Lição de casa

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 Os secretários do Paraná saíram da reunião com uma tarefa para ser apresentada em até 90 dias. O trabalho de casa: relatório em que conste triagem dos contratos e convênios firmados nos últimos dois meses e diagnóstico das áreas. Além disso, foi determinado que haja economia, transparência e redução da máquina pública.

A outra tarefa é mais fácil.  Uma limpa geral. O governador assinou ndecreto que exonera todos os ocupantes de cargos comissionados do Poder Executivo. A decisão que já havia sido anunciada antes mesmo da posse é a primeira medida administrativa tomada pelo novo governo.

Tudo pelo novo desenho da máquina pública, que conta agora com 15 secretarias ao invés das 28 que funcionavam anteriormente. Todas as contratações e reconduções serão adequadas ao modelo de gestão e definidas pelos novos secretários e dirigentes de órgãos públicos, de acordo com a orientação do governador de reduzir a máquina e privilegiar a eficiência.

No desfile

Ninguém entendeu direito Carlos Bolsonaro sentado no Rolls-Royce durante o desfile da posse. A explicação, entretanto, não esclarece. O Pitbull pediu para acompanhar o pai porque estava preocupado com sua segurança. Disse que estava com um “sentimento ruim”…

Gleisi ataca:

“Discurso de Bolsonaro não durou 24 horas,” Para Gleisi Hoffmann, Bolsonaro já esqueceu o discurso de rompimento com a velha política. Veja o que ela publicou no Twitter: “Não durou 24 hs o discurso de Bolsonaro de rompimento com a velha política. Hj foi selado pelo PSL um acordão, envolvendo cargos, com os partidos políticos que ele tanto criticou, para apoiar reeleição de Rodrigo Maia para a Câmara dos Deputados.”

Giacobo continua

Eleito para seu quinto mandato com 111.384 votos nas últimas eleições, Giacobo vai continuar responsável pela administração do legislativo que terá um orçamento de R$ 6 bilhões. No ano passado, Giacobo articulou a devolução de R$ 230 milhões – economizados pela Casa – para o governo federal investir em segurança pública.

Stamm quer continuar

Neste momento de disputa trivial por cargos na esfera federal, o presidente da Itaipu Binacional, Marcos Stamm, trabalha para continuar no comando da usina. A manutenção do deputado Carlos Marum (MDB) no conselho da binacional é mais um indicativo que as mudanças devem ser mais paulatinas do que esperam os mais afoitos pelos cobiçados cargos da Itaipu.

Currículo

Stamm, que é advogado, também se enquadra no perfil técnico pretendido pelo novo governo na direção das empresas estatais. Há nove meses no cargo, seu mandato pode encerrar em 2022. Antes de assumir a diretoria geral, ocupava o cargo de diretor financeiro executivo da hidrelétrica. Ele também circula bem no governo do Estado e já colocou a binacional à disposição para projetos estratégicos do Paraná.

Despetização

Um dia depois de o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni , prometer uma “despetização” do Brasil, foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial portaria exonerando todos os ocupantes dos cargos de confiança na Pasta. Nesta quarta-feira, Onyx disse que iria afastar cerca de 320 servidores . O D.O. não traz os nomes nem o número preciso de funcionários. O texto é genérico e se aplica a todos que estavam nos cargos com as chamadas gratificações abaixo de DAS 6.

Obras

A Itaipu vai custear obras estruturais – como a segunda ponte e a perimetral leste em Foz do Iguaçu, entre outras na região oeste – no Estado e mantém parcerias em programas com as prefeituras paranaenses. Tudo isso conta a favor de Stamm e sua equipe.

Geral

Além dos comissionados, o decreto também exonera servidores públicos das funções gratificadas que ocupam e determina a dispensa dos ocupantes de cargos em comissão da Coordenação da Receita do Estado, membros das Diretorias Executivas da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Agência Paraná de Desenvolvimento, Paranacidade, Paranaeducação, Paranaprevidência, Paranaprojetos, Palcoparaná, Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Estado do Paraná (Funeas), Fundação Araucária, E-Paraná Comunicação e Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Permanecerão nos cargos apenas os atuais diretores das faculdades e universidades estaduais.

Dois aeroportos

 Ratinho Jr já mandou recado ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Quer marcar conversa sobre os aeroportos de Londrina e Foz do Iguaçu. A ideia é que, nas palavras do governador, “o Governo Federal tome medidas administrativas para que o Governo do Estado assuma algumas funções que afetam o desenvolvimento do Estado, como é a questão de portos, rodovias e aeroportos. Minha sugestão foi a de que ele repasse a função administrativa dos aeroportos de Londrina e Foz para o Paraná e, assim permitir, com que a gente faça uma concessão para a modernização”. Os dois terminais, assim como o Afonso Pena, em São José dos Pinhais, são de responsabilidade da Infraero.

