Enfim, alguém toma a iniciativa política de defender os interesses do Paraná, que entrou, em Brasília, sob a liderança do presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), na batalha travada pelos Estados exportadores pela extinção da Lei Kandir. A bandeira foi levantada pelo presidente da Unale Kennedy Nunes (PSD-SC), que, junto com Traiano, e presidentes de Assembleia de Estados exportadores de todo o país, conversaram ontem com o presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AM), os graves prejuízos sofridos pelos exportadores em função desse dispositivo legal e buscaram alternativas para resolver esse problema.

“A Lei Kandir causa grandes prejuízos na arrecadação de impostos estaduais para os estados exportadores, desde 1996 quando foi sancionada”, destacou Traiano. “Ela foi criada com o propósito de incentivar as exportações, mas criou uma série de isenções tributárias que deveriam ser compensadas pela União. As isenções estão em curso, mas as compensações não vieram. Os estados exportadores desejam estabelecer alternativas e uma delas é a extinção dessa lei”.

Vinte estados

O presidente da Unale, destacou que a demanda pela extinção da Lei Kandir une os presidentes de Assembleias de 20 estados do Brasil que estiveram ontem em Brasília para tratar da inclusão dos estados e municípios na reforma da Previdência. Kennedy Nunes destacou que o Paraná, na condição de grande exportador é um dos mais prejudicados. “Essa situação fica exacerbada nos momentos em que a União cobra dívidas dos Estados, mas não admite que está em dívida conosco pelo não pagamento das compensações previstas pela Lei Kandir”, destacou.

Vai piorar

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 103,217, em agosto, para R$ 104,068 bilhões. Mesmo assim, a estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 139 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.  Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, com base em informações do mercado financeiro.

Bomba do Petrolão

Lembra de Venina Velosa? A ex-gerente da Petrobras, que denunciou a cúpula petista da estatal sobre o assalto em curso nos cofres da companhia? Ela voltará, ao menos por alguns instantes, aos olhos do público. Venina foi arrolada como testemunha de defesa do ex-senador paraibano Ney Suassuna. De acordo com a força-tarefa da Lava-Jato, Suassuna e o ex-cônsul honorário da Grécia no Rio de Janeiro Konstantinos Kotronakis participaram de esquemas de corrupção em contratos de afretamento de navios entre a Petrobras e armadores gregos.

Ex-prefeito é condenado

A Justiça de Cantagalo, na região Centro-Sul do Paraná, condenou à prisão o ex-prefeito Pedro Clarismundo Borelli. A decisão atende denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), que afirma que o então governante da cidade receptou uma carga roubada de quase 4 mil unidades de cerveja e vendeu na danceteria que era dono. A decisão foi publicada no último dia 3 de setembro. Segundo o MP-PR, a carga foi saqueada após o tombamento de um caminhão na BR-277. A cerveja é avaliada em R$ 6.753,24, mas Borelli teria pago R$ 4.000,00 por ela.

 Pegou pesado

“Se precisar demitir o presidente, nós demitimos. Ele não pode demitir o Congresso. A palavra é nossa final, ele é que tem que querer estar de bem conosco. Se ele não quer, está ótimo para nós”.

 

O deputado José Medeiros (Pode-MT) vê “confirmação da obscuridade” no caso da movimentação considerada suspeita pelo Coaf de R$2,5 milhões nas contas do deputado David Miranda (Psol-RJ), casado com o jornalista Glen Greenwald. Medeiros pediu à Procuradoria-Geral da República para investigar possível compra do mandato do ex-deputado Jean Wilis (Psol-RJ) para favorecer Miranda, que era o suplente. “É caso de polícia”, insiste o deputado José Medeiros, que agora não tem dúvidas da transação envolvendo o mandato.

Fumaça e fogo

“Onde tem fumaça, tem fogo, agora é impossível descobrir esse fogo”, disse José Medeiros, sobre as revelações do Ministério Público do RJ. Para Medeiros, a situação é surreal e mostra que há cidadãos de 1ª e de 2ª. “Temos um sujeito de outro país que não pode ser investigado”.

