Exemplares do cardápio do Nomiya
Foto: Nadya Costa

A rua Itupava, no Alto da XV, que se consolida cada vez mais com um dos principais polos gastronômicos de Curitiba, ganha uma casa japonesa chamada Nomiya (no número 1299, loja 6), cujas empreendedoras – a bartender Andrea Koga e a cozinheira Mayã Sfair – inspiraram-se nos bares japoneses dos anos 1920, onde as primeiras feministas do Japão começavam a desafiar a sociedade patriarcal. Abre de quarta a domingo, das 18h à 1h.

Nomiya quer dizer ‘casa de beber’ e ali os clientes vão apreciar o shôchû, destilado feito à base de arroz e mandioca, a estrela da casa, que pode compor drinques. Há também saquê, uísque e cerveja, além de não alcoólicos. “É a primeira vez que o shôchû é a bebida principal de uma casa aqui em Curitiba”, diz Andrea.

A cozinha do Nomiya segue os princípios da ‘slow food’, que Mayã Sfair estudou na Itália e aperfeiçoou com chefs destacados como Michel Bras, na França, Alex Atala, em São Paulo, e Flávio Frenkel, em Curitiba.

No cardápio, yakitoris, espetos grelhados, em cinco versões: shiitake com bacon, almôndegas de carne de porco, frango, fígado de frango e uma versão vegana, que pode ser de quiabo, aspargo, berinjela ou outro legume da estação. E, também, otôshi, conservas variadas e onigiri, bolinho de arroz com shiitake e nori.