O saudoso Stanislaw Ponte Preta não teria dificuldade para editar seu FEBEAPA – Festival de Besteiras que assola o país. Merkel, Ibope, cocaína, prisões, empregos, ministros balançam. E o da Educação? Piadista, é a própria piada pronta com seus acepipes?

Motivos não faltaram para o presidente Jair Bolsonaro chegar ao Japão cansado, pela longa viagem, e irritado, pela enxurrada de confusões e o “show de besteiras” que envolvem seu governo, dia sim, outro também. Ele e sua comitiva tentam jogar a culpa na imprensa, mas será verdade?

De véspera, a chanceler Angela Merkel, uma das grandes líderes mundiais e presença forte no G-20, criticou a política do governo brasileiro para Meio Ambiente – que classificou de “dramática”. Bravo, Bolsonaro reagiu dizendo que a Alemanha tem muito a aprender com o Brasil e ele não aceita ser advertido.

Seis meses à Direita

De artigo de Fernando Gabeira. “Neste primeiro período de governo, Jair Bolsonaro afirmou que a cadeira do presidente era sua kryptonita, o metal que enfraquece o super-homem nas histórias em quadrinho. Mais tarde, ele disse que estavam querendo transformá-lo na rainha da Inglaterra. Ambas as afirmações convergem para sua ansiedade sobre o poder escapando entre os dedos. E remetem às primeiras discussões após sua vitória eleitoral. Naquele momento, a esperança era de que os contrapesos democráticos contivessem Bolsonaro. Da mesma forma que se esperava, guardadas as proporções, que isso acontecesse com Trump nos Estados Unidos.

 Greve pequena

O governador Ratinho Júnior (PSD) minimizou a greve dos servidores públicos estaduais, iniciada na última terça-feira (25), em protesto pelo reajuste salarial de 4,94%, relativo à inflação dos últimos doze meses. “A greve é muito pequena. Nós contabilizamos 4% no Estado do Paraná. São alguns poucos professores. Mais sindicalistas. A grande massa dos professores têm consciência de sua missão”, avaliou ele. Informação do Bem Paraná.

Dallagnol aliviado

O corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, determinou ontem o arquivamento de apuração sobre se o procurador da República Deltan Dallagnol e outros integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato cometeram “falta funcional” em razão de troca de mensagens reportadas pelo site “The Intercept”. As informações são do G1.

Paraná foi o único

O Paraná manteve a curva de crescimento do emprego e abriu no mês de maio 1.431 novos postos de trabalho. Foi o único Estado do Sul com índice positivo, já que Santa Catarina perdeu 1.159 vagas e o Rio Grande do Sul 11.207. No consolidado do ano, o Estado é o quarto do País que mais contratou, tirando do desemprego 39.737 pessoas, um crescimento de 4,9% em relação ao mês de abril – apenas São Paulo (132.624), Minas Gerais (75.175) e Santa Catarina (48.469) tiveram resultados melhores.

Bolsonaro x Merkel

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou, nesta quinta-feira 27, em Osaka, no Japão, onde participará da cúpula dos líderes dos G20, organização que reúne as 20 principais economias do mundo, entre os dias 28 e 29. Em uma de suas primeiras declarações no país, Bolsonaro, indagado por jornalistas, rebateu as críticas da chanceler alemã Angela Merkel, que se disse preocupada com o desmatamento no Brasil.

“Venham aprender

“Eles [alemães] têm a aprender muito conosco. O presidente do Brasil que está aqui não é como alguns anteriores que vieram para serem advertidos por outros países. Não, a situação aqui é de respeito para com o Brasil. Não aceitaremos tratamento como no passado de alguns casos de chefes de estado que estiveram aqui”, declarou o presidente brasileiro.

