A jornalista Eliane Cantanhêde observa que enquanto novas pesquisas de popularidade não vêm, o presidente Jair Bolsonaro bateu na mesa, mostrou aos generais quem manda, manteve seus filhos nomeando pessoas-chave e, engrenando uma segunda, na contramão do que dissera na campanha, deixou claro que vai disputar a reeleição.

Os ambientes e a oportunidade do lançamento à reeleição foram escolhidos a dedo: na cidade onde cresceu, a pequena Eldorado (SP), e na Marcha para Jesus, na capital paulista. Dos 57 milhões de votos que Bolsonaro teve, em torno de 22 milhões são atribuídos aos evangélicos. As imagens só poderiam ser o que foram: festa, aplausos, apoio emocionado.

Quanto à oportunidade: quando o governador João Doria começa a botar as manguinhas de fora, o ministro Sérgio Moro está na palma da mão do presidente e o vice Hamilton Mourão anda quieto como nunca. Detalhe: Bolsonaro falou em reeleição dele, não da chapa dele. Assim, demarcou território, botou os potenciais adversários nos devidos lugares e jogou a isca para seus eleitores e seu rebanho.

Cadê o dinheiro?

O líder do governo de Ratinho Junior (PSD) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Hussein Bakri (PSD), assumiu que de fato o agora governador prometeu durante a campanha que iria conceder o reajuste aos servidores públicos. Mas segundo Bakri o então candidato ao governo contava com os R$ 5 bilhões que a ex-governadora Cida Borghetti (PP) disse que deixou em caixa. Porém, Bakri afirmou que o problema é que esse dinheiro não existe.

Aposentadoria vetada

O governador Ratinho Jr vetou o pedido de pensão (aposentadoria) da ex-governadora Cida Borghetti. Ele sustenta que propôs o fim do benefício para ex-governantes por meio de uma emenda constitucional aprovada pela Assembleia Legislativa e seria um contrassenso autorizar o pagamento para a antecessora.

Naturalidade

A ex-governadora Cida Borghetti (PP) recebeu com naturalidade a decisão do governador Ratinho Jr (PSD) a respeito do pagamento da verba de representação para os ex-governadores. O mesmo procedimento ocorreu com os pedidos administrativos dos ex-governadores Orlando Pessuti (MDB) e Roberto Requião (MDB). A assessoria jurídica de Cida Borghetti vai avaliar o despacho e o parecer jurídico de Ratinho Jr. Informa que aguardará outras decisões sobre os questionamentos que envolvem o tema na esfera jurídica para tomar sua decisão.

Base eleitoral

Demite um general daqui, outro dali, o capitão presidente está preocupado mesmo é com sua base eleitoral, incluídas as tropas, não os chefes militares. Quando o general Santos Cruz (defenestrado da Secretaria de Governo) acusou o governo de ser “um show de besteiras”, muitos concordaram plenamente, mas Jair Bolsonaro deu de ombros.

Faz o que quer

Personagem central já na campanha, o general Augusto Heleno tinha a missão de dar conselhos, segurar os excessos e corrigir erros do presidente como a tal base militar dos EUA. Era assim. Agora, Bolsonaro manda, Heleno escuta. Para completar, Bolsonaro empurrou o general Floriano Peixoto para os Correios e pôs no seu lugar na Secretaria-Geral da Presidência o major PM Jorge Oliveira, amigão da família e ex-assessor do gabinete do “03”, deputado Eduardo Bolsonaro. Trocar um general do Exército por um major da PM na mesma função é esquisito, mas o presidente deu o seu recado: o governo é dele, ele faz o quer.

Sai Onyx, entra o general

Outra mudança curiosa foi na articulação política: sai o deputado e chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, entra o general de quatro estrelas da ativa Luiz Eduardo Ramos, outro amigão do presidente. Ninguém aposta um tostão furado na permanência de Onyx por muito tempo no Planalto.  O ministro, porém, não tem do que reclamar. Diferentemente do general Juarez Cunha e do economista Joaquim Levy, ele não foi demitido pela imprensa.

