O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) disse que, se dependesse da sua vontade, “Sergio Moro não iria para o Supremo Tribunal Federal, ele seria candidato à Presidência da República e faria um bem muito maior a este país”. Protagonista da série Nêumanne Entrevista desta semana, ele atribuiu a derrota de uma emenda constitucional de sua autoria reduzindo o poder autocrático de ministros do Supremo Tribunal Federal, e dando-lhes prazo para concluir pedidos de vista, a uma fantástica e inusitada aliança.

“Pela primeira vez eu vi o PT, o Renan Calheiros e o Bolsonaro trabalhando juntos, unidos com o mesmo propósito, para a derrubada da PEC 82/2019. Foi muito interessante ver o líder do governo, senador Fernando Bezerra, dizer: ‘O governo Bolsonaro recomenda o voto contra’. O PT também orientou todos os seus senadores a não votarem. E ainda ver o senador Renan Calheiros fazendo discursos enfáticos contra a PEC, defendendo a tese de que era uma interferência de um Poder sobre o outro”.

E afirmou ainda: “O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nas Páginas Amarelas da revista Veja que esse acordo entre os três Poderes existe. Destacou que é o grande conciliador e construiu um pacto de governabilidade. Se esse pacto de governabilidade é contra o interesse público ou não, os próximos meses e anos é que vão dizer. Por enquanto, fica por conta da nossa maldade antever o resultado desse pacto, mas que ele existe, ele existe”.

Horário ampliado

As agências da Caixa terão horário ampliado, nesta sexta-feira (13), para atender os trabalhadores que têm direito a sacar até R$ 500 das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Assim, as agências, que normalmente abrem às 11h, vão iniciar o atendimento às 9h. Aquelas que abrem às 10h, iniciarão os trabalhos às 8h e as que abrem às 9h atenderão a partir das 8h e terão uma hora a mais ao final do expediente. No caso de agências que abrem às 8h, serão duas horas a mais ao final do horário de atendimento. O horário de atendimento ampliado também vale para segunda (16) e terça (17).

Hacker preso

Uma operação conjunta entre os ministérios públicos do Rio e do Paraná, com apoio da Policia Civil, prendeu nesta quinta-feira um homem identificado como Lucas Iagla Turqueto, conhecido como Bart , apontado como chefe de uma quadrilha de hackers responsáveis pelos crimes de lavagem de dinheiro, furto qualificado e organização criminosa que atuava em todo o país. Ele foi preso em uma cobertura de luxo de Curitiba, onde os agentes encontraram R$ 630 mil em espécie. Esta foi a 5ª fase da “Open Doors” , que cumpriu mandados no Paraná, Rio, Goiás e Minas Gerais.

Mandados de prisão

Os mandados de prisão e busca e apreensão foram expedidos pela Justiça de Barra Mansa, no Rio. Segundo a Polícia Civil fluminense, a residência era considerada o quartel-general do crimes cometidos por hackers. Foram apreendidos ainda computadores utilizados nas fraudes bancárias em sites falsos.

Moro pode sair do governo

Embora tenha topado amaciar o presidente aqui e ali no Twitter, em lives do Facebook e até publicamente, Sergio Moro ainda não se sente entre os seus. Quase não tem interlocutores no governo. Conversa com poucos na Esplanada, entre eles Paulo Guedes e Eduardo Villas Bôas. Com o restante, a relação é protocolar. Sente-se especialmente desconfortável com o linguajar de Bolsonaro sobre uma série de assuntos. Mas, até semanas atrás, tudo parecia valer a pena em nome de colocar de pé, agora no Executivo, estruturas eficazes no combate à corrupção.

Drones na segurança

O Parque Tecnológico Itaipu tem 97 projetos que atendem tanto às necessidades da Itaipu Binacional, mantenedora da instituição, quanto buscam reduzir a dependência econômica em relação à usina e garantir a sustentabilidade do PTI. Um desafio é criar cada vez mais soluções que possam ser replicadas em outras usinas e também gerar negócios. O PTI definiu quatro grandes temas de atuação: agronegócio, energias, turismo e cidades, e segurança de infraestruturas.

Parque tecnológico

No início do ano, o parque tecnológico abrigava 169 iniciativas, mas muitas delas não tinham aderência à missão da Itaipu, de “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. Menos projetos, mas com mais resultados e mais eficiência é o novo rumo que o Parque está tomando.

Fachin homologa delação

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, homologou a delação do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. O empreiteiro pediu ao juiz Danilo Pereira Júnior, da 12.ª Vara Federal de Execuções Penais de Curitiba, para migrar da prisão em regime fechado para domiciliar. Segundo seus advogados, nesta quarta, 11, foram juntados aos autos decisão de Fachin que endossou seu acordo junto à Procuradoria-Geral da República.