Reforma não salva

Os economistas Pedro Malan, Gustavo Franco, Edmar Bacha e Armínio Fraga fizeram um prognóstico sombrio da economia brasileira à luz da reforma da Previdência em entrevista à revista Época. O mais cético de todos, Fraga, não arrisca previsão: “Uma vez aprovada uma reforma da Previdência que vai gerar um resultado que seria a metade do necessário, e o que é necessário já não era suficiente, vamos ver o que vai ser feito daqui para a frente. Está difícil arriscar alguma previsão”. Para Bacha, o presidente Jair Bolsonaro precisa mudar de atitude: “Pelo visto, acho que o governo vai precisar de uma crise para mudar de atitude. Nada indica que as coisas vão melhorar o suficiente para ultrapassarmos a batalha da Previdência, que é apenas uma batalha. Está ficando muito custoso em termos do ajuste fiscal”.

Bolsonaro cai na pesquisa

O índice de desaprovação do governo Jair Bolsonaro é de 51% e o de aprovação é de 43,7%. Estes números são de pesquisa nacional realizada pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 20 e 25 deste mês, com 2.019 entrevistados em todos os estados. Diferente da sondagem do Ibope que mostra empate entre aprovação e desaprovação, com índice de 32% para cada.

Bolsonaro está em queda inclusive com seus aliados de primeira hora. Paulo Marinho ainda chama o presidente Jair Bolsonaro de “capitão”. Cacoete da enorme proximidade adquirida ainda durante a campanha, em que mergulhou de cabeça, a ponto de ceder a própria casa como QG de gravações e reuniões políticas, e ser alçado a suplente na chapa do filho “01”, Flávio Bolsonaro, ao Senado pelo PSL do Rio. Mas a proximidade durou pouco, e Marinho acaba de assumir a presidência do PSDB no Rio e um papel de igual destaque na caminhada de outro postulante ao Planalto, o governador de São Paulo, João Doria Jr.

Paraná Pesquisas perguntou aos eleitores sobre sua percepção quanto à corrupção: para 48% ela permaneceu igual ou maior, enquanto que 44% acreditam que ela diminuiu.

 

Merkel não está só

Merkel – longe de ser petista e “esquerdopata”, frise-se não falou sozinha e não falou por falar. O mundo desenvolvido vê no governo Bolsonaro um retrocesso numa área que não é apenas fundamental para a sobrevivência do planeta como era também um dos grandes trunfos brasileiros em foros internacionais. Era, não é mais.

Apenas comércio?

Pró-Trump, antiglobalizante e visceralmente ideológico, o governo Bolsonaro vê esquerdistas ameaçadores por toda parte e age para desmontar ONGs, conselhos, reservas ambientais e terras indígenas, enquanto tenta reinventar o Ibama e o ICMBio. O primeiro efeito é o espanto dos governantes e das sociedades mundo afora. O segundo pode ser a retaliação comercial e nas relações bilaterais.

“Falta de sorte”

E o sargento da Aeronáutica que usou avião presidencial, com brasão da República, para traficar 39kg de cocaína para a Europa? “Uma falta de sorte”, resumiu o chefe do GSI, general Augusto Heleno. Claro que Bolsonaro não tem culpa, mas imagine se isso fosse em qualquer outro governo, no Brasil, Alemanha, EUA ou China? Um escândalo internacional.

Por que não demite?

Bolsonaro no Japão, assessor e aliados do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, presos no Brasil por desvio de dinheiro do Fundo Eleitoral pelo PSL de Minas. Não se trata, portanto, de incompetência, discordância ou questão ideológica, como na demissão de outros ministros. Por que Bolsonaro insiste em mantê-lo no cargo?

Queda livre

A pesquisa CNI-Ibope confirmou que a popularidade do presidente não para de cair. A aprovação (ótimo e bom) e a rejeição (ruim e péssimo) já se igualam em 32%. Ruim, o resultado já era mais do que esperado. E a curva tende a se inverter, contra o presidente, já na próxima rodada.

Ridículo, grotesco

Um dos motivos foi outro “show de besteiras” estrelado pelo segundo ministro da Educação de Bolsonaro, Abraham Weintraub. A dancinha com um guarda-chuva contra o que considerava “fake news” foi só ridícula. O post de ontem foi muito além disso: “No passado, avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?” Uma grosseria tão abjeta, e logo do ministro da Educação. As críticas não desabaram da esquerda, mas também do centro, da direita.

