O ministro do STF Celso de Mello classificou a censura a livros da Bienal do Rio como ‘fato gravíssimo’. Nas palavras de Celso de Mello, “sob o signo do retrocesso – cuja inspiração resulta das trevas que dominam o poder do estado–, um novo e sombrio tempo se anuncia: o tempo da intolerância, da repressão ao pensamento, da interdição ostensiva ao pluralismo de ideias e do repúdio ao princípio democrático”.

Ainda segundo o ministro, “mentes retrógradas e cultoras do obscurantismo e apologistas de uma sociedade distópica erigem-se, por ilegítima autoproclamação, à inaceitável condição de sumos sacerdotes da ética e dos padrões morais e culturais que pretendem impor, com o apoio de seus acólitos, aos cidadãos da república”.

PSB e MDB conversam

Ontem, no Restaurante Kenji Kaiten, no Centro Cívico, uma das mesas chamou atenção dos políticos. Reunia os deputados Luiz Claudio Romanelli e Luciano Ducci do PSB, e o ex-deputado João Arruda, do MDB. A conversa animada girou em torno de Curitiba e Paraná, conjunturas econômica e política, e o futuro do País. E Eleições, é óbvio.

 “Moro está sendo sitiado”

O líder do Podemos na Câmara, José Nelto, disse que o governo começou a fritar Sergio Moro quando, na tramitação da MP da reforma administrativa, fechou com o Centrão para tirar o Coaf do Ministério da Justiça. “Ele [Moro] está sendo sitiado. Deixou o cargo de juiz para virar ministro com a promessa de carta branca, mas não tem essa carta branca. A situação dele é muito delicada, politicamente muito delicada. E a postura do governo é muito ruim, porque Moro é um ministro com muita aprovação popular.”

Banco nega operação

Um ofício do Bradesco sobre a conta corrente de um investigado na Operação Zelotes afirma que uma movimentação atípica apontada pelo antigo Coaf, atual Unidade de Inteligência Financeira (UIF), nunca existiu. O Coaf registrou a operação atípica de R$ 2,8 milhões, em maio de 2005, numa conta da empresa SBS Consultoria Empresarial mantida no Bradesco. A empresa pertence a Jorge Victor Rodrigues, ex-conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Financeiros), que é réu em cinco ações penais da Zelotes, sob acusações de corrupção ativa ou corrupção passiva, a depender do caso.

Romanelli no ataque

O senador paranaense Oriovisto Guimarães (Podemos) se apresentou na campanha eleitoral como a nova política. Pois pois, o seu primeiro projeto de lei é pra acabar com pequenas cidades e transformá-las em distritos das cidades vizinhas, precarizando o serviço público e ferrando a população. A proposta apresenta incentivos para que municípios com menos de 5 mil habitantes possam se fundir com vizinhos maiores. Já os que optarem por permanecer autônomos, terão uma redução gradual na participação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal receita dessas pequenas cidades.

Semana da Criança

A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho e o Pequeno Príncipe, maior hospital exclusivamente pediátrico do país, promoverão ações conjuntas de prevenção e conscientização sobre saúde infantil durante a Semana da Criança, em outubro. A parceria foi firmada nesta sexta-feira, durante visita do diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro, e da assessora institucional Thelma Alves de Oliveira ao secretário Ney Leprevost.

Bolsonaro se recupera

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais neste domingo para falar sobre a cirurgia a que foi submetido neste domingo, um ano após ter sido esfaqueado durante a campanha eleitoral. O presidente foi submetido neste domingo a cirurgia de correção de hérnia incisional, no Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo. Segundo o boletim médico, a operação foi bem-sucedida, e Bolsonaro apresenta “quadro clínico estável”.

Raquel pede ao Supremo

A procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que barre a busca e apreensão se livros com a temática LGBT na Bienal do Rio de Janeiro. Em requerimento encaminhado ao ministro na manhã deste domingo, 8, ela se manifesta pela suspensão da decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Cláudio de Mello Tavares, proferida neste sábado, 8. A PGR pede urgência ao Supremo que decida, posto que a Bienal se encerra ainda neste domingo. Raquel vê a decisão de Tavares como ‘lesiva à ordem pública’.

 “A pior postura possível”

Em sua entrevista ao Estadão, Carlos Fernando dos Santos Lima, ex-procurador da Lava Jato, foi questionado sobre a postura de Jair Bolsonaro em relação ao caso Fabrício Queiroz. Ele respondeu: “A pior postura possível. A simples concordância com a absurda decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, em suspender as comunicações do Coaf e Receita Federal já demonstra a incapacidade de Bolsonaro em compreender a posição que ocupa. Agrava ainda seu desejo em interferir na Superintendência de Polícia Federal do Rio de Janeiro, indicador que pretende subordinar o interesse público ao seu interesse particular, compreensível, mas irrelevante, de proteger o filho.”

