A Câmara gasta R$2,35 milhões com aluguel de 43 carrões para a mordomia de um grupo de privilegiados deputados e servidores. Mas isso não é tudo. Os gastos totais com esse tipo de regalia com dinheiro público se aproximam dos R$20 milhões. A coluna pediu a lista dos beneficiados pela rica mordomia, mas a Câmara se negou a atender a solicitação. Também escondeu gastos milionários com combustíveis.

A Câmara não fornece a lista da mordomia voluntariamente. Deixou claro: quem quiser obtê-la deve recorrer à Lei de Acesso à Informação. Em 2018, a Câmara torrou R$16 milhões com a mordomia motorizada. Deputados têm direito a franquia de 200 mil km de “Uber parlamentar”. No Senado, todos os parlamentares têm “direito” à mordomia, ao custo de R$4 milhões ao ano. Na Câmara, é um privilégio do “alto clero”. Entre os que abusam da paciência do eleitor estão o presidente da Câmara, membros da Mesa, ouvidor-geral, corregedor e procuradores.

Há pressão por mudanças em postos chaves da Assembleia. A tendência é a readequação de forças com maior peso para preferências dos novos comandantes, especialmente Luiz Cláudio Romanelli, deputado que assumiu a 1ª Secretaria. E ajustados a Ademar Traiano, que continua presidente.

Mudanças na Assembleia

Para iniciar a dança das cadeiras, João Ney Marçal Junior, diretor financeiro, homem ligado a Valdir Rossoni, deixa a casa. Há muita insatisfação dos deputados com os departamentos de Pessoal e de Comunicação. Bruno Garofano, que cuida dos recursos humanos, deve sair e estão pesquisando quem o substitua. Katia Chagas, da Comunicação, pode ser aproveitada em outro posto de direção.

Caiu do galho

Paulo Krauss, que caiu do galho com a mudança do governo, andou se reunindo com o presidente da Casa para pedir um arrimo no Legislativo. Muita gente lhe deve favores. Nos anos de governo Richa ele cuidou do caixa de propaganda e marketing da Copel, um dos mais cobiçados na praça.

Salamaleques

Chega de salamaleques. Entre os 18 atos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira, 11, um deles proíbe o uso de termos como “vossa excelência” e “doutor” para se referir a autoridades da administração pública. No lugar, deve ser usado apenas “senhor” ou “senhora” como pronome de tratamento. Segundo material divulgado pelo Palácio do Planalto, o objetivo é “promover a desburocratização no tratamento e de eliminar barreiras que criam distinção entre agentes públicos no âmbito do Poder Executivo federal”.

Simplificado

“O Governo Federal publicou decreto que simplifica a forma de tratamento oral e escrita, inclusive em cerimônias, promovendo o uso do pronome de tratamento “Senhor” e suas flexões para o feminino e o plural e vedando o uso de pronomes ou formas de tratamento como “Vossa Excelência” e “Doutor”, ressalvados os casos em que haja previsão legal ou exigência de outros Poderes e entes federados”, diz o texto divulgado.

Momento inadequado

Chega a ser comovente, para quem acompanha há mais tempo seu envolvimento com questões tributárias, a dedicação com que o economista Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque defende sua ideia de unificação de impostos para a simplificação do sistema vigente no País e para a redução da carga tributária. Por muito tempo, Cintra defendeu a ideia do imposto único. No cargo de secretário especial da Receita Federal do Brasil, Cintra está preparando uma reforma no sistema de impostos que tem como ideia central justamente a unificação de tributos, como disse ao Estado.

Segunda etapa

Numa segunda etapa, com a participação do Legislativo, o secretário da Receita pretende apresentar uma proposta de emenda constitucional que unificaria num único tributo federal impostos hoje estaduais, como o ICMS, e municipais, como o Imposto sobre Serviços.

Perícia na Odebrecht

Uma perícia feita nos sistemas internos da Odebrecht de registro de pagamento de propina mostraram execuções de pagamentos no valor de R$ 1,4 milhão a codinomes atribuídos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao pai dele, o ex-prefeito do Rio e vereador César Maia (DEM). As informações são do G1. Segundo delatores, Rodrigo Maia era “Botafogo” e “Inca” nas planilhas e o pai, César Maia, era o “Déspota”.