Nem foi demitido

Diferentemente dos generais Santos Cruz e Franklimberg de Freitas, Onyx Lorenzoni, nem mesmo foi demitido. Vai ficando, comemorando a troca da articulação política pelo PPI, o programa de parceria de investimentos, bem estruturado, com cronograma definido e bilhões de reais à mão. A troca foi boa? Há controvérsias. De toda forma, Onyx se livrou de um abacaxi, porque, seja um deputado, seja um general da reserva, seja um da ativa, não adianta. O problema da articulação política não é do titular, mas no presidente, que passou 28 anos na Câmara, mas se recusa a fazer política, a boa política.

Por que?

No Congresso, a pergunta que não quer calar é: por que o presidente descarta o “banco de talentos” indicado por parlamentares, mas um só deputado, o “03”, já nomeou o chanceler, o primeiro e o segundo ministro da Educação, o presidente do BNDES e, agora, o secretário-geral da Presidência?

               Quem trabalha?

Câmara e Senado trabalham a pleno vapor, como, justiça seja feita, algumas áreas técnicas do governo. Enquanto isso, o presidente está no palanque, com criancinhas no colo, fazendo flexões, envolto por multidões e metido em camisas do Flamengo. Se a economia se recuperar, pode até dar certo. Se não, parece pouco para garantir a reeleição.

Primeiro a reforma

Para evitar atritos que possam atrasar a reforma da Previdência, o governo vai colocar a privatização dos Correios em banho-maria até a aprovação no Senado. A empresa tem cerca de 105 mil funcionários, boa parte resistente à venda. Uma greve de carteiros neste momento poderia prejudicar o clima favorável à reforma na população e tumultuar o debate. O cálculo explica o fato de Jair Bolsonaro ter tirado o pé do acelerador sobre o assunto. Em coletiva na última sexta-feira, o presidente disse haver intenção de privatizar a estatal, mas não haver prazo.

Novos tempos

O ex-presidente dos Correios general Juarez Aparecido conseguiu evitar a greve. Mas nem o governo acredita que Floriano Peixoto teria o mesmo sucesso, já que está lá justamente porque o antecessor era contra a venda.

Corrida de obstáculos

O presidente da Comissão Especial, Marcelo Ramos (PL-AM) sinalizou à oposição que pode ceder e adiar por três sessões a votação do relatório da Nova Previdência, objeto de cinco requerimentos. Em troca, a oposição não obstruiria a sessão.

No limite

Se fecharem um acordo, o texto aprovado chega ao Plenário a menos de 10 dias do início do recesso parlamentar.

Até tu?

Apesar dos apelos do governo, o PSL deve manter os destaques para amenizar regras para policiais. O impacto, calculado por eles mesmos, seria de R$ 2 bilhões em 10 anos.

 

Bola nas costas.

A equipe econômica está prestes a ter nova derrota no Congresso. Caduca na sexta-feira a Medida Provisória 873, que extingue o desconto em folha da contribuição sindical. Paulinho da Força (SD-SP), por sugestão de Renan Calheiros (MDB-AL), articulou para tirar 17 deputados e 19 senadores da comissão especial e, com isso, não houve quórum para analisar a medida.

Chances remotas.

Aliados do ex-presidente Lula viram sinais no voto do ministro Celso de Mello, considerado o decisivo, de que ele é contra o mérito do pedido da defesa do petista. O julgamento definitivo sobre a imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro deve voltar à pauta do STF a partir de agosto.

Para a coleção

Marcelo Ramos (PL-AM) recebeu de Luizinho (PP-RJ) camiseta do Flamengo para a coleção de times de futebol do filho de 3 anos, Umberto.

Pede pra sair

Um dos juízes que pediram a saída de Sérgio Moro da associação de classe é Marcus Vinícius Bastos. É quem julga casos de corrupção em Brasília, de Lula a Eduardo Cunha. Foi responsável por tornar o ex-presidente Michel Temer réu pela sexta vez.

Descanso amigo

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o secretário especial para a Câmara, Abelardo Lupion, passaram o feriado de Corpus Christi com o governador do Goiás, Ronaldo Caiado, em uma fazenda do ex-senador. Os três fazem parte da ala governista do DEM.

