Nada mudou na avaliação do governo Jair Bolsonaro. A avaliação ótima/boa soma 35 por cento, um aumento de um ponto percentual em relação a sondagem feita em março, numa oscilação dentro da margem de erro, mostrou nesta quarta-feira pesquisa CNI/Ibope. A sondagem de abril mostra pouca mudança na aprovação do governo em relação a outra pesquisa do Ibope, realizada em março. De janeiro para o mês passado foi quando a avaliação positiva do governo Bolsonaro sofreu o maior abalo, com uma queda de 15 pontos percentuais na ocasião.

Segundo a pesquisa do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, 31 por cento dos entrevistados considerem o governo regular (ante a 34 por cento na pesquisa de março), enquanto 27 por cento acham que é ruim ou péssimo (uma elevação de 3 pontos percentuais em relação à sondagem anterior, que era de 24 por cento). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

A maneira de governar de Bolsonaro é aprovada por 51 por cento dos entrevistados (mesmo índice registrado na sondagem anterior), enquanto 40 por cento a desaprovam (na sondagem anterior, eram 38 por cento), mostrou a pesquisa. Segundo o levantamento, 51 por cento confiam no presidente (eram 49 por cento em março), enquanto 45 por cento não confiam (era 44 na pesquisa anterior).

O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre os dias 12 e 15 de abril.

  Bolsa de bondades

O governo, ou mais precisamente a equipe econômica, pretende lançar um saco de bondades na economia brasileira a partir do dia 6 de maio. Se tudo sair como o previsto, lança quatro programas: Emprega Mais, Brasil 4.0, Simplifica e o Pró-Mercado. Em resumo, eis ao que se propõe: *O Emprega Mais é uma espécie de modernização do Serviço Nacional do Emprego (Sine), para qualificar o trabalhador.

E mais

*O Brasil 4.0 visa a preparar as empresas brasileiras para o mundo digital e auxiliá-las em projeto de inovação. *O Simplifica é uma nova tentativa de desburocratizar os procedimentos do mundo dos negócios e das empresas. *E o Pró-Mercado é definido por um integrante da equipe de Paulo Guedes como um “choque de capitalismo”, com medidas de desregulamentação nos setores de gás, distribuição de combustíveis, financeiro e farmacêutico.

168 foragidos presos

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou nesta quarta-feira (24) a Operação PC 27 em diversas cidades do Estado. Foram presas 168 pessoas por diversos crimes e cinco adolescentes apreendidos. A operação terminou no final da tarde com 123 mandados de busca e apreensão cumpridos. A ação aconteceu simultaneamente em todo o território nacional, com a participação dos demais 25 estados e do Distrito Federal. Cerca de 550 policiais civis de todas as divisões da PCPR participaram da operação que teve como objetivo combater a criminalidade, assim como cumprir mandados judiciais contra suspeitos pela prática de diferentes tipos de crimes, como roubo, homicídio, estupro e participação em crime organizado, entre outros, além de fazer prisões em flagrante.

Trabalho integrado

De acordo com o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, a operação é resultado de investigações por meio de um trabalho integrado e coordenado por todas as divisões da Polícia Civil do Estado. “É uma grande operação, exige um planejamento bem detalhado e uma alta capacidade de coordenação e integração entre as divisões da Polícia Civil. Estamos buscando trabalhar a cada dia mais dessa forma, não só no Paraná, como no país”, afirma. Rockembach ressalta ainda que, para que a polícia consiga prestar um serviço mais eficiente e melhorar sua capacidade de resposta, as Polícias Civis estão totalmente integradas em todo o Brasil. “Existe uma integração muito forte entre os núcleos de todas as Polícias Civis, há investigações sendo tocadas em conjunto em diversos estados. Essa é a tendência daqui em diante”, afirma o delegado-geral.

Desemprego cresce

O Brasil registrou fechamento líquido de 43.196 vagas formais de emprego em março, num resultado negativo que contrariou expectativas e foi puxado pela fraqueza no comércio, informou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Economia. Em pesquisa da Reuters, a expectativa era de abertura de 79 mil postos no mês. O desempenho também representou uma piora ante o obtido no mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 56.151 vagas. Em nota, o ministério da Economia justificou que o mês foi afetado por uma antecipação ocorrida em fevereiro, quando os dados surpreenderam positivamente.

Votação da reforma

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que acompanhou a votação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), disse após a aprovação da medida que vai tentar instalar a comissão especial que analisará o mérito da proposta hoje. “Nós dependemos dos líderes, mas, assim que tivermos uma maioria de deputados indicados para compor a comissão especial, eu vou pedir a instalação, para que a gente comece a trabalhar”, afirmou.

