Policial bandido

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É comum vermos policiais efetuando troca de tiros durante o serviço, mas sempre contra marginais e defendendo a sociedade.

Infelizmente tivemos um não uma troca de tiros, mas sim dois assassinatos, do Sub Ten Luiz Antonio Abba e do Soldado Robson Alves Medina, cometidos por outro policial militar, o Soldado Lucas Santos Araújo, mas, repito, infelizmente, essa era uma tragédia anunciada, que assim como aconteceu na cidade de Ivaiporã, poderia ocorrer em qualquer cidade de nosso Estado.

FATALIDADE? NÃO! TRAGÉDIA ANUNCIADA.

O Soldado que cometeu o crime, durante o processo seletivo da Polícia Militar para ingressar nas fileiras da Corporação foi reprovado no exame psicológico.

A avaliação é feita para verificar se o candidato tem estrutura psicológica para suportar o estresse da profissão e ter equilíbrio emocional pois como estará armado, suas ações devem ser sempre pautadas pelo equilíbrio e bom senso.

Repito, INFELIZMENTE, os juízes que julgam as liminares tratam os recursos da Polícia Militar sem avaliar a importância da profissão.

Agora pergunto? Esse juiz que mandou uma pessoa com desequilíbrio emocional fazer o curso, colocar uma arma a sua disposição, irá responder como coautor no homicídio?
NÃO, apenas irá dizer, se quiser, que foi uma fatalidade.

Aviso aos paranaenses, assim como ocorreu esse crime, muitos outros podem vir a ocorrer, não contra outros policiais, mas contra os cidadãos de bem, pois temos muitos, mas muitos policiais nessas condições, que apesar de terem sido considerados incapazes de serem policiais, através de liminares, juízes, simplesmente mandaram que continuassem o processo, e hoje estão armados e trabalhando nas ruas das cidades de nosso Estado.

Por isso nunca esqueça, PREVENIR é sempre o melhor remédio.