O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que se estivesse na situação do ministro da Justiça, Sergio Moro, se demitiria. Em entrevista, FHC afirmou considerar “um erro ele [Moro] aceitar ser ministro.”  O tucano disse que Moro não tem características de um político, e que “deveria aspirar ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)”. “Não sei o que ele deveria fazer, isso é problema dele. […] Acho que ele aceitou [ser ministro da Justiça] por motivos explicáveis, para evitar de tentarem abafar a Lava Jato, mas ele viu que as coisas são diferentes. Se eu fosse ele, eu estaria fora”, disse FHC.

Fernando Henrique sobre a mensagem vazada de Sergio Moro ao procurador Deltan Dallagnol, em que o atual ministro da Justiça cita o ex-presidente e fala em evitar melindrá-lo. FHC respondeu que não foi melindrado, tanto que a investigação sobre ele foi realizada. FHC disse que não foi consultado sobre a entrada de Alexandre Frota no PSDB e que considera um retrocesso a entrada do deputado nos quadros do partido.

Limpeza no ninho

Sobre a exclusão de membros do partido, tampouco foi consultado, afirmou, e apenas deu sua opinião no Twitter. FHC se referia ao pedido de expulsão de Aécio Neves (PSDB-MG), que foi rejeitado pela Executiva Nacional do PSDB. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), defendeu a expulsão do mineiro, dizendo que o partido deveria escolher: “ou eu ou ele”. Em reação, FHC defendeu Aécio em um tuíte, mas sem mencioná-lo.

Às feras

“Jogar filiados às feras, principalmente quem dele foi presidente, sem esperar decisão da Justiça, é oportunismo sem grandeza. Não redime erros cometidos nem devolve confiança”, afirmou FHC.

Concessionárias impedidas

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) defende a exclusão das atuais concessionárias de nova licitação do pedágio caso não entreguem as obras previstas nos contratos assinados em 1998. As concessões dos 2,5 mil quilômetros de rodovias pedagiadas são exploradas por seis empresas e terminam em novembro de 2021. “O povo paranaense está refém do pedágio e paga as tarifas mais caras do país. Nesse modelo perverso, do qual sempre fui contra, poucas obras foram realizadas e a maioria foi deixada para o final do contrato. O que acontece agora? As empresas não querem fazer essas obras”, disse.

Novo plano

O novo plano de concessão sinalizado pelo Estado, segundo Romanelli, prevê passar 4,1 mil quilômetros de rodovias federais e estaduais para o governo federal que vai licitar um novo modelo de pedágio no Paraná. “Nós temos que fazer até 2021 que as empresas executem as obras que estão previstas no contrato”, defendeu.

 

Acordos de leniência

Romanelli criticou ainda os acordos de leniência entre o Ministério Público Federal e as concessionárias que não incluem a conclusão das obras nas rodovias. “Por exemplo, no acordo feito com a Rodonorte, está excluída a conclusão da duplicação da Rodovia do Café entre Ponta Grossa e Apucarana e mais os 26 quilômetros da Rodovia Parigot de Souza, ligação entre Ponta Grossa e Jaguariaíva. Isso está sendo contestado pelo Estado e esse acordo é lesivo aos paranaenses”.

Contra a privatização

O ex-presidente disse que é contra a privatização da Petrobras. Considera que a abertura do mercado —feito em seu governo— foi o suficiente para quebrar o monopólio estatal. Perguntado sobre a oposição ao governo atual, FHC respondeu que a “mídia tradicional tem mostrado os equívocos do atual governo”, e deveria se preocupar em discutir o que “é importante para o país”. Após Bial perguntar novamente sobre a oposição, da qual Randolfe Rodrigues é representante, o ex-presidente disse que ela faz o seu papel, e que deve escolher quando se pronunciar. Rodrigues, por sua vez, respondeu que considera Fernando Henrique, presidente de honra do PSDB, muito mais progressista que o restante dos tucanos.

    Investigação do pedágio

No final do mês de agosto – por sugestão de Romanelli o deputado Tercílio Turini (PPS) em requerimento aprovado pela Assembleia Legislativa -, o Estado criou uma força-tarefa para investigar os contratos das seis empresas de pedágio. Econorte será a primeira a ser investigada e as outras cinco – Viapar, Ecovia, Caminhos do Paraná, Ecocataratas e Rodonorte – serão incluídas no cronograma da Controladoria Geral do Estado.

Atuação da CGE

O deputado está confiante na atuação da CGE para cobrar a realização das obras. “O Estado aplicou o processo administrativo de responsabilidade na Econorte. Nós queremos que isso aconteça com as outras cinco concessionárias e aí poderemos ter a declaração de inidoneidade das empresas, o que vai impedi-las de participar das licitações, independente do acordo de leniência que fizeram com o MPF”, disse.