Sem leitura

Avesso a leitura e trabalho, Lula perdeu a chance de ganhar liberdade com a decisão de ontem do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reduziu sua pena para 8 anos e 10 meses de prisão. Se tivesse trabalhado desde que foi preso, em abril de 2018, Lula já teria abatido ao menos quatro meses da pena. Outras opções seriam submeter-se a cursos ou leitura de livros, tudo que o ilustre presidiário mais odeia.

A conta é simples

A pena de prisão é reduzida a cada três dias de trabalho, 12 horas de curso realizado ou por cada livro lido, com resumo apresentado. Petista esperto, o ex-braço-direito José Dirceu reduziu a pena em cerca de seis meses trabalhando e fazendo cursos no cárcere.

8 dias para Lula

O juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Federal em Curitiba, concedeu hoje (24) prazo de oito dias para que os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentem defesa contra a condenação no caso do sítio de Atibaia (SP). Após a apresentação da petição, o caso será remetido ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, segunda instância da Justiça Federal. Em fevereiro, Lula foi condenado 12 anos e 11 meses de prisão na ação penal sobre as reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP). A sentença foi a segunda proferida contra o ex-presidente na Operação Lava Jato. A pena foi assinada pela juíza Gabriela Hardt, que antecedeu Bonat no caso.

 

 

Sentença

Na sentença, a magistrada disse que Lula sabia do esquema de corrupção na Petrobras e que as empreiteiras OAS e a Odebrecht tinham participação nos desvios. Segundo Gabriela Hardt, ficou comprovado que o ex-presidente recebeu ao menos R$ 170 mil da OAS, por meio das reformas, como “vantagem indevida em razão do cargo de presidente”. No entendimento da juíza, ele foi beneficiário direito das reformas, embora não seja o proprietário do sítio.

 

STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu reduzir a primeira condenação de Lula na Lava Jato. Por unanimidade, os ministros da Quinta Turma reduziram a pena do ex-presidente no caso do triplex no Guarujá (SP) de 12 anos e um mês para 8 anos e 10 meses de prisão. Após o julgamento, a defesa do ex-presidente informou que vai recorrer. O advogado Cristiano Zanin defende que o ex-presidente deve ser absolvido no caso porque não cometeu nenhum crime.

Toma lá…

Líderes de cinco partidos governistas confirmaram à reportagem que o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ofereceu destinar um extra de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022 a cada deputado federal que votar a favor da reforma da Previdência no plenário da Câmara. A proposta foi realizada na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na semana passada.

Dá cá.

A estratégia de Onyx representa um acréscimo de 65% no valor que cada deputado pode manejar no Orçamento federal de 2019 para obras e investimentos de infraestrutura em seus redutos eleitorais. Os congressistas têm direito a R$ 15,4 milhões em emendas parlamentares. Com os R$ 10 milhões extras por ano, esse valor pularia para R$ 25 milhões. O extra viria de rubricas de fora do volume reservado para as emendas, mas, de acordo com os deputados, o ministro não entrou em detalhes sobre a fonte.

Também pinta

Num de seus últimos posts nas redes sociais, Olavo de Carvalho critica os militares, dizendo que eles só têm “cabelo pintado e voz impostada”, o que gerou críticas ao ex-astrólogo, com direito a muitas gozações. Motivo: Carvalho também pinta seus cabelos. Usa uma tintura clara, deixando muitos fios brancos. “É o rôto falando do esfarrapado” – disse um internauta que também não gosta de militares. À propósito: nas redes sociais multiplica a informação de que Bolsonaro chamou a atenção de Carvalho pelos ataques aos militares, só que tudo combinado com o “filósofo autodidata”.

 

Barrada no baile

Pesquisa feita pela Globo revela que Fernanda Gentil é rejeitada pelo público mais velho, que representa a maioria da audiência da TV aberta. É uma surpresa: Fernanda atuava antes no programa Esporte Espetacular até dezembro do ano passado e o público desse programa é também formado por pessoas mais velhas. Ela continua à espera de uma nova atração, na área de entretenimento. E enquanto isso, circula pelo país com a peça Sem Cerimônia.

 

Só na justiça

O Ministério da Economia negou, várias vezes, nos últimos dias, acesso de cidadãos a documentos, pareceres e estudo sobre o projeto de reforma da Previdência, para irritação de deputados que agora recorrerão à justiça. O Ministério da Justiça defende que essa parte do projeto tem “alta sensibilidade política e econômica” e sua divulgação pode até “afetar o mercado”. A ONG Transparência Brasil avisa que a medida não tem embasamento jurídico.

 

Contra

O relator do projeto da reforma da Previdência na CCJ, deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), é contra o aumento salarial para militares, embutido na proposta.