 

 

Freixo piada

O jogo na Câmara Federal está assim: Rodrigo Maia (DEM) quer continuar na presidência da Casa, Bolsonaro disse que apoia e o PSL obedece ao chefe na votação; Marcelo Freixo (PSOL) resolveu fazer oposição, lançou o nome para o cargo e agora articula com as bancadas que não falam a mesma língua que o atual governo.

Em marcha

As duas pontas têm que lidar com uma outra articulação em movimento desde o mês passado: a formação de um bloco para lotear o comando da nova legislatura, excluindo desses postos as duas siglas com melhor desempenho nas eleições para deputado federal, o PT e o PSL – o primeiro plano foi concluído com êxito, a turma continua marchando…

 

 

 

Marun confirmado

 Bolsonaro disse ontem que iria anular a ida de Carlos Marun para o Conselho da Itaipu. Mas foi informado por sua assessoria de que não pode fazer isso porque trata-se de ‘ato jurídico perfeito’, aquele que, após realizado, não pode ser revisto. Temer nomeou Marun no dia 31 de dezembro, quando apagava as luzes de seu gabinete, enfiava a viola no saco e se mandava para casa.

Rainha do Google

 Durante a posse do marido, o nome de Michelle Bolsonaro cresceu 5.000% nas buscas do Google. O que os internautas queriam saber? Idade, signo, profissão, se é surda e por aí vai. Grupos organizados da web que interagiram pouco a respeito de Michelle foram os das feministas. Alguns comentaram, de forma discreta, sobre o ineditismo do discurso da primeira-dama e sobre inclusão. Outros, trataram como marketing. Outros simplesmente desprezaram. E o que isso quer dizer? Para os grupos que se fecham neles mesmos, não importa o que se fala, mas quem fala – se for da turma, tudo bem; caso contrário, o desprezo.

Primeira reunião

Pela primeira vez desde que tomou posse, o presidente Jair Bolsonaro se reúne nesta quinta (3), a partir das 9h, com o Conselho de Ministros, no Palácio do Planalto. Os 22 ministros devem comparecer. A reunião ministerial ocorre logo após toda a equipe anunciar as prioridades e indicar as ações de suas áreas. Dias antes de assumir o governo, Bolsonaro avisou que a intenção é definir atos que desburocratizem e melhorem a qualidade de vida dos cidadãos. As informações são da Agência Brasil.

Toffoli e Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro não perdeu a primeira chance e conversou longamente com o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o Pacto Republicano que propõe. A conversa, a sós, ocorreu durante a recepção no Itamaraty, três horas após a posse, quando os convidados receberam sinais para não interromper. A ideia é que os presidentes dos Três Poderes assumam o compromisso de enfrentar questões emergenciais para o País.

Destravar é preciso

“O Brasil precisa destravar”, disse o ministro Dias Toffoli a esta coluna, ao confirmar o entendimento com Bolsonaro. Reformas Tributária e da Previdência e enfrentamento da criminalidade serão os temas prioritários no Pacto Republicano. Toffoli também admitiu a inclusão, no Pacto Republicano, de outros temas que os presidentes dos Três Poderes considerem relevantes.

Outros temas

Toffoli também admitiu a inclusão, no Pacto Republicano, de outros temas que os presidentes dos Três Poderes considerem relevantes.

Falta o Legislativo

Bolsonaro e Toffoli aguardam a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado para uma reunião objetiva dos chefes dos Três Poderes.

Por Dodge

Tão admirada pelos colegas quanto temida pelos políticos, a procuradora geral da República, Raquel Dodge, recebe tratamento de chefe de “quarto poder” em eventos oficiais, mesmo contrariando o protocolo. Pelo decreto 9.338, que fixa a ordem de precedência nas cerimônias oficiais, a chefe da PGR está em 17º lugar na lista de autoridades encabeçada pelo presidente da República. Mas, na posse de Jair Bolsonaro, ela esteve entre os 8 ocupantes da Mesa principal.

A lista é longa

Após presidente da República e vice, a ordem de precedência aponta presidentes do Congresso, da Câmara, do STF e ministros de Estado. Cardeais, embaixadores estrangeiros, presidente do TSE e ministros do STF têm precedência sobre a PGR, integrante do Poder Executivo.

 

Quem sabe faz a hora

Por uma ironia da História, o refrão ‘esperar não é saber’ pode mudar de mãos Momentos decisivos na história são raros e o Brasil acabou de entrar num deles. A eleição de Bolsonaro foi só a preparação para o que vem agora: um País que, se quiser sair da mediocridade e estagnação, terá de confrontar a si mesmo.