O executivo foi preso uma primeira vez na Operação Juízo Final, 7.ª fase da Lava Jato deflagrada em novembro de 2014. Ganhou prisão domiciliar, por ordem do Supremo Tribunal Federal, e voltou para o regime fechado em 5 de setembro de 2016. Mesmo antes de firmar a delação, Léo Pinheiro já confessava crimes em ações penais da Lava Jato. Ele também teve peso decisivo nos processos em que o ex-presidente Lula foi condenado. Léo atribuiu supostas propinas a Lula no caso triplex, em que o ex-presidente cumpre 8 anos e 10 meses de pena, e no do sítio, que está próximo de ser julgado em segunda instância, em que a juíza Gabriela Hardt impôs pena de 12 anos e 11 meses de prisão ao petista.

O acordo de delação do ex-mandatário da OAS também é pivô de uma crise que se iniciou no fim do mandato da procuradora-geral, Raquel Dodge. Membros do grupo da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República renunciaram após a chefe do Ministério Público Federal opinar ao Supremo pelo arquivamento dos anexos da delação do ex-presidente da empreiteira, em que ele cita o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e um dos irmãos do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli.

Volta ao trabalho

O ministro Mauricio Godinho Delgado, integrante do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e relator do pedido de dissídio coletivo apresentado pelos Correios para solucionar a greve de seus funcionários, concedeu nesta quinta-feira, 12, de forma parcial, o pedido de liminar formulado pela empresa e determinou que, durante a paralisação, ao menos 70% dos funcionários e dos serviços estejam em operação. Caso haja o descumprimento da decisão, será aplicada multa diária de 50 mil reais aos sindicatos. As informações são da Veja.

Mais que esperada

A demissão de Marcos Cintra, secretário da Receita Federal e amigo de Paulo Guedes, era mais do que esperada. Há tempos, ele estava na marca do pênalti, a se usar uma expressão popular. Bolsonaro, mesmo com sonda nasogástrica e alimentação por veia, resolveu demiti-lo usando como desculpa o projeto da volta da CPMF, até anunciada pelo ministro da Economia, com dados e percentuais – e até estimativa de arrecadação de R$ 150 bilhões. O Chefe do Governo deveria repreender antes Guedes, só que preferiu ir direto a Cintra, que desde a campanha e após a vitória, já falava em “imposto único”, sua verdadeira obsessão. O ministro da Economia só foi avisado depois.

 

Coleção

Marcos Cintra tinha coleção de ações que contrariavam Bolsonaro e sempre eram desmentidas. Agora, estava no cargo para elaborar mudanças na área tributária de olho na receita futura. Nas conversas entre Guedes e o presidente, tudo o que o ministro da Economia falou na entrevista, era apenas um rascunho. E presidentes da Câmara e Senado racharam a ideia de nova CPMF. Em abril, Cintra disse que a nova tributação iria taxar também igrejas, ou seja, “fieis que contribuem com o dízimo”. Pior do que tudo: o presidente também acusou a Receita de persegui-lo e a membros de sua família.

 

Cada vez um

Em pouco tempo, Bolsonaro desmontou a Coaf, derrubou diretor da PF e indicou um chegado para a PGR: agora chegou a vez de mexer no comando da Receita. O presidente da Associação Nacional de Auditores Fiscais, Mauro Silva, não gosta de Cintra, mas teme a escolha de um substituto que obedeça diretamente ao Chefe do Governo. “Está em curso o desmonte dos órgãos de combate à corrupção e pode piorar”.

 

Olho no filho

No mês passado, Bolsonaro também tentou intervir na Receita. O superintendente do Rio foi pressionado a afastar o chefe da alfândega em Itaguai, área de influência das milícias. Também queria trocar o comando do posto de atendimento da Barra, bairro em que vive com a família. E a Receita participava também ativamente das investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, suspeito de embolsar salários de assessores. O caso foi paralisado pelo ministro Dias Toffoli, que virou amigo chegado de Bolsonaro.

 

Privilégios

O hospital Vila Nova Star, onde Bolsonaro foi operado e está em recuperação, tem hall de entrada e funcionamento muito parecidos com um hotel cinco estrelas. Quem se internar lá tem hotelaria caprichada: chef de cozinha francês, televisão de tela plana e comunicação com enfermeiro através de um tablet acoplado à cama, além de acessos a aplicativos da internet. Bolsonaro e família ocupam todo o oitavo andar. Ele tem na TV acesso a Première Futebol Clube, quando comemorou vitórias do Palmeiras e do Botafogo. A primeira-dama Michelle e o filho Carlos tem um quarto cada um.

