“O Brasil me parece uma bomba-relógio feita às pressas e de mecanismo defeituoso. Dessas que nunca explodem”. Ouvi isso do Joel Silveira há anos, mas permanece uma observação muito atual, que retorna à minha cabeça toda vez que leio sobre a crise brasileira e seus últimos capítulos depois da posse de Jair Bolsonaro. A crise, já foi dito, é mais grave que todas as anteriores. A previsão de crescimento do PIB voltou a cair. Deve fechar o ano em 1,49%. Muito pouco para um país com 13,4 milhões de desempregados. Foi a décima queda consecutiva na previsão de crescimento, que mede o desenvolvimento da economia do país.

Que país é este? A pergunta, feita por Machado de Assis, Francelino Pereira e pela banda Legião Urbana, volta à cabeça dos brasileiros. Mais uma vez frustra-se a esperança de soluções rápidas para problemas crônicos, como prometiam os discursos de palanque eleitoral do ano passado. Ingenuidade que se traduz agora em crescente frustração. A economia parou, as decisões nessa área e nas demais patinam no esforço de Jair Bolsonaro e a trupe de Paulo Guedes de fazer a reforma da previdência.

A vida no Brasil de Bolsonaro: um Governo que faz oposição a si mesmo como estratégia para se manter no poder, sequestra o debate nacional, transforma um país inteiro em refém e estimula a matança dos mais frágeis.

Esqueceu do Beto

Novo presidente do PSDB, o deputado Paulo Litro fez, na tarde desta terça-feira, um discurso falando de uma nova época para o seu partido. Citou tucanos de alto coturno que o prestigiaram no seu evento de posse e falou que vai trabalhar por um partido de “centro, mas com posições firmes”. O ex-governador Beto Richa não foi citado.

Espaço da Polícia

O governo Ratinho Jr mudou os planos iniciais da época de Beto Richa. As instalações que foram da cervejaria Brahma, no bairro Rebouças, que chegou a ser pensada como uma universidades das artes, com encomenda de projeto de arquiteto italiano, gorou. O espaço que acomodaria a Escola de Música e Belas Artes e a Faculdade de Artes do Paraná, mudou de ocupante. A ideia agora é usar os 36 mil metros quadrados para instalar a Cidade da Polícia – um complexo que pretende unir num só espaço toda a cúpula de comando e administrativa dos órgãos da Segurança Pública.

Qual é?

Pois, pois, ninguém explica o súbito interesse do deputado Artagão Junior, do PSB, pelos assuntos do futebol. Ele protocolou um pedido de informações para saber da dívida do Clube Athlético Paranaense, que está aí a fazer brilhante campanha em todos os campeonatos que disputa: a Libertadores de América, Brasileirão na série A, a Recopa. Foi campeão paranaense deste e do ano passado.

Palavrões

Tiago Amaral, que é líder do PSB, retirou requerimento de Artagão, por considerar que é um assunto polêmico e que mexe com paixões da massa.Artagão, injuriado, reclamou ao presidente Ademar Traiano, alegando que o líder não tem esse poder. Traiano confirmou. Artagão bateu boca com Tiago e abriu conflagração interna no partido. O primeiro-secretário da Assembleia, Luiz Claudio Romanelli, entrou na briga a favor de Tiago e do Atlético. O debate ganhou ares de briga de arquibancada, quando não se economiza palavras de baixo calão.

Custo de vida

Quem disse que não há inflação? O poder de compra do salário de trabalhadores de Curitiba diminuiu muito. A Cesta Básica de Curitiba, calculada pelo Dieese, apresentou em abril último alta de 4,07%, passando de R$ 443,86 para R$ 461,91. Em 12 meses (comparação de abril de 2019 com abril de 2018), a variação foi de 17,22%.

Sob investigação

O Coaf, que continua a serviço do ministro da Justiça, Sergio Moro, investiga “movimentações atípicas” nas contas bancárias do advogado Eduardo Sanz, que defende o ex-governador Beto Richa e sua mulher, Fernanda Richa. Segundo a colunista Monica Bergamo, o Coaf não informa as razões da investigação. A OAB nacional quer esclarecimentos do ministro Sérgio Moro. A OAB/PR entrou na defesa do advogado. “Um advogado só poderia ter o sigilo de suas operações financeiras quebrado caso estivesse sendo formalmente investigado —o que não é o caso. Advogado não é criminoso”, diz o presidente da OAB paranaense, Cássio Telles.