Libertar o país

O novo presidente prometeu libertar o Brasil de amarras que levaram gerações para serem confeccionadas. E que podem ser resumidas numa constatação preocupante: a sociedade brasileira falhou na tentativa de construir um Estado de bem-estar social nos moldes de países europeus. Nossa geração de riquezas não comporta um Estado de bem-estar social com o qual sonhamos.

Carga tributária

O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu uma “enxurrada” de medidas nos próximos dias. “Não faltará notícia”, avisou. Segundo ele, nos primeiros 30 dias de governo serão tomadas medidas que não precisam mexer na Constituição. As reformas estruturantes serão enviadas após o novo Congresso Nacional tomar posse, em 1.º de fevereiro. “Vamos na direção da liberal democracia, vamos abrir a economia, simplificar impostos, privatizar, descentralizar recursos para Estados e municípios.” Confira os principais pontos do discurso. As informações são de Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli, Lorenna Rodrigues e Eduardo Rodrigues no Estadão.

Deferência ao MP

O Cerimonial do Senado diz que o regimento do Congresso é omisso. E que o convite a Dodge foi “deferência” ao Ministério Público.

Netanyahu quer voltar

O premier israelense Benjamin Netanyahu sentiu-se tão à vontade no Brasil que ontem, durante a posse, ele segredou a diplomatas que já programa voltar no Carnaval. Ele e a mulher adoraram água de coco.

Bolsa em máxima

O primeiro pregão da Bolsa no governo Bolsonaro terminou o dia com máxima histórica. Como mostra o Estadão, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia em valorização de 3,56%, aos 91.012 pontos, maior valor nominal de fechamento na história. A máxima do dia foi por volta das 15h, quando o Ibovespa chegou a avançar 4,07%, aos 91.478,84 pontos. O dólar fechou em baixa de 1,83%, cotado a R$ 3,8046.

PR fecha com Maia

O líder do PR, José Rocha (BA), confirmou nesta segunda-feira, 2, que o partido vai apoiar a reeleição de Rodrigp Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados. Com 34 deputados, sexta maior bancada, o partido ficará com a 1ª Secretaria da Câmara que continuará sob o comando do paranaense Fernando Giacobo. A eleição será em 2 fevereiro – data da posse dos deputados eleitos em 7 de outubro.

Greca debela infecção

O prefeito Rafael Greca comemorou o que chama de “plena recuperação” após cirurgia em que foi submetido na sexta-feira, 28, em hospital em Curitiba. “Satisfação na comemoração da plena recuperação, infecção debelada. Após almoço com creme de milho, suco de laranjas e gelatina de uvas e de morangos sinto a Vida em plenitude. Comigo os médicos Doutor Marlon Rangel (cirurgião) e Felipe Bueno da Silva (clínico)”, disse Greca no face book..

Pente fino

Além de um levantamento sobre a movimentação de pessoal nos últimos 30 dias do governo Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta quinta-feira, 3, que o presidente Jair Bolsonaro determinou a revisão das movimentações financeira das pastas nos últimos dias de 2018. Onyx informou que foi detectada uma “movimentação incomum” no final da gestão anterior. O ministro anunciou ainda que as primeiras medidas do novo governo vão ser anunciadas na semana que vem. 

Incomum

“Houve movimentação incomum de recursos destinados a ministérios nos últimos dias do ano passado. Foi solicitado que todos os ministros fizessem a revisão pasta por pasta sobre as exonerações ou transferências de pessoal, e também sobre a movimentação financeira dos últimos 30 dias”, afirmou, após a primeira reunião ministerial do novo governo.

Indiretas

Lorenzoni afirmou, ainda, que a ideia do novo governo é estender a exoneração dos cargos de confiança feitos em sua pasta para todo o Executivo e administração indireta. Além de critérios técnicos, serão consideradas questões políticas, como quem foi responsável pela indicação do servidor e qual sua visão ideológica.

Abusivo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves , pediu a “imediata suspensão” de um contrato de R$ 44,9 milhões firmado pela Fundação Nacional do Índio ( Funai ) com a Universidade Federal Fluminense ( UFF ) no último dia 28. A Funai fechou a parceria no modelo de “execução descentralizada”, sem licitação, no apagar das luzes do governo Michel Temer.

Vultosa

Damares considerou a quantia de recursos “vultosa” e pediu ao presidente do órgão, Wallace Moreira Bastos, que suspenda a parceria. Ele agora é subordinado à ministra. O contrato firmado no fim de 2018, para execução de serviços como elaboração de plano de recursos humanos e implantação de criptomoeda indígena, foi revelado pelo GLOBO nesta quarta-feira .