Corpo mole

Em vez de irritação, o mais recente mimimi do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), com ameaças veladas à reforma da Previdência, transformou-se em motivação. Agora, para a turma que atua na articulação do governo Bolsonaro, é questão de honra viabilizar a aprovação da PEC ainda que Maia faça corpo mole. Há dias, ao ser indagado sobre articulações da reforma, Maia lavou as mãos: disse que o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) é quem tinha de responder isso.

Maia disse ainda que não é mulher de malandro para ajudar na reforma enquanto “apanha” dos apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais. É como se agora Rodrigo Maia exigisse de Bolsonaro “imunidade” junto aos seus milhões de seguidores nas redes sociais. A orientação é não entrar na “onda” de Maia, por isso logo após o mais recente chororô, só ouviu elogios do presidente, no ato dos prefeitos.

O plano dos articuladores do governo é não dar pretextos para Maia se afastar, tampouco dispensar sua ajuda na aprovação da reforma.

Estado recebe demandas

A Estrutura montada pelo Governo Estado na Expolondrina 2019 já recebeu cerca de 2 mil pessoas, desde quarta-feira (10), quando a sede Executivo Estadual foi transferida para o município. Além dos estandes montados pelas secretarias de Estado, o espaço conta com uma sala da Governadoria, três salas de reuniões e ilhas de atendimento, além disponibilizar serviços prestados pela Celepar, Sanepar, Fomento Paraná e Detran. A Assembleia Legislativa também tem um espaço para receber a população.

Globo rebate Crivella

No Jornal Nacional desta quinta-feira, William Bonner leu uma nota da Globo para rebater acusações do prefeito do Rio, Marcelo Crivella. Durante entrevista coletiva que concedeu sobre os prejuízos com as chuvas na cidade, Crivella disse que a Globo “faz drama sobre coisas corriqueiras, que acontecem nas nossas vidas desde que eu nasci aqui”.

Crivella bate

“O que a Globo quer é dinheiro na sua propaganda. O que ela quer é que a gente faça uma festa no Carnaval e ela possa vender R$ 240 milhões com a prefeitura pagando o Carnaval”, acusou o prefeito depois. Na sua nota, a Globo repudiou a atitude do prefeito de afastar a repórter e a afirmação de que fez drama com “coisas corriqueiras”. “A Globo cobriu uma tragédia que tirou a vida de dez cariocas. E cumpriu a obrigação jornalística de mostrar que a prefeitura demorou a acudir a população.”

Em cima da hora

As emissoras de rádio e televisão estavam avisadas, com a devida antecedência, pela EBC – Empresa Brasil de Comunicação, que o presidente Jair Bolsonaro faria um pronunciamento na quarta-feira (10) em rede nacional, durante cinco minutos, às 20h30. Quase em cima da hora, o pronunciamento foi suspenso pelo próprio Bolsonaro, que deveria falar sobre o 13º para o pessoal do Bolsa Família e esticar pelo projeto da reforma da Previdência, pedindo “apoio dos brasileiros”. Ele não gostou do texto preparando por assessores, tentou ajustar, não deu e empurrou tudo de sua frente. “Não vou falar mais”.

Escondido

O local do casamento de Eduardo Bolsonaro com Heloisa Wolf, psicóloga e coach, está guardado a sete chaves. O filho 03 teme quaisquer manifestações contra a festa e nem mesmo os fornecedores, até agora, sabem onde é o casório. O bufê será assinado por Rosana Martins, à base da comida regional e o vestido será confeccionado por Marie Lafayette, a costureira da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Só se sabe que Heloisa ganhou um anel do futuro marido que vale R$ 15 mil e ele conseguiu por R$ mil – e anunciou pela internet.

