Ministros paranaenses do STJ: Felix Fischer, Joel Ilan Paciornik, Nefi Cordeiro e Sérgio Luiz Kukina

O governador Ratinho Junior vai assumindo a defesa de certas bandeiras muito caras a segmentos da comunidade paranaense, tal como ficou claro nesta terça, durante a reunião do secretariado (sempre às terças, no Palácio Iguaçu): ele anunciou que estará nesta quarta, 30, em Brasília, em audiência com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Noronha, a quem pedirá apoio à instalação de um tribunal regional federal no Paraná.

A PEC de 2013, que criou também o tribunal federal do Paraná teve amplo apoio da comunidade, com associações de classe, sindicatos, advogados, ministério público e mundo político se manifestando em seu favor.

QUATRO PARANAENSES

Certamente o governador poderá contar nessa empreitada paranista com o fato de que quatro ministros, dos 33 que compõem o STJ, são paranaenses: Felix Fischer, Joel Ilan Paciornik, Nefi Cordeiro e Sérgio Luiz Kukina.

A EMENDA

A emenda constitucional aprovada – e depois vetada pelo então presidente do STF, Joaquim Barbosa – previa a criação de 4 TRFs: Sedes Judiciárias – Curitiba TRF-6, Belo Horizonte TRF-7, Salvador TRF-8 e Manaus TRF 9.

A SUSPENSÃO

A ação proposta, da criação dos tribunais, foi suspensa em julho de 2013 por decisão do então presidente do STF, Joaquim Barbosa.

A iniciativa foi da Associação Nacional dos Procuradores Federais, alegando que a PEC que originou a emenda viola o princípio da separação dos poderes, da proporcionalidade e da razoabilidade, pois deveria ter sido proposta pelo Judiciário.

Para maior entendimento, leia, a seguir, relato de 2013, em O Globo, sobre o assunto:


Marketing do sinistro

Nizan Guanaes (Foto: Edu Lopes)

Enquanto não se acham soluções, nem se apontam e medidas preventivas para tragédias como a de Mariana e Brumadinho, o pessoal da Vale resolveu pelo caminho mais fácil: o encantamento da Nação.

E assim contratou um dos mestres da publicidade e marketing, Nizan Guanaes, para adocicar o trágico dentro da melhor marquetagem.

Nizan, um talento a toda prova, não se nega, é aquele do jingle “Adoro pizza com guaraná…”

Assim caminha o país.

 

 

 


Qual mesmo o DNA do PP?

Ricardo Barros: código dos pepistas (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ex-ministro e deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), dono de incansável capacidade de articulação política – e agora candidato a presidente da Câmara -, sapecou, em entrevista desta terça, 29, ao Estadão:

– O DNA de nossos parlamentares (PP) é ser Governo. O PP foi base e eu fui vice-líder de todos os governos…

 

 

 

 


Dia 4, segunda, homenagem a Airton

Airton Cordeiro

O diabo continua morando nas redações: pois não é que a coluna omitiu que será em 4 de fevereiro, segunda-feira (no restaurante Madalosso) o jantar com que a Confraria Amigos da Bola vai homenagear o jornalista Airton Cordeiro, às 19h30.

No Jantar (de adesão) será lembrado, nas falas de colegas e amigos, o papel político (foi Constituinte de 1988) e do exemplar jornalista esportivo que Airton exerceu por 40 anos.

 

 

 

 

 


Leitor aposta: “Simone se elege, mas poder será de Renan”

Simone Tebet: preposta? (Foto: Jeferson Rudy/Agência Senado)

Pedindo a omissão de seu nome, um conhecido nome da praça, educador com passagens em escolas como a de Administração da UFPR, telefona-me para passar “informação privilegiada do Senado”. E que consiste do seguinte: aposta que Renan Calheiros nem será candidato. No entanto, colocará todas as fichas dentro do MDB para que a senadora Simone Tebet seja eleita presidente.

A jogada estaria contida em “uma informação circulante nos melhores bastidores do Senado.” – No final, a jogada asseguraria o comando, de fato, de Renan, velha raposa a quem Simone não negaria qualquer pedido.

Pode ser.

Os dados estão lançados.

 

 

 


CGU expulsa 34 funcionários federais do PR

Prédio da Controladoria Geral da União

O Paraná não está bem no filme da Controladoria Geral da União: foi o Estado da região Sul que teve o maior número de funcionários públicos federais expulsos por irregularidades contrária às leis, em 2018.

Foram 34 expulsos no PR. Santa Catarina aparece com 26 expulsões e RS com 13.

IRREGULARIDADES

Os dados fazem parte de levantamento divulgado, na segunda-feira (28), pela Controladoria-Geral da União (CGU), que reúne as penalidades expulsivas – demissão de servidores efetivos, cassação de aposentadoria e destituição de cargos em comissão – aplicadas por órgãos e autarquias.

O total de registros na Região Sul corresponde a cerca de 11,4% dos 643 agentes públicos punidos em todo o país, maior número na comparação dos últimos 16 anos.

AFORA ESTATAIS

Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa, Correios e Petrobras. Os servidores apenados, nos termos da Lei Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos. A depender do tipo de infração cometida, também podem ficar impedidos de voltar a exercer cargo público. Em todos os casos, as condutas irregulares ficaram comprovadas após condução de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conforme determina a Lei nº 8.112/1990 (Regime Jurídico dos Servidores), que garantiu aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.


CURIOSIDADES:

Cinco famosos tipos de cruz e seu significado

De forma diagramática e simples, um resumo sobre cruzes famosas com que deparamos sempre

Philip Kosloski | Aleteia | Jan 22, 2019

Ao longo da história da Igreja, os cristãos representaram visualmente a cruz de maneiras diferentes.