 

Irmão

Thiago Gagliasso acaba de ser nomeado assistente da Superintendência da Cultura e Comissão Criativa do Rio de Janeiro. Na justificativa, informa-se a causa de sua nomeação: “Grande número de seguidores nas redes sociais”. Ele é irmão do ator Bruno Gagliasso.

 

Candidato

Foi só ser condenado em ação movida pela petista Maria do Rosário que o humorista e apresentador Danilo Gentili (SBT) virou objeto de cobiça do PSL. O partido já abriga o ex-ator Alexandre Frota que, como Gentili, é identificado como eleitor de direita e seria um nome para disputar a Prefeitura de São Paulo no ano que vem.

 

Olho na Educação

O novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, vai trocar toda a diretoria do Imep, depois de nomear para sua presidência o delegado da Polícia Federal Elmer Coelho Vicenzi. O instituto é responsável pela realização do Enem.

 

Bem patrocinado

O evento jurídico organizado pela faculdade de Gilmar Mendes em Lisboa, com apoio da FGV, contou com alto patrocínio a Itaipu Binacional. A estatal desembolsou R$ 1,5 milhão e pagou todas as despesas pela participação de figuras do bloco do Direito, inclusive passagens de primeira classe, de Sérgio Moro a Alexandre de Moraes.

 

Encontro

As relações entre Dias Toffoli, presidente do Supremo e Raquel Dodge, procuradora-geral da República, foram consideradas “muito boas” entre os dois. Raquel disse que ainda não recorreu ao STF para arquivar a decisão de Alexandre de Moraes de censura uma revista digital e um site que teriam veiculado matéria contra Toffoli. Raquel também queria o arquivamento do inquérito. Toffoli disse a ela que, depois de ser concluído o inquérito será encaminhado ao Ministério Público para apresentação de denúncias. As apostas são que Dodge preferirá o arquivamento.

 

Fora do compasso

Na campanha, o presidente Mauricio Magri, na Argentina, garantiu que acabaria com a inflação que assola seu país. No final do ano passado, a inflação lá estava em 48%, uma das mais altas do planeta e nesse ano, deverá ficar em 40%, se não disparar em meio à campanha para as eleições em outubro, quando Macri tentará se reeleger. O presidente da Argentina aposta no voto do eleitorado que resiste ao retorno do kirchnerismo à Casa Rosada. Cristina Kirchner está em alta nas pesquisas.

 

Troca

O ministro Osmar Terra, da Cidadania e Cultura, indicou o nome de João Manoel Santos Souza para o cargo de secretário geral do Esporte, subordinado à Pasta, no lugar do general Marco Aurélio Vieira, exonerado há dias. Souza é afilhado político de José Sarney e nesses tempos em que o governo precisa aumentar sua base de apoio no Congresso, parece uma nomeação feita sob medida.

 

Hasteamento

Nesta semana, antes da reunião semanal, o presidente chamou todos os ministros para participar da cerimônia de hasteamento da bandeira do Brasil no Palácio da Alvorada. Quem também estava lá era o vice Hamilton Mourão e a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

 

De mudança

As empresas envolvidas no Complexo Metal Mecânico de Volta Redonda estão ameaçando levar para São Paulo o empreendimento, carregando um investimento de R$ 300 milhões e a promessa de mais de três mil postos de trabalho porque o governador Wilson Witzel está demorando muito na gestão. Ele manda avisar que tem interesse no projeto e que, no momento, “estão sendo cumpridas as etapas para concessão de benefícios fiscais”, processo que requer “muita atenção, responsabilidade e rigor”.

 

Quem quer

O Gávea Investimentos deverá anunciar dentro de dias a venda de sua participação de 29% no Grupo São Francisco, que reúne oito hospitais em São Paulo e Goiás. Já apresentaram ofertas a United Health, da Amil e a Intermédica.

 

Venda direta

Para combater a venda direta de etanol aos postos de combustíveis, a Agência Nacional de Petróleo ignora sentenças judiciais, não dá bola para o Cade e vira as costas para conclusões até mesmo de seus próprios grupos de trabalho. A medida tornaria o álcool hidratado mais barato e, os consumidores ficariam livres do custo dos distribuidores, que atuam no mercado como atravessadores. Desde 2009, os produtores de etanol lutam contra resolução de governo petista que impede de vender diretamente aos postos.

 

Penúria

Para guardar: segundo o BC, em 2015, o déficit fiscal nominal foi de R$ 613 bilhões; em 2016, de R$ 562,8 bilhões; em 2017, R$ 511,4 bilhões; e em 2018, de R$ 487,4 bilhões.