Tropa de choque

O ministro Paulo Guedes escalou uma verdadeira tropa de choque para colocar em xeque a permanência de Joaquim Levy no BNDES, se ele não devolver à União recursos da ordem de R$ 126 bilhões. À frente, está Daniella Marques Consentino, uma espécie de “cão de guarda” de Guedes (é assessora especial de assuntos estratégicos), mais os secretários da Fazenda, Waldery Rodrigues Jr., e do Tesouro, Mansueto Almeida.

Tiro no pé

Para agradar o governo, a Vapt Filmes, do veterano conselheiro do Corinthians, Edgard Soares, produziu aquele vídeo comemorativo da ditadura militar que foi distribuído pelo pessoal do Planalto. No mercado, o tiro foi no pé: empresas estão preferindo afastamento de quem fez propaganda do regime dos anos de chumbo. E também o ator Paulo Amaral, protagonista do vídeo, já sente que sua imagem foi devidamente arranhada com a missão.

Candidato

Em bilhetes distribuídos, via advogados, para Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, o ex-presidente Lula voltou a falar em candidatura. A ideia é começar a ter cartazetes onde se leria “Lula 2022” e incentivar pesquisas para mostrar força. Hoje, contudo, Lula está inelegível até 2038, quando completará 92 anos. Resumo da ópera: do ponto de vista eleitoral, Lula significa cada vez menos.

Honraria retirada

 O Museu Americano de História Natural em Nova York, no qual seria realizada a premiação de “Pessoa do Ano” para o presidente Jair Bolsonaro, afirmou que aceitou a reserva antes de saber quem era o homenageado e está “avaliando as opções”.

“A reserva do museu para a realização do evento externo, privado, em homenagem ao atual presidente do Brasil foi feita antes que se soubesse quem seria o homenageado. Estamos profundamente preocupados, e estamos avaliando nossas opções”, publicou o museu em sua conta oficial em uma rede social.

A cerimônia de premiação de Bolsonaro como “Pessoa do Ano”, organizada pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, está marcada para 14 de maio. O local do evento, até o momento, é o Museu Americano de História Natural. Muitos usuários comentaram a publicação do museu pedindo que a instituição “cancele” a realização da cerimônia no local.

Protesto

“Como pesquisador brasileiro, é revoltante que um indivíduo que despreza a ciência como ele seja homenageado por uma instituição científica. Vocês precisam cancelar pelo bem dos pesquisadores brasileiros, ele está literalmente nos fazendo deixar o país”, comentou o usuário identificado como Alexandre Palaoro. Quando a escolha de pessoa do ano foi anunciada, o presidente comemorou em suas redes sociais e disse que se sentia honrado em receber o prêmio.

Revanche

Aliados de Bolsonaro nos EUA já preparam um roteiro da viagem do presidente ao país para receber a homenagem em um jantar de gala. Querem que, além do jantar, ele participe de outros compromissos na cidade, mas nada ainda foi fechado. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também estará em Nova York para uma palestra a empresários e investidores.

Duas personalidades

Todos os anos, a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos escolhe duas personalidades, uma americana e outra brasileira, e as homenageia diante de cerca de mil convidados, com entradas ao preço individual de US$ 30 mil. O nome do americano homenageado neste ano ainda não foi divulgado. Em comunicado divulgado em fevereiro, a Câmara diz que a escolha de Bolsonaro como pessoa do ano é um “reconhecimento de sua intenção fortemente declarada de fomentar laços comerciais e diplomáticos mais próximos entre Brasil e EUA e seu firme comprometimento em construir uma parceria forte e duradoura entre as duas nações.”

Fazendo as contas

Enquanto começa a fazer excursões pelo país, Fernando Haddad, candidato derrotado à Presidência que levou 47 milhões de votos, acha que seria “um candidato natural” em 2022 – e até mesmo contra o presidente Jair Bolsonaro. Nova pesquisa da Vox Populi revela que, se as eleições presidenciais fossem hoje, Haddad e Bolsonaro estariam empatados com 39 milhões de votos cada um.

Remendo

O próprio Rodrigo Maia, presidente da Câmara, já avisou que o regime de capitalização da Previdência não passa. Quer participação patronal. Agora, a equipe econômica prepara um remendo: no futuro regime, entraria contribuição patronal de 8,5% e parte da poupança do trabalhador continuaria financiando o INSS.