Será que sobe?

E a economia? Bem, a única novidade boa partiu do ministro Paulo Guedes: R$ 100 bilhões em compulsórios para estimular o crédito. Enquanto isso, o Brasil criou só 32 mil novas vagas formais em maio, o pior resultado para o mês desde 2016. E a previsão de crescimento da economia continua caindo…

Elegante

O general e ex-ministro Santos Cruz foi elegante e generoso ao resumir todas essas coisas como apenas “show de besteiras”. A coisa é bem pior do que isso.

Dúvidas.

1) Por que 39kg e não 40kg de cocaína, um número redondo? Teve “comissão” para alguém fechar os olhos?

2) Esse volume indica que o sargento é só uma “mula qualificada”, (como diz o vice Mourão) e está a serviço de uma quadrilha poderosa. Quem investiga quadrilhas e tráfico de drogas é a FAB ou a PF? Por que evitar a entrada da PF?

“Mula qualificada”

Classificado como “mula qualificada” pelo presidente interino Hamilton Mourão, o segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, 38 anos, integrante do Grupo de Transporte especial da FAB, preso em Sevilha por transportar 39 quilos de cocaína no avião presidencial (reserva), já fez 6 viagens internacionais (além de mais 28 nacionais), acompanhando autoridades de Estado brasileiro. Se em cada uma dessas viagens transportasse outros 39 quilos de drogas escondidos, teria carregado mais de 230 quilos. Essas viagens foram para Argentina (duas vezes), Paraguai, Uruguai, Chile e Cabo Verde.

Fecha logo o pedágio

O deputado Romanelli (PSB) diz que a recomendação do MPF (Ministério Público Federal) à Econorte pela retomada das obras e serviços nas BR-153 e BR-369 deveria incluir o fechamento da praça entre Andirá e Cambará, além de outras obras previstas no contrato da concessão do pedágio. “Por um lado é muito importante a cobrança porque os moradores de Santo Antônio da Platina estão aguardando há muito tempo a conclusão do viaduto na BR-153, mas o MPF pode recomendar também o fechamento da praça em Cambará, conforme propõe a ação que tramita na Justiça Federal”, disse Romanelli.

“O TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) considerou ilegal, em 2008, o aditivo que permitiu a mudança do local da praça. A decisão somente agora está sendo executada, devido ao número quase inesgotável de recursos que temos em nosso ordenamento jurídico”, completou Romanelli.

Na recomendação feita a Econorte, o MPF cobra a retomada de serviços em trechos das rodovias BR-153 e BR-369 em Jacarezinho e que incluem a manutenção, limpeza, conservação, socorro mecânico, socorro às pessoas, roçagem de vegetação às margens da rodovia, bem como a retomada de obras não concluídas.

Sem revista

Nesse episódio de apreensão de 39 quilos de cocaína escondidos no avião presidencial (reserva) evidencia-se – e é mais do que surpreendente – a incompetência dos setores encarregados da segurança do Chefe do Governo.  Ou seja: sobra para o general Augusto Heleno, do GSI. Integrantes desses voos – de militares e parlamentares, passando por convidados especiais – não têm suas bagagens revistadas e tampouco passam pelos equipamentos de raio X. Onde estavam escondidos os pacotes de cocaína poderia estar escondida uma bomba – e com explosão em hora marcada.

Quem paga

Desde 2011, o segundo-sargento Manoel Silva Rodrigues já fez 34 viagens acompanhado autoridade do Estado brasileiro, em 11 delas, suas diárias foram pagas pela Presidência da República; nas demais, pela FAB.

Até onde

Ao lado da batalha entre petistas e bolsonaristas, o que passou a ser discutido, depois da divulgação do diálogo entre Moro e Dallagnol, foi a maneira como as instituições devem funcionar – e até onde podem ir. Outras operações já fracassaram porque os advogados descobriram erros processuais pequenos e acabavam conseguindo, através deles, a anulação de todo o processo. Exemplo: Castelo de Areia. A Lava Jato, contudo, se fortaleceu porque aprendeu com tropeços anteriores.