Lição para principiantes

A demissão de Marcos Cintra é pedagógica para quem repete a lorota de “interferência” do presidente em ministérios. Ele nomeia, demite, ele manda. Sempre foi assim. Sérgio Moro e Paulo Guedes sabem disso.

Ensandecidos

Negociações não prosperaram para impedir a greve nos Correios porque sindicalistas ensandecidos exigiram aumento que superaria até o faturamento da empresa, já com prejuízos de R$3 bilhões nas contas.

Denúncias graves

Graves acusações do Ministério Público do RJ contra o deputado David Miranda (PSOL-RJ), pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro e rachadinha de salários de assessores, desautorizam a fantasia de “retaliação” contra o site do marido, que tem atacado a Lava Jato.

Mandou bem

O governo do DF, chefiado por Ibaneis Rocha (MDB), age rápido. Em apenas oito meses, demitiu 131 servidores que agiram mal, inclusive professores que assediaram alunas sexualmente. É assim que se faz.

Vai ficar assim?

É constrangedor o silêncio de procuradores de todo o País, que não repudiaram as declarações insultuosas do colega mineiro Leonardo Azeredo, queixando-se de ganhar “apenas R$24 mil líquidos por mês. Segundo levantamento do site Diário do Poder e do Congresso Data Room, o perfil do presidente Jair Bolsonaro no Twitter ainda é mais citado por parlamentares, jornalistas e políticos.

Apenas 24 anos

A Câmara dos Deputados aprovou emenda à nova Lei de Licitações que impede a compra de artigos de luxo pela administração pública. A “nova” lei tramita no Congresso desde novembro de 1995.

Assim não dá

O ministro Paulo Guedes reforça que Brigitte Macron “é feia mesmo” e Carlos Bolsonaro insinua que o país andaria melhor sem democracia. Depois, os dois pedem desculpas. Achando que tudo fica bem. Não fica: o ministro joga no lixo a investidura do cargo e o filho do presidente fala o que o pai pensa – e isso não chega ser novidade para ninguém. Se falta argumento, Carlucho empurra para a mídia: “O que os jornalistas espalham: Carlos Bolsonaro defende a ditadura. Canalhas!”. Os profissionais da imprensa não espalharam o que Carlos pensa: reproduziram a fala de um filho do presidente da República, cujo desequilíbrio vem sendo acompanhado por especialistas.

Traiano em Brasília

Estados e municípios querem participar da reforma da Previdência e tiveram hoje (11) uma oportunidade de manifestar esse desejo no Senado onde a matéria está tramitando. A participação na reforma foi debatida em um encontro entre os presidentes das Assembleias Legislativas de todo o Brasil com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) em Brasília. “A inclusão dos estados e municípios na reforma da previdência é uma necessidade e nossa presença aqui uma demonstração de empenho na participação nessa reforma. E o Paraná quer participar dela”, disse o presidente Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná.

Apoio geral

O desejo de se integrar a reforma ganhou apoio dos Estados e municípios e foi formalizado em um documento entregue ao presidente do Senado. “Todos os presidentes de assembleias e governadores revelaram interesse em levar a reforma para os seus Estados. Desejamos que a reforma seja aprovada com celeridade”, disse Traiano em referência à proposta do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que propõe incluir os Estados e municípios na reforma. A mobilização hoje em Brasília foi motivada pelo desejo de inclusão na chamada PEC Paralela que integra na reforma os Estados, o Distrito Federal e municípios.

Memória

Bolsonaro nunca escondeu seu desprezo pela democracia. Sempre exaltou a ditadura e enalteceu torturadores. Em 1999, não deixou por menos: “Através do voto, você não vai mudar nada neste país”. E defendeu o fuzilamento de FHC, pregou o fechamento do Congresso e disse que, se chegasse ao poder “daria o golpe”. Na campanha, chegou a falar que poderia submeter o Supremo às suas ordens com ministros biônicos. Outro filho, Eduardo, disse que precisaria “de um soldado e um cabo” para fechar a Alta Corte. Como se vê, é postura de família.

