Antes da febre da Internet, o Fantástico, da Rede Globo, com suas descobertas de medições anunciadas como “milagrosas”, faziam a cabeça dos brasileiros por um bom tempo. No mínimo, durante toda a semana que começava.

NOVIDADES CONTINUAM

Metformina

Agora, com a “doença” das redes sociais e a comunicação global mais ágil ainda, vamos sendo surpreendidos todos os dias por novidades.

A última delas (não para os diabéticos tipo 2) para o público em geral é a medicação Metformina. Passa a ser receitada como remédio para emagrecer.

Guerra à barriga com Metformina.

Antes disso, médicos urologistas já vinham apregoando as virtudes da Metformina como preventivo de câncer de próstata.

CÂNCER DE MAMA

E de médicos mastologistas ouvi a informação: “Metformina é excelente para a recuperação de pacientes operadas de câncer de mama”.

Victoza

Então, o que vem pela frente? Não esquecer que há meses atrás ocorreu a “febre” por Victoza, remédio para diabetes, a base de Liraglutida, indevidamente usado como coadjuvante dos tratamentos da obesidade.

O pessoal parece ter desistido da Victoza, talvez até pelo preço da embalagem, R$ 375,00, e que dura apenas 20 dias.

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CLEMENTE COMANDULLI NO “DIA DO JORNALISTA”

Marisa Lautert Caron com a Ir. Eufrásia
Tânia Vasconcellos Mainguê
Georgia Andrade Ricciardella

 

O jornalista Clemente Comandulli, que militou em nossa imprensa e faleceu no século passado, será homenageado em Curitiba no próximo dia 7, instituído pela Associação Brasileira de Imprensa como o “Dia do Jornalista”. A homenagem terá lugar como parte da programação do evento “Fico com as Artes”, promovido por Vicente Ciccarino e do qual participarão Lia Comandulli, Carlos Alberto Pessoa, Tania Vasconcellos Maingue, Joao Henrique Carneiro, Denise Pinheiro Do Carmo, Marco Antonio Alzamora Gonçalves, Ana Maingue, Angelo Hasse, Tatjana Colle Nickel, Ugo Guttierrez Filho, Tatiana Maia Vieira, Graziela Bender, Georgia Andrade Ricciardella, Vera Guimarães, Antonio Ariel Teixeira Filho e Marisa Lautert Caron.

COMANDULLI (2)

O jornalista Clemente Comandulli nasceu em Antonina, em 1927. Foi Campeão do Centenário Paranaense (1953), pelo Clube Atlético Ferroviário, um dos fundadores da escola de samba “Não Agite” (1949) e formado em Odontologia pela UFPR (1959). Foi comentarista esportivo nas rádios Guairacá, PRB-2, Colombo e Universo, bem como nos canais TV Paraná e TV Paranaense. Como jornalista, sob o pseudônimo “Ivan Silva”, foi Redator-Chefe do extinto Desportos Ilustrados, pelo qual cobriu jogos da Copa do Mundo de 1950. Nos anos 50 e 60, foi colunista diário e redator esportivo no Paraná Esportivo e, nos anos 60 e 70, na Gazeta do Povo. Foi correspondente de A Gazeta Esportiva Ilustrada, Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Diário do Paraná. Foi tesoureiro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, Assessor de Imprensa do Palácio do Governo e da Federação Paranaense de Futebol (FPF), bem como Benemérito da FPF. Morreu em 30 de dezembro de 1975.

SERVIÇO:

A homenagem, terá lugar no Espaço Saint Michel Eventos, à rua Nardy Muller da Costa nº 70 – Ecoville – esquina com a rua Eduardo Sprada, a partir das 19h horas.

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NÃO É DA CNBB

Uma estranha ‘nota’, assinada por uma suposta Márcia Angela Abdala(???), diz que a CNBB recomenda que não se reeleja a presidente Dilma.

In limine posso dizer que é coisa apócrifa, produzida na Internet. E o digo em defesa da conferência episcopal que dificilmente assinaria um documento contra alguém. E se o fizesse, o faria pelo seu site, através de seu presidente, dom Raimundo Damasceno. E ademais: a CNBB tem créditos na vida do país para convocar uma grande entrevista à imprensa e se pronunciar sobre matéria com essa. Mas não o fez e acho que não o fará.

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CARTAS

(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)

SOBRE KARAM E JAMIL SNEGE

Murá, tudo bem?

Manoel Carlos Karam.

Logo vou enviar-te um texto a respeito da literatura do Karam.

Li uma notícia sobre o Snege, acho que estão incensando demais o turco, nosso amigo.

Que foi bom cronista, tudo bem, que teve bom humor, idem, que viu a cidade, também, mas, cadê a literatura?

Ele ter influenciado o Karam? As peças de teatro dele lá por l968/1969? Os poemas dele?

Ora, isso é piada. E lembra, muito mais que o Gemba, o Karam e o Ari Pararraio mudaram o rumo do teatrinho realista e bem comportado do > Paraná.

E até o Dalton bebeu água na cuia do Snege?

O Trevisan já escrevia em 1946. Vide o seu “Manifesto para não ser lido”, publicado na revista Joaquim, quando o Jamil mal tinha nascido”.

Ora, vamos e venhamos. Mas, bem, escapou o Leminski, que jamais esteve na nossa roda.

Tinha outra órbita, independente. Não esqueça, não assino o texto sobre o Paulo, que, acredite, fui conhecer tardiamente.

RAIMUNDO CARUSO, jornalista e escritor, Florianópolis

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Esta coluna é publicada diariamente no jornal Indústria&Comércio.

Para acessar a coluna diretamente, basta acessar

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