etapa quando se pode interromper essa vida“.

Crime hediondo: “[O aborto é crime hediondo] assim como serão hediondos todos os outros crimes contra a vida humana nas diferentes fases ou situações de vulnerabilidade, como o embrião, o feto, a criança, o jovem, o idoso, a pessoa com deficiência etc.”

Preponderância de grupos ligados à defesa do aborto: “É difícil compreender esse processo e os critérios que definiram a escolha desproporcional das posições que representam a sociedade brasileira. É difícil aceitar que instituições de interesse internacional tenham prioridade sobre as nossas instituições e sobre a nossa legislação. É difícil compreender que um assunto de tamanha relevância se limite a dois dias de argumentações“.

Judiciário em vez do Legislativo: “Nós temos todo um histórico de debate sobre o aborto na Câmara dos Deputados que foram legitimamente escolhidos para nos representar na definição das leis e de suas prerrogativas. Mas a condução do tema da descriminalização do aborto tomou um rumo estranho ao caminho democrático de modo que, o Supremo Tribunal Federal, desprezando e desconsiderando o papel bicameral do nosso Legislativo, tomou para si essa responsabilidade“.

Situação das mulheres: “O aborto não é uma conquista, mas um drama social que corrói as mesmas raízes da convivência humana, e deve ser prevenido com meios adequados, com políticas públicas protetivas à mulher, dando à ela segurança e acompanhamento necessários“.

Alternativas pró-vida: “[Iniciativas como as casas de acolhimento] estão demonstrando que é muito mais eficaz e salutar à mãe (mulher) salvaguardar a criança (nascituro) do que dar a essas mulheres um trauma e um drama pelo resto de suas vidas“.

Dom Ricardo ainda citou exemplos concretos desses centros de ajuda à mulher: Casa Pró-vida Mãe Imaculada, em Curitiba (PR), Casa Luz, em Fortaleza (CE), Casa mater Rainha da Paz, em Canoinhas (SC), Associação Guadalupe, em São José dos Campos (SP), Casa da Gestante Pró-Vida São Frei Galvão, em Nilópolis (RJ), Pró-Vida de Anápolis (GO) e Comunidade Santos Inocentes, em Brasília (DF), entre outras.

O Supremo, na audiência do dia 3

Toni Garcia esclarece: não se encontrou com Beto Richa

Toni Garcia não viu Richa

A dificuldade de qualquer coluna diária é ampliar o leque de fontes. E conseguir ouvir todas as partes envolvidas numa notícia, especialmente as que eventualmente têm tom explosivo.

Assim volta à tona antiga discussão: as colunas têm ou não o dever de dar o outro lado de uma notícia no mesmo dia?

Eu acredito que não, até porque o espírito de coluna é esse mesmo, o da agilidade. Sem excluir o direito de ouvir o contraditório, tão logo possível.

Há a forte corrente jornalística dos que admitem a impossibilidade de ouvir o outro lado no mesmo dia. Coisa que deve ser feita, no entanto, logo que possível.

NO FACEBOOK

A introdução é para registrar o seguinte: Toni Garcia, em sua página no Facebook desta segunda,6, nega peremptoriamente a notícia que esta coluna registrou no domingo, segundo a qual ocorreu encontro dele com Beto Richa, na central da campanha de Cida, no bairro do Ahu, e que teria sido presidida por Ricardo Barros.

NOVOS ÂNGULOS

Apurando novos ângulos da notícia, concluo que minha fonte acertou apenas num dado: Beto, Toni Garcia e Ricardo Barros estavam efetivamente no mesmo endereço (sábado à tarde, na central da campanha de Cida) na mesma hora.

O detalhe: adversário (ou inimigo?) irreconciliável do seu ex-grande amigo Beto Richa, Toni não marcou encontro com ele nem o viu. Na verdade, ocorreu que à chegada de Beto houve correria no local, todos preocupados com eventual encontro e eventuais danosas consequências. O corre-corre imperou. Um frisson, diriam os franceses.

CONTRA CANZIANI

O ex-governador foi conduzido a outra sala, diferente daquela em que estava Toni Garcia, passando por distante corredor. Nem teriam se enxergado.

Beto, segundo fontes, teria ido ao encontro de Ricardo para, inconsolável, reclamar ao deputado Barros a presença de Alex Canziani na chapa de Cida, concorrendo ao Senado. Esse espaço da campanha ao Senado, com Cida, Beto teria reclamado ser só dele.


Beto Richa e Jorge Bernardi, na quarta, com professores

Beto Richa e Jorge Bernardi

Dando sequência à entrega do documento “Brasil do Futuro e Paraná do Futuro: Visões e Propostas das Escolas Particulares” e aos encontros com candidatos ao Legislativo e Executivo, o Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR) recebe nesta quarta (8), às 14h, o ex-governador Beto Richa, candidato ao Senado, e na próxima quinta (16), às 16h30, o ex-vereador Jorge Bernardi, candidato ao Governo do Estado.

