Nada de novo no front. Tudo aconteceu como tinha sido com binado há meses. Por 48 votos favoráveis, cinco abstenções e apenas um voto contrário, o deputado estadual Ademar Traiano (PSDB) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa pela terceira vez consecutiva. A votação ocorreu logo após a posse dos novos deputados eleitos em 2018.
O tucano não teve adversários. O único voto contrário foi o do deputado Boca Aberta Júnior (PSL), um dos vinte estreantes nessa legislatura. Das cinco abstenções, quatro vieram da bancada do PT: A falta de concorrentes é explicada pelo regimento da Assembleia. Ao contrário do que acontece na Câmara Federal, por exemplo, no Legislativo estadual paranaense, não são permitidos candidatos avulsos aos cargos da Mesa Executiva da Casa. Para concorrer, é preciso montar uma chapa completa, com nove parlamentares.
Após a eleição do ano passado, inicialmente, havia a expectativa de que o deputado Fernando Francischini (PSL), que foi eleito com mais de 400 mil votos – a maior votação da história da Assembleia – na esteira da onda que impulsionou a vitória de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República – pudesse entrar na briga pelo comando da Casa. Até porque a votação de Francischini levou o PSL de Bolsonaro a eleger a maior bancada da Assembleia, com oito parlamentares.

Mais uma
Beto Richa conseguiu oura vitória judicial. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, também determinou a suspensão de todas as audiências de instrução e de oitivas que a 13.ª Vara Criminal de Curitiba faria a partir de segunda-feira (4) no âmbito da Operação Rádio Patrulha. Noronha acatou pedido dos advogados de Beto Richa, que alegaram cerceamento de defesa,

Tiroteio
“Alô, Mourão, ninguém votou em você. O povo aceitou você, meio desconfiado, meio de má vontade, só por conta do amor que tinha e tem ao Bolsonaro. Por suas próprias forças e popularidade, você não se elegeria vereador no menor município do imenso Brasil”. Olavo de Carvalho, astrólogo, filósofo e mentor intelectual da família Bolsonaro, sobre o vice-presidente.

Hasselmann, o trator
“Eu sou de ferro, aguento pancada, não estou aqui para brincar e não estou nem aí se tem gente com dor de cotovelo. Lamento, I’m sorry, sempre fui assim. As pessoas dizem que ‘Joice é um trator’. Sim, eu sou um trator, mas só trabalho para o bem. E, se alguém cruzar a minha frente para impedir que as coisas boas sejam feitas, vou acelerar o meu trator. Vou atropelar”. Joice Hasselmann, deputada federal mais votada no país com mais de um milhão de votos, que trabalha firme para ser a líder do governo no Congresso.

Briga em Brasília
Tabata Amaral, deputada eleita pelo PDT de São Paulo, se assustou ao tentar ocupar o imóvel funcional destinado a ela pela Câmara. Tabata encontrou o filho do antigo inquilino, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) no lugar. O rapaz se negou a entregar as chaves do apartamento. “Procurei a Câmara, expliquei a situação, tentei resolver, mas o deputado falou que eu poderia fazer o barulho que fosse que o filho dele não ia sair”, disse Tabata.

Que nível, hein?
Rolavam no Senado dois pedidos de impeachment contra o ministro Roberto Barroso. Os dois se relacionavam ao voto de Barroso proferido no fim de 2015, relativo ao afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff. A última decisão de Eunício de Oliveira, antes de deixar a presidência do Senado, foi arquivar as denúncias e acabar com assunto. Está tudo como dantes no quartel de Abrantes.

Numa boa
Outra providência aplaudida foi a reorganização da distribuição de aulas de 2020, que vai começar ainda nesse ano, para que o professor saia de férias sabendo como será o seu ano seguinte.A Secretaria da Educação também reorganizou o calendário para ampliar o tempo destinado para estudos e planejamento pedagógico.

Novo partido
A imprensa comenta que Eduardo Bolsonaro tem conversado com Olavo de Carvalho e desenvolvido a ideia de criar um novo partido. Coisa parecida com o seu PSL, só que mais puro, mais raiz, mais, digamos, radical e fiel às radicalidades. O negócio parece falta de notícia, mas não podemos esquecer de que apesar de termos 35 legendas, há no TSE 75 pedidos para criação de novos partidos. Todo mundo tem uma ideia para utilização de siglas, seja para ideologia, venda, aluguel, recursos do Fundo Partidário…

Vale quer ser vítima
A Vale adota uma estratégia de “vitimização” para se afastar da culpa pela tragédia que pode ter matado 350 pessoas em Brumadinho, para além dos danos ambientais incalculáveis. O presidente marqueteiro da Vale agora se aproxima de autoridades que o deveriam tratar como investigado. Ousado, Fabio Schvartsman viajou a Brasília para tentar conversar com a procuradora-geral da República sobre “indenizações extrajudiciais” às vítimas. O pior é que Raquel Dodge o recebeu. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A direção da Vale tenta se “blindar” ou contestar as investigações da polícia contratando um “comitê” para “apurar as causas da tragédia”. A Vale se negou a informar quanto pretende gastar com o tal “comitê”, chefiado pela ministra Ellen Gracie. Alega que “está em formação”. Entre Mariana e Brumadinho, a Vale lucrou R$42 bilhões, até por não pagar multas de R$368 milhões, nem gastar na prevenção da tragédia.