“Decisão de Estado”

Só agora é que se sabe que, em fevereiro de 2010, seis ministros se reuniram para referendar uma “decisão de Estado” tomada pelo então presidente Lula. Aprovaram, em menos de meia hora, um apoio financeiro de R$ 4,9 bilhões a Cuba, uma das maiores operações de socorro a governo estrangeiro com dinheiro do Tesouro brasileiro. Eram ministros do Itamaraty, Planejamento, Indústria e Comércio, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e um homem da Fazenda. O levantamento é do TCU que não viu nenhuma razão para ser uma “decisão de Estado”. Depois, o Brasil financiou até um porto em Cuba e de caução, aceitou o caixa da venda de charutos, pelos US$ 800 milhões subsidiados em 25 anos.

 

Onde está Wally?

Nos últimos dias, a grande preocupação da mídia nacional é descobrir onde está o ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, que viajou para os Estados Unidos sem dizer para ninguém o que ia fazer lá. Na agenda ministerial, está escrito “compromisso oficial reservado”. As apostas convergem para uma hipotética reunião com a divisão mais que especialista da CIA. A agência americana teria descoberto os verdadeiros patrocinadores de Glenn Greenwald.

 

“Meu marido é gay”

Outra cena que promete movimentar A dona do pedaço vai mostrar Lyris (Déborah Evelyn), depois do naufrágio (sem dinheiro) de seu casamento com Agno (Malvino Salvador) e exibição de cenas quentes com o entregador da confeitaria, entrando nos escritórios da empresa da família berrando “Meu marido é gay! Meu marido é gay!”.

 

Na geladeira

Afastado das coberturas esportivas por sua participação (com interesses totalmente jornalísticos) na novela Neymar/ Najila, Mauro Naves, conhecido repórter esportivo da Globo, está sem saber o que fazer e tampouco o que poderá lhe acontecer. Está na geladeira, esperando.

 

Nova campanha

Agora, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o ex-astrólogo Olavo de Carvalho estão empenhados em nova campanha. Estão pregando a criminalização do comunismo nas redes sociais.

 

Seis anos depois

O Conselho Federal de Medicina vai julgar, em julho, o processo administrativo contra a médica Virginia Soares de Souza, a Dra. Morte acusada de participar da morte de oito pacientes na UTI do Hospital Evangelico de Curitiba, entre 2006 e 2013. O julgamento acontece seis anos depois do caso ganhar os jornais, o que parece evidenciar o corporativismo da classe. Virginia já foi absolvida em primeira instância pelo TJ-PR.

 

Mais corporativismo

Corporativismo é uma doença segundo muitos integrantes das próprias classes onde um profissional é denunciado, que domina vários segmentos. Há algum tempo, na OAB de São Paulo, quando Luiz Flávio Borges D’Urso era presidente, quaisquer denúncias sobre advogados de ações suspeitas e irregulares, que prejudicariam seus clientes, demorava, com otimismo, mais de dois anos para serem julgadas – e, no geral, recusadas.

 

Mais um

O afastamento do jornalista Paulo Henrique Amorim do comando do programa Domingo Espetacular (Record), por tempo indeterminado, teria sido resultado de pressões por conta de ataques despejados por ele nas redes sociais através de seu blog Conversa Afiada.

 

Sem pudores

Walcyr Carrasco está enfrentando altos e baixos de audiência em sua novela A dona do pedaço, especialmente pela repetição de trechos da trama já explorados em outras tantas produções. Carrasco, contudo, não tem pudores nesse sentido: a cena de uma meia lagosta que voa do prato da personagem de Juliana Paes para o da personagem de Nathalia Timberg já foi exibida em novelas, séries e filmes de todo mundo, centenas de vezes.

 

Bons amigos

Luciana Gimenez levou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, a seu programa na Rede TV!, gostou da conversa e viraram amigos. E já jantaram duas vezes juntos. Nada de romance: por parte dela – e menos ainda por parte dele que, contudo, ganha pinceladas de conquistador.

 

Falsas ilusões

Em debate sobre a reforma da Previdência, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, combateu o que os vendedores de ilusões insistem em garantir que a aprovação da proposta promoverá. Para ele, mesmo aprovada a Nova Previdência, o governo não recuperará sua capacidade de investimentos nos próximo três ou quatro anos. E continuará nessa taxa de investimento de 0,5% do PIB.

