Virou um pandemônio. Há implicações políticas, jurídicas e policiais no vazamento de conversas entre integrantes da força-tarefa da Lava Jato e o ex-juiz e hoje ministro da Justiça, Sérgio Moro. E o pior caminho para tentar analisá-las é o das paixões: de um lado a direita apaixonada pela Lava Jato, de outro o petismo cego.

A primeira passa pano para evidências concretas, nas conversas veiculadas pelo site The Intercept Brasil, de que as relações entre Moro e os procuradores da Lava Jato, sobretudo Deltan Dallagnol, ultrapassaram os limites da Constituição e do Código de Ética da Magistratura. A legião petista ignora que as conversas foram extraídas de forma ilegal, tudo o que sempre criticou (muitas vezes, sem razão) na Operação Lava Jato.

Setores de inteligência do governo tratam com desconfiança o furto e a divulgação de conversas, em aplicativo de mensagens, entre o então juiz e hoje ministro Sérgio Moro (Justiça) com procuradores da Lava Jato. Por dever de ofício, “arapongas” sempre acham que nada é o que parece. E recorrem à velha pergunta “a quem o crime beneficia?” para lançar suspeita contra quem tenta atrapalhar a reforma da Previdência. Desconfiados analistas de inteligência acham até que um procurador contra reforma pode ter vazado as mensagens para gerar crise política.

Ficou para o pleno do STF

Após o voto de Ricardo Lewandowski em favor da nulidade de prisões em segunda instância determinadas de forma automática pelo TRF-4, os ministros da Segunda Turma resolveram levar a questão para julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal, com os 11 ministros. A discussão foi retomada hoje na Segunda Turma, que tem 5 ministros: além de Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Cármen Lúcia e Edson Fachin.

Equilíbrio na turma

Os dois últimos já haviam votado contra a concessão do HC, que busca anular a súmula do TRF-4 que determina a prisão automática de condenados em segunda instância, o que inclui Lula e outros réus da Lava Jato. Na sessão da Segunda Turma, os outros quatro ministros defenderam a discussão do caso no plenário. Lewandowski votou no sentido de que cada prisão, mesmo decorrente de condenação em segunda instância, deve ser fundamentada com base na situação específica do réu.

Ai, Jesus, Damares

Foi um espanto. O deputado Fernando Francischini propôs para a ministra Damares Rodrigues Alves, o título de cidadã benemérita do Paraná. Ela é um espanto em suas declarações e gestos surpreendentes. Ela já viu Jesus Cristo numa goiabeira; pregou que os meninos devem vestir azul e as meninas, rosa; é crítica dos desenhos animados do Pica Pau e Popeye; já se apresentou como mestre em Direito e Educação (sem ter a titulação); e afirmou certa vez que o que mudará o Brasil não é a política, mas sim a igreja.É suficiente para se ter uma ideia da cabeça da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro.

Intercept tem mais

 

O jornalista Rafael Moro Martins, de Curitiba, faz parte do Intercept Brasil. Ele revelou que foi publicado até agora apenas 1% de todo o material que o site divulgou no domingo (9) contendo diálogos entre o ex-juiz (hoje ministro da Justiça) Sergio Moro com o chefe da força tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, procurador Deltan Dallagnol. A entrevista de Rafael foi dada ao jornalista Narley Resende, que conduz o programa matinal Jornal TNews.

13º salário antecipado

Os servidores da Prefeitura de Curitiba receberão a primeira parcela do 13º salário no dia 19 de junho. O valor representa 50% do salário. Somados, os recursos resultarão na movimentação de R$ 120,8 milhões na economia local. nNo pagamento desta parcela não são aplicados os descontos, que serão feitos quando for depositada a segunda parte do 13º salário, em novembro.

Imunes

Imunes às tesouradas nos gastos quando há frustração na arrecadação, os poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria dos Estados tinham no fim do ano passado uma sobra de R$ 7,7 bilhões em recursos livres, que poderiam ser usados para bancar outras despesas, segundo levantamento do Estadão/Broadcast com dados fornecidos pelos próprios órgãos ao Tesouro Nacional. Enquanto isso, os Executivos dos Estados continuam com contas atrasadas e muitos não conseguem colocar salários de servidores em dia.