Já foram recebidos pelo Sinepe, desde 17 de julho, os candidatos Cida Borghetti, Ratinho Junior, Oriovisto Guimarães, Alex Canziani, Flávio Arns, Luiz Claudio Romanelli, Evandro Roman, Sabino Picolo e Tico Kuzma.

Os encontros são transmitidos ao vivo pela página do Facebook do Sinepe/PR e ficam disponíveis no canal do Youtube: https://www.youtube.com/results?search_query=Sinepe%2FPR


“Em 6 de junho, Ratinho Junior teria escolhido seu vice”

Darci Piana: “gente de cabelos brancos”, com Ratinho Junior

No dia 24 de julho passado a coluna apresentou detalhada informação sobre a escolha do vice de Ratinho Junior, que já estava decidida – garanti – desde 6 de junho.

Para este blog/coluna não foi surpresa a escolha confirmada neste final de semana. Foi mesmo escolhido o presidente licenciado da Fecomercio, Darci Piana, para a posição. Transcrevo a íntegra do texto que publiquei:

ESTAVA DECIDIDO

Se no mundo político brasileiro “tudo pode mudar na última hora”, como me lembrava ontem um veterano deputado estadual, garantindo que ele mesmo ouvira Ney Braga (nos anos 60s), que havia excluído certo nome de ata de uma convenção partidária em favor de terceiro companheiro de partido, admite-se, em cima de exemplos como o citado, que nem tudo ainda são favas contadas no redil de Ratinho Junior.

A última hora é que decide as paradas maiores da política, para o bem e para o mal.

Há exceções.

A percepção de alguns aliados de Ratinho é de que a exceção ocorreu em 6 de junho passado.

QUATRO EM CAMPANHA

Nesses domínios do Junior – como é chamado pelos mais próximos -, a cobiçadíssima questão do vice-governador está no centro das atenções, e o suspense só será desvendado em 5 de agosto, quando Ratinho Junior deverá indicar seu preferido para a posição. Trata-se da data final para as convenções partidárias e o fechamento de chapas.

Na prática, há apenas 4 nomes correndo no páreo: Marcel Micheletto, ex-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Edson Luiz Campagnolo, presidente da FIEP-PR, Norberto Ortigara, ex-secretário estadual de Agricultura, e Darci Piana, presidente licenciado da Fecomercio-PR.

Em outros dias, especulações chegaram a acrescentar o nome de Reinhold Stephanes à disputa da vice-governança. Tudo não passou de nuvem passageira. Stephanes acabou consolidado como coordenador de campanha, no que transfere melhor que ninguém sua experiência: foi quatro vezes ministro da República, secretário de Estado por diversas vezes, deputado federal.

NÃO FAÇO APOSTAS…

Não faço apostas. Meu papel é noticiar, opinar especular sobre temas de hoje, de ontem e exercer uma certa premonição em torno de algumas situações futuras.

Acredito, assim, por puro “feeling”, que, hoje, o nome de Darci Piana, presidente licenciado da Federação do Comércio do Estado do Paraná, é o que estaria na ponta das preferências de Ratinho Junior, um jovem que “fatalmente” terá de se cercar de nomes experientes e com largo trânsito no Estado para atingir seu objetivo primeiro – ganhar as eleições.

“Ratinho precisa de gente de cabelos brancos, até como contraponto essencial à sua juventude e ao fato de ainda ser um homem público em formação”, observa-me um vereador de Curitiba fortemente identificado com Ratinho Junior.

CAMPAGNOLO NÃO SE ABATE

Piana não aborda detalhes sobre os sinais que eventualmente tenha captado do pré-candidato Ratinho Junior. Também Edson Campagnolo não entra em detalhes sobre como vai seu projeto de conquistar o lugar de vice na chapa do mais cotado pré-candidato a governador. O que se sabe é que, homem de fé, Campagnolo não se abateu com a dura provação pela qual passou dias atrás, e que o colocou como investigado pelo GAECO, do Ministério Público Estadual, por supostas irregularidades na FIEP.

Mesmo registrada pela revista Veja, a “investigação” não durou muito.

Era pura mentira. Durou só o tempo suficiente para a liberação de declaração oficial do GAECO informando que nada está investigando na FIEPR.

