A Oi liderou as adições líquidas de clientes na telefonia móvel no estado do Paraná em 2018, segundo relatório divulgado pela Anatel. A companhia fechou o mês de novembro  com mais de 103 mil novos clientes, um crescimento de 10,1% em relação a janeiro de 2018, sendo a única operadora a ter adições positivas de clientes neste período, enquanto que o mercado de telefonia móvel teve um decréscimo de 300 mil clientes. Nos últimos 12 meses foram mais de 88 mil novos clientes, a única operadora com crescimento positivo de 8,6%. Somente no mês de novembro foram 35 mil novos clientes.

Regionalmente, o maior destaque da Oi no Paraná foi no DDD 42, que abrange cidades como Castro, Guarapuava, Irati, Ponta Grossa e Telêmaco Borba, onde a companhia obteve crescimento de 34,5% entre os meses de janeiro e novembro de 2018. Nos DDDs 45 (Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo) e 46 (Francisco Beltrão, Pato Branco e Realeza), o crescimento foi de 20% neste mesmo período, o maior entre as operadoras. No Paraná, a Oi chegou a 1,1 milhão de clientes, na Região Sul a 3,6 milhões e no Brasil a 37,4 milhões de clientes.

A Oi investiu mais de R$ 167,4 milhões no Paraná até o terceiro trimestre de 2018. A Oi oferece cobertura 4G em 53 cidades e conta com aproximadamente 3 milhões de clientes na telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga fixa e TV por assinatura.


Isoflex , do Paraná, na maior feira de papelaria do mundo

Carolina Wolfart Hartmann:  abertura de um Centro de Distribuição em Berlim

No período de 26 e 29 de janeiro  será realizado na Alemanha o maior encontro do segmento de papelaria e escritório do mundo: a Feira Paperworld 2019. O evento acontece em Frankfurt, e conta com a participação da empresa paranaense Isoflex, que levará soluções para Gestão Visual e artigos de papelaria desenvolvidos em sua fábrica, localizada na cidade de ­­­Campo Magro (PR). Segundo Carolina Wolfart Hartmann, diretora comercial da Isoflex, a expectativa é expandir o mercado de atuação da empresa, apresentar seus produtos para possíveis parceiros dos mais diversos países e intensificar as relações internacionais.

“É a segunda vez que participamos de uma feira internacional, o que já oportunizou diversos contatos com clientes e parceiros em países dos quatro cantos do mundo. Isso nos impulsionou a investir no mercado internacional e a concretizar, no decorrer do ano, a abertura de um Centro de Distribuição em Berlim”, conta a diretora.

A empresa também está presente em quase todos os países da América do Sul, além da Europa e África, através de revendedores estabelecidos no Chile, Argentina e Polônia, exportando quadros, pastasdisplays, porta folhas, organizadores de documentos, urnas e uma série de produtos voltados à gestão e comunicação interna.

No Brasil, a Isoflex atende diversos segmentos, entre eles o metal-mecânico e o automotivo, como montadoras e concessionárias da Fiat, Toyota, Volvo, Jeep e Jaguar. Muitos dos produtos comercializados para estas empresas apresentam o conceito do Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta), que preconiza o ‘fazer mais com menos’. Um exemplo muito conhecido de ferramenta Lean é o Kanban, que auxilia na gestão da produção.

“Levaremos para a Paperworld nossos produtos desenvolvidos para organização empresarial. São soluções versáteis e duráveis que facilitam o dia a dia das organizações e, consequentemente, melhoram a produtividade”, avalia Carolina Hartmann. A Paperworld é realizada anualmente e tem previsão de superar a visitação da última edição, que recebeu cerca de 34 mil visitantes de 90 países, incluindo mais de 1.600 expositores de 66 países. Este é considerado o maior encontro do mundo e fonte de inspiração para a indústria dos segmentos de papelaria, material de escritório, escolar e organização.