 

“Nota dez”

Jair Bolsonaro não mudou, depois de chegar ao governo e prometer cumprir a Constituição: há alguns dias, numa solenidade, aproveitou para dizer que a ditadura militar foi “nota dez” e, na mesma semana, num entrevero com a ex-presidente Michele Bachelet, expôs o país a nova vergonha, largando elogios ao general Augusto Pinochet. E há pouco tempo, ofereceu almoço no Planalto para a viúva do torturador Brilhante Ustra.

 

Terá outro

A TV Globo gosta muito de explorar situações homossexuais em suas novelas. Agora, uma cena de beijo de Valéria (Bia Arantes) e Camila (Anaju Dorigon) em Órfãos da Terra, foi cortada – e não está descartada. Nos capítulos finais, haverá o casamento das personagens com direitos a muitos beijos.

 

Piores

Estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que analisa a educação em 45 países, mostra o Brasil entre as cinco nações com piores índices de indivíduos com ensino superior: apenas 21% dos brasileiros entre 25 e 34 anos têm diploma universitário. A média entre esses países analisados é de 44%. Mais: o ensino universitário no Brasil é de péssima qualidade. Médicos recém-formados não diagnosticam nem resfriado.

 

Juntos, não

A esquerda – de olho em 2022 – está mais do que dividida: Ciro Gomes e Fernando Haddad não ocupam o mesmo palanque. Há dias, em São Paulo, Ciro participou do ato “Direitos Já” e Haddad, convidado, não deu as caras. Dois dias depois, Haddad foi a Brasília para lançamento de uma frente parlamentar nacionalista – e Ciro não apareceu. Apenas no festival de cinema de Fortaleza acabaram se cruzando. Dessa vez, Ciro entrou e saiu: a plateia gritava “Lula livre”.

 

A fila anda

Enquanto Pedro Scooby ainda não se recuperou da separação, Anitta tratou de anunciar o novo titular de suas emoções e até tarefas administrativas; é o empresário Brandon Silverstein que, até agora, vem cuidando de tudo com direito a aplausos íntimos.

 

Quanto deve

Não existe almoço de graça: há quem garanta que os advogados tributaristas do SBT estão batalhando no Carf – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, onde a emissora estaria pendurada em R$ 4 bilhões de tributos atrasados.

 

Irmão é para isso

O deputado federal Eduardo Bolsonaro, eventual candidato à embaixada brasileira em Washington, não achou “nada de mais” no Twitter suspostamente antidemocrático postado por seu irmão Carlucho. E o compara a Winston Churchill por conta da famosa frase: “A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que foram experimentadas”.

 

Pressão

O pré-candidato do PDT à Presidência da República em 2022, Ciro Gomes está fazendo pressão: quer que Jair Bolsonaro, que não pode falar até segunda ordem de seus médicos, comente e se posicione em relação ao comentário de seu filho Carlos que, à propósito, está licenciado da Câmara dos Vereadores do Rio, e pretende ficar mais próximo do pais – e de seu governo.

 

“Alma despejada”

São Paulo ganha novo espetáculo de teatro com Irene Ravache comemorando 75 anos de idade e 56 de carreira: é a peça Alma despejada, de Andrea Bassit e direção de Elias Andreato. Conta a história de Teresa, uma senhora com mais de 70 anos que, depois de morta, faz sua última visita à casa onde morava. O imóvel foi vendido e sua alma despejada.

 

É o Brasil!