Questionável

Servidores da Funai consideraram os serviços de “questionável pertinência técnica” e denunciaram que o contrato não passou por qualquer área técnica antes de ser assinado, o que contraria recomendação dos órgãos de controle. Um ofício foi encaminhado ainda no dia 28 de dezembro para a presidência do órgão pelos funcionários pedindo esclarecimentos sobre o contrato.

Suspensão imediata

Agora, em ofício, Damares pediu a suspensão “até posterior deliberação, em atendimento aos requisitos legais e procedimentais”. O comunicado da nova ministra ao presidente do órgão foi assinado nesta quarta-feira, mesmo dia em que ela tomou posse. O ofício é o de número 1 do gabinete ministerial.

Outra Michelle

A atitude de Michelle Bolsonaro lembra outra Michelle primeira-dama, a Obama. A Michelle brasileira é dedicada defensora dos direitos de deficientes de audição. Atribui-se a ela até a iniciativa de espantar os papagaios de pirata que infestavam os ombros do presidente.

Ruído de vice

O general Hamilton Mourão não foi à transmissão de cargo de ministros no Planalto, ontem. Ele não gostou da decisão de Bolsonaro de manter a indicação do ex-ministro Carlos Marun como conselheiro de Itaipu.

Mais do mesmo

Após divulgar (28 de setembro) que Bolsonaro perderia para qualquer um no 2º turno, e (em 10 de outubro) que Haddad venceria “por 45% a 39%”, o Datafolha deveria rever os seus métodos antes de afirmar que a expectativa de êxito do novo governo é inferior a dos antecessores.

Fila de cumprimentos

Os militares de alta patente presentes na posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL) pareciam fazer questão de abraçar o ex-presidente José Sarney. Ele ainda provoca filas de cumprimentos.

Paleta de cores

O Palácio do Planalto retoma o antigo jeitão de quartel. Enxergavam-se nesta quarta (2) predominância das cores verde oliva, azul e branco, dos uniformes. São militares das três forças assumindo os cargos.

Tá feia a coisa

A cobertura juvenil na posse presidencial mostrou repórteres que não diferenciam chefe de Estado e de Governo, tampouco fazem a mais remota ideia do papel de primeiro-ministro e de um chanceler.

Pensando bem

O Executivo começa a trabalhar hoje, mas depende ainda do trabalho do Legislativo e do Judiciário, que só voltam ao batente em fevereiro.

Vai piorar

Para 49% dos brasileiros, o atendimento em saúde pública no país pode piorar após a saída de médicos cubanos do programa Mais Médicos. O índice faz parte de recente pesquisa Datafolha para medir o impacto da saída dos médicos estrangeiros. Segundo o levantamento, 38% acham que a saúde pode melhorar após a saída dos cubanos, enquanto outros 8% avaliam que a saúde ficará igual. Já 5% não opinaram. O Datafolha ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios do país, em amostra representativa do perfil da população. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Decisão cubana

A decisão cubana de deixar o programa foi atribuída a críticas do então presidente eleito, Jair Bolsonaro, sobre a qualidade de formação dos médicos estrangeiros e a ausência da exigência de revalidação do diploma para atuarem no Brasil.  Até então, cerca de 8.500 médicos cubanos atuavam no programa —o equivalente a metade do total de profissionais em atividade no Mais Médicos. O anúncio da saída trouxe preocupação a secretários de saúde e à parcela da população, para quem a demora na substituição dos profissionais pode trazer quadro de desassistência. A decisão, no entanto, também foi apoiada por outros segmentos. Dados dessa pesquisa Datafolha dão pistas sobre eesse cenário.

Pessimista

Segundo o levantamento, a avaliação pessimista dos impactos à saúde pública com a saída dos estrangeiros é maior entre os mais jovens e entre os moradores do Nordeste, região que até então tinha maior proporção desses profissionais.  Neste último caso, o índice daqueles que apontam que o atendimento em saúde pública pode piorar após a saída dos cubanos chega a 56%, contra 33% com percepção otimista. Já a expectativa de melhora cresce entre pessoas com 60 anos ou mais e moradores das regiões Centro-Oeste e Norte.

Empatada

A avaliação dos impactos entre moradores dessas duas últimas regiões, porém, está tecnicamente empatada: ao mesmo tempo em que 45% têm percepção positiva, 43% avaliam que a situação da saúde pode piorar com a saída dos médicos estrangeiros. A percepção também muda conforme a preferência partidária. Ao todo, 70% daqueles que apontam o PT como partido de preferência –cuja gestão, com Dilma Rousseff, foi responsável pela criação do Mais Médicos– avaliam que o atendimento na saúde deve piorar com o fim da participação dos cubanos no programa.  O percentual cai para 26% entre aqueles que apontam o PSL como preferência, partido de Bolsonaro.

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