Contra cortes na educação

Em luto pela educação, neste 7 de setembro, estudantes e professores protestaram contra os cortes e também contra as queimadas na Amazônia. Em Curitiba, ato aconteceu no período da tarde, na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

 

Redução das tarifas

A Ecorodovia, controladora das concessionárias Ecovia e Ecocataratas, divulgou fato relevante nesta sexta-feira (6) informando que foi homologado o acordo de leniência com a força-tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná. A partir da homologação começa a correr o prazo de 30 dias para a redução de tarifas em 30%.

Corte de salários

Com o debate sobre o teto de gastos pegando fogo, a previsão é a de que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara comece a discutir, na próxima semana, proposta de emenda constitucional que permite ao governo cortar despesas obrigatórias. O relatório do deputado Sóstenes Cavalcanti (DEM-RJ) foi protocolado nesta quinta (5). A PEC vai permitir, entre outras coisas, que o governo demita servidores sem estabilidade, corte incentivos fiscais e encurte a jornada do funcionalismo com proporcional redução de salários. As medidas de ajuste seriam acionadas quando o comprometimento do caixa deixasse o governo a 5% do descumprimento da chamada regra de ouro –que diz que só se pode pegar dinheiro emprestado para investir. Desde 2016 há dificuldade para cumprir a norma.

Primeiro grande amigo

Ainda meio deslocado entre os tucanos, Alexandre Frota já tem um interlocutor na bancada. É Aécio Neves. Ficam um tempão de prosa e trocam inconfidências políticas.

Homenageia a Greca

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, foi homenageado pelos diretores e conselheiros que compõem a Associação Giuseppe Garibaldi na noite desta sexta-feira (06), no Palácio Garibaldi, centro histórico de Curitiba. Greca recebeu um título das mãos da presidente da entidade, Cida Borghetti.

Em quinto

Seria cômico se não fosse trágico: Bolsonaro não está distante apenas 25 pontos de Sérgio Moro no ranking do Datafolha sobre os mais bem avaliados do governo. Está em quinto lugar e – surpresa – empatado com Abraham Weintraub, aquele ministro da Educação que escreve “suspenção” desse jeito. Antes deles e depois de Moro, tem Paulo Guedes, com 38%; Tarcísio Freitas (Infraestrutura), com 36% e até Ricardo Salles (Meio Ambiente), com 30%. Os inimigos ironizam: perder para Moro, tudo bem; perder para Salles e empatar com Weintraub, “é de enlouquecer”.

 

Olho no emprego

Muitos garante que Paulo Guedes, ministro da Economia, quando disse para uma plateia de 600 empresários de Fortaleza, que “a mulher de Macron é feia mesmo” estava mais era pensando em segurar sua cadeira, numa hora em que todos seus programas mágicos de crescimento naufragaram. Depois, emendou: “Não existe mulher feia. O que existe é mulher vista pelo ângulo ruim”. A economista Elena Landau resumiu a opera (bufa): “Ele levantou o assunto de maneira totalmente deselegante. Deveria não tocar no assunto. É absolutamente inadequado. Não é questão de feminismo, é educação, postura, liturgia do cargo”.

 

Contra-ataque

Nas redes sociais mais furiosas com o descabido ataque de Paulo Guedes à primeira-dama da França, muitos recomendaram que o ministro passe em revista as mulheres de sua própria família. Outros apostam que, na tentativa de agradar Bolsonaro, ele logo estará recorrendo as expressões chulas. Só falta um secretário “terrivelmente evangélico” em seu ministério. Mais: “talquei” Guedes não fala. Ele é fluente em inglês.

 

Novos heróis

Já não sem fazem super-heróis como antigamente. O prefeito Marcelo Crivella determinou aos organizadores da Bienal do Livro, no Riocentro, que recolham todos os exemplares do livro em quadrinhos Vingadores – A cruzada das crianças, da Marvel. Motivo: tem super-heróis homossexuais que até se beijam na boca. O veterano Capitão Marvel não deve estar entendendo nada. A Bienal diz que “dá voz a todos os públicos”.

 

Mais uma

Depois de Gretchen, Berta Loran e Angélica, também Laura Cardoso, que comemora 92 anos nesta semana, fará uma participação especial em A dona do pedaço. Será Matilde, avô de Joana (Bruna Hamu), suposta filha de Maria da Paz (Juliana Paes). Deverá revelar segredos do passado.

 

Guerra é guerra

A escolha de Augusto Aras para a PGR agradou Congresso e Judiciário, especialmente ministros do Supremo e não agradou o Ministério Público que detonou o escolhido logo de largada como “sem liderança”; só para começo de conversa. A Associação Nacional dos Procuradores da República está em pé de guerra e o ex-presidente José Cavalcanti Robalinho diz que “se alguém passou ao presidente a ideia que controlaria o MPF, vendeu uma ilusão”. E emendou: “Não há submissão hierárquica do MPF a quem quer que seja”.