Repasse integral

Hoje, os governadores assumem sozinhos o ajuste nas contas e são obrigados a repassar integralmente aos demais Poderes a parcela mensal de recursos prevista no orçamento, chamada de “duodécimo”, mesmo que a projeção de despesas já não seja mais factível diante da queda nas receitas.

Inquérito de Aécio

O ministro do STF, Gilmar Mendes, encaminhou para a Justiça Eleitoral em Belo Horizonte um inquérito que apura o pagamento de vantagens indevidas pelo Grupo Odebrecht ao agora deputado federal Aécio Neves (PSDB). Neste caso, Aécio é investigado por corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro. De acordo com delatores da Operação Lava Jato, o montante repassado era para ser usado na campanha do tucano para a Presidência da República em 2014. Gilmar Mendes também negou o pedido de arquivamento feito pela defesa de Aécio.

Dinheiro do PIS/Pasep

O governo trabalha para enviar ao Congresso uma proposta para que recursos do PIS/Pasep não sacados pelos trabalhadores sejam usados pelo Tesouro Nacional. O objetivo é aliviar a situação das contas públicas e, assim, evitar novos cortes de recursos em meio à restrição fiscal do país. O governo pretende usar o dinheiro ainda neste ano e, para isso, a equipe econômica vê como o instrumento mais provável uma medida provisória a ser enviada ao Congresso.

Bolsonaro nomeia Carbonell

O general Luiz Felipe Carbonell volta à usina de Itaipu depois de atuar, por quase dois anos, como chefe da Assessoria de Informações, para assumir a Diretoria de Coordenação. A nomeação dele foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 11 de junho. O mandato vai até 16 de maio de 2022. A data da posse não foi definida, mas deve ocorrer ainda nesta semana. Antes de ser nomeado para assumir uma pasta de diretor na Itaipu, Carbonell estava à frente da Secretaria de Segurança do Paraná. Ele pediu exoneração do cargo em abril, logo depois de receber o convite para retornar à binacional.

 

Pulga atrás da orelha

Setores de inteligência do governo tratam com desconfiança o furto e a divulgação de conversas, em aplicativo de mensagens, entre o então juiz e hoje ministro Sérgio Moro (Justiça) com procuradores da Lava Jato. Por dever de ofício, “arapongas” sempre acham que nada é o que parece. E recorrem à velha pergunta “a quem o crime beneficia?” para lançar suspeita contra quem tenta atrapalhar a reforma da Previdência.

Teoria da conspiração

Desconfiados analistas de inteligência acham até que um procurador contra reforma pode ter vazado as mensagens para gerar crise política. A grave crise que quase provocou o impeachment de Michel Temer, em 2017, foi criada exatamente nessa fase da reforma da Previdência. Temer conseguiu evitar o impeachment, mas o custo político daquela crise custou a reforma da Previdência, lembram os arapongas.

Reunião de peso

Após se reunir em Buenos Aires com empresários que representam 80% do PIB argentino, o presidente Jair Bolsonaro vai encontrar os brasileiros na Fiesp, em São Paulo, sob a coordenação de Paulo Skaf.

Grave é o crime

Todos ficaram tão excitados com a “denúncia contra Sérgio Moro” que não se deram conta de que, além de pouco importantes, as mensagens foram obtidas por meio criminoso, violando a privacidade (quanta ousadia!) de um juiz federal e de procuradores da República.

Boa notícia

Pesquisa da empresa de consultoria Arko Advice com 109 deputados de 24 partidos indica que 75,22% declaram voto favorável à reforma da Previdência e 72,47% aprovarão o crédito extra de R$248,9 bilhões.

Lama do descaso

 

A CPI de Brumadinho completa um mês com 12 encontros desde sua instalação e 123 requerimentos aprovados. A tragédia matou 246 pessoas e outras 24 estão desaparecidas. E a impunidade permanece.

Hipocrisia mata

Bomba nas redes sociais a notícia de espancamento covarde, em Londres, de duas mulheres por serem gays. Intolerância criminosa. Já as duas mulheres gays que perto de Brasília mataram e esquartejaram uma criança de 9 anos, por ser menino, segue praticamente ignorado.

