Nova condenação de Lula

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Ora, pois, isso vai convulsionar a esquerda nativa. Se não havia provas como alega a defesa, e mesmo assim Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá, advogados que acompanham de perto o novo caso admitem, desde que seus nomes não sejam revelados, que há provas suficientes e robustas para que o ex-presidente seja condenado no processo do sítio de Atibaia. É o que deverá acontecer em breve.

Terminou o prazo para as alegações finais da defesa, entregue no início da noite à juíza Gabriela Hardt, que responde interinamente pela 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba desde que o ex-juiz Sérgio Moro renunciou à toga para ser ministro da Justiça e da Segurança Pública do presidente Jair Bolsonaro. Hardt não tem prazo para dar sua sentença, mas o provável é que o faça até o final de fevereiro próximo ou antes disso.

Faltam policiais

“O governador Ratinho Jr diz que o atual efetivo da Polícia Militar é insuficiente para a demanda da segurança pública do estado, mas – no curto prazo – não prevê a realização de concurso púbico para a ampliação do contingente, citando a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ratinho classifica a defasagem no quadro de pessoal como principal gargalo da área de segurança pública, mas afirma que uma solução esbarra na falta de dinheiro. O contingente da Polícia Militar do Paraná é de 15 anos atrás.  Segundo Ratinho, essas medidas de gestão incluem remanejamentos para tirar policiais de serviços burocráticos, por exemplo. “Dentro da Casa Militar, 30% dos policiais estão voltando para as ruas”, garante.

Despesas das polícias

Na mesma toada de reorganização dos gastos, o governador falou em revisão das despesas das polícias, em especial com o aluguel de imóveis. Segundo Ratinho, a Secretaria de Estado da Segurança Púbica pretende remanejar despesas e fazer sobrar R$ 12 milhões por ano.

Giacobbo garantido

Informa a coluna Expresso que o PR anunciará nesta terça-feira (8) o apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) como presidente da Câmara. Para que o acordo fosse fechado, o partido de Valdemar Costa Neto exigiu continuar no comando da Primeira Secretaria da Casa. O deputado Giacobo (PR-PR) continuará no cargo.

Fiscal do Moro

Bruno Dantas é o novo responsável no Tribunal de Contas da União por acompanhar com lupa nos olhos os atos de alguns setores do governo, como por exemplo, o que Paulo Guedes faz, incluindo a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Sérgio Moro será seguido de perto por Augusto Sherman Cavalcanti, considerado um dos mais inflexíveis e rigorosos do TCU.

 

Tudo como dantes?

Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, será assessor especial do presidente do Banco do Brasil. A promoção foi confirmada pela assessoria do banco. Com o novo cargo, ele mais que triplicará seu salário, passando a ganhar R$ 36,3 mil por mês. A nova função equivale a um cargo de executivo.

Subiu rápido

Funcionário de carreira do banco há 18 anos, Rossell Mourão vinha atuando havia 11 anos como assessor na área de agronegócio da instituição, ganhando cerca de R$ 12 mil mensais.  Sua mulher, Silvia Letícia Zancan Mourão, também é funcionária do banco.  Na presidência, continuará exercendo a mesma função mas aconselhando o presidente do banco, Rubem Novaes, diretamente. A forma como o filho de subiu na carreira foi considerada inusual por funcionários. A ascensão, segundo eles, costuma ser progressiva.

Bolsonaro desiste

Depois da má repercussão da ideia entre os líderes militares do Brasil, Bolsonaro desistiu da instalação de uma base militar dos Estados Unidos por aqui. A sequência do lance foi assim: Bolsonaro anunciou a possibilidade durante uma entrevista ao SBT; a intenção foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; o secretário de Estado de Donald Trump, Mike Pompeo elogiou a iniciativa; o alto comando do Exército não gostou da ideia porque acordos desse tipo só se justificam quando há risco de agressão externa fora da capacidade de reação e capaz de colocar em perigo a integridade da nação; Bolsonaro guardou as armas e recuou.

Notas em série

O ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM), usou 80 notas fiscais de uma empresa de consultoria tributária para receber verba de gabinete durante os quase 10 anos em que atuou como deputado federal. Ele recebeu da Câmara R$ 317 mil em verbas de gabinete. Do total de cupons, 29 foram emitidos em sequência pela empresa Office RS Consultoria Sociedade Simples. Onyx teria sido o único cliente da empresa por meses a fio.

Amigaço

O dono da Office RS é Cesar Augusto Ferrão Marques, técnico em contabilidade filiado ao partido de Onyx há 24 anos e que trabalha nas campanhas eleitorais do ministro. A empresa atua sem registro no Conselho Regional de Contabilidade.