Tabaco gera US$ 2 bilhões em divisas em 2018

Iro Schünke,presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco)

O Brasil embarcou 461 mil toneladas de tabaco em 2018, gerando praticamente US$ 2 bilhões em receita para o País. Só dos portos dos três estados da Região Sul, onde se concentra o cultivo de tabaco, saíram 457 mil toneladas, com receita de US$ 1,95 bilhão. O resultado mantém o País como o maior exportador de tabaco do mundo, mantendo a liderança há 26 anos (desde 1993). O destaque no cenário internacional foi novamente confirmado pelos levantamentos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e ComércioExterior (atual Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais).

Atualmente, o tabaco representa 0,8% do total de exportações brasileiras e 3,9% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, onde o produto é bastante representativo, foi responsável por 7,4% do total de exportações. Conforme o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco. “Em 2018, tivemos uma pequena queda nas exportações em relação ao ano anterior, quando foram exportadas 462 mil toneladas, movimentando US$ 2,09 bilhões”, conta. “Isso se deve, em grande parte, à postergação para o início deste ano do embarque de parte do tabaco adquirido pelos clientes chineses”, explica.

Da produção brasileira de tabaco, mais de 85% é destinada à exportação, que vai para 100 países em todos os continentes. O principal mercado continua sendo a União Europeia, que em 2018 recebeu 41% do tabaco exportado. O segundo é o Extremo Oriente, com 24%. Depois vêm a África/Oriente Médio, com 11%; a América do Norte, com 10%; a América Latina, com 8%; e o Leste Europeu, com 6%. A principal nação importadora do tabaco brasileiro é a Bélgica, seguida pelos Estados Unidos (2º lugar), China e Indonésia. Na sequência da lista dos principais clientes estão o Egito (5º lugar), a Alemanha e a Rússia (7º).


Davos comenta Davos

Apenas três líderes do G7 (grupo formado pelos sete países mais industrializados do mundo) estão presentes no Fórum Econômico Mundial (FEM), que ocorre em Davos, Suíça, de 22 a 24 de janeiro. São eles: o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe; a chanceler alemã, Angela Merkel; e o premiê italiano, Giuseppe Conte.

Embora o evento deva reunir cerca de 250 autoridades do G20 (grupo que reúne as 20 principais economias do mundo) e de outros países, as discussões sobre cooperação econômica deste ano são afetadas por ausências importantes. A mais comentada é a de Donald Trump: no início do mês, o presidente norte-americano usou sua conta no Twitter para explicar que cancelaria sua ida a Davos em razão do “shutdown” – suspensão de gastos não-essenciais, que foi motivada pelo impasse, no Congresso de seu país, à aprovação de orçamento suplementar. A crise que impede a ida de Trump a Davos é de natureza política: ele quer que seja liberada a verba para a construção do muro na fronteira com o México, uma de suas principais promessas de campanha, mas a bancada democrata do Congresso recusa-se a aprovar a medida. Como o “orçamento do muro” está vinculado a outras verbas, a falta de consenso entre Executivo e Legislativo levou à paralisia do serviço público federal.
Além de Trump, também estão ausentes o presidente da China, Xi Jinping; Emmanuel Macron, presidente da França – que atravessa grave crise interna motivada pelas manifestações dos “coletes amarelos”; e a primeira-ministra britânica, Theresa May, que também enfrenta crise política (neste caso, em razão do Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia).
“O motivo da não ida de vários líderes para Davos foi ocasionada pelo crescente foco em problemas locais dos respectivos países”, esclarece Mauro Morelli, da Davos Wealth Management. Além das crises pontuais mencionadas, Morelli salienta que “esses problemas estão alinhados com uma maior aversão a globalização”.
“A globalização foi um dos principais motores para o crescimento dos mercados emergentes, incluindo o Brasil”, afirma Morelli.

O enfraquecimento de uma agenda global, que tem nas ausências de Davos um de seus sintomas, mas é muito bem exemplificado pelo Brexit e pelo nacionalismo de Trump, tende a reduzir não apenas o crescimento dos países emergentes. “As economias americana e europeia também podem sofrer caso se confirme a redução do comércio mundial, embora em menor escala”, esclarece Morelli. “Devemos estar atentos e buscar acordos bilaterais que nos permitam crescer apesar das tendências de recuo”, ele conclui.


