A inflação prejudica o bolso do cidadão em vários aspectos. Quando os preços sobem, a renda do trabalhador fica comprometida, provocando, por exemplo, uma depreciação nos rendimentos da poupança. Afinal, de que adianta ganhar um rendimento de, por exemplo, 3,47% na caderneta se a inflação aumentar 3,75%? É exatamente isso que acontece. Ou seja, quem investe na poupança acaba perdendo dinheiro. Ganha de um lado, mas perde do outro. Apesar de o Brasil não vivenciar mais os índices absurdos de inflação registrados nos anos 80, ela ainda continua preocupando a população e o governo.

Esses fatores precisam ser levados em conta pelo cidadão na hora de fiscalizar o trabalho dos governantes que têm poder para elaborar medidas de combate à inflação. Será que eles têm o preparo para propor leis que segurem a inflação e promovam a distribuição e aumento de renda? Se já é difícil controlar os índices de preço com todo este ambiente financeiro internacional, essa tarefa torna-se ainda mais complicada com governantes despreparados. Pelo rumo da economia, o fato é que provavelmente o brasileiro continue convivendo com preços altos. Porém, com medidas corretas do governo será possível amenizar esse sofrimento.

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