Vida que segue

A divulgação de mensagens atribuídas ao ministro Sérgio Moro não alterou a tramitação do pacote anticrime no Congresso. O relator, Capitão Augusto (PL-SP), apresenta o parecer nesta quinta. O governador João Dória está atento às discussões da reforma da Previdência. Nesta terça, tem encontro marcado com Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e o relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Frota familiar

A nova frota de carros importados – e blindados – adquirida pelo Planalto, sob olhares especiais do GSI – Gabinete de Segurança Institucional, custou R$ 7 milhões. Podem usar os veículos os filhos Carlos, Flávio e Eduardo (até mesmo em seus locais de trabalho embora o 02 pouco dê as caras na Câmara Municipal do Rio) e demais integrantes da família, sob coordenação da mulher do presidente, Michelle Bolsonaro (quando vai à igreja, estaciona longe e entra no templo com muita discrição).

 

Chantagem

O presidente Jair Bolsonaro vem usando, nas últimas horas, de recursos deprimentes para conseguir mais dinheiro, utilizando-se até mesmo de chantagem inescrupulosa. Diz que “sem a aprovação do PLN4 pelo Congresso, teremos de suspender pagamentos de benefícios a idosos e pessoas com deficiência já no próximo dia 25”.

 

Livro revelador

O jornalista Léo Dias, único integrante de programa de TV (agora, está afastado do Fofocalizando, no SBT), que confirma trabalhar drogado, está lançando um livro sobre a cantora Anitta. Garante que ela só vai para cama com mais uma mulher, junto com o namorado da ocasião. Pedro Scooby, ex-Luana Piovani, deve estar se divertindo.

 

Diversidade

A Vivo recebe, dentro do programa de jovens aprendizes da operadora, a primeira turma composta por cinco integrantes transexuais. E sem voz anasalada.

 

Ainda a Cultura

A TV Cultura de São Paulo, durante muitos governos rotulada de “cabide de empregos” estica sua surpreendente campanha onde comemora, com arte gráfica pobre, seus 50 anos e o sucesso de pesquisas. Uma delas, a Datafolha diz que a emissora é a melhor TV do Brasil. Outra, garante que é a segunda melhor do mundo (!). As peças publicitárias tem uma assinatura: “O futuro já está aqui”. A Cultura sempre ocupou a quinta colocação no ranking de audiência.

 

Outra

Também está sendo preparada para agosto nova campanha do governo federal, essa voltada totalmente para o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro, recheada de depoimentos de todos os tipos e tamanhos.

 

Bariátrica, não

Do ano passado para cá, a cantora Naiara Azevedo já perdeu quase 40 quilos (ainda está um pouco roliça). E suas armas de combate continuam insinuantes. No sábado (8) deixando a sofrência de lado e pulando com sucesso de Ivete Sangalo, exibia pernas bem torneadas (usava um bermudão) e a quase totalidade de sa poitrine, para alegria geral. Detalhe: nada de bariátrica, só regime.

 

Cadeirinha

Nas redes sociais, nos últimos dias, além de críticas e protestos sobre a obrigação ou não da cadeirinha para crianças nos automóveis, também se multiplicavam gozações em cima da história. Uma delas: “O Carlucho não precisa mais ir na cadeirinha”.

 

Queremos apoio

O deputado Marcelo Ramos (PL-AM), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, continua criticando a postura dos governadores perante o projeto da Nova Previdência. “Ao invés de carta assinada apenas pelos próprios, espero que os governadores tragam à Brasília listas com as assinaturas de deputados dos seus Estados e dos seus partidos que apoiam a inclusão de Estados e Municípios na reforma. Isso sim ajudará”.

 

Explicações

O vazamento de uma conversa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, quando ainda era juiz com o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol, provocará novos rounds O deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) irá pedir a convocação do ministro da Justiça, Sérgio Moro, para dar explicações na Câmara sobre a troca de mensagens com os procuradores da Lava Jato que a seu ver, indicaria sua influência no rumo das investigações da Operação.

