Decisão do Tribunal Superior Eleitoral reprovou relatórios de contas de vários partidos, não apenas os pequenos, sempre desorganizados, mas feriu igualmente alguns com destacada importância na vida política do país. Demonstrações suspeitas, insuficiente comprovação de despesas e esse violentado fundo de recursos para campanhas eleitorais. Não há novidade nisso, até porque raros são os dirigentes que temem a mão da Justiça. O que contribui para despertar atenção é que as repreendas vêm se juntar a razões outras que estão a recomendar aos partidos o espírito de contrição e o reconhecimento de erros e tropeços em sua história mais recente.

Recente decisão do Tribunal Superior Eleitoral reprovou relatórios de contas de vários partidos, não apenas os pequenos, sempre desorganizados, mas feriu igualmente alguns com destacada importância na vida política do país. Demonstrações suspeitas, insuficiente comprovação de despesas e esse violentado fundo de recursos para campanhas eleitorais. Não há novidade nisso, até porque raros são os dirigentes que temem a mão da Justiça.

O que contribui para despertar atenção é que as repreendas vêm se juntar a razões outras que estão a recomendar aos partidos o espírito de contrição e o reconhecimento de erros e tropeços em sua história mais recente. Ou as frustrações, como as que vieram com as eleições de outubro passado, quando eles sucumbiram, total ou parcialmente, diante do eleitorado. Fenômeno claramente demostrado na ascensão meteórica do até então modesto PSL, ao qual bastou apenas uma campanha eivada de radicalismos para ganhar a presidência da República e significativa expressão parlamentar.

A quem a culpa, se mérito não havia a creditar àquele principiante? Na verdade, antes de tudo e de todos, as siglas tradicionais, abandonando os programas que haviam prometido, toleraram ou coabitaram com a corrupção que campeou pelos governos. Assim, os grandes têm parte ainda, mesmo que indiretamente, nas primeiras dificuldades do PSL, para cuja vitória contribuíram. Esse é o novato inexperiente, chamado a dar sustentação a um governo que leva às costas graves responsabilidades, como reformar tudo que tem pela frente; e, depois, frente à história política do país, explicar se terá valido a pena saltar da esquerda lulista para a direita bolsonarista.

Redução no pedágio

A concessionária Rodonorte informa a redução de 30% no preço dos pedágios que opera no Paraná, após fechar um acordo de leniência com a força tarefa da Operação Lava Jato. A redução nos preços começa a 0h do próximo sábado (27) e deve durar pelo menos 12 meses. Na nota, a Rodonorte, controlada pela empresa CCR, diz que “admitiu que foram cometidos atos de corrupção pela concessionária e, por esse motivo, formalmente pede desculpas”.

Todos os trechos

O desconto valerá para todos os trechos operados pela Rodonorte no Paraná, como a ligação entre Curitiba e Londrina da BR-376, por exemplo, onde os preços atuais para carros variam entre R$ 11,60 e R$ 12,40, a depender da praça de pedágio.  Ficaram mais baratos também os trechos operados pela concessionária nas BR-373 e BR-277, bem como na PR-151.

MPF faz acordo

O acordo com a força-tarefa do Ministério Público Federal do Paraná foi firmado no âmbito da Operação Integração, fase da Lava Jato que apura irregularidades em contratos de concessão de rodovias no Paraná. Os termos foram homologados pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF-PR.

No Egito

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Senado Federal, para apreciação, o nome do diplomata Antonio de Aguiar Patriota para exercer o cargo de embaixador do Brasil na República Árabe do Egito e, cumulativamente, no Estado da Eritreia. A indicação consta no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira.

Currículo

Antonio Patriota já foi ministro das Relações Exteriores, na gestão de Dilma Rousseff (PT), de 2011 a agosto de 2013, quando deixou o cargo depois do episódio envolvendo a fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina para o Brasil. Patriota também já foi representante permanente do País na Organização das Nações Unidas (ONU) e embaixador nos Estados Unidos.

Recuo e avanço

O inquérito contra fake news e ameaças a ministros no Supremo Tribunal Federal (STF), em vez de enfraquecer, ganhou força após o recuo do ministro Alexandre de Moraes, que na quinta (18) retirou a censura a notícia citando o ministro Dias Toffoli. Os ministros admitem a necessidade do inquérito contra agressões nas redes sociais e vias públicas, mas não toleravam censura. Um dos ministros mais atacados explicou o recuo: “Não tinha jeito, [o inquérito] ia perder apoio no STF”.

Inquérito é legal

Ao contrário do que sustentou a procuradora geral Raquel Dodge, o inquérito aberto por Dias Toffoli é regimental, nada tem de ilegal. Insultos ao ministro Gilmar Mendes no fim de semana, em Lisboa, reforçaram entre os ministros a certeza de que “é preciso agir”.

Abriu mão

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral, fez um gesto raro: nesta segunda (22), foi ao presidente Jair Bolsonaro informar que declina da quarta recondução ao seu ambicionado cargo. No próprio TSE, ministros já sabiam da decisão há anos. Teve dois mandatos de dois anos como ministro substituto e está no fim do primeiro mandato como ministro titular, co direito a mais uma recondução. Ele acha 8 anos tempo demais. Além disso, pesa contra ele a acusação, ainda não julgada, de troca de agressões com a ex-mulher. “Tenho muito respeito pelo STF e pelo TSE para não causar constrangimentos desnecessários”.

Presunção de violência

Como juiz e cidadão, Admar Gonzaga não aceita a situação no País “onde ser homem e heterossexual seja presunção de violência”. Para o ministro, a criminalização da heterossexualidade e do gênero masculino cede espaço “à vingança, ao ódio e à ganância”.

Justiça sem privilégios

“É preciso que a violência seja punida, seja qual for e contra quem for”, afirma o ministro, mas pede Justiça igual para todos, sem privilégios.

Meca das regalias

Leitura do Diário Oficial é sempre esclarecedora. Nesta segunda (22), os brasilienses descobriram que vão pagar a renovação de habilitação (CNH) de servidores públicos, cada uma custando de R$382 a R$580. O chefe da Secretaria de Governo, ministro Santos Cruz, continua dando uma mão salvadora na articulação. Ontem, levou mais políticos ao presidente Jair Bolsonaro, incluindo o governador de Roraima.

Medo de ser preso

Ministros de tribunais superiores comentaram conversas privadas, no VII Fórum Jurídico de Lisboa, que o general da reserva Paulo Chagas, um dos alvos de mandados de busca por ataques ao STF, temia ser preso. Não foi o que ele demostrou no dia, ao ironizar a ação da PF.

Desempenho pífio

No primeiro escalão do governo do DF, decepção tem nome: Leandro Fróes, secretário do Esporte. Ele foi ministro no governo Michel Temer, ainda assim, mais de cem dias depois, ainda não mostrou a que veio.

Vantagem mínima

O TCU viu “impropriedades” em editais para compra de remédios pelo Ministério da Saúde, entre 2014 a 2017. Os auditores não verificaram casos de sobrepreço, mas contratos pouco vantajosos para o governo.

Vítima de vingança

Em Brasília não se acha vivalma que acredite nas acusações que fizeram o TRE-MT cassar o mandato da senadora Selma Arruda (PSL). Todos acham que ela é vítima de vingança por sua atuação vigorosa, como juíza, contra os figurões que meteu na cadeia, no Estado.

Mesmo resultado

No site que a Petrobras agora cita, globalpetrolprices.com, sobre preços do diesel no mundo, o valor do diesel vendido no Brasil segue entre os mais caros do mundo, entre países produtores de petróleo.

Meu mandato por uma frente

Em breve, a Câmara terá uma frente parlamentar para cada deputado. Só esta semana serão lançadas frentes em defesa da reforma política, dos legislativos municipais, da juventude, da indústria marítima, do Nordeste, do semiárido e da modernização da base de Alcântara.

Tudo blindado

O Ministério da Economia blindou documentos que embalam a proposta da reforma da Previdência a ser votada pela Câmara. A novidade, se é que se pode chamar assim, é que os cidadãos não terão acesso a essas informações que serão liberadas se o Congresso aprovar. Por enquanto, os documentos dessa blindagem só poderão ser vistas por “autoridades e servidores autorizados”. É uma nova manobra de Paulo Guedes, da Economia e sua equipe, que pretende esconder jabutis que o projeto contém. Deputados e senadores já estão se movimentando até mesmo judicialmente, para liquidar com esse tipo de jogo de esconder.

Versão

Faz sucesso nas redes sociais uma versão brasileira da famosa dance music YMCA, celebrizada pelo conjunto Village People repleto de gays. A própria música fala sobre esse universo. Só que essa fala e goza do Supremo Tribunal Federal. E mostra figurantes  até revirando os olhinhos, mas liquidando a Alta Corte.

 

Quem perdeu

Analistas do mercado tem outra visão dos R$ 32,4 bilhões que a Petrobras teria perdido quando Bolsonaro suspendeu o reajuste do diesel. Quem perdeu mesmo foram os acionistas da Petrobras. E mais ainda os pequenos que não fazem movimentos rápidos. Esses tem poupança e só podem reclamar. A Petrobras tem como acionista o próprio governo federal. Tem em sua carteira do BNDES algo perto de R$ 40 bilhões.

 

Outros tempos

Nesse episódio Toffoli-Moraes, até Gleisi Hoffmann saiu em defesa da revista digital Crusoé e do site O Antagonista. Garantiu que seu partido nunca censurou veículos. Esqueceu que Lula queria expulsar do país o jornalista Larry Rother, que publicou no The New York Times que o ex-presidente bebia muito. E esqueceu mais de um projeto de “democratização dos meios de comunicação” (ideia de Franklin Martins) que acabou não conseguindo apoio por falta de amparo político e público.

 

Assim não dá

Adriana Ancelmo foi proibida pela Justiça de visitar Sérgio Cabral como advogada. Agora, só como sua mulher. A decisão foi tomada porque as autoridades penitenciárias do Rio reclamava que ela usava a prerrogativa de ser defensora do marido para não passar por revistas impostas aos visitantes comuns. Se quiser assumir a condição de defensora, terá de defender Sérgio oficialmente.

 

Currículo

O nome mais cotado para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é o de Rodrigo Sérgio Dias, ex-presidente da Funasa e atualmente na diretoria da CPTM, em São Paulo. O TCU aponta o nome de Dias como um dos responsáveis por supostas irregularidades que teriam gerado prejuízo de R$ 7,7 milhões na Funasa, além de responder ação penal acusado de agressão à ex-mulher. O FNDE movimenta cerca de 80% do orçamento da pasta.

 

Nas nuvens

No portfólio de ativos da Avianca estão 149 slots (autorizações de pousos e decolagens em aeroportos) que deverão ser reduzidos para 16. Gol e Latam já sinalizaram interesse no negócio, com a possibilidade de aportarem R$ 140 milhões. Os irmãos Efromovich pretendem seguir com uma operação pequena, para não ter o mesmo destino da Varig, que afundou em dívidas e não conseguiu sair do setor aéreo.

 

Pernilongos e fogos

A Vivendas da Barra, condomínio da Barra da Tijuca, onde mora Jair Bolsonaro no Rio com sua família, está invadida por mosquitos, especialmente pernilongos. Todas as casas, inclusive a do Chefe do Governo, têm telas nas janelas e possuem as famosas raquetes elétricas.  Um vizinho contou que o hotel ao lado instalou um gerador próximo ao muro e Bolsonaro reclamou do barulho. Aí, ele comprou e disparou fogos de artifício em direção às janelas dos hospedes. A gerência desligou o gerador na mesma hora.

 

Onde está Wally?

O deputado e ex-senador Aécio Neves não aparece na cobertura de quaisquer eventos da Câmara Federal. Ele usa um acesso restrito para entrar e sair do plenário da Casa. Às vezes, usa até um jornal para esconder a cabeça.

 

Fazendo as contas

Analistas acham que o mercado sofre pela nova demanda de conhecimentos e habilidade, mas também pelo baixo crescimento.  Eles fazem contas diferentes do governo: acham que 35,5 milhões estão na informalidade. Somando 18 milhões de desocupados e desalentados (os que já desistiram de procurar emprego), o resultado é quase metade da força de trabalho nacional na informalidade. Esse é o problema.

 

Surpresinha

O presidente Jair Bolsonaro seria um dos incentivadores dos ataques contra seu vice Hamilton Mourão. Em um áudio o Chefe do Governo fala de algumas divergências contra ele e diz “em 2022 haverá uma surpresinha”.

 

Novo romance

Haverá uma reviravolta nos últimos capítulos de O sétimo guardião, na vida do personagem Marcos Paulo, o químico trans vivido por Nany People, humorista e atriz, 53 anos: ela viverá um grande romance com outro personagem de Aguinaldo Silva.

 

Colapso

Um bom exemplo do colapso da Previdência nos estados e municípios é de Campos Mourão, com 94 mil habitantes e localizada ao centro-oeste do Rio. Em 2017, a prefeitura teve de fazer um aporte de R$ 400 mil para manter equilibradas as contas da previdência municipal. Em 2020, serão necessários R$ 20 milhões. Não há cofre que aguente.

 

Fórum jurídico

A Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa recebe, até amanhã, um fórum jurídico recheado de brasileiros: Dias Toffoli, Alexander de Moraes, Rodrigo Maia e Sérgio Moro. O fórum será coordenado pelo ministro do STF Gilmar Mendes, do STF. Um grupo de alunos está realizando um apitaço, nariz de palhaço e faixas cobrando responsáveis pelo assassinato de Marielle e Anderson. Gilmar, na fórum, defendeu a decisão de Alexandre de Moraes de censurar a revista Crusoé.

 

Responsabilizado

Já o secretario do Governo, general Santos Cruz, é totalmente contra a censura imposta por Toffoli e Moraes. Ele diz que é a favor da total liberdade do cidadão. “Não importa se é A, B ou C, se tem algo incomodando, tem a justiça para recorrer. É importante manter os canais abertos, canais livres para a liberdade de imprensa”.  E emenda: “Se como essa exposição, não se comprova nada, o Estado precisa ser responsabilizado”. Ou seja, pagar pelo estrago cometido.

 

Outro canal

Num filme apagado no YouTube, Olavo de Carvalho diz que “as escolas militares não produzem nada de muito bom há muito tempo, só cabelo pintado e voz empostada”. E que “os milicos só fizeram cagada e entregaram o país aos comunistas”. O vídeo – surpresa – estava no canal de Jair Bolsonaro e depois de algumas horas foi apagado.

 

Bem amados

Para a embaixada dos EUA no Brasil estão cotados dois nomes: Todd Chapman, ex-número 2 em Brasília e hoje embaixador em Quito, que fala português fluentemente e um sênior do Departamento de Estado, Clifford Sobe, que já foi embaixador no Brasil no governo de George W. Bush e que tem proximidade com Jair Bolsonaro. Este na posse e em um dos jantares do presidente em Washington.

 

Arquivar

O ministro Marco Aurélio Mello já disse: suspender a censura na revista digital e no site é apenas um passo do escândalo nacional que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes protagonizaram: o Supremo é que precisa blindar a sua atribuição constitucional, arquivando o inquérito teratológico aberto pelo presidente da Corte.

 

Definição

Em todas as palestras o ministro Paulo Guedes, da Economia, define quem paga a contas das lixeiras das estatais. “Está ficando claro para os brasileiros e para todo mundo o seguinte: tem cinco bancos, tem seis empreiteiras, tem uma produtora de petróleo e refinaria, tem três distribuidoras de gás e tem 200 milhões de patos”. Ironicamente, ele diz que as seis empreiteiras são da Lava Jato sendo estatais.

 

Pare de atrapalhar

O ex-candidato ao Planalto, João Amoedo, do Novo, que no segundo turno apoio Jair Bolsonaro, também está entre os brasileiros que acreditam que agora é hora de trabalhar para o Brasil voltar a crescer e desenvolver. “O governo precisa parar de atrapalhar. Quanto mais fácil for trabalhar, empreender, gerar empregos, mais o País se desenvolverá. Para isso, é necessário diminuir burocracias, reduzir a carga tributária, facilitar a abertura de empresas, garantir segurança jurídica e muito mais”.

 

Sem sigilo

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, disse que existe uma série de distorções em cima da reforma da Previdência, inclusive sobre o suposto sigilo. “Estão criando uma “tempestade em copo d’água” em torno do suposto sigilo dos dados que embasaram os cálculos da reforma da Previdência”. E afirma: “Não tem sigilo. Os dados são públicos, a base de dados do governo é pública. Tem até site, tem endereço. Os dados do governo embasaram um estudo do Senado”.

 

Amigos de infância

O governador João Doria e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, estão se aproximando cada vez mais, em Brasília ou São Paulo. Os dois defendem a reforma da Previdência, Maia garante que Bolsonaro é contra e estão demarcando distância do presidente. Nesses encontros, também sempre está o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM).

 

Histórias de saias

A americana Roxane Gay, uma das principais defensoras do feminismo atual, lança entre nós, ainda este mês, pela Globo, o livro Mulheres Incríveis. São contos que colecionam com os mais variados perfis – cercada de privilegio e as que estão na pobreza ou em casamentos amorosos e abusivos.

 

Sempre ele

Carlos Bolsonaro anunciou “uma nova fase em minha vida” depois da repercussão do vídeo contra militares postados no canal do YouTube do presidente. Criou um desconforto entre militares e Bolsonaro e entre o PSL e o presidente, depois de postar filme de Olavo de Carvalho contra os militares. Ficou todo no canal de Bolsonaro da manhã de sábado (20) até o fim da tarde de domingo.

“Preço justo”

A Petrobras tenta fazer acreditar em “preço justo” do diesel, dizendo que o valor da bomba está 13% abaixo da média mundial. Não é bem assim: em países com produção semelhante, enquanto aqui um litro de diesel custa US$ 0,91, nos Emirados Árabes é 25% mais barato (US$ 0,68) e no Kwait, que produz menos que o Brasil, custa US$ 0,38, ou seja, 58% menos. Na América do Sul, Venezuela, Equador, Bolívia, Colômbia, Paraguai e Chile cobram menos pelo diesel e todos os produzem menos que o Brasil.

Frases

“As pessoas precisam entender que, atualmente, os mais pobres sustentam o conforto e a segurança dos privilegiados.”

Janaina Pascoal, deputada estadual.