Os principais problemas brasileiros não existiriam se a educação das pessoas fosse melhor. Essa verdade deve ser divulgada, amplificada e defendida por todos para que a vida no país seja melhor. Infelizmente, porém, a educação do cidadão já começa sendo ruim dentro de sua própria casa – famílias quebradas pelo desafeto, violência doméstica, erros na criação dos filhos, dentre outros absurdos, colocam em risco a formação do indivíduo. Por tudo isso, acaba sobrando para a escola a função que deveria ter sido iniciada pela família. E quando os professores não conseguem ensinar, o caos se instala na sociedade, provocando todos os tipos de males sociais.

É contra todo esse processo que o Brasil precisa lutar. E o esforço também inclui a cobrança por um governo mais preocupado com a educação, que invista mais na área, nos professores, na infraestrutura das escolas, que eleve a qualidade do ensino. Iniciativas dentro do propósito de cobrar uma melhora na educação precisam ser aplaudidas e incentivadas, como os atos contra o contingenciamento de verbas públicas para universidades federais que foram realizados nesta quinta-feira em várias cidades do país e também no exterior por estudantes e representantes de entidades estudantis e de sindicatos de trabalhadores. Somente assim, com a participação do povo, será possível ter um sistema de ensino realmente eficaz.

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