Solução melhor

“A busca é para termos uma solução melhor do que foi dada pelo MPF no acordo de leniência com a Rodonorte. As concessionárias arrecadaram muito dinheiro, elas estão com o dinheiro nosso, têm que fazer as obras e estão nos enganando para não realizarem as obras”, completou.

 

Investigações paralisadas

Desde que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, barrou o uso de informações detalhadas do antigo Coaf sem autorização prévia da Justiça, a polícia e o Ministério Público paralisaram investigações sobre lavagem de dinheiro em pelo menos 12 estados. Além da Lava Jato, alguns desses inquéritos envolvem facções criminosas e milícias. A decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal há menos de dois meses atingiu investigações em todo o país.

Motivo da bronca

Uma investigação da Polícia Federal contra Hélio Negão, o deputado amigo de Jair Bolsonaro, é o verdadeiro motivo da guerra do presidente com a instituição. Há 12 dias, ele esbravejou no portão do Palácio da Alvorada referindo-se a uma bomba que estava “para estourar” em “uma pessoa importante que está do meu lado”.

Virou alvo

O recado era para a PF do Rio, pilotada por Ricardo Saadi. Lançado a prefeito do Rio por Bolsonaro, Negão virou alvo dos agentes por pecados que teriam sido cometidos há mais de quinze anos. Alertado pelo amigo, Bolsonaro viu no caso uma ação da PF para tentar intimidar seu grupo político — e não perdoou.

Parados

Existem inquéritos parados sobre lavagem de dinheiro em São Paulo, Rio, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Ceará.

Paranoia

Grupo de pesquisadores de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo vem analisando o comportamento de Jair Bolsonaro (já fez estudos iguais nos dois mandatos de Lula) e acha que, malgrado sua polêmica personalidade, acredita que o presidente possa estar sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático, em decorrência do atentado sofrido na campanha, que completa um ano. Provoca transtornos de ansiedade, de humor, anorexia nervosa, narcisismo e especialmente paranoia, fator que vêm afetando o cotidiano do Chefe do Governo, que não enxerga mais limites. E o que mais irrita: ele descobriu que não pode tudo.

 

Ataques

Ainda os estudos: Bolsonaro tem necessidade diária de mostrar que “é quem manda” e ataca seus ministros e autoridades de alto escalão de outros países. Nesses dias, comparou-se ao “rei” do jogo de xadrez e agora investe contra Michelle Bachelet, alta comissária de Direitos Humanos da ONU, depois dela ter dito que “há um encolhimento do espaço democrático no Brasil”. Disse que ela “defende vagabundos” por criticar mortes provocadas pela polícia brasileira e lembra a morte de seu pai, general Alberto Bachelet, que não resistiu à tortura do regime de Pinochet.

 

Almanaque

Para quem tem memória curta: a ditadura de Augusto Pinochet no Chile durou de 1973 a 1990, quando virou “senador vitalício” (cargo que ele mesmo inventou). Dados do período: 80 mil presos, 30 mil torturados e três mil assassinatos. A própria Michelle Bachelet e sua mãe foram igualmente presas e torturadas. Nesse novo episódio, contra o qual o próprio presidente do Chile, Sebastián Piñera, se posicionou, Bolsonaro ofendeu mortos e exaltou ditaduras.

 

Maduro também

Na semana passada, também Nicolás Maduro atacou Michele Bachelet: estava irritado com seu relatório sobre repressão a opositores e tortura contra presos políticos. E – surpresa – acusou a ex-presidente do Chile de “estar a serviço do imperialismo americano”. Garantiu que o relatório foi feito por especialistas ligados ao Departamento do Estado e sobre seu governo, acusou Bachelet de “não levar saúde aos mais humildes”. E sentenciou: “Deveria agarrar uma pedra e bater com ela nos próprios dentes”.

 

Troca na PF

Mauricio Valeixo, diretor da Polícia Federal, entra de férias (10 dias) na próxima segunda-feira e Bolsonaro deverá voltar a defender a troca de comando na instituição. Já tem até um nome no bolso: é o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres. A ideia é tentar fazer de conta que também o ministro Sérgio Moro aprova a escolha.

 

Outro filho

Não é apenas Jair Bolsonaro que tem planos especiais para seus filhos; também o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, quer lançar seu filho Erick Witzel, chef de cozinha, como candidato a deputado federal em 2022. Se eleito, seria o primeiro deputado federal transgênero do país.