Nas escolas

Datafolha quis saber a opinião dos brasileiros quanto a discussões de assuntos políticos nas escolas. O resultado: a defesa da discussão de assuntos políticos é de 71% dos entrevistados, enquanto 28% discordam. Quanto maior o nível de escolaridade, maior a aprovação. Entre os que têm nível superior, 83% são favoráveis; entre os que têm ensino médio, 72%; entre os que têm ensino fundamental, 62% são a favor.

Educação sexual

O Datafolha fez pesquisa em dezembro para saber se a a população brasileira é a favor de educação sexual nas escolas. O resultado: 54% dos entrevistados concordam com a educação sexual nas escolas. Mulheres defendem essa ideia mais que os homens (56% e 52%). Quanto maior o nível de escolaridade do entrevistado, maior é a defesa do conteúdo nas escolas: entre aqueles com ensino superior, 63% são favoráveis; entre aqueles com ensino médio, 54%; entre aqueles com ensino fundamental, 49% são a favor. Dos entrevistados, 44% foram contra a educação sexual em escolas. Em apenas dois grupos a maioria é contra o ensino sexual nos colégios: 54% dos que votaram no presidente Bolsonaro e 53% dos evangélicos compartilham a mesma opinião.

Falhas na comunicação

A chegada ao poder vem sempre acompanhada de uma série de coisas desagradáveis que têm ser administradas no cotidiano. Não bastasse a oposição ou os olhos atentos da imprensa ou as falhas de comunicação que geram todo tipo de comentário, Bolsonaro tem que lidar com as divergências entre ministros de áreas fundamentais em seu plano de governo.

Pitbull pop-star

Carlos, o Pitbull da família Bolsonaro, está no quinto mandato como vereador no Rio Janeiro, mas não sai de Brasília. E por lá, ele é pop, muito pop. Onde passa tem que parar para selfies e autógrafos. Aliás, ele é um perito em fotos na internet. Semana passada, em reunião ministerial, que participou na qualidade de filho do presidente, ele surpreendeu todo mundo ao tuitar foto do encontro. Primeiro porque sua presença não fazia sentido no encontro e depois porque os próprios ministros não puderam entrar na sala com seus telefones, foram orientados a deixá-los na porta, de acesso a reunião.

 

 

(Foto: Google/Reprodução)

 

 

 ‘Lei do silêncio’

Após Bolsonaro ter sido desmentido sobre a possibilidade do aumento do IOF, de nova tabela do Imposto de Renda e a proposta de idade mínima para a aposentadoria, os técnicos do segundo escalão receberam nova ordem: não devem manter conversa com a imprensa. Os chefes de cada setor são os responsáveis por manter seus subordinados de bico fechado. A avaliação é de que comunicação errada, contraditória, truncada, expõe diretamente o presidente.

Sem privilégio

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (7) que irá democratizar a verba publicitária e defendeu que os veículos de imprensa não sejam parciais. Na posse dos novos presidentes dos bancos públicos, Bolsonaro afirmou que ninguém terá direito “a mais ou a menos” e ressaltou que não haverá o que chamou de privilégios a alguns órgãos de comunicação.

 

Na frigideira

Há quem aposte que, ao desmentir publicamente o presidente Jair Bolsonaro, nesses dias, sobre o IOF e Imposto de Renda, o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, já começou a ser fritado pelo Chefe do Governo, mais alguns integrantes do chamado núcleo duro. Há pouco tempo, Bolsonaro já se irritara quando Cintra, por conta própria, misturou Imposto Único com a volta da CPMF. O ministro Paulo Guedes ficou na dele, sem abrir a boca, apesar da confusão ter estourado na sua área.

 

Disputa

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ajudou a ser concretizada a aliança entre o PSL e Rodrigo Maia (DEM-RJ) que concorrerá à sua reeleição na presidência da Câmara. E operou sem dar a menor satisfação a Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil, que só foi informado depois da conversa sacramentada. Guedes também não gostou da maneira com que, nesses dias, Onyx corrigiu entrevista de Bolsonaro. O ministro da Economia quer ver o chefe da Casa Civil pelas costas – e vice-versa.

 

Luiza na telona

A vida e a carreira de Luiza Brunet vai virar filme, dirigido por Carolina Kotcho, que também fez o longa sobre Hebe. A Globo Filmes poderá apoiar na produção. Enquanto isso, Luiza se prepara para fazer uma campanha internacional contra a violência que atinge as mulheres, iniciativa da ONU, acertada em Genebra. E aos 56 anos, depois do rompimento de Lírio Parisotto, avisa que está há dois anos “sem beijar, nem transar”. Pouca gente viu, mas Luiza Brunet também estava na posse de Jair Bolsonaro.