 

No templo

Humoristas das redes sociais dizem que Augusto Aras contou tantas histórias de igual pensamento a Bolsonaro que não será surpresa se aparecer ao lado do presidente em alguma reunião matinal de fé no Templo de Salomão, sendo abençoado por Edir Macedo.

 

Outro lado

Ainda a indicação de Augusto Aras: veteranas figuras do Judiciário lembram que não são novas tentativas de presidente de transformar o beija-mão do procurador-geral de República em garantia de impunidade ou alinhamento ao Planalto – e quase todas naufragaram. Há um outro lado: quando indicou Raque Dodge ao posto, Michel Temer achava que estava se blindando das investigações de Rodrigo Janot. Um ano depois, Dodge fazia a terceira denúncia contra Temer.

 

“Dama”

Há dias, Bolsonaro dizia que seu governo é como um tabuleiro de xadrez, onde ele é o “rei” e – surpresa – a PRG seria a “dama”, que participa do seu jogo. As hostilidades das primeiras reações da classe à nomeação de Augusto Aras poderão rachar o tabuleiro.

 

Furo n’água

Sem campanha, sem definição de descontos, essa “Semana do Brasil”, uma tentativa do governo de repetir o Black Friday, parece ter sido um furo n’água. A ideia é de Fábio Wajngarten, titular da Secom, escolhido por Carlos Bolsonaro que, à propósito, anda meio desaparecido.

 

Briga com o Papa

Nesses dias, o Papa Francisco disse que estava preocupado “porque se ouvem discursos que se assemelham aos de Hitler em 1934”. Depois, abordou o Sínodo da Amazônia, citando lixo no mar e desmatamento. Aí, Bolsonaro e Olavo de Carvalho começaram a disparar e o presidente avisou que a Abin monitora o encontro católico. O jornal El País não aguentou e perguntou: “Bolsonaro está espionando o Papa?”. E mais: registrou que ele e “seus generais” tentavam convencer que a Europa “quer tomar a Amazônia e sua próxima briga pode ser com o Papa”.

 

Não era pastor

Ricardo Braga foi nomeado secretário especial de Cultura do Ministério da Cidadania no meio da semana passada e só teve seu currículo divulgado depois. Muitos chegaram a pensar que era um pastor evangélico (o ministro Osmar Terra assinou a nomeação e só o conheceu depois), mas era um homônimo. Ricardo Braga é economista como MBA em Finanças Corporativas pela FGV e tem carreira em bancos e corretoras. Foi superintendente de operações do Banco Votorantim e agora virou homem forte da Cultura.

 

“Alinhado”

O ministro Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou que o subprocurador Augusto Aras foi escolhido porque “apresentou um programa que se alinha ao governo”. Ou seja: se o indicado cumprir tudo o que deve ter prometido a Bolsonaro, o país terá um procurador-geral submisso às vontades do Planalto e poderá blindar o Chefe do Governo no Supremo.

 

Enterrado

O “quase general” Wilson Witzel, governador do Rio, que quer ser presidente, sepultou no final de semana passado o buraco do metrô da Gávea, que custou R$ 940 milhões. Suas instalações estavam abandonadas: a Estação Carioca, desde 1979 e a Estação Morro de São João, desde 1995. E disse que não tem dinheiro para continuar o metrô. Simples assim.

 

Ao contrário

Muita gente esperava que Bolsonaro, ao escolher o novo titular da PGR colocaria Sérgio Moro a seu lado, como se estivesse participado da escolha. Ledo engano: o presidente fez questão de proceder por sua conta, sem que o titular da Justiça nem soubesse quem seria o escolhido. Humilhar Moro é a nova diversão de Bolsonaro.

 

Do contra – 1

Que o presidente Jair Bolsonaro iria escolher um nome para a PGR do seu agrado todo mundo já sabia. Ele nem tomou conhecimento da lista tríplice e disse que não reconduziu Raquel Dodge por causa da demissão coletiva de procuradores. Há que garanta que não foi isso, o Chefe do Governo quis ser diferente. Desde o governo Sarney, todos os procuradores-gerais tiveram seu mandado reconduzido, com exceção de Claudio Lemos Fonteles, o primeiro eleito pela lista tríplice que, na época, não quis a recondução.

 

Do contra – 2

Ainda sobre a nomeação de Augusto Aras: há quem garanta que Bolsonaro escolheu o futuro procurador para contrariar a imprensa que vinha divulgando que o subprocurador-geral Alcides Martins assumiria de forma interina a Procuradoria e só depois escolheria o nome. Mais: fez isso também porque o último dia de mandato de Raquel Dodge conciliaria com seu último dia de recuperação da nova cirurgia.

