Pela 16.ª vez consecutiva, analistas das instituições financeiras baixaram a estimativa de alta do PIB deste ano de 1% para 0,93%. A previsão foi divulgada na manhã desta segunda-feira, 17, no boletim Focus, do Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições. Essa é a primeira vez que a alta do PIB é estimada abaixo de 1%. A expectativa de inflação para o ano, segundo os economistas do mercado financeiro, caiu de 3,89% para 3,84%.

E não será a reforma da Previdência que vai salvar a lavoura. O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados, Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou as alterações à proposta de emenda à Constitucional (PEC) enviada pelo governo federal. Moreira acertou em algumas propostas e errou feio em outras. Acertou, por exemplo, ao não aceitar as mudanças na aposentadoria de trabalhadores rurais e no benefício de prestação continuada, pago a idosos em situação de miséria. Errou ao excluir Estados e municípios da reforma.

A retirada dos Estados e municípios e do regime de capitalização da reforma é reflexo da falta de apoio parlamentar do governo Bolsonaro no Congresso Nacional.

Governo estranha

A decisão dos professores de ir à greve no dia 25 surpreendeu o governo. Nas contas do alto comando do Palácio Iguaçu, leia-se Renê Garcia, da Fazenda, governo e professores estão em plena negociação. Os professores entregaram seu relatório, suas reivindicações, suas condições e expectativas que estão sendo analisadas para uma contraproposta.

Sem chance

O governo teme que a direção da APP tenha perdido o comando da categoria, o que dificultaria o diálogo. Os professores, a exemplo dos demais servidores alegam que estão com os salários congelados desde 2016 e acumulam perdas inflacionárias de 17% no período. Eles pedem o que o governo considera impossível dar agora, diante da crise, da queda de arrecadação e da redução dos repasses da União pelos mesmo motivos.Não há como dar 4,9% de aumento, diz o secretário da Fazenda, Renê Garcia. Mas há espaço para negociações, garante.

Dia decisivo

A Odebrecht deve ter um dia decisivo nesta segunda-feira, 17. A companhia vai despachar à tarde com um juiz sobre o pedido de recuperação judicial, segundo fontes próximas às negociações. Com dívida de R$ 80 bilhões e com execuções em curso, a empresa está sem alternativas para resolver seu problema de liquidez financeira. O grupo, que enfrenta grave crise financeira desde que virou pivô da Operação Lava Jato, informou que não vai comentar o assunto.

Execução da dívida

Na última semana, a Caixa, uma das credoras da Odebrecht, iniciou processo de execução das dívidas da empresa. A execução corre em segredo de Justiça, como desdobramento da pressão que o banco público vem fazendo contra o grupo desde o pedido de recuperação judicial da Atvos, braço de açúcar e álcool da holding, no fim de maio. As informações são do Estadão.

Jogo bruto

Permitir o processo de despolitização da sociedade. Essa é a autocrítica que a ex-presidente Dilma Rousseff faz dos governos do Partido dos Trabalhadores. Ela afirma que começou a cair quando decidiu baixar a taxa de spread praticada pelos bancos (diferença entre os juros de captação e de empréstimo). “Se ficasse claro que era possível, que não tem razão técnica para gente pagar essas taxas …..o risco era muito grande”, diz, e acusa a indústria de se calar por ganhar com a rolagem da dívida pública. Dilma chama o teto dos gastos de “gaiola dourada” e diz que, sem investimentos públicos, o país não vai crescer.

Projeto neofascista

Para Dilma, o Brasil vive um projeto neofascista de permanência da supremacia branca no poder, do qual a operação Lava-Jato é parte. Ela proferiu palestra na quinta-feira (13/6) da semana passada, na Universidade de Brasília, em lançamento do livro de artigos In Spite of you.

Pagamento do 1º lote

A Receita Federal paga nesta segunda-feira, 17, as restituições incluídas no primeiro lote do Imposto de Renda de 2019. De acordo com o Fisco, neste lote, 2,6 milhões de contribuintes foram contemplados e receberão cerca de 5,1 bilhões de reais. O dinheiro será depositado na conta informada pelo contribuinte quando enviou à declaração deste ano.

Prioritários

Nesse primeiro lote estão os contribuintes considerados prioritários pela Receita: idosos, deficientes físicos ou mentais, doentes graves e professores. O valor da restituição estará corrigido em 1,54%, relativo à taxa Selic de maio a junho de 2019. A restituição do IRPF ficará disponível no banco por um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerer por meio da internet, mediante o formulário eletrônico “Pedido de pagamento de restituição”.