 

45º livro

Ignácio de Loyola Brandão, aos 82 anos, está lançando seu 45º livro Desta terra não vai sobrar, a não o vento que sopra sobre ela. É um romance que fecha a trilogia iniciada com Zero (1974) e emendada com Não verás país nenhum (1981). Trecho: “Deus, o que você fazia no escuro, antes de criar o mundo, se é que você criou?”. Loyola acha que é o livro “mais louco” que já escreveu.

 

Demolição

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, já encomendou estudo sobre a demolição do Minhocão, inaugurado em 1971 na primeira gestão de Paulo Maluf e que corta alguns bairros da cidade. Covas ficou inspirado na gestão de Eduardo Paes, que derrubou a Perimetral, no Rio, com mais de 5,5 km de extensão. Seu antecessor João Doria, já pensara nisso. E sua mulher Bia Doria, na época, se referiu ao Minhocão como “aquele viaduto”.

 

Substituto

A estreia de Dony de Nuccio no Jornal Nacional no sábado (5) como substituto de William Bonner não agradou: ele é excessivamente sorridente.

 

Campanha

O grupo hoteleiro Belmond que, no Brasil, controla o Copacabana Palace e o Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu, está fazendo campanha publicitária, vendendo até o famoso Baile de Carnaval do Copa que – surpresa – não lotou no réveillon. A ocupação dos dois hotéis tem andado muito baixa e o Belmond está procurando comprador.

 

Para sexagenários

Aos 87 anos, Silvio Santos está fazendo uma campanha pelo SBT avisando sexagenários do que munda em suas vidas depois que alcançam essa idade. E o bonequinho dele próprio assina todos os vídeos, alguns mais do que surpreendentes. O último diz: “Aos 60 anos, as rugas somem do corpo quando você está sem sutiã”.

 

Outra confusão

Nos primeiros dias do governo de Jair Bolsonaro o que houve foi um festival de confusão, desmentidos e anúncios fora de lógica com a “despetização” da Casa Civil anunciada por Onyx Lorenzoni. De quebra, a novela do IOF e do IR. Sem contar a ameaça de Paulo Guedes, que avisou que, caso a reforma da Previdência não seja aprovada, haveria outra PEC desvinculando as receitas. É um projeto que jamais seria aprovado no Congresso.

 

Vai para casa

Ainda Paulo Guedes, ministro da Economia, sobre a reforma da Previdência: aos mais chegados, ele confessa sua decepção diante da inércia de alguns de seus pares para a efetivação de uma base que garanta sua aprovação. E quando está de mau humor, Guedes avisa: “Se não for aprovada, vou para casa”.

 

Contra-ataque

A Confederação Nacional da Indústria já está montando sua estratégia para enfrentar Paulo Guedes em sua decisão de cortar as verbas do Sistema S. De cara, tratará de barrar a proposta no Congresso (garante que tem meios para isso), especialmente por ação das entidades regionais junto aos parlamentares. E caso não consiga, recorre ao Supremo.

 

Sancionada

O presidente Jair Bolsonaro sancionou esta semana a lei que prevê a criação de fundos patrimoniais, usados para arrecadar e gerir doações de pessoas físicas e jurídicas para diversas áreas, como educação e cultura. Mas antes da lei ser sancionada ele vetou alguns trechos, entre eles o que possibilitava fundações de apoio de universidades serem equiparadas às organizações gestoras de fundo patrimonial.

 

Sem exposição

O ex-ministro Antônio Palocci, acaba de participar de uma audiência na Procuradoria da República, foi prestar novos esclarecimentos sobre seu envolvimento com a Lava Jato.  Ele cumpre prisão domiciliar em São Paulo, e a viagem foi autorizada pela juíza federal Gabriela Hardt, substituta de Sergio Moro. Para não se expor muito resolveu percorrer mais de mil quilômetros de São Paulo ao Distrito Federal de carro. Ele deverá ficar em Brasília até amanhã.

 

Intervenção

Depois da intervenção da novela O sétimo guardião, decretada por ordem superior e realizada por Silvio de Abreu, agora é a vez da novela Espelho da Vida de sofrer radicais mudanças, também coordenadas por Silvio. O enredo não avançava e audiência descia.

 

Em Davos

No próximo dia 22, no primeiro jantar dos participantes do Fórum Econômico Mundial, em Davos, o discurso ficará para Jair Bolsonaro, que falará sobre economia e recusará alguns rótulos que carrega como homofóbico e preconceituoso. Na comitiva irão os ministros Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

 

Precoce

O novo governador do Rio, Wilson Witzel, já está avisando amigos e admiradores que, em 2022, disputará a Presidência da República.