 

Almanaque

Faltando apenas dias para fechar o primeiro semestre, o presidente Jair Bolsonaro alcança o volume de 184 decretos editados no período, número muito superior ao início dos governos Temer (72) e Dilma (81). O campeão dessa modalidade de atividade infralegal, com 208 decretos editados de janeiro a junho de 2003, foi o então presidente Lula. Bolsonaro, contudo, é o presidente mais contestado judicialmente no período. Nesses seis meses foram 34 ações diretas de inconstitucionalidade movidas contra leis, MPs, decretos e até portaria adotadas pelo governo.

 

Esforço

As primeiras movimentações para a adoção de medidas legais para que os mandatos de presidente da Câmara e do Senado possam ganhar reeleição partiram do senador Davi Alcolumbre que, segundo até colegas, está mais do que encantado (é a expressão usada) com o poder adquirido depois que sentou na cadeira da presidência. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, ainda não se mexeu em prol da causa: acha que não é hora disso.

 

Olho especial

Dados da Febraban: 44% da população bancarizada se vale em algum momento do cheque especial. E por três motivos: uso automático e imediato de crédito; simplicidade na contratação; e desconhecimento do seu custo. Contudo, menos de 1,4% dos ativos bancários são créditos oriundos do cheque especial.

 

Não era fã

Agora, já se sabe que o ex-ministro Santos Cruz era exceção entre ministros da ala militar nos elogios absolutos a Paulo Guedes. Mais: discordava da dosagem de corte de gastos e responsabilizava “gastadores” e não acha graça no show-off do ministro da Economia.

 

Eleito com a pauta

O vice-presidente Hamilton Mourão (presidente em exercício), afirmou não entender a revogação ao decreto de posse de armas. “Aquela história, né, o nosso governo ele foi eleito dentro dessa pauta, do apoio à posse de armas, dentro dos limites do Estatuto do Desarmamento, o presidente mandou o decreto e aí o Congresso não concordou com o que estava ali, houve também ações dentro do Supremo Tribunal Federal julgando que havia inconstitucionalidade”.

 

Novos rounds – 1

A disputa para sediar a Fórmula 1 parece que está longe de acabar. A FIA tem um contrato com o estado de São Paulo até 2020, ou seja, até lá vários novos rounds entre São Paulo e Rio de Janeiro (este com apoio de Jair Bolsonaro) irão acontecer.

 

Novos rounds – 2

Ainda sobre a disputa da Fórmula 1: João Doria, governador de São Paulo afirmou que será praticamente impossível que a Fórmula 1 mude para o Rio, ainda mais para Deodoro, porque não existe estrada que chegue lá. E governador do Rio respondeu: “Por isso, o Rio de Janeiro elegeu Wilson Witzel governador. Vai ter autódromo, estrada, heliponto e policial bem pago”. O vice-governador do Rio, Cláudio Castro também saiu em defesa do Estado: “O governador Doria não tem vindo muito ao Rio. Parece que ele nunca passou pela Transolímpica. Ele precisa se informar melhor”. A Transolímpica é uma via expressa, inaugurada em 2016, que corta Deodoro.

 

Nova piada

Na campanha de Alberto Fernandez à presidência da Argentina, com Cristina Kirchner de vice e mais ainda se o esquerdista for eleito, o presidente Jair Bolsonaro tem que adotar ações de contenção. Explica-se Fernandez tem um filho drag queen.

 

Cabeça de porco

Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo no Congresso, anda com escolta policial devido às suas ligações com Bolsonaro. Recebe mensagens ameaçadoras e depois da eleição, mandaram uma cabeça de porco para sua casa (a Máfiacoloca uma cabeça de cavalo na cama de quem quer ameaçar). Na época, mudou de casa e levou a filha para um lugar seguro. Detalhe: está fazendo curso de tiro.

