Engraçadinho, mas…

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O secretário Rene Garcia ou Renê Carioca, é dado a gracejos, provocações, ironias. Mesmo quando a situação reclama seriedade. Cenas do debate acalorado entre o deputado estadual Professor Lemos (PT) e o secretário da Fazenda, Renê Garcia, durante a prestação de contas do Governo na Assembleia ontem pela manhã.
Ligado às pautas do funcionalismo, Lemos alertou para o histórico de redução da folha de pagamento, o que possibilitaria o reajuste dos servidores. Garcia deu o tom pessimista, apontando para o crescimento dos inativos, usando o assombroso exemplo gaúcho: “daqui a pouco vamos chegar a uma situação como do Rio Grande do Sul, com 138 aposentados para cada 100 ativos”.
Para Lemos, os números apresentados na ALEP não podem divergir daqueles que são usados historicamente nas negociações dos índices de reajuste salarial dos servidores. No momento de maior tensão, Lemos cobrou de Renê Garcia: “Quem deu causa para que o Fundo de Previdência do Estado do Paraná entrasse em ruína no passado?”. Irônico, o secretário da Fazenda saiu-se com um: “Não fui eu. Não soy yo”.

Sonho do Rossoni
Recordista nacional em processos criminais, o deputado federal Emerson Petriv (Pros-PR), que usa o nome parlamentar Boca Aberta, esteve em audiência com o presidente do STF), Dias Toffoli. Boca Aberta luta para evitar a cassação do seu mandato. O primeiro suplente, Valdir Rossoni, faz de tudo para apeá-lo. Boca Aberta responde a 35 ações criminais no Tribunal de Justiça (segunda instância) e em diversas comarcas no Norte do estado. Em razão dos processos, ele só pôde ser diplomado graças a uma liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, mas ainda corre o risco de ter o mandato cassado.

Joice ganha palanque
A escolha de Joice Hasselmann para o posto de líder do governo no Congresso garante à deputada do PSL-SP um palanque para ela se manter em evidência na barafunda da Brasília de Jair Bolsonaro. Holofote é pré-requisito fundamental na construção de uma eventual candidatura à Prefeitura de São Paulo. Líderes de outros partidos e colegas dela, porém, avaliam, por experiência ou despeito, que o cargo costuma trazer desgaste a seus ocupantes, ainda mais em tempos de reforma da Previdência e de outros temas muito polêmicos.

Menos arroubos
A deterioração da situação política na Venezuela, com todos os seus corolários – recrudescimento da repressão pelo ditador Nicolás Maduro, emigração em massa e conflitos entre Forças Armadas e civis venezuelanos, a um passo da nossa fronteira –, arrasta o Brasil (e a Colômbia) para focos de tensão crescente. Como já escrevi neste espaço, o conflito interno na Venezuela é uma circunstância que o Brasil não escolheu, mas que, cada vez mais, nos impõe dilemas especialmente difíceis, que devem ser tratados com muita cautela e pragmatismo.

Febre amarela
O boletim epidemiológico que monitora a ocorrência de febre amarela no Paraná registra mais um caso da doença – agora são cinco –, desta vez no município de Curitiba, mas com contaminação em Adrianópolis, onde já havia dois casos. Os outros dois estão em Antonina e Campina Grande do Sul; nestes, as pessoas foram contaminadas em Guaraqueçaba.

A agenda
de Darci Piana
O Prefeito de Prudentópolis, Adelmo Luiz Klosowski, esteve no Palácio Iguaçu, nesta quinta-feira pela manhã, onde entregou ao governador em exercício do Paraná, Darci Piana, o Convite para a Cerimônia da Assinatura de Parceria e Cooperação, no próximo dia 6 de março, entre as cidades de Prudentópolis e Ternopil (Ucrânia). A maior comunidade Ucraniana do Brasil, localiza-se em Prudentópolis.

Câmara devolve
R$ 41 milhões
Coisa rara. A Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização promoveu uma audiência pública para a demonstração e avaliação por parte dos Poderes Executivo e Legislativo do cumprimento das metas fiscais do terceiro quadrimestre de 2018. Aline Bogo, diretora contábil da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), explanou sobre a situação financeira da Casa durante aquele período. De acordo com ela, o orçamento previsto para 2018 foi de R$ 148.778.000,00, valor que a prefeitura repassou integralmente à Câmara em 12 parcelas. Ao todo, durante o exercício, a Câmara devolveu para a prefeitura o valor de R$ 41.134.912,64.

Disparates da Previdência
Os números dos privilégios dos aposentados no setor público são chocantes, quando comparados àqueles do setor privado. O valor médio de aposentadoria no Poder Judiciário, por exemplo, chega a R$27 mil mensais, mas quem acha isso um escândalo precisa saber que no Legislativo a média passa os R$28 mil. Enquanto isso, 66,5% dos aposentados, que totalizam 23,3 milhões de brasileiros inativos do setor privado, recebem proventos de até um salário mínimo por mês.

Vinte vezes mais
Os aposentados do Legislativo recebem o equivalente a vinte vezes o valor médio da aposentadoria dos trabalhadores do setor privado. Os números apurados pela equipe que elaborou o projeto de reforma apontam para a mais completa desorganização da Previdência.

Rombo insuportável
O rombo da Previdência, que totaliza cerca de R$185 bilhões por ano, impede o governo de investir em projetos que geram renda e emprego. Os 2,8 milhões de servidores aposentados custam aos cofres públicos, basicamente, o mesmo que 30 milhões de inativos do setor privado.

Lucro milionário
O lobby das companhias aéreas pressiona a Câmara a aprovar projeto que restabelece uma mamata instituída no governo Dilma: a “compra direta” de passagens pelo governo federal. A pretexto de “economia”, ao eliminar a intermediação das agências de viagem, a jogada dispensa empresas aéreas de reter imposto na fonte, dribla a lei de licitações e as torna os únicos fornecedores do governo a receberem à vista, até antecipado, por meio dos chamados “cartões corporativos”.

Jogada esperta
A exclusão das agências de viagem não reduz os preços. Apenas dispensa as empresas aéreas de pagar comissões a essas empresas. Se a manobra for restabelecida, as empresas aéreas terão mais de 600 órgãos públicos pagando passagens à vista, tarifa cheia. O esquema começou com a suspeitíssima MP 651/14, assinada por Dilma, após proveitosa reunião com representantes das aéreas.

Nada a comemorar
A Petrobras deveria se envergonhar do lucro líquido de R$25,8 bilhões em 2018. Tudo isso foi obtido com a adoção da política, em julho de 2017, de reajustes diários criminosos nos preços ao consumidor. Até maio de 2018, foram 207 aumentos, que levaram os caminhoneiros à greve que interrompeu a retomada da economia e dos empregos.

Pergunta na Praça
Diante do pedido de impeachment contra o Supremo Tribunal Federal, por divergir das posições dos ministros, a pergunta não se cala: se o STF exercer o direito a reciprocidade, quantos sobrariam na Câmara?

Campanha para trás
O ministro Ricardo Vélez Rodriguez (Educação) é acusado de usar “slogan eleitoral” de Bolsonaro, aquele que elogia Pátria e Deus. Seria o primeiro caso de proveito eleitoral de uma campanha que já passou.

Os sem noção
Com toda essa confusão na Venezuela, alguns brasileiros sem noção acharam que era hora de fazer turismo no Monte Roraima. O resgate deles virou um problema adicional para as autoridades brasileiras.

Partido não importa
O Estado da Bahia é um caso curioso: o governador, Rui Costa, é do PT, o prefeito da capital Salvador, ACM Neto, é do DEM. O presidente Bolsonaro é do PSL, mas os três são bem avaliados.

Linha dura
A troca da liderança do governo Jair Bolsonaro na Câmara retirou um militar de destaque, deputado Major Vitor, por uma “civil”, Joice Hasselmann. Mas a troca nada suaviza: Joice é linha dura.