 

Orgia pública

Em 2002, os gastos com pessoal consolidado (união, estados e municípios) foi de R$ 198,7 bilhões (13,35% do PIB); em 2018 foi de R$ 1,120,0 bilhões (16,53%do PIB). Para o economista Ricardo Bergamini “nenhuma nação do planeta conseguiria bancar tamanha orgia pública”

 

Virou a chave

Agora que Ricardo Braga assumiu o comando da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania seu antecessor, Henrique Pires explica o verdadeiro motivo que pediu demissão. Pires e Osmar Terra, ministro da pasta trabalhavam juntos deste o governo Temer, quando Terra ocupava a pasta do Desenvolvimento Social. O ex-secretário diz que Osmar mudou. “Ele mudou. Era um cara extremamente democrático, mas virou a chave. Tomara que seja só uma fase’.

 

Menos ministério

Jair Bolsonaro quer encolher o número de ministérios e agora planeja uma dança das cadeiras: Direitos Humanos poderá ser incorporado pelo Ministério da Cidadania (sai Damares e Osmar Terra fica no comando); Ricardo Salles (Meio Ambiente) poderá assumir o Ministério do Turismo (Marcelo Álvaro Antonio é alvo de escândalo de candidaturas laranjas do PSL); e Infraestrutura, com Tarcísio Gomes de Freitas, absorve Desenvolvimento Regional.

 

Subiu no salto

No episódio da “ejaculação precoce” de João Doria conforme acusação de Bolsonaro, até a primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, subiu no salto e criticou o presidente pelo linguajar e por “desrespeito à família brasileira”, como “mulher e mãe”, ela repudiou especialmente as “expressões chulas” usadas pelo Chefe do Governo.

 

Muito em comum

Nove entre dez analistas políticos acham que entre Bolsonaro e o ex-astrólogo Olavo de Carvalho, malgrado conversem pouco, há muito em comum, especialmente na predileção por linguagem de baixo nível, mais expressões chulas. No caso do presidente acrescente-se um desequilíbrio emocional, como o choro que o acometeu quando foi abençoado pelo bispo Edir Macedo.

 

Não queria

Outra demonstração de paranoia presidencial: Bolsonaro não queria passar a presidência para Hamilton Mourão enquanto estivesse no hospital, por conta da operação, foi obrigado a recuar por dispositivo constitucional.

 

Cansado

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, começa dar sinais de que está cansado da atual posição. Muitos acham que até o final do ano ele entrega cargo ao presidente Jair Bolsonaro e aguarda sua indicação ao STF, se ela vier. Se não irá se vira, principalmente com palestras. Vem sendo muito cotado, mas nega a grande maioria de pedidos pela atual função que ocupa no governo

 

Não era o assunto

Ainda sobre Sérgio Moro: outro sinal que revela seu cansaço foi o abandono de entrevista coletiva após três minutos esta semana. Moro diz pediu desculpas pela saída e justificou-se: “Muitos estavam ali para fazer perguntas fora do contexto e o assunto era a 5ª fase da Operação Luz da Infância e não dos mandos do presidente ou do futuro de Mauricio Valeixo”.

 

Não se falam

A ex-presidente Dilma Rousseff esteve no Congresso “contra privatizações” de Bolsonaro. Só que ela fez a maior sequencia de privatizações da história. Foram mais de 20 trechos rodoviárias e ferroviárias, os cinco mais rentáveis aeroportos e todo o petróleo do campo de Libra. Mais: o cerimonial do Congresso tratou de colocar plaquinhas com o nome de Dilma e de Fernando Haddad o mais distante possível. Eles não se falam.

 

Alto risco

Bolsonaro falou em revisar o teto de gastos públicos acendendo a luz amarela no governo, mas já recuou. Mudar as regras sobre limite de despesas públicas é jogar fora todo o esforço de ajuste fiscal construído nos últimos três anos. E pior: é contrariar o programa de ajuste de setor público prometido na campanha do ano passado.

 

Olho na educação

Dados da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – o Brasil gasta mais com educação pública do que a Coreia do Sul e outros países. A Coreia do Sul está no topo do ranking internacional do desempenho de seus alunos em matemática e compreensão de texto e o Brasil está entre os últimos. A Coreia do Sul tem três universidades entre as melhores do mundo e o Brasil não tem nenhuma representatividade entre as 100 melhores desse ranking, principal comparação entre universidades.

 

Jaqueta

O personagem Chiclete (Sérgio Guizé) da novela A dona do pedaço não tira aquela jaqueta surrada em nenhuma cena. E não foi criação dele, não: faz parte do vestuário determinado pelo departamento competente, que não é lá essas coisas em matéria de figurino.

 

Novo escritório

Bruno Giusto, especializado em Direito Penal Econômico acaba de se associar ao escritório de Paulo Klein, passando a se chamar Klein & Giusto Advogados. Giusto é responsável pela defesa de Dário Messer, “o doleiro dos doleiros”, de Marcelo Miller, ex-procurador e no final do ano passado assumiu a defesa de Fabrício Queiróz. O escritório de Paulo Klein defende a ex-presidente da Petrobras, Graça Foster.