Morte no campo

A Comissão Pastoral da Terra está enviando ao ministro Sérgio Moro levantamento que mostra que, ao longo de 2018, o Brasil registrou 28 mortes por conflitos de terra. O Pará foi o líder desse ranking com 16 assassinatos. Em 2017, foram 71 mortes. O estudo aponta uma tendência preocupante: há dois anos, os assassinatos tem se concentrado em líderes agrários ou mesmo indígenas e quilombolas. Em 2017 e 2018, quase 60% das vítimas comandavam movimentos sociais em suas regiões.

Anestesia

Para Marcelo Neri, da FGV Social, o pagamento do 13º salário para o pessoal do Bolsa Família tem efeito positivo “e não é pequeno”. Em suas contas, “a medida equivale a ganha de 8,3%”. E mais: “O efeito multiplicador do Bolsa Família no PIB é três vezes maior que o da presidência. Se a reforma é operação necessária para o futuro do país, o Bolsa Família é a anestesia”.

Novo embaixador

Sérgio Amaral já está arrumando as malas para voltar ao Brasil depois de longo período como embaixador em Washington. Em seu lugar, entra Nestor Foster, que já atua na embaixada – e que é nome recomendado pelo ex-astrólogo Olavo de Carvalho.

Contra Olavo

O deputado federal Alexandre Frota, ex-ator eleito pelo PSL de São Paulo, é o novo inimigo de Olavo de Carvalho. Frota quer acabar com a influência do ex-astrólogo de Vírginia no ministério do governo Bolsonaro, considera Olavo uma figura “maligna” e já avisa que, se ele atacar, sabe muito bem como desmoralizá-lo. Aguardam-se novos rounds.

Segundo Vélez

A se julgar por seus primeiros discursos, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, escolhido pelo próprio Bolsonaro, é mesmo um segundo Vélez, sem sotaque colombiano. É conta “marxismo cultural”, quer fiscalizar livros didáticos do MEC, quer “recuperar comunistas”, estimula revisionismo histórico para ficar bonito na foto com Bolsonaro, chama o golpe de 64 de “contra revolução” e quer “tirar o Bolsa Família” de alunos envolvidos em agressões.

Outro imposto

Agora, o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, que há anos batalha pela adoção do imposto único, está pregando um novo imposto sobre meios de pagamento, abrangendo qualquer transação, o que não está devidamente oficializado com Paulo Guedes. Para o pessoal do Ministério da Economia, há apostas que Marcos Cintra não dure muito no posto.

Olho nos nordestinos

Na esteira da viagem de Bolsonaro à Paraíba, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, foi escalado para um festival de entrevistas a rádios do Nordeste. É parte do esforço do Planalto para tentar quebrar a resistência dos nordestinos à reforma da Previdência. A resistência é mesmo ao governo Bolsonaro inteiro. Nas eleições, Haddad ficou disparado na frente do atual presidente na região Nordeste.

Violência

Até Bolsonaro se solidarizou com Danilo Gentili condenado à prisão (vai recorrer) por seis meses e 28 dias depois de ironizar a inominável deputada petista Maria do Rosário. E juristas consideram a sentença “uma violência”.

Outra lama

Os senadores mineiros Rodrigo Pacheco e Antonio Anastasia têm faltado às sessões da CPI de Brumadinho, a maior catástrofe ambiental do país, dando a impressão de que não estão muito preocupados com a tragédia. No caso de Anastasia, para quem tem memória curta, vale lembrar que a Vale foi grande financiadora de sua campanha ao Senado em 2014.

Mordomia motorizada

A Câmara gasta R$ 2,35 milhões com aluguel de 43 carrões para a mordomia de grupo de privilegiados deputados e servidores. Os gastos totais como esse tipo de mordomia alcançam R$ 20 milhões e a Câmara não fornece os nomes dos privilegiados e também gastos com combustíveis. No ano passado, a Casa gastou R$ 16 milhões com mordomia motorizada e deputados têm direito a franquia de 200 mil km em “Uber parlamentar”. Na lista dos que usufruem das mordomias estão presidente da Câmara, membros da Mesa, ouvidor-geral, corregedor e procuradores.