 

Na frente

O governador de São Paulo, João Doria atropelou, mais uma vez, o ex-governador e presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, ao anunciar o apoio da bancada da sigla na Câmara à candidatura à reeleição na presidência da Casa de Rodrigo Maia. Alckmin é quem poderia falar em nome da bancada.

 

Líder

Major Olímpio não será candidato à presidência do Senado: ele próprio acha que não tem chance. Mas, poderá ser o líder do governo na Casa, se Bolsonaro decidir preservar o filho Flávio da posição.

 

Na internet

Circula na internet o que seria supostamente parte de um levantamento de 170 páginas no Senac/RJ envolvendo conhecidos jornalistas da Globo e GloboNews que tem seus nomes numa lista de 14 profissionais que teriam recebido cerca de R$ 2,9 milhões por conferências. Os números são mais do que elevados (palestras acima de R$ 200 mil, as menos caras) e na relação, aparece também o nome de empresas supostamente desses jornalistas que emitiram as devidas notas fiscais.

 

Mentor e discipulo

O ex-governador Sérgio Cabral, já condenado a mais de 170 anos, está negociando através de seus advogados uma super-delação que poderá explodir caciques do MDB no Rio de Janeiro. E há quem aposte que, se Cabral consegue fechar seu acordo, ato continuo o ex-governador Luiz Fernando Pezão fará a mesma coisa.

 

Cumprimento

Thammy Miranda, a filha trans de Gretchen, está assumindo sua cadeira de vereadora na Câmara Municipal de São Paulo e – quem diria – acaba de receber, via Twitter, cumprimentos do também vereador só que do Rio, Carlos Bolsonaro. Nas rodas mais chegadas, Thammy avisou que vai trabalhar muito como vereadora: “E serei pau para toda obra”.

 

No palco

João Doria não vai fechar o escritório do governo de São Paulo em Brasília. Muito ao contrário: sempre que puder deverá fazer rasantes na Capital Federal, conversar com líderes partidários e homens do primeiro time de Bolsonaro.

 

Empossados

Os novos presidentes dos bancos federais acabam de tomar posse. São eles: Serão Rubem Novaes, do Banco do Brasil, Joaquim Levy, do BNDES, e Pedro Guimarães, da Caixa.

 

Além de Marun

Antes de deixar a presidência, Michel Temer nomeou cinco conselheiros para a Itaipu Binacional. Além do ex-ministro Carlos Marun (que Bolsonaro quer tirar), outros dois nomes conhecidos: Samantha Meyer, ex-mulher do ministro do STF, Gilmar Mendes e Orlando Pessutti, ex-governador do Paraná.

 

Fim de linha

O namoro entre a cantora Ana Carolina e a atriz Leticia Lima chegou ao fim. O relacionamento durou quatro anos.

 

Mesa grande

Na primeira reunião do presidente Bolsonaro com todos seus ministros na mesa do Palácio ficou grande e quase metade das cadeiras estavam vazias. Afinal, o tamanho do ministério é menor. Contudo, a mesa será mantida: alguns ministros vão precisar muito do Congresso para aprovar medidas importantes.

 

Outro destino

O presidente Jair Bolsonaro está atento: é só o Brasil começar a perder dinheiro com as ideias surpreendentes do chanceler Ernesto Araújo que ele mudará de posto. E poderá se transformar numa nova versão de Marco Aurélio Garcia, que era consultor do Planalto. Possíveis substitutos é que não faltam.

 

Mais uma letra

Na internet, proliferam as gozações em cima da frase “Pátria amada, Brasil” que deverá aparecer na assinatura de todos os comerciais do novo governo. Uma delas, inspirada na predileção de Bolsonaro, contaria com uma letra a mais: “Pátria armada, Brasil”.

 

Afastado

No começo, Bolsonaro queria o vice Hamilton Mourão em gabinete muito próximo dele; agora, o vice-presidente ficará fora do prédio principal do Planalto. Despachará numa sala localizada num dos anexos. E muito distante do gabinete presidencial.

 

Censurado

Integrantes do núcleo duro do Planalto conversaram com o Chefe do Governo, que se atrapalhou em suas falações envolvendo IOF e IR, que mantenha a postura da campanha: toda vez que alguém perguntar sobre economia para Bolsonaro, ele voltará com a novela quem sabe disso “é o posto Ipiranga”. Detalhe: os filhos são contra. Acham que o pai deve se entrosar na área econômica. Defendem que essa deva ser a postura de um presidente.

 

Mais um

Não é apenas o ministro Paulo Guedes que defende a participação da imprensa num governo democrático: agora, o general Santos Cruz (Secom) também defende o papel da imprensa ao combate à corrupção: “Tem que ter divulgação, publicidade, divulgar tudo o máximo que puder. Tem que estar aberto à imprensa, para fornecer todos os dados possíveis”.