A paciência de vários setores da produção se esgota com os indícios de manipulação de informações. “Ora, se no Brás havia 7.000 sacos de oferta ontem e a oferta de Feijão-carioca era de novos lotes que lá chegaram de madrugada, qual a razão de um vendedor aceitar o mesmo preço do dia anterior? Qual a razão de vender em São Paulo se não conseguir comprar lá das lavouras, com margem? Não faz sentido. Parece que alguém lá manda escrever o que lhe beneficia para ir no campo comprar durante o dia. Não somos idiotas”, resume a situação um grande produtor associado ao IBRAFE. Ele tem razão. Talvez, se houvesse transparência nas operações lá realizadas, poderia se “engolir” barbaridades como as que dizem que lá acontece. Qual a razão, para um comerciante vender por um preço que não permite recomprar no campo? Isto gera suspeitas em qualquer mente razoavelmente sagaz. Cada novo boletim emitido sobre as nebulosas madrugadas do Feijão-carioca no Brás é uma nova provocação que se faz ao setor. E não somente produtores que se sentem atingidos, mas empacotadores que em nada se beneficiam com o sobe e desce de preços. Qual a solução? Ler ou ouvir besteiras não depende de querer, mas aceitar o que está escrito ou aceitar ser manipulado só depende de você. Por esta razão foi criado o PNF – Preço Nacional do Feijão. E é de graça. Basta enviar um WhatsApp para 41 9137-1831. As vendas são reportadas por produtores, corretores, cerealistas e empacotadores. Se abaixar o preço nas fontes, rapidamente todos sabem e se subir também, na velocidade do WhatsApp.

Fonte: IBRAFE