Em cada caso, a cruz foi concebida com traços particulares, que expressam sentidos espirituais particulares.

Aqui estão cinco famosos tipos de cruz que foram e têm sido usadas ao longo dos séculos pelos cristãos de todo o mundo.

CRUZ PAPAL

Esta cruz é usada oficialmente em heráldica ao representar o ofício do papa. A cruz de três braços lembra a Tríplice Tiara que os papas usavam para indicar os ofícios de Cristo como sacerdote, profeta e rei.

CRUZ CÉLTICA

Mais comum na Irlanda, a cruz celta (ou cruz céltica) apresenta uma típica cruz cristã na frente de um círculo. Embora a origem exata seja desconhecida, muitos a vinculam a São Patrício e afirmam que ele a introduziu como uma maneira de converter os pagãos. A cruz é desenhada como se estivesse em frente ao sol, que os pagãos adoravam, mostrando a supremacia de Cristo sobre o mundo natural. Além disso, assinala Cristo como a fonte de luz e vida. Às vezes é chamada de Cruz do Sol.

CRUZ DE SANTO ANDRÉ

Uma cruz frequentemente usada em bandeiras nacionais, foi originalmente desenvolvida para simbolizar o tipo de cruz em que Santo André Apóstolo foi crucificado. Uma história diz que Santo André pediu para ser crucificado neste tipo de cruz porque ele se sentia indigno de ser crucificado de maneira exata com Cristo foi crucificado.

CRUZ DE SÃO PEDRO

Semelhante em origem à Cruz de Santo André, a cruz de São Pedro foi baseada na história da crucificação de Pedro. Pedro sentiu que não era digno de ser crucificado do mesmo modo que o Salvador e pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. Por essa razão, essa cruz é frequentemente usada para representar a humildade. Às vezes, é usada em referência ao papa, que é o sucessor de São Pedro.

CRUZ BIZANTINA / ORTODOXA

Uma antiga representação da crucificação, a Cruz Bizantina foi adotada pelos cristãos bizantinos e ortodoxos e continua a ser usada em suas igrejas até os dias de hoje. A barra superior da cruz representa a placa pregada no topo da cruz por Pilatos (Jesus de Nazaré, rei dos judeus). A segunda barra representa o braço horizontal em que as mãos de Jesus foram pregadas. A terceira barra representa o apoio para os pés que teria sido usado como suporte para os pés de Jesus. É inclinado para cima de um lado em reconhecimento de que ao bom ladrão crucificado à direita de Jesus foi concedido o céu. A liturgia ortodoxa refere-se a este simbolismo às sextas-feiras.

No meio, entre dois ladrões, sua cruz foi encontrada como a trave da justiça;
Porque enquanto um foi levado ao inferno pelo fardo de sua blasfêmia,
O outro foi aliviado de seus pecados para o conhecimento das coisas divinas.
Ó Cristo Deus, glória a Ti.


Copel vai reduzir custos e economizar R$ 10 milhões por ano

Governador Carlos Massa Ratinho Junior durante reunião com a equipe de governo. (Foto: Rodrigo Felix Leal/ANPr)

Entre as medidas estão a entrega de imóveis locados, redução do número de assessores, extinção de gerências. Iniciativa foi anunciada pelo governador Ratinho Junior em reunião do secretariado.

A Copel vai adotar uma série de medidas para reduzir custos. As primeiras iniciativas, que vão gerar economia de R$ 10 milhões por ano, foram anunciadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e pelo presidente da companhia, Daniel Pimentel Slaviero, nesta terça-feira (29), durante a reunião da equipe do governo, no Palácio Iguaçu.

As subsidiárias não terão nomeação de novos diretores adjuntos, haverá redução de 50% dos cargos de assessores e a extinção dos cargos de gerente assistente de superintendência em todas as diretorias. Além disso, será feita a desocupação dos prédios locados em Curitiba – das Ruas Emiliano Perneta e Comendador Araújo e o Polo Barigui, na Rua Mario Tourinho, um total de 5.000 metros quadrados de área útil. Estas medidas serão colocadas em prática a partir de fevereiro.

Somente com pessoal, serão economizados R$ 4,8 milhões por ano, com redução de 35 cargos. Já com a devolução das estruturas prediais, serão menos R$ 3,3 milhões com custo de aluguel no orçamento da Copel e menos R$ 1,9 milhão de gastos com os serviços agregados.

REMANEJAMENTO

Os 260 empregados que trabalham nestes prédios serão remanejados para as estruturas já existentes. Em 2018 a Copel diminuiu 563 postos de trabalho com o Programa de Demissão Incentivada (PDI), abrindo não só espaço nos edifícios da empresa como também uma economia de R$ 152 mil ao ano com salários.

“Essas medidas são o primeiro passo de uma série de providências que serão tomadas na revisão da área administrativa da maior empresa do Paraná”, afirmou o governador. “A iniciativa da Companhia faz parte da nossa estratégia de governo de reduzir o custo da máquina pública para sobrar dinheiro para ao que é essencial à população, que é o investimento forte em saúde, educação, segurança e infraestrutura”, enfatizou.

Desde o início da gestão já houve a redução no número de secretarias (de 28 para 15) e haverá fusão de autarquias. O governador congelou salários do primeiro escalão e adotou o uso do brasão (símbolo do Paraná) como marca de gestão, sem gastos com logomarca de gestão.

Também foi encerrado o contrato de locação do jato que estava à disposição do Governo do Estado, com economia de R$ 4,5 milhões, e determinada a auditoria na folha de pessoal ativo e de inativos. A meta estabelecida é reduzir os gastos de custeio da máquina pública em pelo menos 20%.