 

Olho no Rio

O Rio de Janeiro não continua lindo: novos dados de Observatórios de Segurança revelam – e com imagens – que, de janeiro a julho de 2019, a polícia da cidade matou 1.075 pessoas. Só em julho foram 194 mortos, o maior número em 21 anos. Ou seja: são mais de seis pessoas por dia.

 

Novo ataque

O ex-astrólogo e guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho agora protagoniza ataque direto ao Supremo Tribunal Federal, que chama de “puteiro” e seus ministros os quais brinda com rótulos de “bostas” e “bandidos”. Depois, acaba elegendo a Alta Corte como ‘um escritório de advocacia do PT”.

 

Esquema de guerra

Com vídeos exibidos nas redes sociais, a deputada federal do DF, reeleita pelo PT, Erica Kokay, está no comando de um esquema de guerra contra o Ministério da Educação e com apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Educação no Paraná, com objetivo principal de destruição da família nos diversos níveis da educação. Faz palestras e outros parceiros fazem o mesmo em diversos estados, com apoio de muitos partidos. Entre eles, PCdoB, Rede, Psol, PFL, PCB, PCO e PSTU.

 

Candidato

O governador Wilson Witzel, do Rio, deverá apoiar a candidatura de Eduardo Paes à prefeitura da cidade, no ano que vem, para evitar a reeleição de Marcelo Crivella, que terá a seu lado o bloco evangélico. Paes está de visual novo: deixou crescer uma barbinha.

 

Em Portugal

Figura famosa do século passado, quando chegou a cuidar até da coluna do então presidente João Figueiredo, o ortopedista Haruo Nishimura está morando, há anos, na vizinhança de Setubal, em Portugal, onde igualmente já ganhou popularidade. Detalhe: além de portugueses, seus pacientes também são brasileiros que moram lá ou que vão até lá para serem cuidados.

 

Amigos demitidos

Trump demitiu dois principais assessores ligados à extrema-direita. Primeiro, foi Steve Bannon, estrategista dessa “nova direita” e amigo de Eduardo Bolsonaro (ele foi um dos poucos convidados para festa de aniversário de Bannon, em novembro); agora, John Bolton, que defendia endurecimentos dos EUA em relação ao  Irã, Coreia, Afeganistão e Venezuela e que repartiu como Bolsonaro um pão com leite condensado num café da manhã, quando esteve no Brasil. Ou seja: Trump prioriza interesses comerciais, antes de ideologia.

 

Novo flagrante

No passado, Camilo (Lee Taylor) filma Vivi (Paolla Oliveira) na cama com Chiclete (Sérgio Guizé) e mela o casamento. Agora, depois de conseguir se casar com a mesma Vivi (foi a condição para não prender Chiclete), o mesmo Camilo, que mantém sua mulher presa em casa, flagra – de novo – ela na cama com Chiclete. É spoiler, tudo da novela A dona do pedaço.

 

Telespectador

Com TV por assinatura em seu quarto, além de outros tantos privilégios (tudo será pago pela Presidência da República), o presidente Jair Bolsonaro, vira e mexe, espia – quem diria – o noticiário da GloboNews. Ele acusa âncoras e repórteres de “esquerdistas”.

 

Rica justiça

O Superior Tribunal de Justiça, formado por 33 integrantes da corte, acaba de aprovar a criação do sexto Tribunal Regional Federal do país, em Belo Horizonte, além de mais de 54 cargos de desembargador em todo país. Deputados e senadores devem discutir a proposta que depois irá à sanção de Bolsonaro. Não haverá aumento de despesa: o novo tribunal aproveitará estrutura e servidores da Justiça Federal de Minas. E o orçamento será mantido, incluindo o TRF-6: R$ 12 bilhões por ano.

 

Média de crescimento

Para quem gosta de números para comparar: nos 21 anos da ditadura militar, Brasil teve crescimento real médio de 6,29% ao ano; nos cinco anos de Sarney, 4,38%; nos cinco anos Collor/ Itamar, 1,4%; nos oito anos de FHC 2,37%; nos oito anos de Lula, 4,09% e nos oito anos de Dilma/ Temer, 0,60 ao ano. No primeiro ano de Bolsonaro, poderá ser negativo.