Mourão sobre aborto
Em entrevista ao jornal O Globo, general Mourão revelou ponto de vista oposto ao de Jair Bolsonaro em relação ao aborto. Para o militar, as possibilidades para a interrupção da gravidez deveriam ser ampliadas. “A questão do aborto também é algo que tem que ser bem discutido, porque você tem aquele aborto onde a pessoa foi estuprada, ou a pessoa não tem condições de manter aquele filho. Então talvez aí a mulher teria que ter a liberdade de chegar e dizer ‘preciso fazer um aborto’, disse.

Posição pessoal
Questionado se era a favorável à ampliação das possibilidades de aborto, respondeu: “Pessoalmente, eu acho que poderia. Minha opinião como cidadão, não como membro do governo, é de que se trata de uma decisão da pessoa”.

Sem conversa
Nem Beto Richa nem o advogado conversaram com a imprensa, ao contrário do que aconteceu da vez anterior em que foi solto, quando deu entrevista. Os dois saíram rapidamente dentro de um carro com vidros escuros.

Sob nova direção
O desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira toma posse hoje como presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. Também hoje assumem o 1º vice-presidente, Wellington Emanuel Coimbra de Moura; o 2º vice-presidente, José Laurindo de Souza Netto; o corregedor-geral, José Augusto Gomes Aniceto; e o corregedor da Justiça, Luiz Cezar Nicolau.

Inteligência artificial
A promessa é investir em inteligência artificial para agilizar o julgamento de processos que se acumulam no tribunal e dar mais transparência aos casos. O Paraná tem hoje 3 milhões de processos ativos.

Requião vaza ficha
Num dia de frustrações, último de sua vida como senador, Requião conseguiu amenizar as péssimas horas da volta à condição de homem comum, publicando em seu Twitter a ficha penitenciária de Beto Richa, seu desafeto. Como conseguiu a ficha? Quem a entregou? São perguntas a serem respondidas por uma investigação em curso.

Fim da mamata
O governador Ratinho Jr vai encaminhar à Assembleia Legislativa uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que propõe o fim do pagamento de aposentadorias de governadores. Os trabalhos do legislativo começam nesta sexta-feira (01). Ratinho Jr afirmou que a medida, que era um compromisso de campanha, se soma a outras ações do governo para diminuir o inchaço da máquina pública.

É o Brasil!
A Agência Nacional de Mineração, recentemente criada, tem 35 agentes para fiscalizar 790 barragens de rejeitos mais o funcionamento de minas e a situação da pesquisa mineral. Agora, o novo governo avisa que vai fiscalizar nada menos do que 3.386 barragens de algum risco. Ou seja: quaisquer discussões hoje em torno da Vale, incluindo a possibilidade de intervenção, darão em nada. Endurecimento da legislação será inútil: não há instrumentos de aplicação.

Maior acionista
O governo é o maior acionista da Vale. Somando os fundos de pensão Previ, Petros e Funcef, mais ações do BNDES, o governo tem 27,7% do capital da mineradora. A segunda maior participação é do Bradesco, com 5,8%, que está festejando lucro de R$ 21 bilhões no ano passado e ainda tem os japoneses da Mitsui. Ninguém quer brigar com o governo. Esses fundos carregam, nos últimos tempos, um festival de denúncias de negócios duvidosos – e ainda são controlados por petistas.

O STF voltou do recesso
Em janeiro as investigações foram suspensas, depois que o filho do presidente fez o pedido à Corte, alegando foro privilegiado o que impediria o Ministério Público de seguir com o assunto. Luiz Fux aceitou o argumento, segundo o que explicou, para deixar a decisão final com o relator do caso, que é o ministro Marco Aurélio Mello e estava de férias na ocasião.
Marco Aurélio já havia dado todos sinais do que faria, afirmando, inclusive, que remetia ao lixo reclamações como a de Bolsonaro.
Na decisão de hoje, o ministro foi didático na explicação: “A Lei Maior, ao prever cumprir ao Supremo julgar Deputados e Senadores, há de ter abrangência definida pela conduta criminosa: no exercício do mandato e relacionada, de algum modo, a este último. Neste processo, a leitura da inicial revela que o reclamante desempenhava, à época dos fatos narrados, o cargo de Deputado Estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”.

Dinheiro preso
Por determinação da justiça, a Vale depositou na conta do Estado de Minas Gerais R$ 1 bilhão e outros bloqueios que totalizam R$ 11 bilhões, não foram feitos porque a mineradora alega não ter esse dinheiro todo em caixa. Advogados que atuam nessa área afirmam que bloqueio não é o melhor caminho nessa altura. Depósitos judiciais, na maioria das vezes, têm vida muito longa por conta de ações igualmente judiciais que parecem não ter fim.

Tudo de novo
Argumentos usados pela juíza Carolina Lebbos para não permitir que Lula fosse ao enterro do irmão Vavá e outros tantos argumentos usados pelo presidente do Supremo, Dias Toffolli, para permitir que Lula encontrasse parentes numa unidade militar (para onde poderia ser transferido o velório), usados nos últimos dias deverão ser repetidos em quaisquer novas decisões sobre a permissão para o ex-presidente ir à missa de sétimo dia.

Fora da lista
Há quem aposte que o presidente Jair Bolsonaro não escolherá o novo procurador-geral da República, que substituirá Raquel Dodge, na tradicional lista tríplice enviada pelos procuradores. Poderia escolher o procurador Deltan Dallagnol, parceiro de Moro em sucessivas ações da Lava Jato. Por conta da possibilidade, Deltan vem reduzindo o tom de suas palestras e entrevistas.

Fora do ar
O governo mandou retirar do ar na TV Brasil o programa Sem Censura, que existe há mais de 30 anos. É o início de uma série de transformações que acontecerão na grade da emissora e muitos artistas estão reclamando (o programa dava traço). O superintendente Caique Novis já foi afastado, na primeira leva de 40 demissões (deverão ser feitas cerca de 800 dos 2.500 funcionários).

Olho nos hospitais
A renúncia fiscal de R$ 3,2 bilhões que beneficiou de 2012 a 2017 apenas seis hospitais concedeu mais da metade de sua generosidade ao Einstein e ao Sírio Libanês. O Einstein é campeão de “excelência” que recebeu isenções fiscais: R$ 1,3 bilhão desde 2012. A contrapartida é o atendimento de parte de paciente pelo SUS (não acontece ou acontece raramente) e incentivo às pesquisas, que não atingem camadas mais pobres.

Revelação
A condução segura do porta-voz Otávio do Rêgo Barros, general da reserva, nesses dias de recuperação de Jair Bolsonaro, ainda lhe darão prêmio de “revelação do ano”.

Salários
Cada diretor da Vale recebeu no ano passado R$ 1,6 milhão por mês, ou seja, R$ 19 milhões por ano. Murilo Ferreira, presidente da empresa, até fevereiro de 2017, foi o executivo mais bem pago do país: levou, por ano, quase R$ 60 milhões.

Em alta
Giulia Be, cantora carioca de 19 anos, está em alta. Acaba de ser lançado o clipe da música Too Bad, que faz parte da trilha sonora de O sétimo guardião e que já está em terceiro lugar entre as 100 músicas mais procuradas no Shazam.

Não gostou
O presidente Jair Bolsonaro, em recuperação, não gostou nada de ver seu vice ser entrevistado por Roberto D’Ávila para a GloboNews e gostou menos ainda de saber que Mourão foi o único a defender a saída de Lula da prisão para o velório do irmão Vavá. Ele considerou “uma questão humanitária”.

Devolveu
Há dias, a senadora eleita Soraya Thronicke (PSL-MS) mostrou que não tem medo de cara feia e muito menos de Olavo de Carvalho. Sobre críticas a políticos que foram a China convidados pelo Partido Comunista de lá, ela lembrou “o mínimo que você precisa saber para não ser idiota” (título de livro de Olavo): chineses são os maiores importadores de produtos brasileiros.

Não fala
O vice Hamilton Mourão, que andou sendo atacado, ao lado de Augusto Heleno, do GSI, pelo ex-astrólogo Olavo de Carvalho, não fala, mas sempre reserva para ele um rótulo especial: “desequilibrado mental”.

Isso é que é mãe
Partidos recebem da União quase R$ 800 milhões a título de “fundo partidário”, R$ 110 milhões de multas eleitorais e, a cada, quatro anos, R$ 2 bilhões do fundo eleitoral de campanhas.

