Ao contrário do que dizem economistas bem-postos na vida, com mais informalidade, mais desocupação e mais subemprego, as condições de trabalho são hoje muito piores do que eram há sete anos, segundo o retrospecto recém-publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A degradação do mercado de trabalho tem uma história mais longa do que em geral se imagina, quando se comparam as condições atuais com as de antes da recessão.

No ano passado houve em média, no Brasil, 32,93 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado. Em 2012, esse contingente era 34,31 milhões. Em 2014, quando o País se aproximava da recessão, o número chegou a 36,61 milhões, o maior desse período.

No trimestre final de 2018, os trabalhadores com carteira, no total de 32,99 milhões, ficaram pouco acima da média anual, mas a melhora foi quase insignificante. Nada sugere, por enquanto, um breve retorno ao número de sete anos atrás. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Dedetização

Não é piada. A Polícia Federal informa que na sexta-feira vai dedetizar, novamente, as instalações da Superintendência em Curitiba.

New look

Valdir Rossoni ainda aguarda decisão judicial que possa dar a ele um mandato de deputado federal pelo PSDB. Depende da cassação do mandato do deputado Boca Aberta, de Londrina, uma possibilidade muito remota, embora seu advogado Cid Campelo garanta o sucesso da ação. Enquanto isso, Rossoni se dedica aos negócios em sua fábrica de Bituruna. Em new look. Barba crescida, esportivo, longe dos ritos a que estava acostumado.

Um mês de impunidade

Um mês após a tragédia que matou mais de 300 pessoas em Brumadinho (MG), além de danos incalculáveis ao meio ambiente, nenhum dos diretores da Vale foi preso. Mesmo após a revelação de que a empresa sabia, desde 2017, que a barragem poderia romper…e ninguém vai preso.

Juros obscenos

No Brasil, o cartão de crédito registra juros criminosos, mais uma vez: 11,98% ao mês. Ninguém foi preso. No mínimo por crime de usura.

Receita recua

O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, sinalizou que a análise fiscal sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não identificou irregularidades. “Aquilo está tranquilo. Não tem problema algum”, respondeu o secretário ao ser indagado sobre a notícia de que ofício enviado pela Receita à PGR foi concluído e “não encontrou nada”. Ele também avaliou que houve um “vazamento lamentável” sobre o caso de Gilmar e que é preciso “saber de onde e como vazou”. “As ações punitivas vão acontecer”, garantiu.

Personal trainer na Caixa

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, nomeou como consultor da Presidência o educador físico Cleyton Carregari, que, até então, não tinha qualquer vínculo com o banco. Segundo apurou O Antagonista, os dois são amigos. Carregari, que oferece na internet seus serviços de personal trainer (veja abaixo), vai ganhar em torno de 30 mil reais por mês.

Balanço das contas

O secretário municipal de Finanças de Curitiba, Vitor Puppi, apresenta na quarta-feira, a prestação de contas da prefeitura da Capital relativa aos últimos quatro meses de 2018. Puppi também deve ser questionado pelos vereadores sobre o reajuste da tarifa de ônibus, de R$ 4,25 para R$ 4,50, anunciado na semana passada, e o acordo com o governo do Estado para o subsídio ao transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana de Curitiba.

Joice na liderança?

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-AL), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), trabalham para que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) assuma a liderança do governo no Congresso. Eles insistiram com o presidente Jair Bolsonaro nesta semana que é preciso reforçar a articulação política para que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência tenha a celeridade esperada. Os dois entendem que Joice é o nome mais indicado para a função.

Preterida

Joice tentou ser indicada como líder da Câmara, mas acabou preterida. Em escolha pessoal, Bolsonaro optou pelo também estreante Major Victor Hugo (PSL-GO), um consultor legislativo da Casa com quem ele mantinha boa relação nos tempos de deputado. Victor Hugo, no entanto, encontra grande dificuldade de interlocução com os demais parlamentares, por sua falta de experiência política e de acesso às siglas mais próximas ao governo.

Aumento pesado

Para o cidadão de Curitiba e Região Metropolitana, esse aumento da tarifa de ônibus de R$ 4,25 para 4,50 é satisfatório? Claro que não. A vida anda tão difícil, o orçamento doméstico das famílias de baixa renda é uma penúria, que qualquer aumento só piora e muito uma situação que já está insuportável. A URBS e o prefeito Rafael Greca dizem que podia ser muito pior. Parece brincadeira, parece deboche. Pois é difícil pensar que possa ficar pior essa vida de salários comprimidos, de inflação real acima da oficial.