Normal ou não

Agora, ninguém pode chamar de pequeno erro o que está sendo revelado, mesmo que seja ilegal ou uma fraude. Os ministros do Supremo, em algum momento, terão que dizer se essas conversas são normais ou se transbordaram dos limites que julgadores tem de guardar das duas partes. E mesmo que muita gente saiba que determinados magistrados conversam com acusação e defesa fora dos autos. Cármem Lúcia faz isso, não esconde, só coloca uma testemunha sua na sala.

Nem na gaveta

O anunciado “pacto” entre os três Poderes está completando um mês do famoso encontro matinal com o presidente Bolsonaro. Nem se pode dizer que foi para a gaveta porque nem mesmo um esboço foi feito: o que existia – e esse sim, deve estar em alguma gaveta – era um paper esboçando o “pacto”. Rodrigo Maia, da Câmara, nem quis ler: precisava consultar as lideranças e nunca acreditou no referido “pacto”. Pelo menos, enquanto Bolsonaro representar o Executivo.

Prato do dia

Na quarta-feira (26) a prisão do sargento Manoel Silva Rodrigues, da FAB, que fazia parte da comitiva de Bolsonaro com 39 quilos de cocaína, foi o assunto do dia nas redes sociais. E chegou a envolver até o presidente: a hashtag #BolsoNarcos (mistura com a série Narcos, da Netflix, sobre Pablo Escobar) foi o assunto mais comentado no Twitter no mundo. Nas primeiras 10 horas, registrou-se mais de 2,5 milhões de interações com posts no Twitter, Facebook e Instagram.

Toma lá, dá cá

Se isso não é “toma lá, dá cá”, alguma coisa está errada: nas últimas horas, foram liberados lotes extras de emendas para deputados de R$ 20 milhões a mais em suas bases eleitorais, desde que identificados como dispostos a votar pela reforma da Previdência. Os primeiros bem aquinhoados foram os rebeldes do PSL que já andavam avisando que votariam contra.

Avesso do avesso

Alguns parlamentares usaram a expressão “avesso do avesso”; outros preferiram usar “é o samba do crioulo doido”, lembrando Stanislaw Ponte Preta. É que um dos projetos sobre armas de Bolsonaro dará, se aprovado, ao presidente determinar – e por decreto – todas as profissões que poderão portar armas sem maiores problemas. É exatamente o que o Chefe do Governo pretendeu num dos decretos revogados. Os parlamentares já avisaram que deverão vetar.

Juramento

Paulo Guedes, ministro da Economia, jura que nunca se referiu ao Congresso como “máquina de corrupção” numa conversa com o governador Camilo Santana (PT), do Ceará. Detalhe: os congressistas ficaram uma fúria e quem teria vazado seria o próprio Santana.

Sem estudos técnicos

Ainda o levantamento do TCU depois de vascular a papelada de diversos organismos governamentais e BNDES: entre 2003 e 2015, há 140 operações de crédito externo em beneficio dos governos da Venezuela, Angola, Moçambique, Bolívia e Guiné Equatorial, entre outros. E com critérios bancários “especiais”, sem averiguar capacidade de pagamento dos beneficiários e nada de “prévios assuntos técnicos”. A empreiteira era quase sempre a Odebrecht, que acaba de pedir recuperação judicial por US$ 26 bilhões de dívidas não pagas.

Mais combustível

Um grupo de investidores que administra o autódromo de Cingapura está interessado na privatização de Interlagos e já está sendo considerado o novo combustível que o governador João Doria e o prefeito Bruno Covas precisam para manter a Fórmula 1 em São Paulo.

Profeta Guedes

De novo, Paulo Guedes, também chamado, em algumas rodas, de “profeta Guedes”, se bem que, de suas profecias, poucas se realizam. Comemorando a decisão do Conselho Nacional de Política Energética de quebrar o monopólio de gás natural, o ministro da Economia projetou uma queda de 40% no preço do combustível e um aumento de 8,46% do PIB Industrial. Seus opositores não escondem as gargalhadas.