Hino no legislativo
Antes de iniciar a semana de trabalho, a deputada distrital Julia Lucy (Novo), de Brasília, sempre reúne sua equipe para cantar o Hino Nacional. É claro que ela apoia iniciativas cívicas

Privatizações no DF
O Ministério da Economia foi informado que as privatizações no âmbito do governo do Distrito Federal serão coordenadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, Ruy Coutinho.

8 horas
Quem tem essas figuras no ministério, não precisa de inimigos: em 48 horas, alguns dos principais integrantes da gestão Bolsonaro protagonizaram um festival de mediocridades que, certamente, confirmam os 39% de bom e ótimo que o governo tem na pesquisa CNT/ MDA. Começou com a história do hino por conta do colombiano titular da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, depois apoiado pela ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, esticou pela derrota de Marcelo Alvaro Antonio (Turismo) no STF no caso dos laranjas do PSL, mais Ricardo Salles (Meio Ambiente) mentindo ao dizer que estudou em Yale e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) afirmando que a Coreia do Norte só virou ditadura agora por conta da mídia.
Reforço
Mais: nesse verdadeiro mapa de incompetência, para se dizer o mínimo, acrescenta-se o acesso nostálgico da ditadura militar no Brasil que acometeu o presidente Bolsonaro em solenidade em Itaipu. Depois de louvar todos os ocupantes do governo nos anos de chumbo, o Capitão ainda chamou o ditador Alfredo Stroessner de “estadista”.
Na surdina
Na surdinha, sem quaisquer alardes, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, vem se preparando, em diversas áreas, para supostas situações futuras. Agora, vem fazendo um curso de media training para perder expressões dos tempos de caserna, falar com desenvoltura em qualquer situação, não tentar enrolar jornalista, demonstrar o máximo de sinceridade e por aí vai. O responsável pela transformação de Mourão chama-se Alexandre Lara de Oliveira, mistura de jornalista, marqueteiro e militar e o aprendizado acontece no Serviço de Comunicação do Exército.

Distúrbios
Há quem aposte, por conta dos primeiros dois meses de governo do Rio do ex-juiz Wilson Witzel, que a discutida figura seria mesmo portadora de determinados distúrbios psicológicos ou comportamentais. Agora, em eventos menos pomposos, ele está usando camisa polo com o brasão do estado bordado, mais a palavra “governador”. Mandou confeccionar várias.

Mudanças
Fernando Rocha é demitido da Globo, o programa Bem Estar, com Mariana Ferrão vai acabar e em seu lugar entrará um programa de entretenimento comandado por Fernanda Gentil. Bem Estar, a propósito, era um dos raros programas globais que tinha fila de merchandising.

Vicio, não!
O ex-governador Sérgio Cabral resolveu abrir o funcionamento de seu esquema criminoso de propina no Rio, citando outros participantes e até considerando “estar aliviado”. Para ele, sua fúria por propinas era “vício”, o que provoca a indignação de quaisquer psicanalistas. Para esses, ninguém tem “vício de propina”: quem rouba durante tanto tempo é que gosta de roubar mesmo. Cabral está com novo advogado e tenta reduzir as penas de suas sentenças, o que não será fácil.

Lava-Toga
Na quadrilha de Sérgio Cabral, a única área ainda não atingida é a do Judiciário. Mas há quem aposte que o ex-governador está disposto a revelar segredos da magistratura. Ele influiu em decisões do Tribunal da Justiça do Rio, apadrinhou a indicação de quatro ministros do Superior Tribunal de Justiça e um ministro do Supremo. Se Cabral abre a boca, coloca na rua a Operação Lava-Toga.