Para os empresários, tudo

Agora vamos ver o outro lado da questão. Os empresários do transporte coletivo vão lucrar menos? Pois é, não vão lucrar menos. Para manter em 4,50 a tarifa, o governo e a prefeitura vão enfiar 200 milhões do dinheiro público para subsidiar a diferença que os empresários exigem. Ou seja, além de pagarmos uma tarifa maior, vamos pagar uma grana preta para os empresários do transporte não perderem nada. Esse dinheiro que o governo e a prefeitura vão colocar como subsídio não caiu do céu nem dá em arvore. É dinheiro que os governo tiraram da gente em impostos. Todos. Pois nós estamos entre os que pagam mais impostos no planeta.

Limites ao MP

A chapa do Ministério Público Federal (MPF) está esquentando no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o clima é de impor limites à atuação dos procuradores, negando-lhes pedidos considerados “abusivos” ou desnecessários. Entre as medidas articuladas está a de aumentar as exigências para autorizar buscas ou decretar prisões. Vazamentos e alegações nunca concretizadas contra o próprio presidente, Dias Toffoli, e outros ministros, serviram para unir o STF.

Mais exigências

Dois ministros do STF confirmaram que os procuradores vão ter que apresentar mais elementos para obter aval do STF às suas pretensões. Ministros identificam “tentativas de intimidação” contra o STF. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski já não escondem essa convicção.

Delação sob pressão

Gilmar denunciou há dias que presos têm sido pressionados em depoimentos a “delatar” seu envolvimento com atos ilícitos. Outros ministros, como Marco Aurélio ou Luís Barroso, também já foram vítimas de “vazamentos” que a rigor não passavam de fofocas.

Facada investigada

O presidente Jair Bolsonaro recebe na tarde desta segunda-feira, 25, o delegado responsável pela investigação sobre o atentado à faca sofrido pelo presidente durante a campanha eleitoral de 2018. Além do delegado Rodrigo Morais, titular do inquérito que investiga Adélio Bispo, participarão do encontro o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, e o superintendente da PF em Minas Gerais, o delegado Cairo Costa Duarte

Empresa suspensa

O diretor do Detran de Minas, Kleyverson Rezende, segue a toada do governador Romeu Zema: suspendeu as atividades da Tecnobank Tecnologia Bancária, acusada de driblar a resolução 689/2017, do Denatran, que proíbe empresa que faz gravame de fazer também registro de contratos de financiamento de veículos, em razão do conflito de interesses. O Detran-MG suspeita que a B3 BM&F Bovespa, que faz gravame, realiza igualmente registro de contrato usando a Tecnobank.

Interesses conflitantes

Gravame protege o banco financiador da revenda ilegal do veículo, enquanto o registro do contrato protege os direitos do consumidor. O Detran, que em Minas é um órgão da Polícia Civil, instituiu uma comissão para investigar as atividades da Tecnobank.

Direito ao contraditório

Diretor da Tecnobank, Carlos Santana nega ilegalidades, afirma que a empresa reduziu à metade os valores cobrados e diz que vai à Justiça para assegurar o direito ao contraditório, que lhe foi suprimido.

Supermercados Amazon

A gigante americana Amazon está babando para comprar no Brasil a rede de supermercados Pão de Açúcar. Apesar do interesse, as tratativas não foram oficialmente anunciadas.

Homenagens na Bahia

Os ministros do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão e Ribeiro Dantas foram homenageados com a Comenda 2 de Julho e o Título de Cidadão Baiano, respectivamente, na Assembleia da Bahia.

A droga venceu

As cracolândias se alastram em São Paulo. Traficantes agem sem qualquer incômodo da polícia ou guarda municipal, viciados assaltam para comprar drogas. E o poder público nada faz, até para evitar críticas dos defensores politicamente corretos do “direito de se drogar”.

Dilema na Infraero

A Infraero avalia se anula a licitação para operar o terminal de cargas do aeroporto de Manaus, vencida por empresa ficha suja, ou entrega o contrato à 2ª colocada, Superterminais (que opera portos), defendida pelo escritório de Beto Vasconcelos, ex-chefe de gabinete de Dilma.