Contra e a favor

Nada menos do que 270 juízes federais apresentaram ao presidente da AJUFE – Associação dos Juízes Federais moção de apoio a Sérgio Moro. “Mesmo que as conversas sejam autenticas, não ofendem o princípio de imparcialidade que rege a conduta de um magistrado”. A mesma AJUFE arquivou representação de 30 magistrados pedindo a exclusão de Moro de seus quadros.

Mais um

A Lava Jato não recua: a Advocacia-Geral da União acaba de fechar a primeira negociação global no âmbito da Operação, um acordo de R$ 1,13 bilhão a ser pago pela Technip Brasil e pela Flexibras. É o oitavo acordo de leniência e o retorno previsto aos cofres públicos é de R$ 10 bilhões.

Quinteto

Deputado aliado do governo e coordenador da bancada de segurança pública, o Capitão Augusto critica o grupo responsável pela articulação (e derrotas) do governo: “A culpa é do Quinteto”. E vai localizando: “Onyx, Delegado Waldir, Major Vitor Hugo, Joice Hasselmann e Secretaria do Governo, que ainda está tentando se encontrar”. Hoje, no comando da Secretaria do Governo está o general Luiz Ramos.

Emoções edificadas

Depois de quase dois anos sem lançamentos, a incorporadora Emoções, de Roberto Carlos, prepara-se para apresentar novos empreendimentos. Serão dois prédios residenciais em São Paulo, com valor total de vendas estimado em R$ 320 milhões. De quebra, a empresa deverá entregar um edifício de luxo em Goiânia, que já está com 80% das obras realizadas.

Trinca

Natasha Gil Nunes deverá assumir a diretoria de Desestatização do BNDES, ocupada por Eliane Lustosa. Assim como Gustavo Montezano, novo presidente do banco, Natasha integra a equipe de Salim Mattar na Secretaria de Desestatização.

Calote

Chamada em janeiro para comandar a reestruturação da Avianca, a consultoria Galeazzi & Associados, de Claudio Galeazzi, já se prepara para tirar o corpo fora e recorrer à justiça. Até agora não viu nem um centavo pelo trabalho contratado.

Muita luz

A Câmara dos Deputados já gastou até a semana passada R$ 90,85 milhões em contas de luz.  O consumo cobrado pela estatal CEB inclui o prédio principal e quatro anexos. Iluminar o cérebro dos deputados não está incluindo no serviço de fornecimento.

Menos

O Centrão já está encaminhando ao novo secretário do Governo, general Luiz Ramos, seu primeiro pedido: quer que o Planalto reduza as atribuições da deputada Joice Hasselmann, líder do governo no Congresso. Os integrantes do bloco acham até que ela extrapola suas funções e reivindica um freio.

Para valer

Eduardo Bartolomeu, que vem respondendo interinamente pela presidência da Vale, deverá ser efetivado pelo Conselho da companhia, satisfeito com seu desempenho. Mais: com a ajuda do mercado internacional de minério, Bartolomeu ainda apresentará, em seu ano de estreia, resultados entusiasmantes.

Sem relação

Com a prisão do assessor especial do Turismo Mateus Von Rondon, o Ministério emitiu nota. Em um trecho dizia: “É importante esclarecer que não há qualquer relação entre a investigação da Polícia Federal e as funções desempenhadas pelo assessor especial Mateus Von Rondon no Ministério do Turismo”.

Homenagem

O ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, que continua na polêmica do vazamento da conversa entre ele e procuradores receberá uma hoje, a Medalha Ordem do Ipiranga dada pelo governador de São Paulo, João Doria.

Dinheiro pelo ralo

O ex-ministro da Secretaria do Governo, general Santos Cruz, participou do 14º Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, ontem (27). Durante seu discurso ele disse que não iria criticar o governo para não ser antiético, mas tinha muita coisa errada acontecendo lá. “Nestes meus seis meses de governo, o que vi de dinheiro desperdiçado e dinheiro jogado no ralo é impressionante”.

Frases

“A greve é muito pequena.”

Ratinho Junior. Governador.

 “O governo é um show de besteiras”

Santos Cruz, general e ex-ministro.