 

Outro Guaidó

Muitos parlamentares do PSL paulista não gostaram nenhum pouco da escolha do deputado federal Eduardo Bolsonaro para assumir o comando da sigla em São Paulo. Um dos mais ácidos, Alexandre Frota, desabafou no Twitter. “Segunda-feira, nosso Guaidó tupiniquim assume na marra a Presidência do PSL Estadual.Vai acontecer uma festa no hotel 6 estrelas em SP”.

 

Hermanos, nem tanto

Nove entre dez economistas lúcidos acham que a possibilidade de uma união monetária entre Brasil e Argentina é nenhuma. Bolsonaro diz que está em estudo (não está, não) e acha que pode ajudar na campanha do presidente Mauricio Macri à reeleição. O Brasil tem US$ 380 bilhões de reservas e contas externas mais ou menos equilibradas; a Argentina depende de empréstimos do FMI para cumprir compromissos cambiais. E os argentinos tem 55% de inflação, enquanto o Brasil está retornando aos 4%.

 

Almanaque

Essa história de moeda única entre Brasil e Argentina e depois, em todo o Mercosul, já havia sido debatida nos governos petistas, especialmente no de Dilma Rousseff. O argumento na época era que a moeda única reuniria “republicas bolivarianas” (!). Agora, Bolsonaro também apresenta uma sonhada vantagem política. Diz que “travaria as aventuras socialistas da região”.

 

Nomes

Nas redes sociais, multiplicam-se sugestões (repletas de humor) para nova e suposta única moeda entre Brasil e Argentina. De cara, a moeda poderia reunir os nomes de jogadores famosos dos dois país, Pelé e Maradona – e se chamaria peladona. Outros mencionam a fictícia Ursal – União das Repúblicas Socialistas da América Latina e o nome seria “rublo ursalino”. Outros acharam que figuras do futebol dos dois países poderiam estar nas notas: Pelé, na de R$ 100, Maradona, na de 50, Messi, na de 20, Ronaldo, na de 10, Ronaldinho, na de 5 – e Neymar, na de 2.

 

Diálogo difícil

Brasileiros em países de língua espanhola sempre se atreveram a falar “portunhol”, achando que os hispânicos entenderiam e até partiam para Cueca cuela (Coca-Cola). O resultado era desastroso: os de língua espanhola nunca entendiam nada. E é o caso de Mauricio Macri, presidente da Argentina, quando o brasileiro Jair Bolsonaro se atreve a falar uma “adaptação” do espanhol. E nessa viagem do presidente a Buenos Aires não foi diferente: dispensou o tradutor e depois, mandou chamá-lo correndo de volta.

 

Super salário

Dirigentes e torcedores do time mais popular do Rio de Janeiro (é tão amado quanto o Corinthians pelo Brasil afora) estão mais do que preocupados com a decisão do presidente do Flamengo, Carlos Mansur, de contratar o técnico português Jorge de Jesus e pagar um astronômico salário. Ele vai ganhar um milhão de reais por mês. Se não conseguir gloria total ao Flamengo, depois terá de fugir até disfarçado em vendedor de biscoitos Globo.

 

Casa, não!

O ministro Paulo Guedes mora, desde o começo do ano, num hotel em Brasília. Diz que só vai se mudar para um endereço permanente, casa ou apartamento, quando a reforma da Previdência for aprovada. Guedes acha que, por enquanto, sua situação no governo é provisória.

 

Atrás de emoções

Desde que assumiu, em janeiro, Bolsonaro experimenta algumas emoções e longe do pessoal da segurança: andou de moto, pilotou um jet-ski no Araguaia, almoçou na beira da estrada com caminhoneiros, saiu escondido para visitar Neymar num hospital de Brasília e agora quer saltar de paraquedas, como em seus tempos da brigada paraquedistas do Exército.

 

Mordomia

João de Deus, depois de um longo período no hospital, agora está preso numa sala do estado maior da Polícia Militar que tem 120 metros quadrados, com todas as dependências ocupadas por cama, mesa, cadeiras, banheiro separado, vai receber um aparelho de televisão providenciado por sua equipe de Abadiânia e demais mordomias. Acusado de abusar sexualmente de dezenas de mulheres nos encontros reservados de sua estrutura religiosa no interior de Goiás, João de Deus tem mais espaço e conforto do que Lula.