Autoridade

Após o governador Wilson Witzel afirmar que usará snipers para dar “tiro na cabecinha” de bandidos, o Rio de Janeiro registrou queda de 10% nos roubos em janeiro, em relação ao mesmo período de 2018.

País do carnaval

Já é Carnaval no Congresso.

Mourão na Colômbia

O vice-presidente Hamilton Mourão embarcou para Bogotá, na Colômbia, para participar da reunião do Grupo de Lima e coordenar a resposta do Brasil à crise na Venezuela. O Grupo de Lima é formado por 14 países das Américas, dos quais apenas o México não reconhece o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Entre os mandatários que irão a Bogotá, está o vice-presidente dos EUA, Mike Pence. O próprio Guaidó, que cruzou a fronteira com a Colômbia no sábado (23), desafiando uma ordem do chavismo que o havia proibido de deixar a Venezuela, também participará.

Militares venezuelanos

O Ministério da Defesa informou neste domingo que negociou com a Guarda Nacional Bolivariana para a retirada de tanques que estavam posicionados em uma barreira do lado venezuelano da fronteira. “Os veículos antidistúrbios, que estavam na barreira montada no país vizinho, recuaram imediatamente. Militares brasileiros e venezuelanos negociaram, no local, e foi entendida a inconveniência da presença desse tipo de aparato militar. No lado brasileiro, o controle dos acolhidos foi reforçado para evitar novos confrontos”, disse o ministério em nota.

Força da Rede social

A nova configuração do Congresso para a atual legislatura, marcada pelo alto percentual de renovação no Senado e na Câmara dos Deputados, demarca também uma mudança na relação entre eleitores e eleitos decorrente do impacto das redes sociais nos resultados das urnas, no ano passado.

Novos atores

Saem muitos nomes antigos e reconhecidos do jogo político em Brasília e entram novos atores capitalizados pela interlocução direta com a sociedade civil na internet, fazendo com que a representação política seja muito mais permeável à pressão pelas redes. Isso influenciará o resultado de votações e a condução das reformas do governo junto a aliados e oposição, da mesma forma impactando no cálculo de risco dos agentes privados em geral.

Caiado quer DEM na base

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não fez meia palavras ao defender que o DEM passe a integrar formalmente a base do governo de Jair Bolsonaro. Para Caiado, é uma “falha burocrática” a sigla não ter declarado o apoio ao presidente. “Não existe isso, não tem a menor lógica. Não acho que seja apenas base. Acho mais. Acho que o partido tem responsabilidade, mais do que nunca, para se esforçar ao máximo para que todos os projetos caminhem e que tenhamos as respostas mais rápidas possíveis para que a sociedade comece a notar a diferença”, afirmou.

Maioria com Caiado

“Posso garantir que, pelo menos da minha parte e daqueles todos com quem tenho conversado, na primeira reunião da executiva (nacional do DEM) deste ano o item número um da pauta deve ser exatamente a declaração de apoio à base”, afirmou.

O espectro do populismo

O “bolsonarismo” é, por enquanto, apenas uma caricatura mal-ajambrada de movimento populista, desses que de tempos em tempos assombram o Brasil, mas isso não significa que o País possa tranquilizar-se. Ao contrário: a esclerose precoce do governo de Jair Bolsonaro parece ter despertado no presidente o demagogo que ele sempre foi e que se encontrava apenas anestesiado em razão de conveniências políticas. Caso isso se confirme, a recuperação do País, repleta de obstáculos, será seriamente prejudicada, com consequências graves para a solvência do Estado e para a retomada do desenvolvimento. Nem é preciso enfatizar o perigo que um cenário desses representa para a estabilidade do País e mesmo para a ordem social.

Gleisi, Gleisi…

No Twitter, Gleisi falou sobre o momento político da Venezuela. Para a deputada, uma “intervenção fantasiada de ajuda”. Confira: “@gleisi Dias tristes nos esperam na América Latina com essa intervenção fantasiada de ajuda na Venezuela. Sofreremos por essa posição do Brasil de se submeter aos interesses dos EUA. Não serão eles a viver os efeitos desse conflito. Alertei tempos atrás.

‘Caráter criminoso’

O governo brasileiro condenou na noite de sábado, de forma veemente, o que chama de “atos de violência perpetrados pelo regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro”. Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo cita os conflitos nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e com a Colômbia que causaram mortes e deixaram dezenas de pessoas feridas.