Nova missão
Em meados de 2017, o general Augusto Heleno, hoje na GSI, teve uma conversa com Jair Bolsonaro e o enquadrou. Só depois é que os militares mergulharam na campanha presidencial. Hoje, são 18 generais no Planalto. Agora, depois da recuperação de Bolsonaro, o general Augusto Heleno vai entrar em ação de novo: quer enquadrar os filhos do presidente: Flávio deverá explicar seus rolos no caso Queiroz; Carlos deverá escolher entre ser vereador ou tuiteiro; e Eduardo aceitará que é apenas deputado – e não chanceler.
APP Sindicato e Governo se preparam para volta às aulas. Parece que o namoro entre o novo secretário de Educação do Paraná e a APP Sindicato vai bem. Antes do início do ano letivo, algumas providências foram tomadas e os dois lados gostaram das novidades. Entre elas, uma alteração na carga horária dos diretores: os de escolas com menos de 100 alunos passarão a ter jornada de 30 horas (eram 20 horas); já os diretores à frente de escolas com mais de 100 alunos passarão a ter carga horária de 40 horas – melhora o salário.

Cassada
Marco Aurélio Mello vai cassar hoje a liminar de Luiz Fux que blindou Flávio Bolsonaro. O caso deverá ser devolvido à primeira instância. Mello avisa que os promotores receberão novas informações do Coaf e, se quiserem, também poderão avançar na apuração sobre os elos da família presidencial com as milícias.

Inusitada
O Brasil vive uma situação inusitada: um presidente da República que está no exercício do cargo, mas não poder receber pessoas, nem falar com ninguém por ordem médica. Há quem garanta que ele reassumiu por apego ao cargo e por receio que Hamilton Mourão vá se sair melhor à frente do governo.

Na bandeja
Mauricio Malta, irmão do senador Magno Malta (PR-ES), foi demitido pela EPL – Empresa de Planejamento e Logística, estatal do trem-bala que não tem lá muito futuro.

União
Preparando-se para a eleição para presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tenta sua reeleição e é o favorito, pregou que é “importante é a Câmara se unir para enfrentar a agenda de reformas que o Brasil precisa”.

Mais um
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, está exonerando temporariamente. Como ele exercia o cargo de deputado federal, tem direito de votar na escolha do novo presidente da Câmara e fará isso.

Diferenciado
Relatório do TCU revela que os seis hospitais chamados “de excelência”, recebem sete vezes mais (594%) por procedimento. Enquanto qualquer hospital privado que realiza uma espirometria (exame de pulmão) recebe R$ 10, esses hospitais recebem R$ 69,44 para fazer o mesmo procedimento. Ainda nesses hospitais cinco tipos de exames custaram R$ 13 milhões. Nos outros, seriam R$ 2,8 milhões.

Sinal
O Planalto enxerga o vice Hamilton Mourão cada vez mais ocupando espaço no poder. E o principal sintoma é a imprensa sempre de plantão na sua porta. Ele dá declarações às emissoras, garantindo espaço diário nos telejornais.

Brando retumbante
Os admiradores da deputada estadual Janaína Paschoal, eleita com dois milhões de votos em São Paulo, acham que ela deu brado retumbante esta semana: “Para não correr o risco de me omitir, vou escrever o que venho falando reservadamente: os apoiadores do novo governo vão se arrepender amargamente de votar em Maia e em Renan! O arrependimento virá rápido!”.

Em Paris
O ex-chanceler Celso Amorim está alugando seu apartamento com vista para a piscina do Copacabana Palace, no Rio. Vai se mudar para Paris, onde pretende reforçar “a campanha internacional contra o governo de Jair Bolsonaro”. Amorim também gostaria de tentar fazer cinema na Europa, velho sonho.

Mundo infantil
A atriz Pepita Rodriguez, 67 anos, está lançando seu primeiro livro infantil As aventuras de Pepitinha, que mistura realidade com ficção. Ela já tem três outros livros voltado para o publico adulto Tempo de colher, Segundo tempo e A arte de cozinhar entre amigos. Pepita disse que sendo avó pretende escrever mais para o público infantil.

No comitê
A ex-ministra do STF, Ellen Gracie será a coordenadora do Comitê Independente de Assessoramento Extraordinário de Apuração, que irá auxiliar o Conselho de Administração da Vale, na apuração das causas e responsabilizará os culpados pelo desastre em Brumadinho, em Minas.

Todos contra
Renan Calheiros, ganhou nos dias que antecederam a eleição para escolha do presidente do Senado, uma legião de manifestações contra. Entre eles o do jurista Modesto Carvalhosa, que atuou como expoente no impeachment de Dilma. Sem falar dos movimentos Vem pra rua e MBL.

Bem antes
Com novas fases, prisões e apreensões da Lava Jato, o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, usou suas redes sociais para mostrar que a operação continua forte e que ainda tem muito para ser apurado. “Quem disse que o ano começa depois do carnaval? Começou na Lava Jato com duas fases, duas denúncias, prisão de ex-governador e reversão de R$ 2,5 bilhões para a sociedade”.

Candidatura independente
Sem o apoio de seu partido, Fábio Ramalho (MDB-MG) partiu para a disputada pela presidência da Casa, independentemente. O MDB em sua grande parte apoia Rodrigo Maia (DEM-RJ).

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