O clássico Negroni leva Campari, vermute e gin

Um exemplo que poderia ser imitado por bares de Curitiba: o Riviera Bar, de São Paulo (av. Paulista, 2584), comemora os 100 anos de um clássico da coquetelaria mundial – o Negroni – lançando esta semana uma carta com sete diferentes variações do drink, elaborados pelo mixologista Marco De la Roche. Composto tradicionalmente por uma parte de gin, uma de vermute rosso e uma de Campari, o Negroni é um dos coquetéis mais saborosos apreciados pelas pessoas de bom gosto.
A verdadeira origem do Negroni é ainda nebulosa, mas a versão mais aceita é que foi elaborado pela primeira vez em Florença, no Caffè Casoni, hoje chamado, segundo a Wikipedia, de Caffè Roberto Cavalli. Frequentador do bar, o conde Camillo Negroni pediu um drink chamado Americano, mas queria a bebida um pouco mais forte do que o habitual. O barman, Fosco Scarselli, acrescentou à mistura uma dose de gin, no lugar de água soda. E o coquetel ganhou fama.
A International Bartenders Association (IBA) lista o bitter Campari como um ingrediente oficial do Negroni e, em razão disso, diz-se que não há Negroni sem Campari. O Rivier Bar é considerado um histórico boteco de São Paulo, frequentado pela elite paulistana nos anos 1960 e 1970; foi remodelado e hoje é referência na boemia e gastronomia.
A carta especial de Negroni do Riviera conta com os seguintes coquetéis: Florença – São Paulo: Campari, Lillet Blanc, Virgulino Ferreira e rosas; La Nebbiosa: Yvy Mar gin, Campari, Carpano Classico e névoa de carvalho; Negroni Tônica: Yvy Mar gin, bitter italiano, vermute tinto, tônica e angostura; Negroni Thai Swizzle: Bacardi , Yvy Mar gin, Campari, vermute tinto, orgeat, hortelã, cítricos e maracujá; Negroni di Bosco: Yvy Mar gin em infusão de frutas vermelhas, Campari e Vermute tinto; White Negroni: Yvy Mar gin com infusão de quina e genciana, vermute bianco e cítricos; Riviera Negroni: Appleton State, Campari, Cinzano 1757, Samba Nego e solução marinha