Paradoxo do desemprego

O que as entidades empresariais mais temiam infelizmente está acontecendo. Apesar de 13,4 milhões de brasileiros estarem desempregados, o que equivale a 12,7% da força de trabalho do País, pelo menos metade dos 70 mil empregos anuais que serão criados até 2024 na área de tecnologia de informação e comunicação correm o risco de não serem preenchidos, por falta de mão de obra qualificada. Atualmente, as universidades brasileiras formam somente 45 mil profissionais na área. E, mesmo assim, metade dos cursos é de análise de desenvolvimento de sistemas, cujos programas estão defasados com relação ao que o mercado exige.

Boa ideia

O deputado Luiz Fernando Guerra (PSL) apresentará nesta terça-feira (07) um projeto de lei que proíbe o aumento na tarifa dos pedágios até que o cronograma de obras seja cumprido. A ideia é garantir a execução das obras sem que o usuário seja penalizado. A proposta tem o objetivo de impor uma diretriz legal aos contratos de concessão e permissão de pedágios celebrados no Paraná para impedir o aumento enquanto as obras e melhorias não sejam concluídas.

 

 

Só para as pedageiras

“A manutenção das rodovias e a realização de obras como duplicações são fundamentais para a segurança dos paranaenses, mas não podemos mais permitir que sejam usadas como argumento em prol da arrecadação das concessionárias”, afirmou o deputado Guerra.

Posse de armas

O Palácio do Planalto confirmou que nesta terça-feira (7) o presidente Jair Bolsonaro comanda, a partir das 16h, a cerimônia de assinatura do novo decreto que regulamenta posse, porte e comercialização de armas e munições para caçadores, atiradores e colecionadores. O evento será realizado no Palácio do Planalto, informou o porta-voz do governo, Otávio Rêgo Barros, em coletiva de imprensa. Segundo ele, a norma é fruto de estudos e discussões da Casa Civil, com os ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública.

À moda árabe

Não deixa de ser uma prova de força. Ontem à noite, na Sede Social da Copel, o deputado Hussein Bakri fez o seu já tradicional jantar árabe para deputados, secretários e gente do alto coturno do Governo do Estado. 40 dos 54 deputados estaduais compareceram. Ratinho Jr marcou presença e aproveitou para elogiar o esforço que os parlamentares têm feito na ALEP.

Injustiçado

“Carli Filho é um injustiçado.” Assim, o advogado Gustavo Scandelari vê o ex-deputado ante a pena imposta a ele pela Justiça, mesmo após ela ter sido reduzida. Scandelari integrou a defesa de Carli Filho (foto) no seu processo. Para ele, o ex-deputado acabou condenado por um crime que não cometeu. “Não houve crime intencional. Ele deveria ter respondido por homicídio culposo [quando não há intenção de matar]”, afirmou em entrevista ao UOL.

Fora do ar

No ar desde 2007, Gilberto Ribeiro acaba de anunciar sua saída do comando do programa Balanço Geral. De acordo com o apresentador, o motivo alegado pela direção da RIC TV foi que Gilberto Ribeiro não teria mais idade para comandar a atração: “Uma das diretoras me falou que meu tempo passou (velho) para fazer TV. Isso foi muita humilhação pra mim”, desabafou.

Não concorda, rua

A presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra (foto), exonerou nesta segunda-feira o diretor de pesquisas do instituto, Cláudio Crespo. Ele era um dos principais técnicos contrários ao corte de verbas do Censo 2020, ordenado pelo ministro Paulo Guedes. Servidores do IBGE afirmam que a retirada de recursos e a redução dos questionários devem comprometer a qualidade da pesquisa. As informações são de Bernardo Mello Franco, n’O Globo. Na sexta passada, técnicos foram avisados informalmente de um corte de 87% nas verbas para a preparação do Censo ainda em 2019. Crespo será substituído pelo demógrafo Eduardo Rios Neto, que não faz parte dos quadros do IBGE.