 

Não vai dar

Servidores ligados à área ambiental de instituições do governo federal querem a saída de Ricardo Salles, do Ministério do Meio Ambiente. Eles acham que Salles não está preparado para cargo. Como não conseguem falar com o presidente Jair Bolsonaro, tentam um atalho e falaram com Rodrigo Maia, presidente da Câmara. Há quem garanta que eles levaram o nome de Fernando Gabeira como indicação. Acontece que não vai dar, apesar não criticar o governo Bolsonaro e achar que ele pode ser a virada, se não cometer grandes erros e loucuras Gabeira foi um militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro, que tentava instaurar o socialismo no Brasil e lutava contra a ditatura.

 

Pronta para assinar

Outro trecho da delação do ex-ministro Antônio Palocci vem à tona: durante o governo Lula, empresários chegavam a levar para reuniões no Planalto o texto pronto de uma Medida Provisória para ele e Guido Mantega assinar. A MP 470, que autoriza generoso parcelamento em dívidas bilionárias em impostos, foi comprada desta maneira. Odebrecht teria pago R$ 50 milhões e Benjamin Steinbruch outros R$ 14 milhões. E o magnata do setor de distribuição de combustíveis Rubens Ometto também teria participado.

 

Alarme verde-oliva

Os generais que ainda participam do governo estão mais do que alarmados com o tratamento que Jair Bolsonaro vem dando a Sérgio Moro que consideram uma espécie de “general quatro estrelas”, devido ao prestígio que goza na área verde-oliva. Pior: o Chefe do Governo ficou irritado com a nova pesquisa Datafolha que, mesmo pressionado pelo presidente, Moro aparece como o mais bem avaliado do governo. Ele tem 54% de atuação “ótima” ou “boa”, 25 pontos a mais do que a avaliação positiva de Bolsonaro.

 

Boicote

Outro alarme: o Itamaraty já detectou nos corredores da diplomacia a possibilidade de haver um boicote ao discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, dia 22 próximo. A reação que está sendo orquestrada, com muita discrição, diante das últimas trapalhadas do Chefe do Governo brasileiro, seria a retirada do recinto, quando ele for falar, de alguns chefes de Estado.

 

Tiro no pé

O deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ) acha que o presidente acaba de dar um tiro no seu próprio pé ao atacar Michele Bachelet e seu pai.  E afirma que um país que almeja assumir uma vaga na Comissão de Direitos Humanos na ONU não pode agir assim. “Atua-se contra a própria posição do governo. É uma falta de empatia jamais vista na história do Brasil. O País está se tornando um pária internacional”.

 

Retrocesso

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve no programa de Pedro Bial. Além de falar que se fosse o ministro da Justiça, Sérgio Moro, já teria pedido demissão, atacou o recém-chegado ao PSDB, o deputado Alexandre Frota, acha que é um retrocesso. “Não conheço Alexandre Frota e não sou homem de preconceitos, mas, pela imagem, não acho bom. Ele sempre nos atacou”.

 

Mais redução

Também está em estudo pelo governo a redução do número de secretarias e órgãos ligados à Presidência e que tem status de ministério, como é o caso da Secretaria-Geral do Governo e até do GSI – Gabinete de Segurança Institucional.

 

Vergonha nacional

No perfil de Lula no Twitter: “Bolsonaro não se cansa de vomitar ignorância e envergonhar o Brasil perante o mundo. Minha solidariedade à presidenta Michelle Bachelet e ao povo chileno, que hoje tiveram a memória de seus mortos e desaparecidos violentados por este senhor”. Bachelet, quando na presidente do Chile, sempre integrou o Foro de São Paulo, ao lado de Lula.

 

Sequestrada

O ministro Sérgio Moro acaba de pedir a abertura de um inquérito na Polícia Federal sobre os responsáveis por um curta-metragem de ficção exibido no YouTube, no qual sequestradores raptam a filha de Sérgio Moro e exigem a libertação de Lula para soltá-la. Os autores poderão ser processados por ameaça e apologia ao crime. Mais: a segurança de sua família foi reforçada. Pessoas próximas acham que isso pode ter sido um aviso de plano de alguns radicalistas a favor da liberdade de Lula.

 

Outro

O jornalista Fábio Pannunzio, um dos mais vigorosos críticos de Bolsonaro, está saindo da Band, onde trabalha há mais de 20 anos. Sai depois de acusar o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, de ser “um dedo duro intrigante que só sabe pedir cabeças de jornalistas”. Em outras emissoras, o mesmo Wajngarten já tem essa imagem, o que provoca pânico em alguns veículos da mídia, emissoras de rádio inclusive.

Frases

    “O presidente é a broxada do ano e quer falar de ejaculação precoce? Ele fantasia muito, tipo masturbação política.”

Alexandre Frota sobre Jair Bolsonaro.