 

Retrato da indústria

Dados do IBGE: entre 2014 e 2017, período de recessão, fecharam mais de 15 mil indústrias no país. A receita líquida com vendas diminuiu 7,7% nesse período e foi extinto 1,1 milhão de postos formais de trabalho. Mais: a fatia brasileira no valor adicionado da indústria mundial, que era de 2,81% em 2005 recuou para 1,8% em 2018. A indústria de transformação tem hoje a menor participação no PIB nacional (11,3%) desde 1947.

 

Recorde

Hoje, 2.206 processos de natureza penal tramitam no Supremo e até agora, estima-se que cerca de 120 manobras de várias espécies foram adotadas para anular a sentença que condenou Lula por corrupção e lavagem. E seus advogados sempre conseguem pautar julgamento dessas manobras sem demora, em qualquer instância.

 

Equívoco

A senador Simone Tebet (MDB-MS), acha que o presidente Jair Bolsonaro cometeu um equívoco na interpretação trecho do chamado marco legal das agências reguladoras “Eu acho que o presidente cometeu um equívoco de interpretação, motivado por um erro da assessoria, que não mostrou como era, na prática, a escolha dos dirigentes dos órgãos fiscalizadores”.  Simone, que foi uma das relatoras do projeto, explica que o procedimento seria semelhante ao já existente, o governo criaria uma comissão para analisar currículos, selecionar três nomes, dos quais um seria escolhido pelo presidente para ser sabatinado no Senado

 

Nada se cria

“Nada se cria, tudo se copia” – já dizia Abelardo Barbosa, o inesquecível Chacrinha. O novo disco de Madonna não tem um título muito original. Chama-se Madame X, que é também o nome de um filme de 1966 com Lana Turner. Antes dele, outro (1929) com Ruth Chartterton, os dois baseados na peça de Alexandre Pisson (1908). No Brasil, foi até telenovela com Nathália Timberg, Madame X: a ré misteriosa.

 

Velhos conhecidos

Analistas políticos reconhecem que a identificação de Bolsonaro com o PT é impressionante. Um se alimenta do risco da volta do outro e um é eleitor do outro. Essa recente queda de braço do Chefe do Governo com Joaquim Levy, então presidente do BNDES, pela demissão de um diretor petista é uma gota d’água entre os dois blocos. Até por pesquisa, se Bolsonaro fosse demitir todos os funcionários que já trabalharam um dia nos governos do PT, a Esplanada ficaria às moscas.

 

Olho no calendário

No caso do sítio de Atibaia, Lula já foi condenado em primeira instância pela juíza Gabriela Hardt. O recurso já chegou ao TRF-4 e o julgamento pode acabar coincidindo com a data prevista para a progressão da pena de Lula para o semiaberto. Confirmada a condenação, a pena se soma à anterior e o cumprimento de um sexto não acontecerá até o final do ano.

 

Nova série

Vai virar série de TV um campeão nacional de cinema: Todas as mulheres do mundo, direção de Domingos de Oliveira com Paulo José, ganha adaptação de Jorge Furtado para novo destino. O papel principal (o elenco será pequeno) fica com Emílio Dantas.

 

Nova função

A vencedora do PopStar de 2019, Jennifer Nascimento, está nas gravações finais da novela Verão 90, mas não terá muito tempo para descansar. A atriz assume o papel de repórter do The Voice Brasil, que estava sendo ocupado por Mariana Rios, nos dois últimos anos e que está se dedicando a música. O programa deverá estrear dia 30 de julho.

 

Carona

Nesses dias, José Luiz Datena almoçava, em São Paulo, com Marcos Pereira, presidente nacional do PRB. O apresentador de Brasil Urgente pode acabar se filiando à sigla para disputar a prefeitura de São Paulo no ano que vem – se não desistir poucos meses antes, como já fez duas vezes. O PRB tem pesquisas não registradas que Datena derrotaria tanto Joice Hasselmann quanto Janaina Paschoal.

 

No Brasil

A famosa e conceituada escola de gastronomia Le Cordon Bleu acaba de inaugurar uma unidade no Brasil, no Rio de Janeiro. Há quem garanta que já existe fila para se matricular na escola.

Frases

 “No passado o governador defendeu o reajuste dos servidores porque recebeu informação de que havia tinha cinco bilhões em caixa e era mentira.”

Hussein Bakri, deputado, líder do governo