Na chincha

 

 

A Justiça Federal em Brasília aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Michel Temer pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco também fazem parte da denúncia. Com a decisão, todos passam à condição de réus no processo. O MPF sustenta que Temer e parlamentares do PMDB participaram de um esquema de corrupção envolvendo integrantes do partido na Câmara dos Deputados com objetivo de obter vantagens indevidas em órgãos da administração pública.

Greca articula tucanos

De olho em 2020, Rafael Greca (DEM) fez questão de comparecer à convenção estadual do PSDB que acontece nesta noite em Curitiba. O encontro deve conduzir o deputado Paulo Litro ao comando da sigla no Paraná. Para Greca, o PSDB é peça fundamental no arco de alianças articulado para sua reeleição.

Cena ameaçadora

Jair Bolsonaro recebeu uma herança e tanto de Michel Temer: é um legado fiscal ameaçador, com um rombo orçamentário de R$ 139 bilhões já no primeiro ano. E não é só isso: tem também um mega-problema equivalente a R$ 258,9 bilhões, relacionado a um parâmetro chamado regra de ouro. É a que impede que a União emita dívida em volume superior a seus investimentos. Para este ano, evidencia-se um desequilíbrio na regra de ouro próximo a R$ 250 milhões.

Onde está a saída

Ainda a herança de Temer: Bolsonaro, agora, só tem uma saída.  É pedir autorização ao Congresso para emitir títulos adicionais e bancar benefícios como BPC, Bolsa Família, previdenciários e subsídios (corre o risco de não ter dinheiro para isso já em julho). E o Congresso – já se aposta nessa posição – não tem nenhuma vontade de autorizar crédito extra. Pior: o mesmo roteiro se repetirá em 2020. Paulo Guedes e equipe disfarçam, mas já estão enlouquecidos.

Dose tripla

O ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, está com muita vontade de pedir o boné. Bolsonaro não o consultou em três rounds: projeto que permita aos proprietários rurais atirar em quem invadir suas terras (é inconstitucional); a volta do Coaf para o Ministério da Economia; e ignorar a indicação de nome para Procuradoria-Geral da República.

Chamando a atenção

A história que envolve a ministra Damares Alves que, supostamente, deixaria seu cargo em dezembro, foi desmentida por ela – e no mesmo dia. Os analistas de plantão, contudo, acham que Damares quer mesmo é chamar a atenção, inclusive com ameaças que estariam rodando seu cotidiano, a ponto dela se transferir para um hotel. Diz que o crime organizado estaria tramando contra ela. Ninguém acredita, nem Bolsonaro, mas está com sua segurança reforçada.

Atentado

Ainda Damares Alves: a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos acredita que criminosos de quatro modalidades pensam até em atentado. É o bloco dos pedófilos, mais inconformados com a batalha de Damares contra legalização de drogas, crianças desaparecidas e tráfico de mulher.

Candidato, não

Carlos Bolsonaro, o filho favorito do presidente, não vai disputar a prefeitura do Rio de Janeiro, no ano que vem, embora tivesse grandes chances até por pesquisas de consumo interno.  Poderá até nem disputar sua reeleição para Câmara Municipal do Rio. Quer mesmo é permanecer próximo do pai, em Brasília.

Área íntima

Silvio Santos deitou e rolou, à sua maneira, em cima de Jair Bolsonaro, no domingo (5), controlando a conversa e até desviando para temas mais íntimos. O animador entrou na área da família e filhos, mais idade e o presidente logo se posicionou: “Estou na ativa, sem aditivos”.

Motivo

O secretário do Governo, general Santos Cruz, agora é o alvo de Olavo de Carvalho, que, por enquanto, parou de atacar Hamilton Mourão. Só que existe um motivo bem forte para esses ataques. Santos Cruz não quer gastar muito dinheiro com propaganda. E existem pessoas, entre elas Carlos Bolsonaro, que querem investir mais em publicidade.

Remédio

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, resolveu se manifestar a favor da reforma da Previdência, proposta por Jair Bolsonaro. “Essa é a reforma da Previdência que nós queremos. Esse é o tipo de ação que o PSDB tem de ter coragem de defender porque muitas vezes o remédio amargo é o que garante os projetos no futuro”. E completou dizendo que a reforma é um dos principais desafios do novo governo. “Eles têm de mostrar para todo mundo que, na aritmética tucana, não tem divisão, só adição. Sem união, nós não vamos a lugar algum. É esse o principal desafio, unir a todos nós e em torno de bandeiras”.