Uso da força

“O uso da força contra o povo venezuelano, que anseia por receber a ajuda humanitária internacional, caracteriza, de forma definitiva, o caráter criminoso do regime Maduro. Trata-se de um brutal atentado aos direitos humanos, que nenhum princípio do direito internacional remotamente justifica e diante do qual nenhuma nação pode calar-se”, diz a nota. Ainda na nota, o Brasil apela à comunidade internacional, principalmente aos países que ainda não reconheceram o líder oposicionista Juan Gauidó como presidente encarregado, a somar-se aos esforços de “libertação da Venezuela”.

Guaidó reconhecido

O governo brasileiro pede que o “governo” de Juan Guaidó seja reconhecido como legítimo e que a comunidade internacional exija o fim da violência das “forças do regime contra sua própria população”.

Darci Piana no comando

O vice-governador do Paraná, Darci Piana, assumiu o governo do Estado no sábado 23, até o próximo dia 11 de março. Piana assume, dada a viagem do governador Carlos Massa Ratinho Junior aos EUA. O objetivo da viagem, visa reuniões com startups de agronegócio e encontros com empresários do Vale do Silício, para trazer soluções tecnológicas de Agrotech do cultivo à logística de distribuição, que poderão ser aplicadas no Paraná.

Mais uma

Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos na operação “Quarto Elemento” do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro, assinou cheques de despesas da campanha em nome do então deputado estadual e atual senador, Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.

Em revista

A informação foi publicada em reportagem da revista IstoÉ na edição desta sexta-feira 22. A reportagem obteve dois cheques: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Valdenice era uma das pessoas a quem o filho do presidente deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa. Em nota, o senador repudia as acusações, que diz se tratarem de “ilações”.

Maduro discursa

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, discursou na tarde de sábado (23), na cidade de Caracas, para apoiadores. Em seu pronunciamento, Maduro afirmou que opositores que tentam entrar com ajuda humanitária são ‘traidores’. “Minha vida é consagrada totalmente à defesa da pátria, em qualquer circunstância. Nunca me dobrarei, sempre defenderei a minha pátria com a minha vida, se necessário for. É uma ordem que dou ao povo, aos militares patriotas, a todas as forças armadas bolivarianas. Se vocês amanhecerem um dia com a notícia de que fizeram algo com Nicolás Maduro, saiam as ruas”, afirmou.

Brasil, tudo bem

Em relação ao Brasil, Maduro disse que os venezuelanos não são maus pagadores. “Estamos dispostos como sempre estivemos a comprar todo o arroz, todo o açúcar, todo leite em pó que vocês quiserem vender. (…) Não somos maus pagadores, nem mendigos, somos gente honrada e que trabalha. Querem o que? Trazer caminhões com leite em pó? Eu compro agora”, disse.

Bo cacete

Militares venezuelanos dispersaram neste sábado, 23, com gás lacrimogêneo e balas de borracha dezenas de pessoas que tentavam chegar à Colômbia por uma ponte fronteiriça em Ureña, no Estado de Táchira, que teve o fechamento ordenado na sexta-feira pelo governo de Caracas para evitar a entrada de ajuda humanitária.

Povo protesta

“Queremos trabalhar”, gritava a multidão diante de oficiais da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) que bloqueavam a ponte Francisco de Paula Santander, uma das quatro que ligam Táchira ao departamento (Estado) colombiano Norte de Santander, onde fica a cidade de Cúcuta, centro de coleta da ajuda enviada pelos Estados Unidos a pedido do líder opositor venezuelano Juan Guaidó.

Saldo negativo

As contas externas brasileiras iniciaram o ano com saldo negativo. O déficit em transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações) chegou a US$ 6,548 bilhões, segundo dados divulgados hoje (25), pelo Banco Central (BC). O resultado do mês passado superou o déficit de janeiro de 2018: US$ 6,293 bilhões.

 

Déficit aumentou

O aumento do déficit das contas externas ocorreu, principalmente, devido ao recuo do superávit comercial (exportações de bens maiores que as importações). Em janeiro, o superávit comercial ficou em US$ 1,633 bilhão, ante US$ 2,4 bilhões em igual mês de 2018. A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) teve saldo negativo de US$ 2,560 bilhões em janeiro deste ano. Em igual período do ano passado, o valor alcançou US$ 2,787 bilhões. A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz