O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (10) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não pode ser uma fábrica de privilégios e que não pode escolher apenas algumas empresas para receber a maior parte dos investimentos. A afirmação foi feita durante o 31º Fórum Nacional, que acontece no BNDES, no Rio de Janeiro.

De acordo com o ministro, o banco não pode exercer apenas o papel de “dar grana para gato gordo”. “Tem que acabar com essa história de [criar empreendimento] campeão nacional. Quem cria campeão nacional é o mercado. Isso aqui não pode ser uma fábrica de privilégios”, disse.

Segundo ele, o banco deveria ter um papel de investir em projetos de utilidade pública, como a política de saneamento, mas também na reestruturação financeira de estados e municípios, nas privatizações e no Programa de Parcerias de Investimentos (PPIs).(ABr)

Preço do sucesso

Pois, pois, é o preço do protagonismo. Alvo de todos os holofotes enquanto comandou a aprovação da reforma da Previdência na CCJ, Felipe Francischini agora tem a sua trajetória analisada com lupa. Desta vez, encontraram uma conta de 2017 do deputado, da boate Gato Preto, que foi reembolsada pela verba de ressarcimento da Assembleia Legislativa do Paraná. Presidente da CCJ, tudo que Felipe Francischini faz agora passa a ter uma evidente repercussão maior. Confira, no Leia Mais, a nota de esclarecimento do Deputado.

Deputado se defende

“O deputado federal Felipe Francischini (PSL) novamente informa que não há qualquer irregularidade no uso da verba de ressarcimento de despesas relativas à sua alimentação no exercício da atividade como deputado estadual da Assembleia Legislativa do Paraná (2015 – 2019). Todas as notas e as referidas prestações de contas foram aprovadas pela Assembleia Legislativa e também pelo Tribunal de Contas (TCE) do Estado do Paraná.

Na hora do sucesso

Surpreendeu a todos. Será? O deputado Soldado Fruet, que no plenário da Assembleia, bate no governo, nesta quinta-feira correu para Foz do Iguaçu pra garantir um lugar ao lado de Ratinho Jr no lançamento do programa Escola Segura.

Pasmem senhores

Recém transferido para o regime aberto depois de oito meses cumprindo pena no semiaberto, o paranaense senador Acir Gurgacz (PDT-RO) apresentou projeto de lei para exigir “idoneidade moral” e “reputação ilibada” para a nomeação de comissionados nos Três Poderes. Em fevereiro de 2018, Gurgacz foi condenado pelo Supremo por crime contra o sistema financeiro.

Chocolatinhos

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, tentou usar o didatismo para dizer que não está retirando verba das universidades públicas brasileiras – apenas contingenciando valores até setembro. Ele colocou cem chocolates sobre uma mesa em um vídeo ao vivo com o presidente Jair Bolsonaro. “Estou pedindo para que se coma três chocolatinhos e meio depois, em setembro. Isso é segurar um pouco”, disse Weintraub. A proporção, no entanto, não corresponde ao contingenciamento anunciado de 30% do orçamento das instituições.

Bolsonaro come

Enquanto o ministro falava, Bolsonaro, ao centro da mesa, comia os chocolates. “No governo Lula e Dilma cortaram R$ 10 bilhões e ninguém falou nada”, disse o presidente.

Demarcação

Demarcação de terras indígenas voltará a ser feita pela Funai, que agora é vinculado ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, de Damares Alves. A decisão foi tomada na Comissão Mista da reforma administrativa e recebeu a maioria dos votos (15 a 9). A demarcação antes estava sob a Pasta da Agricultura, comanda pela Teresa Cristina.

Novos meios

Na cidade de São Paulo, circulam 8,6 milhões de veículos motorizados (carros, motos, ônibus ou caminhões), segundo dados o CET. Só que os altos custos (passagens, combustíveis e impostos) e os longos congestionamentos, estão fazendo os paulistanos buscarem alternativas para se locomoverem, como bicicletas e patinetes. Segundo levantamento feito pelo Instituto QualiBest, estes tipos de micro transportes estão crescendo na cidade.

Opinião

Dos entrevistados, 45% dizem que não usam bicicleta no dia a dia por falta de estrutura na cidade para ciclistas, 42% afirmaram que há pouca educação no trânsito e 40% sentem falta de segurança, em virtude de assaltos. O transporte mais utilizado ainda é o ônibus (64%), em seguida vem o metrô (61%), carro particular (51%), carros por aplicativos (50%), táxi comum (14%), Bicicleta (11%), moto (6%) e patinete (4%). 42% dos entrevistados dizem que se locomovem à pé.

Primeira derrota

O governo foi derrotado pela Comissão Especial montada no começo do ano para analisar medidas provisórias, constituída por 25 parlamentares. A Comissão com 14 votos aprovou medida que manda de volta para o Ministério da Economia, comandada por Paulo Guedes, o Coaf, que este ano estava sob o comando da Pasta da Justiça de Sérgio Moro. A medida ainda tem que passar pelos plenários da Câmara e Senado antes de entrar em vigor.

Por trás da prévia volta da Coaf para o Ministério da Economia, saindo da Pasta da Justiça, está o DEM e PSDB que se uniram pela transferência. Elmar Nascimento, líder do DEM, tenta justificar o movimento: “Só a Suíça tem o Coaf com a Justiça? É um péssimo exemplo. Lá era o paraíso de ditadores e corruptos para lavar dinheiro. Não tenho medo de milícia virtual”.

A favor da reforma

Grupo de políticos tem trabalhado a favor da reforma da Previdência. Querem ela seja aprovada antes do recesso de julho, que corre o risco de ser cancelado, caso as discussões do projeto ainda estejam em andamento. O líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO), acredita que a reforma é muito mais importante do que o recesso e que o governo deveria se envolver muito mais com a proposta.

Contra

O PSB, presidido por Carlos Siqueira, lança campanha contra a reforma da Previdência. O PSB acredita que a reforma é uma tentativa de destruir a rede de proteção social, ainda embrionária, que o país demorou a construir nos últimos 30 anos.

Saiu bem

O ministro da Economia, Paulo Guedes, depois passar por um tremendo mal-estar na Câmara dos Deputados, prometeu que não iria mais participar de debates no Congresso. Voltou atrás e debateu o tema na Comissão Especial da reforma da Previdência se saindo bem, apesar de elevar o tom quando foi afrontado por opositores. A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que cobrou geração de empregos ao invés de se limitar ao assunto e Guedes respondeu: “Quem fica 16 anos no poder, não pode virar para quem tem 4 meses de gestão e perguntar quando virá o crescimento. O crescimento virá assim que repararmos os rombos que foram feitos. Roubos nos Correios, na Petrobras, quebraram mesmo muita coisa. É um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil. Estamos tentando ir para o caminho da prosperidade e não para o caminho da Venezuela”.

Crescimento

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, está trabalhando com duas realidades diferentes para o crescimento da economia brasileira: um com a reforma da Previdência aprovada; outra sem aprovação. Ele acredita que se a proposta for confirmada a economia poderá crescer 2,9%, caso contrário somente 0,8%.

A população armada

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que conversou com o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para tentar “reorganizar” o decreto do presidente Jair Bolsonaro que ampliou o porte de armas no País. Maia afirmou ter encontrado “inconstitucionalidades”. Mais tarde, o deputado Eduardo Bolsonaro criticou Maia e defendeu o texto. O mesmo fez o porta-voz da Presidência da República.

Porte para todos

O decreto facilita porte de arma para 19 categorias, entre elas políticos, caminhoneiros e moradores de área rural – estimativas de ONGs apontam para até 19,1 milhões de beneficiários. “A princípio, já existem inconstitucionalidades, alguns temas que não deveriam ser regulados por decreto”, disse Maia. Ele reafirmou que, da forma como está o decreto, o governo terá de rediscuti-lo ou “acabará com uma decisão da Câmara ou do Judiciário”. “Há um desconforto do Parlamento.”

Legítima defesa

Em evento em prol da legítima defesa, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) reiterou que o pai cumpre uma promessa de campanha com a flexibilização. Para ele, não houve o mesmo “apetite” do Congresso em outros assuntos que seriam prerrogativa do Legislativo, como na interferência do Judiciário em relação à criminalização do aborto.

Acadelamento

Além disso, comentou aquilo que chamou de “acadelamento” da sociedade. Segundo ele, o desarmamento fez o cidadão terceirizar responsabilidades. “Não é papel da polícia defender sua casa quando o bandido entrar lá. Ela vai se esforçar ao máximo, mas quanto tempo vai demorar? Então, quando alguém entra na sua casa, o primeiro responsável pelo combate é você.”

Bolsonaro aqui

O presidente Jair Bolsonaro já está em Curitiba. Após cumprir agenda em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, o político do PSL chegou à capital paranaense por volta das 17 horas desta sexta-feira (10 de maio). Por aqui, ele participará da cerimônia de ativação do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Regional Sul. Esta é a primeira visita de Bolsonaro à capital paranaense como presidente. De acordo com a assessoria do governo do Paraná, o evento está marcado para ocorrer entre 17h30 e 18h30, no Palácio Iguaçu. O governador Ratinho Junior (PSD) deve recepcionar o presidente.

Apoiadores e opositores do governo Jair Bolsonaro se concentram na Praça Nossa Senhora do Salete, no Centro Cívico, em Curitiba. Numa cena rara de se ver nos últimos anos, manifestantes de esquerda e direita dividem o mesmo espaço, quase que lado a lado. Até por volta das 17 horas, o clima de paz reinava nas proximidades do Palácio Iguaçu, sede do governo estadual.

Um dos manifestantes a marcar presença no Centro Cívico, Antônio Carlos Moura, líder do movimento República de Curitiba, conta que há quase sete anos participa dos movimentos de rua. “Estamos aí nos movimentos de rua desde março de 2013, com a finalidade de impedir que o comunismo seja um movimento que tome o Brasil de uma maneira organizada, que foi o que vimos nesses últimos 14 anos do governo de esquerda do PT. Eles tomaram o poder e transformaram o brasil num caos. E nós aí, eu sou ex-aluno do Olavo de Carvalho e da UFPR, e como cidadão estou desde 2013 nas ruas junto com todo esse pessoal para fazer com que o Brasil seja o país de todos, e não de alguns”, diz Moura, que ainda avalia como positivo essa largada do governo de Bolsonaro, argumentando que o político do PSL “ká realizou 43% daquilo que prometeu na campanha”.

A outra banda

Mas não será só palavras de apoio e carinho que o presidente da República escuta na capital paranaense, uma espécie de “QG (Quartel-General)” da Operação Lava Jato. Pelo menos dois protestos contra Bolsonaro serão realizados em Curitiba, um deles chamado de ‘Marcha pela Educação’ e convocado por estudantes, professores, técnicos, integrantes da comunidade interna e externa de universidades e institutos federais.  O outro protesto foi convocado via Facebook pelo grupo Rebeldia – Juventude da Revolução Socialista. A manifestação é chamada de ‘BOLSONARO NÃO É BEM VINDO EM CURITIBA!’ e tinha 2.300 pessoas confirmadas, além de 5.200 interessadas, até às 8h30 dessa sexta-feira (dia 10).

Greca faz seu show

Na recepção ao presidente da República, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, foi o primeiro a discursar no Palácio Iguaçu. Em sua fala, o político do DEM disse que a cidade estava “honrada” em receber a visita de Bolsonaro, recordando ainda que a população Curitiba “em esmagadora maioria o elegeu presidente na última eleição” – na Capital, Bolsonaro recebeu mais de 76% dos votos válidos.

Exemplo, diz Greca

Além disso, Greca ainda ofereceu o exemplo curitibano como modelo a ser seguido por outras cidades e mesmo a administração federal. “Nós queremos oferecer ao presidente Jair Bolsonaro todas as experiências de Curitiba para serem repetidas em todas as cidades do Brasil. E oferecemos também o exemplo de nosso povo, de recuperação de Curitiba. Eu peguei a cidade arrasada. Coloquei a Previdência no orçamento municipal e a Prefeitura e a cidade refloresceram.”

Nova ponte

Jair Bolsonaro e o presidente do Paraguai, Mário Benitez, assinaram um acordo para o lançamento da pedra fundamental de uma segunda ponte entre os países. O encontro será no Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu.

Porte de armas

Muitos cientistas políticos e analistas de áreas jurídicas, acham que o presidente Jair Bolsonaro está se preocupando demais como porte de arma. Acreditam que este assunto é secundário, que poderia ser discutido no segundo semestre após a votação da reforma da Previdência. Ao ser questionado sobre o que achava sobre isso, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, foi direto: “Se a Câmara entender que há excesso, vamos questionar, isso é da democracia”.

Virou mania

O jogador Leonel Messi também discutiu com torcedores do Barcelona no Aeroporto, depois da derrota para o Liverpool que eliminou o time espanhol da Champions League. A discussão só não foi maior porque seu empresário, Pepe Costa, interviu no bate-boca.

Homenageada

A colunista e comentarista Miriam Leitão, 66 anos, com 47 anos de carreira, será homenageada por sua contribuição ao jornalismo no 14º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, promovido pela Abraji, no final de junho.

Mais rápido

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, implantado em 2005, está atingindo cada vez mais rápido, altos valores somando impostos, multas e contribuição pagos pelos brasileiros. Na quarta-feira (8) o mostrador atingiu a marca de R$ 900 bilhões, nove dias antes do indicador em 2018. Só para efeito de comparação, este índice foi atingido no ano passado, em 17 de maio; em 2017, 29 de maio; 2016, 12 de junho; 2015, 13 de junho; 2014 em 22 de junho.

Promessa de campanha

Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública foi questionado pelo deputado Rui Falcão (PT-SP) sobre o que ele achava do decreto que flexibilizou a posse de armas de fogo para 20 categorias. E Moro respondeu de bate pronto: “Não é parte da política de segurança. O próprio presidente admite que a flexibilização é parte das promessas de campanha”.

Respirando aliviado

Se as igrejas e instituições ficaram preocupados e até acenaram com possível manifestação contra a ideia de Marcos Cintra, secretário da Receita, sobre a intenção da criação de um imposto único onde as mesmas teriam que honrar, agora, respiram aliviados. Na quarta-feira (8) por 382 votos contra 6, a Câmara prorrogou por mais 15 anos a isenção do pagamento do ICMS.

Resposta

Em encontro com 25 governadores, na quarta-feira (8), Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, se comprometeu a ser mais rápido em suas respostas de solicitações. “Estamos trabalhando na harmonização e pacificação das relações, estamos construindo um diálogo firme com os governadores. Temos compromisso com o Brasil. Os governadores estão conscientes da necessidade de União”.

Nos Estados Unidos

O presidente Jair Bolsonaro confirmou que semana que vem irá para os Estados Unidos, precisamente para Dallas. A viagem substitui a que o Chefe do Governo faria para Nova York, onde receberia uma homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, mas que foi cancelada porque o prefeito da cidade, Bill de Blasio rechaçou a visita de Bolsonaro, falando que “ele era um homem perigoso”. Bolsonaro criticou a postura de Blasio, afirmando que ele está “insuflando a população para atirar o que tiver nas mãos contra a minha pessoa”.

Atitude errada

Ainda Bolsonaro nos Estados Unidos: ele acredita que uma pessoa que pretende disputar as prévias do Partido Democrata para escolha do candidato das eleições presidenciais no ano que vem, como é o caso de Bill de Blasio, tomou uma atitude errada. “Que tipo de relacionamento ele vai ter se, porventura, for eleito com um país cujo chefe de Estado tem demonstrado respeito e quer se aproximar da primeira economia do mundo? Acho que esse cidadão aí queimou os cartuchos, se queimou completamente na sua corrida para enfrentar as prévias”.

Briga no parquinho

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro foi até a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime para esclarecer dúvidas sobre o pacote anticrime.  Os opositores tentaram provocar Moro de todas as formas, só que ele não se alterou. Alguns defensores de Moro não gostam do tom usado pelos opositores e quase saíram no tapa. Entre eles o Delegado Éder Mauro (PSD-PA), Paulo Pimenta (PT-SP) e Rogério Correia (PT-MG).

Na procuradoria

Raquel Dodge, procuradora-geral da República, ainda está pensando se tentará sua recondução ao cargo. Outros nomes começam a ser ventilados. Há quem garanta que Jair Bolsonaro tem a intenção de indicar um nome que não seja subprocurador e nem um indicado um pela tríplice dos procuradores.  Um nome que começa ganhar força na procuradoria é de Bonifácio Andrada, subprocurador conservador e católico, mas respeitado pelos pares pelo perfil técnico, discreto e firme em matéria penal. Uma coisa é certa: um nome indicado pelo ex-astrólogo Olavo de Carvalho não passará pela aprovação.

Troca

O general Augusto Heleno, comandante do GSI, atendendo a pedido de Jair Bolsonaro, troca o comando da Abin – Agência Brasileira de Informação. Sai Janér Tesch Hosken Alvarenga e entra Alexandre Ramagem Rodrigues, delegado da Polícia Federal, que comandou a segurança de Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

Verba

O governo acaba de liberar R$ 40 milhões de verba publicitária para a campanha da reforma da Previdência, que deverão ser usados até 15 de junho, data próxima da votação. Se o período de estender poderá haver nova remessa, só não se sabe de quanto.

Desonestidade

O presidente da comissão especial que analisa a reforma da Previdência (PEC 6/19), deputado Marcelo Ramos (PR-AM), disse nesta sexta (10) que falta transparência no debate sobre as mudanças propostas. “Se nós corrigimos as narrativas e formos verdadeiros com a população, ainda que existam algumas incompreensões momentâneas, o tempo vai cuidar de mostrar que nós estamos pensando no futuro do país”, disse após palestrar sobre a reforma na Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Mentira da oposição

Segundo ele, a oposição não diz a verdade ao negar o saldo negativo nas contas públicas provocado pelo desequilíbrio no pagamento das aposentadorias. “É preciso dizer a verdade que a Previdência tem deficit, sim. Não é verdade que a Previdência não tem deficit”, enfatizou.

Mais clareza

Mas, na avaliação do deputado, o governo também precisa ser mais claro sobre os objetivos das alterações no sistema previdenciário. “Falta dizer que não é verdade que a reforma é só para combater privilégios, ela é para fazer ajuste fiscal, ela pede sacrifícios de pessoas de renda média e baixa. Mas ela é necessária para gerar empregos para quem não tem renda nenhuma”, ressaltou.

Frases

“Quem fica 16 anos no poder não tem o direito de perguntar onde estão os empregos.”

Ministro da Economia Paulo Guedes.