Moro na mira

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, será ouvido na quarta-feira 19 pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado sobre os diálogos vazados pelo site The Intercept Brasil que mostram o então juiz federal orientando o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, sobre processos relativos à operação, entre eles o que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão. Por orientação da liderança do governo, Moro enviou ofício se oferecendo para prestar declarações como uma estratégia para evitar a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) pela oposição. A estratégia pode ruir se novas conversas forem divulgadas até o dia da audiência, como temem alguns líderes governistas. Informações da Veja.

Desinteligência generalizada

Não são apenas os devotos das seitas extremistas, à esquerda e à direita, que limitam sua visão de mundo às mentiras, distorções e meias-verdades cínicas que leem nas redes sociais. A histeria irresponsável parece ter capturado também aqueles dos quais se esperam equilíbrio e sobriedade na formação de opinião pública.

Gritaria toma conta

Quase todos aparentemente estão se deixando pautar pela gritaria que tão bem notabiliza essa forma de comunicação instantânea, que na prática dispensa a reflexão. Nas redes, mesmo bem preparados formadores de opinião vêm tomando como expressão da verdade tudo aquilo que para eles faz sentido, sem se perguntarem se, afinal, aquilo que se informa é um fato ou uma rematada mentira.

Fundo da Lava Jato

A operação realizada pela Lava Jato em Curitiba para receber no Brasil R$ 2,5 bilhões da Petrobras, fruto de um acordo entre a estatal e os EUA, levantou suspeitas entre autoridades que analisam o caso em Brasília e temor de prejuízo ao poder público. Depositado em uma “conta de trânsito” na Caixa Econômica Federal em 30 de janeiro, o montante, equivalente a US$ 682,6 milhões, vem sofrendo oscilações com a variação cambial. A única correção é dada pela Selic, a taxa básica de juros da economia que está em 6,5% ao ano.

Desvalorização

De 30 de janeiro, quando o dinheiro entrou na conta, até sexta (14), houve desvalorização de R$ 22,4 milhões do valor principal. A estimativa computa a diferença entre a alta do dólar no período e a remuneração dada pelo banco. Ou seja, se o acordo fosse desfeito agora, além de devolver o montante inicial, o Brasil teria de arcar com a diferença.

Da crise um plebiscito

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, traçou uma estratégia para transformar o vazamento da troca de mensagens atribuídas a ele, quando juiz, e a procuradores da força-tarefa em Curitiba em uma espécie de plebiscito dos que são contra e a favor da Lava Jato. A contraofensiva tem o aval do Palácio do Planalto e foi discutida com o próprio presidente Jair Bolsonaro, na semana passada, após a análise de pesquisas encomendadas pelo governo sobre o episódio, além do monitoramento das redes sociais.

Espera apoio

Os resultados indicaram que o apoio à Lava Jato – operação sempre associada ao combate à corrupção – supera a desconfiança em relação ao conteúdo de conversas pelo celular, no aplicativo Telegram, entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Foi somente após essa avaliação reservada que Bolsonaro quebrou o silêncio e saiu em defesa do ministro da Justiça, um dos pilares de sustentação de seu governo.

Senadores temem ameaças

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que tomará providências para garantir a proteção dos senadores que estão sofrendo ameaças por votarem contra o decreto de armas. O decreto foi derrotado na Comissão de Constituição e Justiça na sessão de ontem e provocou reação feroz de seus defensores nas redes sociais. “Recebi com indignação as notícias de que senadores da República estão sendo ameaçados por defenderem a derrubada do decreto de armas. É, no mínimo, preocupante que o direito e o dever do exercício da atividade parlamentar, legitimado pelo voto do povo, sejam restringidos por meios covardes e, inclusive, de flagrante injustiça e afronta à segurança dos parlamentares”, afirmou.

Providências

Davi afirmou que “como presidente do Congresso, tomarei as providências necessárias para garantir a proteção e a liberdade de expressão constitucional e política de cada legislador. Espero, sinceramente, que os que cometem esse tipo de crime repensem seus atos que pesam não só contra a pessoa de cada parlamentar, mas contra a própria manifestação democrática”, completou.