Festa de nudez

Enquanto o governo anuncia corte de 305 (ou mais) nas universidades federais, as redes sociais ganham mais fotos e vídeos de alunos em diversas faculdades do país protestando totalmente sem roupa, mais beijos entre casais gays, rapazes e moças exibindo nudez total nas salas de aula e por aí vai. Nova safra divulgada tem cenas de universidade de Londrina, São Paulo, Bahia, Brasília, Ceará, entre outras.

Novos ataques

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que já coleciona processos, deve ganhar mais alguns. Agora, está investindo contra Marcelo de Carvalho, da Rede TV!, chamando-o de “bandido” e “picareta” e associando o executivo com o governador João Doria, destacando que “já conheceu esse lixo”.

Guardada

A entrevista que Kennedy Alencar, colaborador da Rede TV! e admirador do ex-presidente, fez com Lula, nesses dias, fica sem divulgação. Será usada um projeto “Brasil em transe”, da BBC. A única novidade que vazou foi a suposta disposição do presidiário em pedir regime semiaberto à Justiça. “Quero mesmo ir para casa”, teria confessado Lula que continuaria se defendendo em domicílio.

 

The show must go on

A festa da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos que não deverá contar com a presença de Jair Bolsonaro, agora acusado de covardia pelo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, será realizada no Marriot Marquis, em Times Square, com outro homenageado, Mike Pompeo, secretário de Estado americano. Fala-se em quase mil presenças confirmadas e representantes de 88 empresas. Até agora, ninguém sabe se o patrocínio do Banco do Brasil será retirado ou não. Jantares paralelos também serão mantidos.

Sem socorro

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, coleciona episódios de incompetência que deverão ser lembrados em sua campanha à reeleição. De um lado, recuou do lançamento de novo plano para acabar com a Cracolândia; de outro reformulou o serviço de socorro com ambulâncias do SAMU, com resultados trágicos. Agora, bateu um recorde: quem chama uma ambulância do SAMU pode ter de aguardar até 12 horas. A Organização Mundial de Saúde recomenda o máximo de 12 minutos para esses serviços.

De novo

O quadro Show dos Famosos, no programa de Fausto Silva, continua tropeçando: agora Mel Fronckowiak apareceu tentando incorporar Prince e o máximo que conquistou foi uma comparação com o personagem Zé Bonitinho, do humorista Jorge Loredo.

Olho neles!

Enquanto a Globo realiza testes com novas figuras que podem substituir âncoras oficiais em seus telejornais, os olheiros anotam nomes que prometem estar em alta nos próximos meses: um é Márcio Gomes, que voltou do Japão e ancorava o Jornal Hoje no sábado (4); outra é Cecília Malan, correspondente em Londres que logo será testada.

Concorrente

A deputada Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, não gostou de ver Fernando Haddad escrevendo um artigo semanal para a Folha de S.Paulo. Acha que ele não assume, para valer, as lutas do partido e especialmente o Lula Livre. E Gleisi começou a escrever seus artigos enviados a muitos jornais brasileiros que publicam ou não.

Guerra interna

O general Santos Cruz, da Secretaria do Governo defendeu há algum tempo uma certa regularização da mídia digital e nesse domingo (5) foi totalmente desautorizado por Bolsonaro que estava formando ao lado de Olavo de Carvalho, que chamou Cruz de “bosta engomada” e “um merda”. Nas últimas horas, o jornalista Caio Blinder, do Manhattan Connection, defendeu o ofendido e desenvolveu uma adaptação do termo para Olavo, chamando-o de “bosta desengomada”.

Desmaio

Num dia, o governador Wilson Witzel, do Rio, aparece em foto segurando uma metralhadora nas mãos; em outro, foi tirar sangue e desmaiou na hora, sendo levado para o Hospital Samaritano. Não tinha nada: muitas pessoas sentem-se mal quando tiram sangue.