Rafael Lamastra Jr. assume presidência da Compagas

Executivo Rafael Lamastra Jr. assumiu a presidência da Compagas.

Com planos de ampliar a presença do gás natural no Paraná e sua participação na matriz energética do Estado, o executivo Rafael Lamastra Jr. assumiu nesta quarta-feira, dia 23 de janeiro, a presidência da Companhia Paranaense de Gás (Compagas). Ele foi empossado em uma solenidade realizada na sede da Compagas, em Curitiba, que contou com a presença de Daniel Pimentel Slaviero, presidente da Copel; Fernando Xavier Ferreira, presidente do Conselho de Administração da Compagas;  Eduardo Buschle, diretor de administração e finanças da Companhia; e seu antecessor, Luiz Malucelli Neto.

Com ampla experiência nas áreas de Gestão Administrativa, Comercial e Marketing, Lamastra Jr. já atuou em diversos segmentos e registrou passagens por grandes empresas, como o Grupo Plaenge, a Unimed e a Rede Massa de Londrina. “Estou honrado com o convite do governador Ratinho Junior e espero usar minha expertise para contribuir com o crescimento da Compagas, tornando a Companhia mais competitiva e levando o gás natural para um número cada vez maior de paranaenses”, afirma o novo diretor-presidente da Compagas.

Atualmente a Compagas conta com mais de 43 mil consumidores atendidos com gás natural nos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica por meio de uma rede de distribuição de mais de 820 quilômetros de extensão. Presente em 16 municípios paranaenses, a Companhia tem como meta para 2019 investir aproximadamente R$ 20,2 milhões na saturação dos mercados residencial, comercial e industrial. “Queremos ampliar o volume distribuído, aumentando a base de consumidores e oferecendo um serviço de qualidade, com rapidez, agilidade e segurança”, revela Lamastra Jr.


Bate-papo na ABAV-PR dia 29

Ana Paula Lacerda fala dia 29 sobre marketing, vendas e finanças

O primeiro bate-papo do ano na ABAV-PR está agendado para 29 de janeiro, das 19h ás 22h. Quem estará no comando  é a profissional Ana Paula Lacerda e os temas abordados serão marketing, vendas e a parte financeira. Para sócios a palestra é gratuita e não sócios tem o valor simbólico de R$ 25. O encontro acontece na própria sede da entidade, na Travessa Nestor de Castro, 247, no 1º andar.

Ana Paula é bacharel em Turismo pela UFPR, especialista em Ecoturismo e mestrado em Educação. Docente em cursos de turismo por 10 anos, consultora credenciada do Sebrae entre 2011 e 2018 e proprietária da Sentido Viagens e Experiências. Para quem tem interesse em participar mais informações através do telefone 41 3233 3411, do whatsapp 41 99645  5543 ou das redes sociais da entidade.


Pistola Udav substituirá a lendária Makarov

Sucesso nos testes de uma nova pistola chamada “Udav” (“Boa”)

O Instituto Central de Pesquisa Científica de Engenharia de Precisão (Tsniitochmash), que faz parte da Rostec, completou com sucesso os testes de uma nova pistola chamada “Udav” (“Boa”), que vai substituir a pistola Makarov.  Produção em série da nova pistola começará na primavera de 2019.

Por seu poder destrutivo, “Udav” se tornará uma das pistolas mais poderosas do mundo. Seu cartucho tem um calibre de 9×21 mm. Nove milímetros é o diâmetro da bala, vinte e um é o comprimento do revestimento. A uma distância de cem metros, a bala da “Udav” perfura a couraça, constituída por duas placas de titânio de 1,4 mm e 30 camadas de Kevlar, ou chapas de aço de 4 mm de espessura.

“A arma se mostrou perfeitamente em todo o complexo de testes, por exemplo, ao trabalhar em temperaturas extremas, de -70 a +50 graus, e também ao trabalhar em condições de alta umidade, que foi simulada em câmaras térmicas e de pressão especiais. Em particular, foram simuladas condições secas do deserto, condições árticas, alta umidade”, disse o diretor industrial do Cluster de armas convencionais, munições e química especial da Corporação do Estado Rostec, Sergey Abramov.