Para Joice Hasselmann

As manifestações contra a reforma da Previdência foram “um fiasco”, na opinião da líder do governo no Congresso Nacional, Joice Hasselmann. Segundo ela, de maneira geral, os movimentos que convocaram a greve não conseguiram parar nem mesmos os ônibus, como prometeram. “Vamos parar os ônibus, os ônibus não pararam. Vamos parar os metrôs, os metrôs não pararam. O máximo que fizeram foi interromper uma ou outra rodovia para criar uma sensação de que tem muita gente no congestionamento, mas o país continua andando”, avaliou a deputada federal.

Recado aos servidores

Ela deu um recado também para os servidores públicos que participaram do movimento em dia de trabalho, que para ela deveriam ter o ponto descontado. “Manifestação a gente faz no final de semana. Dia de semana é para produzir. Eu gostei do resultado”, completou.

Celular, não

Corre nas redes sociais uma reprimenda pública que o governador João Doria passa num coronel da PM de São Paulo, num evento dentro do quartel-general da corporação, só para coronéis. Ele falava e um dos coronéis consultava seu celular. Aí, Doria interrompeu o discurso: “Coronel, quer desligar o seu celular enquanto o governador do Estado fala? Eu agradeço. Se for alguma coisa urgente, pode sair da sala e usar o celular. Mas enquanto o governador estiver falando, por favor, preste atenção”. Não muito distante, outro coronel emendou: “Se for eleito, quero ver ele fazer isso com um de seus generais”.

 

Bloqueados

Enquanto Neymar é envolvido em travessuras sexuais, a Receita Federal acaba que bloquear nada menos do que 36 imóveis, em nome dele, da família e de suas empresas. No Guarujá, são duas mansões interligadas numa área de 3.000 metros quadrados e tem outras em Santos, Praia Grande e São Vicente. Em 2015, foi autuado em R$ 188 milhões, mais multas e juros. A defesa conseguiu baixar, mas a Receita quer R$ 69 milhões.

 

Barrados no baile

Nas redes sociais, circulam informações sobre projeto de Olavo de Carvalho para o governo brasileiro envolvendo a EBC, TV Escola e plataformas no valor de R$ 320 mil mensais. Teria sido apresentado a Santos Cruz com apoio de Carlos Bolsonaro – e recusado. Mesmo assim, com modificações, o mesmo projeto foi enviado a Santos Cruz pela segunda vez e com preço mais alto, R$ 400 mil por mês. Recusado de novo. Esse poderia ter sido mais um motivo para a demissão de Santos Cruz. O ex-astrólogo desmente tudo.

 

Pré-campanha

O jantar oferecido, nesses dias, no Rio, a João Doria pelo empresário Paulo Marinho (ele é suplente de Flávio Bolsonaro no Senado e sua casa era o QG da campanha de Bolsonaro no ano passado), foi considerado um ato de pré-campanha presidencial. E Jair Bolsonaro não gostou: Marinho quase chamou Doria de “presidente”, Gustavo Bebianno estava lá, haviam parlamentares do PSL e também a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann. Doria já prometeu que vai elegê-la prefeita de São Paulo no ano que vem (e Bruno Covas, candidato à reeleição, já trabalha contra isso).

 

Xingado

Desde que cobrou em sua coluna o imediato afastamento do ministro Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol, o veterano jornalista Élio Gaspari é o mais xingado das redes sociais.

 

“Menino mimado”

Paulo Guedes não gostou das conclusões às quais o relator Samuel Moreira (PSDB) chegou para o projeto da Previdência (R$ 860 bilhões em dez anos e nada de capitalização), bateu o pé, reclamou e acabou sendo rotulado por parlamentares de “menino mimado” e “olavete sofisticada”. Já Rodrigo Maia, presidente da Câmara (e amigo de Guedes), acusou o governo (e ele) de protagonistas de uma “usina de crises”.

 

Ex-estrelas

De um jeito ou de outro, nesses últimos dias, os ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro perderam parte do prestígio que ostentavam na condição de principais estrelas do governo Bolsonaro.

 

Placar preparado

Pouca gente sabe: os três jurados do Show dos Famosos do programa de Fausto Silva no domingo, Miguel Fallabella, Claudia Raia e José Bonifácio Brasil de Oliveira (Boninho), só podem dar notas de 9 a 10. É uma maneira de impedir que um candidato seja liquidado e sua caracterização envolve vários profissionais da Globo. Então, a nota que vale é o número depois da virgula. Processo semelhante, aliás, é utilizado pelos jurados das escolas de samba no carnaval.