Dinastia

O jornal britânico Financial Times publicou em seu site uma reportagem sobre os três filhos do presidente Bolsonaro (Flavio, Carlos e Eduardo), como o título “Uma dinastia no maior país da América Latina”. O texto diz que o Chefe do Estado confia em poucas pessoas e por isso os filhos ganharam força. E mais adiante os descreve: “Um é conhecido como o “pit bull”. Outro está envolvido em um escândalo de corrupção. O terceiro é um entusiasta de armas de direita que busca difundir um movimento populista em todo o Brasil e na América Latina”

Colégio militar

Presente no 130º aniversário do Colégio Militar do Rio, Jair Bolsonaro, que estava acompanhado de seu vice Hamilton Mourão, afirmou que pretende criar colégios militares por todo Brasil. E justificou que “a criação é para preparar meninos e meninas para a quarta revolução industrial no país”.

Outro nome

Os partidos políticos brasileiros dizem que estão correndo atrás de uma nova política, apesar dos membros serem os mesmos, principalmente nas disputas eleitorais. Para tentar driblar a imagem negativa muitos partidos optam por mudar de nome. O PRB vai abolir o “p” da sigla e passará a se chamar Republicanos. O MDB que mudou de nome o ano passado, também planeja nova mudança e que se chamar Movimento.  O PPS também foi rebatizado e agora é Cidadania. Dos 74 partidos existentes no Brasil, 20 mudaram ou mudarão de nome.

Sociólogos em campo

O presidente Jair Bolsonaro resolveu reduzir investimentos em filosofia e sociologia e acabou taxado de “mesquinho” por Delfim Netto num artigo sobre a “direita incultural”. A postura de Delfim levou professores de Harvard, nos Estados Unidos, a organizar uma carta aberta de protesto, que já conta com mais de oito mil assinaturas de sociólogos de outras universidades de todo mundo, como Sorbonne e Cambridge.

Quem é?

Osmar Terra, ministro da Cidadania (Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura), dava entrevista a um repórter que perguntava sobre os efeitos da redução de percentual de captação de recursos através da Lei Rouanet. À certa altura, o repórter usou o exemplo do sucesso dos filmes com Ingrid Guimarães, com apoio desses recursos e o ministro não resistiu: “Quem é Ingrid Guimarães?”.

“171”

No jantar oferecido ao ministro Dias Toffoli, em São Paulo, no restaurante Figueira Rubaiyat, por advogados juristas e juízes de outras cortes, grande grupo dos presentes, quando o presidente do Supremo fazia considerações sobre o Ministério Público do Paraná, acabou fazendo coro e chamando Deltan Dallagnol, de “171”.

Postura

O humorista Gregório Duviver, num ato “Lula Livre”, chamou o ministro Sérgio Moro de “juizeco” e “um merda”. Aí Moro: “Penso que as declarações de baixo nível falam mais sobre o ofensor do que sobre mim”. E adiante: “Sou daqueles que ainda acreditam em liberdade de expressão e de imprensa. Claro, tal liberdade não abrange ameaças”.

Sétimo

Na manhã de segunda-feira (6) o príncipe Harry usou suas redes sociais para divulgar o nascimento de seu primeiro filho, sem muitos detalhes. “Estou feliz em anunciar que Meghan e eu tivemos um menino nesta manhã. Um menino bem saudável. Foi a experiência mais incrível que eu poderia imaginar”. O novo herdeiro britânico é o sétimo na lista de sucessão atrás de Charles, do príncipe William, de seus três filhos, George, Charlotte e Louis, e do pai.

Maia 2022

Pela primeira vez, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fala na circunstância de encarar uma candidatura à sucessão de Bolsonaro. “Seria candidato para ganhar ou perder”. E tem uma certeza: não será candidato de novo a deputado. Há quem aposte que, no Rio, ele poderá lançar a candidatura de seu pai, César Maia à sucessão de Wilson Witzel.

Novos rumos

Amigos mais chegados de Carlos Bolsonaro dizem que ele anda cansado da política – e também do Rio de Janeiro. Ele estaria tentando vender seus dois imóveis lá e se mudar para Santa Catarina, quando seu mandato terminar, no ano que vem.

Longe

Malgrado já tenha desmentido qualquer possibilidade de deixar o governo, devido às ameaças que garante que vem recebendo (e a fizeram mudar para um hotel), aos mais chegados, a ministra Damares Alves confessa um sonho secreto: morar na Alemanha.

Frases

 ““Foi muita humilhação.”

Gilberto Ribeiro deixa a TV

    “Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular.”

Ernesto Araújo, chanceler