Energia solar diminui tarifa da conta de luz e aquece a economia

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Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), com base em dados oficiais dos órgãos do governo, mostra que os benefícios proporcionados pela energia solar na geração distribuída ajudam a economia do País.

“Segundo a entidade, para cada R$ 1 investido em sistemas fotovoltaicos de pequeno e médio portes, usados para abastecer residências, condomínios, comércios, indústrias, templos religiosos, propriedades rurais e áreas públicas, o setor devolve mais de R$ 3 em ganhos elétricos, econômicos, sociais e ambientais aos brasileiros”, observa a especialista em energia fotovoltaica Krystiane Bergamo, mestre em Governança e Sustentabilidade e representante da Platão Energia, em Curitiba.

Conforme a especialista paranaense, o cálculo considera “investimentos realizados na área desde 2012, levando em consideração os incrementos de arrecadação em impostos, a geração de novos empregos e renda naturais dos projetos realizados”. Nos últimos sete anos, os brasileiros investiram mais de R$ 8,4 bilhões em sistemas de geração de energia solar fotovoltaica.

Confira os benefícios diretos da energia fotovoltaica para o seu condomínio:

1 – Conta de luz quase zerada: além de ser uma energia limpa e focada na sustentabilidade, os projetos suprem quase a totalidade do consumo. Quando bem dimensionados, podem trazer uma economia de até 90% em energia para o condomínio, reduzindo a escalada da conta de luz que varia muito com a presença de bandeiras de consumo.

2 –Geração da própria energia: com um projeto correto, feita a instalação dos painéis solares e do inversor, seu condomínio está apto a gerar a própria energia. As placas solares captam a radiação solar, enviam para o inversor que, por sua vez, faz a conversão da corrente para que a energia possa ser consumida. O excedente vai para a rede elétrica e vira bônus para uso futuro.

3 – Valorização do imóvel: estudos mostram que um imóvel com sistema de energia solar recebe uma valorização média de 10% em relação aos demais. 75% dos projetos desenvolvidos no Brasil já são para áreas residenciais.