 

Causa e efeito

Como o general Augusto Heleno, do GSI – Gabinete de Segurança Institucional, resolveu pedir, em público, prisão perpétua para o ex-presidente Lula, Dias Toffoli, presidente do Supremo, resolveu empurrar para mais longe (e sem data marcada) a discussão sobre a 2ª Instância no plenário do STF.

 

Comendador

O governador de São Paulo, João Doria, deverá conceder a Ordem do Ipiranga para Paulo Marinho, que lhe ofereceu jantar no Rio. Marinho é suplente do senador Flávio Bolsonaro, que já se sente engajado na campanha de Doria ao Planalto e em sua casa funcionou o QG da campanha de Bolsonaro, no ano passado.

 

Contra

Nove entre dez renomeados juristas brasileiros estão em pé de guerra contra decisão do Supremo Tribunal Federal que resolveu criminalizar a homofobia. Independente do tema, o entendimento é que o Supremo não pode criar leis porque a Constituição não permite. No caso de bebê anencéfalos, Ives Gandra Martins já protestara; “Onze pessoas não podem tentar governar o país”.

 

Esquema interno

As redes sociais recheadas de informações sobre a origem dos vazamentos contra Moro e Dallagnol que, suspostamente, teriam ligação com o procurador, Diogo Castro de Mattos. Não há nenhuma confirmação sobre esse esquema que poderia ter ligação com escritório de advocacia, sentenças e até mesmo extorsão. Outros procuradores acham que se trata de fake news e muitos não falam sobre essa possibilidade.

 

Lá fora

Como o mercado de arte está semi-paralizado, donos de conhecidas galerias foram vender suas peças na famosa feira Art Basiléa. Lá, já foram vendidos um Gehard Richter por R$ 80 milhões e um retrato de Picasso por R$ 28 milhões. Do bloco de peças caras levadas pelas galerias brasileiras, a mais cara é assinada por Hélio Oiticica: está cotada a R$ 12 milhões.

 

Comprando online

No ano passado, 58 milhões de pessoas realizaram pelo menos uma compra online no Brasil, segundo dados da Ebi Nielsen. No país, contudo, o e-commerce ainda tem uma penetração tímida: pouco mais de 5% de todo volume do varejo nacional. Os Estados Unidos já chegaram a 12% e a China, a 20% de compras online.

 

Um e outro

Para Paulo Guedes, a capitalização era o início do seu projeto econômico para o país, mesmo que isso pareça abstrato a quem o ouve. Para Rodrigo Maia, se a capitalização continuasse no projeto, poria tudo a perder. Mais: tem dados do resultado trágico da capitalização da previdência no Chile: deixou veteranos à mingua.

 

Lembrando Wainer

A biografia Samuel Wainer: O Homem que estava lá, de Karla Monteiro, que a Companhia das Letras lança em outubro, revela conteúdo de mil páginas de documentos sobre o jornalista guardados pelo Departamento do Estado americano. Há citação dos encontros com o embaixador Lincoln Gordon, que chamava Samuel de “evil genius”. Mais: ele defendia Jango e propunha que, se os americanos apoiassem as reformas de base que o governo queria e elas fossem aprovadas, o presidente renunciaria em troca.

 

Fusão Caixa-BB

Num seminário da Câmara Brasileira da Industria da Construção, há dias, o ministro Paulo Guedes, da Economia, falou sobre o lucro da Caixa Econômica Federal: Se é para dar lucro, privatiza logo, funde com o Banco do Brasil. Como empresas públicas que dão prejuízo, normalmente por má gestão, também são privatizáveis, nenhuma está livre de ser privatizada.

 

Olho na Saúde

Os gastos do Ministério da Saúde cresceram 4.600% de 2007 a 2018. Em 2016, esse ministério dependeu de R$ 1,1 bilhão para atender apenas 1.262 pacientes. Estima-se que, em 2018, tinha gasto de R$ 1,3 bilhão para cumprir as decisões judiciais. Os Estados e municípios têm sido os mais atingidos.

 

Não mostra

O Senado vem adiando a decisão de garantir acesso às notas fiscais de despesas dos senadores com a rica verba indenizatória: a Câmara já disponibiliza as notas para consultas há anos.

 

Quem vem

Elton John virá ao Brasil somente em março de 2021, um ano depois da data prevista. É que, depois de Rocketman, o filme biográfico sobre o astro inglês, a turnê Yellon Brick Farewell Tour tem feito grande sucesso. E várias cidades do mundo que não estavam no roteiro forma incluídas. À propósito: Rocketman já arrecadou US$ 57 milhões desde a estreia, no final de maio.