 

Olho no aborto

Levantamento do Paraná Pesquisas sobre a legislação do aborto mostra que 75,4% se dizem ser “contrários em qualquer situação”; 18,8% são a favor e 5,8% preferiam não responder. Entre as mulheres o índice contrário é de 70,7%, mais de 10 pontos a menos do que os 80,6% de homens contra o aborto. Apesar da alta rejeição, 35,5% dos entrevistados admitem conhecer alguém que já fez aborto.

 

Virou mercado

Agora, ambulantes invadiram os arredores da Câmara ou disputam espaços no Anexo IV, oferecendo almoço, lanches e até batendo na porta de gabinetes oferecendo joias, roupas e demais bugigangas só para começo de conversa.

 

Fartura

Walcyr Carrasco, autor de A dona do pedaço está chegando a perigosos extremos. Num dos próximos capítulos, Regis (Reynaldo Gianecchini) irá para cama com Maria da Paz (Juliana Paes) e depois de poucas horas, no mesmo dia, fará o mesmo com a filha dela, Josiane (Agatha Moreira).

 

Inocente

Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas com 2071 pessoas em todo Brasil mostra que 62,8% dos entrevistados acreditam que Neymar Jr. é inocente da acusação de estupro; 14% acham que ele é culpado e 23,2% não souberam ou não quiseram responder.

 

Entrando na guerra

A TV Globo entrará na guerra dos reality-shows de gastronomia. Apesar do grupo já ter algumas atrações nos canais fechados e alguns quadros no mesmo estilo no programa de Ana Maria Braga, será o primeiro que disputará audiência em horário nobre. O programa Mestre do Sabor será comandado por Claude Troisgros com auxilio de seu ajudante Batista, e exibido as quintas-feiras. Começará dia 10 de outubro e terá seu final dia 26 de dezembro. A Globo tenta recuperar audiência perdida neste horário.

 

E o pacto?

No domingo (9), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) reuniu-se com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, para discutir o pacto entre os poderes. Desde a quase histórica reunião dos representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, mais alguns ministros, o pacto ganhou um esboço de texto, que “já foi revisado por Bolsonaro quatro vezes”, segundo Lorenzoni. Dias Toffoli entregara um primeiro texto que serviu de inspiração: ele não pode assinar nada que extrapole as funções do Supremo.

 

Festa de selfies

Só agora se sabe que Eduardo Bolsonaro foi desencorajado por Jair Bolsonaro de recolher celulares de convidados na entrada de seu casamento com a psicóloga Heloisa Wolf. Aí, lá dentro virou uma verdadeira festa de selfies, impedida apenas pelos seguranças do presidente.

 

Antigas gafes

Não é apenas no ministério de Bolsonaro que titulares de Pastas cometem gafes – ou mais do que isso. Ricardo Barros, ministro da Saúde de Temer, disse, certa vez, que homens vão menos ao médico porque trabalham mais que as mulheres. Depois sugeriu que a maioria que procura a rede pública de saúde apenas “imagina” estar doente. Outra vez, falou que faltava dinheiro na Saúde por causa da “incapacidade” dos brasileiros de pagar impostos. E chamou o mosquito aedes aegypti de “indisciplinado”.

 

Também Popeye

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, disse, outro dia, que Popeye acabava machucando Olívia e a cena ficava pior quando entrava Brutus: cada um puxava a magrela de um lado. Há quem diga que Damares tem uma versão especial para os colossais braços de Popeye: usaria os dois, para certo excesso, na área mais íntima. Agora, só falta detonar o Dudu que comia muitos hamburgueres.

 

Pé frio

Apesar de ter sido aclamado no estádio Mané Garrincha, em Brasília, quando assistiu parte do jogo Brasil x Catar, o presidente Jair Bolsonaro, está sendo classificado de quase pé-frio. Tudo isso porque Honduras que a equipe brasileira goleou no domingo (9), seria uma equipe mais forte do que o Catar, no qual o Brasil só conseguiu marca dois gols.

Frases

 “Ele vai ter que me aturar dois anos. Eu vou ter que aturar ele. Ele vai ter que aturar o Rodrigo e o Rodrigo vai ter que aturar ele.”

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, sobre Bolsonaro.