Marido bom
No Carnaval, Juliana Paes, 39 anos, deverá ser uma das famosas que mais mostrará na Sapucaí. Entenda-se: sua fantasia permitirá a exibição de áreas íntimas da atriz: fio dental à derrière e tapa-seio (é a nova expressão da moda), que consiste numa pequena peça colocada cobrindo apenas os mamilos. Ela achava que o maridão Carlos Eduardo Batista (eles são casados há 10 anos) ia estrilar, mas ele achou tudo “maravilhoso”. Juliana estava receosa que, na avenida, alguém pudesse gritar para ele (lembrando antigo personagem de Jô Soares) “Vai para casa, Padilha!”.

Novo par
Na banda Gueri-Gueri, em São Paulo, o quase septuagenário Chiquinho Scarpa, de camisa florida, exibia sua nova partner Luana Riberio.

À venda
A CBF já procura nova marca para embalar o Campeonato Brasileiro. O Grupo Pão de Açúcar sinalizou que não deverá renovar o acordo de naming & rights da competição, que expira no fim do ano. Estima-se que o grupo pague algo em torno de R$ 10 milhões para associar a rede Assaí ao Brasileirão.

Contra Guedes
Depois de vencer a batalha pela manutenção das tarifas de importação do leite em pó, a ministra Tereza Cristina e a banca ruralista já abriram nova frente de batalha contra Paulo Guedes. Agora, é a vez da manutenção dos subsídios rurais, especialmente dos programas de crédito agrícola do Banco do Brasil, responsável por quase 50% do financiamento do setor.

Bloco
A efervescente deputada federal Joice Hasselmann é a nova líder do governo no Congresso. Formará ao lado de Major Vitor Hugo, que permanecerá como líder do governo na Câmara (sob protestos da bancada do PSL) e de Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado. Missão prioritária: conseguir votos para a nova Previdência.

De peito aberto
Famosas e não famosas estão se dedicando, especialmente nas redes sociais (e até mesmo na televisão) a ingressarem no bloco das poderosas que exibem (inteiro ou parte) seus seios. Agora, Luisa Arraes mostra um dos seus na Marie Claire, Claudia Ohana faz topless em casa e cobre parte de suas intimidades com uma gaiola de periquito e até participantes do BBB19 tem “deixado escapar” a poitrine (na TV aberta ou mais no pay per view quase que propositalmente).

Cabresto
O presidente Jair Bolsonaro está disposto a colocar uma espécie de cabresto nos ministros do baixo clero (Salles, Damares, Marcelo, Rodriguez, só para começar) que, a cada entrevista, atingem depreciativamente o próprio governo. Os de menor estrutura tem se notabilizado pela produção de declarações estapafúrdias. E o Chefe o Governo quer achar um jeito de segurar a língua deles. O conselheiro dessas providências é o vice Hamilton Mourão.

No hangar
O Ministério da Defesa deverá desembolsar US$ 15 milhões para conserto das asas de três aeronaves P-3 Orion. Utilizados na vigilância das fronteiras marítimas, os aviões da FAB acusam avançados efeitos da maresia.

Vende-se
Banido do futebol (ainda é conselheiro vitalício e licenciado do Palmeiras), o ex-presidente Marco Polo del Nero, que continua não saindo do país temendo ser preso, colocou à venda uma luxuosa cobertura na Barra da Tijuca, no Rio. O imóvel estaria avaliado em mais de R$ 10 milhões.

Sem passaporte
O Superior Tribunal de Justiça julgará no início de março o pedido de habeas corpus do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão, Roberto Assis Moreira. Eles devem cerca de R$ 8,5 milhões em multas por danos ambientais, decorrentes de uma construção ilegal na orla do Rio Guaiba. Ambos estão com os passaportes retidos desde o final do ano passado.

Equipamentos especiais
Em 2017, o general Sérgio Etchegoyen, então ministro-chefe do Gabinete da Segurança Institucional, recomendou ao Planalto a aquisição de equipamentos capazes de interferir no funcionamento de dispositivos eletrônicos, de celulares e câmeras fotográficas, ou gravadores, aumentando os instrumentos de segurança. Na época, Michel Temer vetou a compra. Agora, o general Augusto Heleno, do mesmo GSI, quer adquirir esses equipamentos.