 

Não quer mais

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral, informou ao presidente Jair Bolsonaro que declina da quarta recondução ao cargo. Ele teve dois mandatos de dois anos como ministros substituto e está no fim do primeiro mandato como ministro titular, com direito a mais uma recondução. Ele não quer causar “constrangimentos desnecessários” ao TSE. Gonzaga está sendo acusado (ainda não houve julgamento) de trocar agressões com a ex-mulher.

 

Cara

Saiu no Diário Oficial: os brasilienses vão pagar pela renovação de habilitação (CNH) de servidores públicos, cada uma custando entre R$ 382 a R$ 580. Em São Paulo, custa R$ 150.

 

Oporturnismo

Ainda o ministro Admar Gonzaga, que deverá deixar a presidência do TSE: como juiz e cidadão, ele não aceita a situação no país “onde ser homem e heterossexual seja presunção de violência”. Para o ministro, a criminalização da heterossexualidade e de gênero masculino cede espaço “à vingança, ao ódio e à ganância”. O ministro quer justiça igual para todos, sem privilégios.

 

“Chaveirinho”

Arthur Virgilio Neto acha que a vitória do pernambucano Bruno Araújo, candidato de João Doria à presidência do PSDB, quebrará “o monopólico paulista” no partido. Mas, Bruno “precisa ser candidato do partido, não candidato de Doria”. E o prefeito de Manaus emenda: “Pelo que conheço de Bruno, ele não prestaria ao papel de ser chaveirinho de Dória”.

 

A primeira

Marcada para as 14h30 a nova sessão para votar o projeto da reforma da Previdência na CCJ da Câmara, a deputada Erika Kokay (PT-DF) foi a primeira chegar na casa por volta da 11h.  E disse que a estratégia era somente obstruir a discussão.

 

Mais

Durante sua passagem pelo Ministério da Educação, de quase 100 dias, o ex-ministro Ricardo Vélez Rodriguez enviou vários processos de credenciamento de novas universidades ao Conselho Nacional de Educação. Segundo levantamento foi 70% maior se comparado ao mesmo período no ano passado.

 

Quem entregou

Ex-diretor jurídico da Odebrecht e coordenador da super delação do grupo, o advogado Adriano Sá de Seixas Maia, citado por Marcelo Odebrecht na história do “amigo do amigo do meu pai” poderá ser chamado a depor pelo MP para esclarecer o episódio. Foi Adriano que entregou à Lava Jato o advogado e doleiro Rodrigo Tacla Durán, encarregado de receber recursos ilícitos da Odebrecht no exterior, por meio de contas offshores para depois repassá-los aos beneficiários.

 

Fake news

Nos bastidores do evento de sua faculdade de Direito, em Lisboa, esta semana, o ministro do Supremo Gilmar Mendes discutiu com Rodrigo Maia, presidente da Câmara, a criação de uma CPI de fake news.

 

Onde vai ser

O hotel New York Marriot Marquis aceitou receber o jantar de gala da Câmara do Comércio Brasil-Estados Unidos que dará o título de “Personalidade do Ano” a Jair Bolsonaro. O Marriot Marquis é um tradicional hotel da Times Square, um dos mais populares pontos de turísticos da cidade.

 

“Modelo”

Depois que o vice Hamilton Mourão o chamou de “astrólogo”, Olavo de Carvalho respondeu dizendo que ele “deveria se limitar à única função que desempenha bem, a de modelo”. O post de Olavo foi curtido por Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que está em “nova fase”.

 

Mais alto

No mês passado, o pianista brasileiro Arnaldo Cohen recebeu o mais alto titulo de docente na hierarquia acadêmica americana. Em 200 anos de existência, o título de distinguished professor, a Universidade de Indiana concedeu apenas a 74 acadêmicos. Ele vive desde 2004 nos Estados Unidos, onde é professor da escola de música da universidade. Mais: Cohen não quer mais voltar a ser performer, apenas professor.

 

Opinião

Sumido por alguns dias, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, resolveu usar seu Twitter para dar seu apoio a reforma da previdência. “A separação entre previdência e assistência social, além de garantir o pagamento das futuras aposentadorias, evitará que presidentes hipócritas destinem o dinheiro para outras áreas. Isso vai forçar o presidente a ter responsabilidade, independente do seu discurso”.

 

Ao ataque

Mais uma vez a candidata derrotada ao Planalto, Marina Silva (Rede-AC) ataca o governo Bolsonaro. Primeiramente, ela classificou o Chefe do Governo como “um presidente que não preside os seus ministros”. Depois, atacou o projeto da reforma da Previdência, no qual ela avalia que uma proposta deve ser sustentável, justa e inclusiva e a apresentada pelo Bolsonaro não tem essas características.

Frases

 “Acho que as ideias dele são muito atrasadas. O governo é muito diversificado, mas as ideias que eu vejo da família Bolsonaro são atrasadas.”

FHC