O local de produção será a Tsniitochmash. A empresa possui a documentação técnica necessária e pode fornecer uma construção de alta qualidade.“A arma repetidamente mostrou sua estabilidade em uma situação especialmente modelada, quando um atraso de bala ocorreu no cano. Ela foi empurrada pelo próximo tiro, após o que a pistola continuou seu trabalho ”, disse o Diretor-Geral da Tsniitochmash, Albert Bakov. A nova arma “Udav” foi desenvolvida pela ordem do Ministério da Defesa e dos serviços policiais russos. Ela deve substituir a pistola Makarov (PM), que está atualmente usado pelo exército russo e pela polícia. A PM é a principal arma pessoal dos oficiais das forças armadas e das forças de segurança em vários países do antigo Pacto de Varsóvia, assim como na China.

A Rostec continua a implementar um vasto programa de desenvolvimento de clusters de armas, de acordo com a Estratégia aprovada, cujos principais objetivos são o crescimento da receita em 17% em rublos até 2025, além de melhorar a eficiência operacional e o acesso aos mercados mundiais.A Corporação do Estado Rostec é uma empresa russa estabelecida em 2007 para promover o desenvolvimento, produção e exportação de produtos industriais militares e civis de alta tecnologia. É composta por mais de 700 organizações, das quais 11 holdings entram no complexo industrial militar e 4 nas indústrias civis, além de mais de 80 organizações de gestão direta.


Serviço social água mineral da  Ambev

A água mineral AMA acaba de atingir a marca de R$ 3 milhões em lucro de vendas em pouco mais de um ano e meio de existência. Desenvolvida pela Cervejaria Ambev, AMA é um negócio social que reverte todo seu lucro para apoiar e desenvolver projetos que levam água de qualidade para famílias que vivem no semiárido brasileiro, região que mais sofre com a seca no país.

“Imagine abrir a torneira de casa e não ter água para escovar os dentes, tomar banho ou mesmo beber. E para conseguir água potável será necessário caminhar por seis horas. Essa é realidade de muitos no semiárido brasileiro e não podíamos ficar de braços cruzados diante dessa realidade. Com a AMA temos um desafio enorme pela frente, mas sabemos que um importante passo já foi dado para mudar a realidade dessas pessoas. Para continuar precisamos que mais consumidores se envolvam e entendam que quando você escolhe AMA, ajuda a levar água para quem mais precisa”, explica Carla Crippa, diretora de sustentabilidade da Cervejaria Ambev.


Campo Grande Expo com fóco na sustentabilidade

A mais jovem das feiras de negócios do Brasil com foco em sustentabilidade através do fomento das práticas de integração, a Campo Grande Expo, apresenta mais novidades para a segunda edição de 2019. Além da consultoria que será prestada pela direção da Show Rural Coopavel, o Embaixador do evento é o prestigiado José Luiz Tejon,   considerado um dos maiores nomes nas áreas de gestão de vendas e marketing em agronegócio. E para homenagear uma das mais ilustres sul-mato-grossenses, a feira dedica o primeiro dia à Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para mostrar ao mundo um Brasil que preserva. A feira que acontece de 28 de maio a 1º de junho próximos.

Como Embaixador o professor, consultor, conferencista e escritor José Luiz Tejon,  notávell também por suas palestras sobre liderança, motivação e superação humana,  Top of Mind de RH e ganhador do Troféu Great Speaker Olmix em Paris, França, ele, nos os próximos quatro meses que antecedem a feira,  irá representar e promover a Campo Grande Expo por todo País.

Quanto ao Dia da Ministra Tereza Cristina, a ideia é que na data o evento seja mostrado ao mundo um Brasil preocupado com a preservação do meio ambiente, tema defendido pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento . Para a empresária e presidente da Campo Grande Expo, Alessandra Piano, o evento decidiu homenagear a Ministra devido seu empenho e comprometimento com a agricultura e com a pecuária, sem deixar de defender a preservação ambiental. “Uma homenagem mais que justa para uma mulher que tanto tem feito pelo Mato Grosso do Sul, pelo Brasil e que desde o início apoiou a feira”, completou Alessandra Piano.