Solto é melhor

Para 54% dos brasileiros, segundo o Datafolha, quando mais pessoas presas, mais segura estará a sociedade. Surpreendentemente, 42% discordam. Ou seja: defensores dos criminosos conseguiram convencer grande parcela da sociedade que bandido bom é bandido solto. O resultado é de conhecimento geral: nada menos do que 62 mil assassinatos por ano. Mais do que uma guerra.

Assessor

Luleco, filho de Lula, que já foi cartola de futebol americano (e arrecadou muito dinheiro da Odebrecht), agora é assessor do deputado estadual Emídio de Souza, ganha R$ 6.515 mensais e cuida das redes sociais e agenda do parlamentar. Sua empresa foi desativada, quando passou a ser investigado pela PF – ao lado de seu pai.

Mais anistia

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, decidiu adiar a votação no plenário do projeto que anistia multas de mais de R$ 70 milhões aplicadas a partidos. Reclamou que colocou em pauta com aval de líderes, mas – surpresa – muitos recuaram. A proposta será analisada primeiro na CCJ na semana que vem – e poderá ser alterada.

Contra o criador

O governador João Doria, de São Paulo, fez um balanço de seus primeiros 100 dias na chefia do Executivo estadual, na Band e investiu contra seu padrinho político, o ex-governador Geraldo Alckmin. Doria afirmou que, em 35 dias, fez o que seu antecessor “adiou, titubeou e ficou com medo de fazer… aquilo que era sua obrigação”.

Deve e não paga

Hoje, o governo deve nada menos do que R$ 450 milhões a construtoras, boa parte no âmbito do Minha Casa, Minha Vida e do programa de habitação rural. Há quem aposte num calote que provocará demissões na cadeia da construção decorrentes de dívidas contraídas pelo fundo de garantia dos trabalhadores. Do governo Dilma, restaram contratadas 2.312 moradias; de Temer, 78 mil e a administração Bolsonaro está contratando mais 14 mil unidades.

Em falta

Em seu twitter o deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que existem outros problemas no Brasil além da crise econômica. “Há um problema notório na PF: falta efetivo. Por sua vez, o atual governo herdou do PT a pior crise econômica do Brasil. Assim, vários são os policiais que não exercem trabalho de polícia, pois tem que cobrir outras funções. Solução: contratar agentes administrativos. É urgente!”.

Ministérios

A entrevista feita com Olavo de Carvalho pelo jornalista Pedro Bial já está disponível para os assinantes do Globoplay. O trecho que mais chamou atenção foi com o ex-astrólogo disse que Jair Bolsonaro deveria dar um ministério para um de seus filhos. “Eu não acho excessiva, eu acho que ele deveria trazer os filhos para mais perto. Dá um ministério para um deles”. E Bial respondeu: “Olha que ele segue seu conselho, hein!”. E Olavo acrescentou: “Tomara que ponha os três de ministros. São pessoas muito sinceras, muito honestas”.

Para isso tem

A internet ainda está indignada com a morte do músico Evaldo Rosa, que foi morto após o Exército disparar 80 tiros contra o carro onde ele estava. Um dos mais revoltados disse: “O Exército vive reclamando que não tem dinheiro, que não tem munição e de repente, dispara 80 tiros contra um único veículo, história mal contada. Espero que se faça justiça”.

Em uma hora

A turnê de comemoração dos 30 anos de carreira de Sandy & Junior está mostrando que eles não perdem para nem para astros internacionais. Após anunciarem que São Paulo teriam mais dois shows extra devido a grande procura de ingresso os fãs ficaram enlouquecidos e os ingressos para duas datas extras foram vendidos em menos de uma hora.

Frases

 “O presidente está fazendo os mesmos ajustes que o Felipão ,técnico do Palmeiras, fez no ano passado, deu certo e tá dando certo”,

Onyx Lorenzoni