Para quem gosta de número: em 2017, os 10% da população com os maiores rendimentos detinham 43,3% da massa de rendimentos do país, enquanto a parcela dos 10% com menores rendimentos detinham 0,7% dessa massa. As pessoas que faziam parte do 1% da população brasileiros dom maiores rendimentos recebiam, em média, R$ 27,2 mil em 2017. Esse valor é 36,1 vezes maior do que o rendimento médio dos 50% da população com os menores rendimentos (R$ 754). Na região Nordeste, essa razão foi de 44,9 vezes e na região Sul, 25 vezes. E mais: os 10% melhor remunerados receberam 2/5 dos rendimentos do país.

 

Marchinha

O veterano João Roberto Kelly, 81 anos, o “rei das marchinhas” acaba de lançar mais uma chamada O embaixador. A letra diz: “Papai, papai, por favor / Eu também quero ser embaixador/ Na diplomacia eu nunca fui ninguém / Mas sou amigo do Cara/ E faço hambúrguer muito bem/ Papai!”.

 

Troca de ofensas

O clima ficou bem quente na Comissão de Relações Exteriores do Senado na terça-feira (10): é que os Romero Jucá (MDB-RR) e Telmário Mota (Pros-RR) trocaram ofensas.  Tudo começou porque Telmário não gostou da presença de Jucá no plenário, que pegou o microfone e disse que não ficaria no mesmo local que o ex-senador e começou a xingá-lo de “ladrão de Roraima e ladrão do Brasil”. Jucá não deixou por menos respondeu: “Ladrão é você”. E completou: “Você bate em mulher”.

 

Outra interpretação

A deputada estadual Janaína Paschoal interpretou de outra maneira a fala de Carlos Bolsonaro. Acha que ele não fez um discurso antidemocrático, o alvo era outro, seu irmão Flávio que está tentando barrar CPIs nos tribunais superiores no Senado. “Carlos mostra revolta com o sistema, no mesmo dia em que seu irmão se movimenta para barrar a CPI da Lava Toga. Entendi a publicação mais como um protesto diante desse absurdo do que como uma ode a práticas ditatoriais”.

 

Problema dele

Ainda sobre frase polêmica de Carlos Bolsonaro: o vice-presidente Hamilton Mourão resolveu opinar foi direto: “Isso é problema dele”. E completou: “Democracia é fundamental. São pilares da civilização ocidental. Sem isso, a civilização ocidental não existe”.

 

Alerta

A presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB-MS) deu sua opinião sobre a criação de uma nova CPMF, alertando que tudo pode atrasar a reforma tributária. Mais: acredita, que para a criação de um novo imposto, deve ter consenso: “Qual o consenso? Desburocratizar e unificar impostos federais? Ótimo, deixamos a unificação dos estaduais para uma segunda etapa”.

 

“Planos de morte”

Os planos de saúde perderam três milhões de brasileiros associados entre 2015 e 2017, devido a suas mensalidades consideradas até “criminosas”. Em 12 meses, perderam 133 mil clientes. Contudo, faturam R$ 175 bilhões por ano, mais do que o orçamento de R$ 112,6 bilhões do Ministério da Saúde. A Agência Nacional de Saúde revogou a venda obrigatória de planos individuais para força a opção pelos coletivos. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, chama essas empresas de “planos de morte”.

 

Memória triste

Ontem (11) completou 18 anos, o ataque terrorista mais letal da era moderna às Torres Gêmeas, em Nova York. Foram 2.997 vítimas, incluindo 343 bombeiros, 23 policiais e 37 autoridades portuárias.

 

De longe

Hoje até considerado “amigo de infância” de Bolsonaro (é uma expressão usada nas rodas políticas), o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo, não abriu a boca sobre a mensagem antidemocrática postada por Carlos Bolsonaro. Preferiu ficar de longe.

 

Vai, não vai

Luana Piovani está pensando se aceita ou não o ex-marido Pedro Scooby em casa, por conta dos filhos. Pode se na base da “amizade” até que ele encontre um lugar definitivo para morar.

 

Excesso

Ninguém aguenta mais as situações enfrentadas por Britney, personagem trans da atriz igualmente trans Glamour Garcia, dona de voz anasalada própria do bloco do arco-íris, tudo na novela A dona do pedaço.