 

Sem envolvimento

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, mais uma vez crítica o governo Bolsonaro pelo seu não envolvimento com projetos apresentados na Casa. Só que, desta vez foi, referente ao projeto apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Maia acredita que o projeto anticrime nunca foi abraçado verdadeiramente pelo governo. “É muito fácil colocar o projeto em tramitação e atribuir à demora ao Parlamento quando o único que tratou foi o ministro”.

 

Perplexo

Ainda o presidente da Câmara: em evento promovido pela BandNews, na segunda-feira (17) disse que estava perplexo com a saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES. “Uma pena o Brasil ter perdido dois nomes como os do advogado e do Levy. Acho uma covardia sem precedentes”. Ainda completou: “Quem tem que segurar firme é quem nomeou, e foi o ministro”, referindo-se a Paulo Guedes, da Economia.

 

Encontro

Por falar em Sérgio Moro, o ministro irá se reunir pela primeira vez com deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária, uma das bancadas mais importantes do Congresso. Entre os assuntos da pauta estão demarcação de terras, porte rural de armas, punição maior para invasão de propriedade rural. Moro também irá falar sobre o vazamento da conversa dele com procuradores.

 

Amigos pessoais

Um dos advogados mais caros do Brasil, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, está garantindo que, embora seja amigo de ministros do Supremo e os receba em casa, nunca tratou de processos fora da corte. “Tenho WhatsApp de alguns ministros que são amigos pessoais, mas nunca trato do processo dessa forma. Isso é uma excrescência, é crime. Uma coisa nunca antes vista”. Aludindo ao suposto conteúdo das mensagens vazadas. Teve ministro que rolou de rir.

 

Vai processar

Também a juíza Gabriela Hardt, que condenou Lula (e foi acusada de copiar sentença de Moro), quer processar responsável pela divulgação ilegal de mensagens suas.  Na avaliação dela, o fundamento está claro na lei 9.296/96 que trata de interceptações.

 

O mesmo

No programa de Silvio Santos, no ar, a filha Patrícia resolveu pedir (ela andava afastada por conta do nascimento de seu terceiro filho da relação com o deputado Fábio Faria) ao pai “um salário igual ao da Eliana”. O animador deu uma risadinha: Eliana ganha R$ 600 mil mensais no SBT. À propósito: quem acompanha o desempenho profissional das filhas de Silvio Santos, não hesita em responder que a grande favorita é Rebeca, que namora o jogador Alexandre Pato.

 

Balanço

O GSI – Gabinete de Segurança Institucional, comandado a partir deste ano pelo general Augusto Heleno, detectou no ano passado 20,5 mil ataques a computadores em órgãos do governo. Desse total, 9,9 mil ataques foram confirmados, o que dá uma média de um por hora.

 

Diferente

Colegas de Flávio Bolsonaro no Senado apontam que o perfil do 01 é bem diferente do pai e de seus irmãos. Dizem que ele é um bom articulador, sensível e bem discreto nas redes sociais. Flavio agradece os elogios e diz: “Meu perfil sempre foi conciliador. Tenho uma preocupação grande de que o presidente tenha uma base sólida no Senado”.

 

Arrependido

Nos corredores de Brasília, correm boatos que logo no primeiro mês de governo, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes já estariam descontentes e arrependidos da escolha de Joaquim Levy para presidir o BNDES. E que sua saída demorou para acontecer.

 

Outra

Mônica Iozzi, a Kim de A dona do pedaço, loura e estimulante, vai aparecer nas telas do jeito doce na pele de Dona Luiza um dos personagens da Turma da Mônica – Laços, filme dirigido por Daniel Rezende que celebrará 60 anos da história criada por Maurício de Souza. Ela será a mãe da líder da turminha, sua xará Mônica, interpretada por Giulia Benite. A estreia é prevista para o fim do mês.

Frases

 “Eu falo o seguinte: tem que dar um tempo para, ao dar cartão vermelho para essa pessoa, não ter dúvidas. E tem que deixar a pessoa se enrolar um pouco mais, no linguajar popular.”

Jair Bolsonaro

“O jogo com Lula foi mais duro que o impeachment”

Dilma Rousseff

“…o que falta a este Império, como a todos países do mundo, é capital, é indústria, é trabalho, é instrução, é moralidade…”  

André Rebouças