Porta fechada
Deputados não têm conseguido ser recebidos por quaisquer ministros que acham que eles devem conversar com Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil, que também anda empurrando com a barriga, malgrado a votação da Previdência. Na reunião com Bolsonaro, esta semana, os parlamentares também reclamaram de Pedro Guimarães, presidente da Caixa. Até hoje, nenhum deputado conseguiu ser recebido por ele.

Querem sair
Circula em Brasília boatos de que existem pelo menos três ministros que estão totalmente arrependidos de terem aceito o convite de Jair Bolsonaro. Os mesmos até estão cogitando pedir para o Chefe do Governo incluir seus nomes na minirreforma que fará nos 100 dias de governo. Acham que seus colegas de ministério andam falando bobagem demais e que o Capitão não tem tomado nenhuma providência.

Adversária
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, aposta que sua adversária do PSL nas próximas eleições municipais será mesmo a deputada (dois milhões de votos) Janaina Paschoal, se ela quiser ser candidata – e não Joice Hasselmann, deputada federal do mesmo partido (um milhão de votos) e apoiada por João Doria.

Mudança
Um dos primeiros benefícios que Sérgio Cabral quer – e pode – ganhar por estar contando tudo o que sabe, será sua saída na penitenciária de Bangu. E volta para Benfica, onde tinha comida fornecida por restaurantes e até cineminha.

Motivo
O ex-deputado federal Jean Wyllys deu uma entrevista ao Diário de Notícias, de Portugal e disse que Jair Bolsonaro foi eleito por “homofobia”. Ou seja: tentou passar aos portugueses que existem no Brasil nada menos do que 57 milhões de homofóbicos. E nada falou sobre o fracasso da esquerda e da roubalheira dos governos petistas. Wyllys continua procurando emprego: em Portugal, pelo menos, fala a língua da terra.

Bem diferente
O ministro Sérgio Moro, da Justiça e da Segurança Pública, vai responder às articulações para tirar o Coaf de sua alçada, acelerando as investigações das movimentações financeiras atípicas. Moro já sabe de onde vem o fogo – nem um pouco amigo – dentro do próprio governo. Detalhe: Moro não é Bebianno, ao contrário, é muito diferente.

Nada a ver
O protagonista da novela O sétimo guardião, Bruno Gagliasso, teve que ser submetido a cirurgia de emergência para retirada de um cálculo renal e deverá permanecer alguns dias de repouso. Com seu afastamento, os roteiros de gravações foram mudados e algumas cenas modificadas, mas nada que interferirá no andamento da trama, já que ela tem uma boa parte já gravada. E também nada a ver com o episodio, Jose Loreto que teria se envolvido com Marina Ruy Barbosa. Aliás boatos dão conta que Loreto teria se envolvido, ou pelo menos flertado, com mais duas atrizes, uma delas mais bem velha.

De volta
Dois meses depois de sua saída da Globo, após 31 anos de serviços prestados, Alexandre Garcia negocia seu retorno à TV, desta vez pela futura CNN Brasil, novo canal de notícias que deve ser implantado ainda este ano, com Douglas Tavolaro, ex-Record, no comando. Quando saiu da Globo, Alexandre ganhou 12 salários adiantados.

Olho na Ford
No Brasil, a Ford ainda tem uma fábrica de motores em Taubaté (SP) e outra de veículos em Camaçari (BA). A unidade baiana ganhou sobrevida graças a um programa de incentivos tributários para montadoras da região Nordeste, prorrogado nos últimos dias do governo de Michel Temer. Essa vantagem fiscal, contudo, será insuficiente para manter a fábrica baiana ativa. Sua continuidade precisa de novos projetos. E Taubaté fica também na berlinda enquanto não chegarem noticias dos planos da Ford para a região.

Arquivo-vivo
A saída de Marcio Lobão, filho de Edison Lobão da presidência da Brasilcap, deverá chegar perto dos R$ 3 milhões, entre bônus e outras generosidades. Ele ficou dez anos na presidência da empresa e é considerado um arquivo-vivo.