 

Pode sair

A senadora Juíza Selma (PSL-MT) admitiu que está sendo pressionada para retirar sua assinatura da CPI da Lava Toga. O problema é que ela quer manter e já admite que se a pressão continuar pode sair do partido. Há quem garanta que já tem outras siglas de olho nela.

 

Saíram

Por falar em CPI Lava Toga: dois requerimentos já foram entregues e negados. Agora, um terceiro começa a movimentar o Senado. Só que novo requerimento, já existe alguns que já retiraram sua assinatura. São eles: Cid Gomes (PDT), Eduardo Braga (MDB), Eliziane Gama (Cidadania), Elmano Férrer (Podemos), Jayme Campos (DEM), Kátia Abreu (PDT), Luiz Carlos do Carmo (MDB), Roberto Rocha (PSDB), Sérgio Petecão (PSD). Tasso Jereissati (PSDB) e Telmário Mota (Pros).

 

Não retira

A senadora Mara Gabrilli (PSDB) afirmou que não irá tirar sua assinatura do terceiro requerimento da CPI Lava Toga. E garante que assinará quantas vezes for necessário até que a CPI seja aprovada.

 

Sitiado

O líder do Podemos na Câmara, José Nelto disse que não sabe como o ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública está aguentado seu fritamento, discreto e que começou na tramitação da MP da reforma administrativa, quando o Coaf foi retirado de sua pasta. “Moro está sendo sitiado. Deixou o cargo de juiz para virar ministro com a promessa de carta branca, mas não tem essa carta branca. A situação dele é muito delicada, politicamente muito delicada. E a postura do governo é muito ruim, porque Moro é um ministro com muita aprovação popular”.

 

Faro

Eduardo Bolsonaro, que ainda espera sua indicação formal para a embaixada de Washington, garante que não tem pressa e que acredita eu seu nome será aprovado. “Acredito que se a sabatina fosse hoje, eu conseguiria a aprovação. Estou confiante. Eu não contei os votos, mas meu instinto, meu faro, e as conversas que estou tendo com os senadores têm sido positivas, inclusive de senadores que não declararam votos, aqueles neutros e indecisos”.

 

Em família

O preferido de Bolsonaro para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal é o delegado Anderson Gustavo Torres, que joga no time do presidente, com quem se relaciona bem. É amigo de seus filhos Eduardo e Flávio. E frequenta o gabinete do prestigiado ministro da Secretaria-geral do Planalto, Jorge Oliveira. Passou metade dos seus 16 anos de corporação cedido ao Congresso. Entre 2010 e 2018 foi chefe do gabinete do então deputado federal e também delegado da PF Fernando Francischini.

 

“Espantosa”

Quem diria: o governador Wilson Witzel, do Rio, condenou com todas as letras a declaração de Carlos Bolsonaro, considerando-a “espantosa”. E emendou: “Alguém que faz uma declaração dessas está no país errado. Está no momento errado da história”. E avisa que, se Carlucho, resolver ataca-lo, “estou pronto!”.

 

Vice-líder

Carlos Sampaio, líder do PSDB, designou Alexandre Frota, novo tucano, para a função de vice-líder do partido na Câmara. Doria quer deixar o nome de Frota na reserva, de olho nas eleições de 2020. Ele não quer nada disso: quer se eleger senador em 2022. Hoje, é uma pedra e tanto no caminho de Jair Bolsonaro.

 

Novas faixas

As faixas da ciclovia da cidade de São Paulo não serão mais vermelhas (na verdade, já descoloridas, devido à má qualidade): serão marcadas lateralmente com grandes pontilhados usados no trânsito. Áreas vermelhas apenas nos locais que merecem atenção redobrada.

Frases

 “É uma insanidade que tributaria de forma mortal a popularidade do governo.”

Deputado Paulo Martins (PSC-PR), opinando sobre a CPMF.