 

Desequilíbrio

Carlos Bolsonaro, de novo, no Twitter: “Imprensa lixo, não adianta me chamar para a briga, com desinformações que vocês sempre fomentam, que não vou cair na armadilha. Qualquer um sabe o motivo disso tudo e qual o objetivo. Tranquilo e despreocupado. Bom dia a todos”. Foi postado diretamente do hospital Vila Nova Star, onde Carlucho está hospedado.

 

Compra de mandato

O deputado José Medeiros (Pode-MT) pediu à PGR, depois de registrada suspeita movimentação de R$ 2,5 milhões nas contas do deputado David Miranda (Psol-RJ), casado com Glenn Greenwald, que investigue possível compra de mandato do ex-deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) para favorecer Miranda, que era suplente.

 

Cotada

Na lista de Paulo Guedes, o nome da advogada Vanessa Canado, diretora do Centro Fiscal de Cidadania, está bem cotado para assumir a vaga de Marcos Cintra na secretaria da Receita Federal. Pode não dar certo, contudo, e Bolsonaro tirar um outro nome do bolso, que ninguém conhece.

 

Quem diria

Amanhã – quem diria – a ex-presidente Dilma Rousseff faz uma palestra na Sobornne intitulada “O Brasil ainda é o país do futuro?”. Muita gente acha que, se ela for condenada e presa e continuar falando “a meta da meta”, o Brasil ainda tem alguma chance.

 

Segunda

Com a filiação de Reguffe, o Podemos passa a ter a segunda maior bancada do Senado. Perdendo somente para o MDB com 12.

 

Um e outro

A demissão de Marcos Cintra da secretaria da Receita Federal, foi o prato do dia nas últimas horas, O delegado Waldir, líder do PSL na Câmara não se demonstrou surpreso. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo. É uma decisão de governo. Só quem comanda é que pode decidir o que é melhor. Só me surpreenderia se tivesse alguém ‘imexível’ no governo”. Já o senador Major Olímpio não concordou muito. “É um novo tributo. A ideia é boa. Mas eu diria para você: eu posso ter boas ideias, mas posso não ser útil para o governo.”

 

Últimos dias

Ao que parece Raquel Dodge está bem revoltada, por sua não recondução na Procuradoria-Geral da República. Suas últimas ações demonstram isso. Uma delas foi a concessão de uma liminar de urgência, proposta pelo Vice-Procurador-Geral da República, para limitar o artigo da reforma trabalhista de 2017 que limita a edição de súmulas por parte do Tribunal Superior do Trabalho.

 

Jantar

Augusto Aras, o nome escolhido para ocupar a Procuradoria-Geral da República, em busca de sua aprovação na sabatina que, em breve, passará no Senado, está tentando se reunir com maior número de senadores para apresentar sua posição antes do debate. Nesta semana, jantou com a bancada do PP, na casa de Ciro Nogueira. Entre os presentes esta Arthur Lira, líder do PP na Câmara e o senador Vanderlan Cardoso, que gostou muito da postura de Aras.

 

Reassumindo

Ontem o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, avisou que Jair Bolsonaro vai reassumir a presidência hoje. E alguns aconselharam que ele esperasse para sábado, afinal é sexta-feira 13.

 

Mais um

Mais um ministro do governo Bolsonaro vai parar no hospital às pressas, depois de Ricardo Salles que teve um pico de estresse, agora foi a vez de Marcos Pontes, ministro da Ciência e Tecnologia. Sua assessoria fala que ele se sentiu teve uma grande indisposição, que não foi internado, só está passando por uma bateria de avaliações.

 

Baixíssima

Por falar em Ricardo Salles: a ex-presidente do Ibama atacou o ministro do Meio Ambiente e acha que seu rendimento é baixíssimo. “Problemas no início da gestão são esperados, mas não a baixíssima execução nas ações finais”.  E fala que dados do orçamento da pasta mostram diminuição acentuada nos gastos em planejamento de políticas e gerenciamento – as chamadas ações finais – que durante os primeiros oito meses do governo reservou $ 1,17 milhão para esse fim. No ano passado, o valor para a mesma finalidade foi R$ 35,6 milhões.

 

Fica quieta

A modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que acusou o jogador Neymar Jr. de estupro, que não foi confirmado encerrando investigações e processo, agora é indiciada por denunciação caluniosa e extorsão. Ao prestar depoimento ela disse que sua vida está devastada e ironizou o jogador: “Ele está igual no futebol: driblando e caindo”. Algumas pessoas mais próximas pedem para ela ficar quieta, porque se o jogador resolve processá-la também o valor da indenização poder ser gigantesco.

Frases

 “O Marcos Cintra acabou como bode expiatório, porque na verdade era o Paulo Guedes quem queria a nova CPMF.”

Deputado Paulinho da Força (SD-SP)