Paraná atinge patamar histórico no abate de frango

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No total acumulado dos dez primeiros meses do ano, o Paraná registrou faturamento de US$ 1.823.485.934

Além de consolidar a recuperação do setor, o mês de outubro trouxe um novo patamar histórico para a produção de carne de frango do Paraná: foram abatidas mais de 131 milhões de cabeças, um crescimento de 11% em relação ao mês anterior. Os números são do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar).

Já os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), mostram que o faturamento das exportações também cresceu – mais de 25% ante ao mês de setembro – e passou de US$ 163.781.784 para US$ 206.585.142, enquanto o volume apresentou crescimento de 27%, de 91.064.228 quilos para 116.502.502 quilos. O melhor resultado desde maio de 2012, antes da crise que abalou o setor por conta do aumento dos insumos no ano passado.

No total acumulado dos dez primeiros meses do ano, o Paraná registrou faturamento de US$ 1.823.485.934. Na sequência, Santa Catarina fechou com US$ 1.792.472.671, e o Rio Grande do Sul com US$ 1.187.019.382. O volume total acumulado foi de 946.585.558 quilos no estado do Paraná, 771.859.847 quilos em Santa Catarina, e 595.330.304 quilos no Rio Grande do Sul.

Para o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, os números refletem a alta capacidade da indústria avícola do Paraná, que investe em tecnologia, bem-estar animal e sanidade, visando atender aos mercados mais exigentes.

“Temos um ambiente maravilhoso dentro do conceito moderno de produção de frango. Com os contínuos investimentos das indústrias em tecnologias que garantem o abate humanitário e a qualidade sanitária, podemos dizer facilmente que produzimos o melhor frango do mundo”, enfatiza.

O presidente também comenta sobre a estratégia do estado para continuar crescendo nas exportações. “O mercado chinês é uma grande possibilidade a curto prazo para o Paraná, visto que deverão visitar cinco indústrias nossas até o final do ano”, avalia o dirigente.