 

Uma tragédia

Ainda sobre o episódio de Jair Bolsonaro ter atacado a primeira-dama de França, o deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP) classificou o ato como trágico: “A diplomacia presidencial de Jair Bolsonaro é uma tragédia”.

 

No meio do caminho

A Polícia Federal estipulou para 2019 uma meta de bloqueio de dinheiro e de bens de traficantes de drogas e tudo caminhava para que o objetivo fosse facilmente alcançado até o final do ano. Só que, no meio do caminho, veio a liminar do ministro Dias Toffoli ordenando a paralisação de todas as investigações abertas com base em dados da Receita Federal e do antigo Coaf – e tudo mudou.

 

Contra Lula

Não será surpresa se grupo de petistas, com apoio de nomes como Fernando Haddad e Alexandre Padilha, desobedeçam ordem de Lula e comecem a costurar uma alternativa ao nome de Gleisi Hoffmann para a presidência do partido. O nome escolhido é do líder da bancada na Câmara, Paulo Pimenta.

 

Lembram dele?

O TRF-4 negou provimento a dois recursos que requeriam a nulidade do ato da nomeação de Carlos Marun (nos últimos dias do governo de Michel Temer) para o cargo de conselheiro da Itaipu Binacional. A decisão suspendeu liminar de março que afastava o ex-ministro. Demorou tudo só oito meses.

 

Medo do Satanás

A jornalista Ruth de Aquino mandou dois trechos da Bíblia para Patricia Abravanel que disse que “não se pode recusar sexo ao marido, se não ele vai procurar outra”. E garantiu que “está na Bíblia”. Primeiro trecho é de Coríntios, 7:3-4: “A mulher não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim o marido, que não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim a mulher”. E Coríntios, 7:5 “Não vos negueis um ao outro para que Satanás não vos tente pela vossa inconsciência”. No duro, ela acha que Patricia estava com medo de Satanás.

 

Brincadeira

Em comunicado distribuído para imprensa o ministro da Economia, Paulo Guedes pede desculpas Brigitte Macron e diz que tudo foi uma brincadeira. “O ministro Paulo Guedes pede desculpas pela brincadeira feita hoje em evento público em Fortaleza (CE), quando mencionou a primeira-dama francesa, Brigitte Macron. A intenção do ministro foi ilustrar que questões relevantes e urgentes para o país não têm o espaço que deveriam no debate público. Não houve qualquer intenção de proferir ofensas pessoais”.

 

Passado

O deputado federal Alexandre Frota, novo tucano, disse que ficou lisonjeado por ter sido um dos temas da entrevista de Fernando Henrique Cardoso no programa de Pedro Bial. E rebate a afirmação do ex-presidente de que não foi consultado para ida do ex-ator para a sigla. “Ele é passado, eu sou deputado hoje, eu sou o presente. Ele não era para ter sido consultado mesmo”.

 

Sintonia

Jair Bolsonaro falou sobre a indicação de Augusto Aras para a PGR: “Já estou apanhando da mídia. Este é um bom sinal, é sinal que nossa indicação é boa”. Estava na inauguração do Observatório da Agropecuária. Os melhores observadores apostam que Bolsonaro está mesmo “apanhando” dos bolsonaristas, bastando abrir o Twitter e o Facebook.

 

Vergonha

Jair Bolsonaro nomeou o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, seu admirador, embaixador do turismo, só que ele não pode viajar: seus dois passaportes – um brasileiro, outro espanhol – estão retidos pela Justiça por causa de dano ambiental desde novembro do ano passado. Na página da Embratur, Ronaldinho disse que sua missão “é recuperar a imagem do país internacionalmente”. O caso envolve uma construção ilegal de um trapiche, com plataforma de pesca e atracadouro, na orla de Guaíba. Ele tem de pagar uma indenização de R$ 9,5 milhões.

 

Tesouro aberto

A lei do Fundo Partidário, aprovado na Câmara, já foi batizada de “Fundão sem vergonha” e representa um avanço da classe politica no Tesouro Nacional. A partir de agora, quem for roubado pelo político, terá de pagar os advogados dele, o corrupto processado. Terá de pagar também as multas da Justiça e candidatos que comentem delitos eleitorais. E os partidos poderão comprar carros, aviões e sede suntuosas. Pela lei, presos como Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral terão advogados pagos pelas vítimas do roubo.

Frases

“Eu peço a vocês. No Facebook, você fez um comentário pesado, retira, dá uma chance pra mim. Você acha que eu quero colocar alguém lá para atrapalhar a vida de vocês? Não quero!”

Bolsonaro sobre indicação de Augusto Aras para a PGR.