Tendo repercutido muito, nacional e localmente, a suposta investigação do GAECO seria, nada mais, nada menos, que “um exercício eficiente de fogo amigo”, diz um analista político londrinense, que chega a citar, com todas as letras, o nome de um deputado estadual, originário da mesma região de atuação de Campagnolo, como o engenheiro de dossiê contra o presidente da FIEPR. Nele, o conteúdo (???) seria demolidor de ambições políticas do industrial por envolver seus negócios pessoais, um grupo empresarial canadense e dificuldades empresariais.

“Quem faz dossiês e se mantém no anonimato não merece crédito”, é o que lembram defensores da candidatura de Campagnolo no mundo empresarial.

Mas dossiês sempre causam estragos, mesmo em vidas de gente decente como até agora se mostra a história de Campagnolo.

O GRANDE ENCONTRO

Para um vereador curitibano amigo, a quem indaguei ontem sobre a corrida dos pré-candidatos a vice, a escolha de Ratinho Junior estaria muito clara, seria por Piana. E ao ser tão afirmativo lembrou que em 6 de junho passado, numa grande reunião de notáveis políticos num edifício central de Curitiba, “o Junior deixou isso mais ou menos claro”. Pode ser. Como pode ser que Ratinho pretenda, se eleito, entregar a Secretaria da Fazenda a seu vice, conforme garantem fontes.

Ontem ainda, um jornalista da campanha de Ratinho Junior, discreto como só ele, saiu-se com esta: “Se o problema da campanha é escolher o vice, estamos bem. Então, não temos problema”.


Maria de Lourdes Montenegro, um marco paranaense

Maria de Lourdes Montenegro e Cassiana Lacerda

Há anos a professora aposentada da UFPR (Sociologia) Maria de Lourdes Montenegro morava com uma filha, em Ibiporã, no Norte do Paraná.

Lá ela morreu semanas atrás, deixando uma legião de amigos e admiradores, gente de todo o Paraná que a reverenciava pela inteligência e o espírito crítico que a definiam.

Maria de Lourdes foi pioneira em enfocar o papel da mulher na sociedade e batalhar pela abertura de oportunidades ao então chamado sexo frágil. E o fazia através de programas de televisão e rádio que manteve em Curitiba nos anos 1970 e 80.

A militante Maria de Lourdes teve também importância na política partidária, tendo atuado por anos no antigo MDB.

COM CASSIANA

Maria de Lourdes Montenegro era fortemente ligada à sua Lapa, a cidade histórica e das raízes de sua família.

Fazia, ao lado da intelectual ímpar que é Cassiana Lícia Lacerda, também lapiana, uma dupla única, em defesa da realidade histórica paranaense. Com grande enfoque na cidade da Lapa, seu povo, sua cultura, sua riqueza arquitetônica.


Candidaturas (I):

Cida confirma Coronel Malucelli na vice

Cida Borghetti com o candidato a vice, Coronel Malucelli

A governadora Cida Borghetti (PP) confirmou nesta segunda-feira, 6, a indicação do Coronel Malucelli (PMN) como vice na sua chapa de reeleição na disputa do Palácio Iguaçu em 7 de outubro. “Quero anunciar o nosso candidato a vice-governador, o coronel Sergio Malucelli. Ele vai nos acompanhar nessa caminhada a favor do Paraná, nessa caminhada de cuidar das pessoas, de cuidar da saúde, da geração de oportunidades, da infraestrutura e renda”, disse Cida na homenagem da Aecic (Associação das Empresas da Cidade Industrial de Curitiba) ao prefeito Rafael Greca e que reuniu mais de 300 pessoas.

“O convite feito no dia de ontem e hoje o Coronel Malucelli já está conosco desde muito cedo trabalhando nesta missão muito grande que é continuar avançando e transformando o Paraná num estado cada vez mais próspero”, completou Cida Borghetti.

DE MADRUGADA

O Coronel Malucelli aceitou o convite e disse que já teve muitas conversas durante a madrugada com a governadora Cida Borghetti. “É uma decisão muito séria e responsável que envolve não só a atividade da governança do Estado, mas também de relacionamentos institucionais da qual eu represento”, disse.

Malucelli disse que já desenvolve um trabalho junto ao setor de transporte e com a Polícia Militar na segurança pública. “Vamos trabalhar não somente na área de infraestrutura. A governadora já me orientou de forma muita enfática a respeito da necessidade da segurança pública no Estado”, afirmou.

SEGURANÇA

“O povo do Paraná necessita e exige maiores e melhores qualificações na área de segurança. Temos uma corporação, a Polícia Militar, como a mais qualificada do País e faremos tudo que for possível para melhorá-la mais. Assim como faremos com a Policia Civil, Policia Cientifica, o Instituto de Criminalística e todos aqueles atores que participam da segurança pública. Nós teremos um contato frequente para melhorar cada vez mais a segurança do povo paranaense”, completou Malucelli.