“É  o humano que dá sentido à tecnologia”

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Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultura do Oi Futuro: “a proposta é surpreender o visitante, que pode ter experiências inéditas”

Na terça-feira (21) o  Oi Futuro reuniu a imprensa nacional para apresentar o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, no Rio de Janeiro,  que conta a história do desenvolvimento tecnológico das comunicações a partir da ótica das relações humanas. O jornal DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO, na condição de convidado, esteve presente, por intermédio do  jornalista Luiz Augusto Juk, responsável pela coluna “CAPITAL”.

Conforme foi detalhado aos jornalistas, o  projeto é uma evolução do Museu das Telecomunicações, em atividade há 13 anos, que teve suas instalações totalmente remodeladas em função dessa nova proposta conceitual e identidade. Com entrada gratuita, o espaço é localizado dentro do Centro Cultural Oi Futuro, no bairro do Flamengo.

Suzana Santos, presidente do Oi Futuro e o jornalista Luiz Augusto Juk

“O Oi Futuro inicia 2020 entregando um novo conceito de museu aos moradores e turistas do Rio de Janeiro, um espaço que combina história, conhecimento e inovação de uma forma lúdica e acessível para todas as idades”, disse Suzana Santos, presidente do Oi Futuro.

Segundo Suzana Santos, “após  seis meses fechado para obras de modernização, o espaço reabre transformado, com experiências personalizadas para cada participante e novas plataformas de conteúdo e interação, utilizando tecnologias como realidade virtual, displays interativos sensíveis ao toque, fotografia digital 3D, monitores de LED de alta definição, celular, game e outros.”

E enfatiza Suzana: “a  proposta é que o visitante se sinta parte do museu, unindo passado e futuro, memória e tendências, para provocar reflexão sobre o impacto das comunicações no desenvolvimento da humanidade.”

Já o gerente executivo de Cultura do Oi Futuro, Roberto Guimarães, salientou que  “a proposta é  surpreender o visitante, que pode ter experiências inéditas e pode se reconhecer como parte fundamental dessa história que estamos contando, como um acervo dinâmico do museu.”

E enfatiza Roberto Guimarães: “é  o humano que dá sentido à tecnologia”.

O projeto de modernização do museu é patrocinado pela Oi e pelo Ministério da Cidadania através da lei federal de incentivo a cultura.

Saiba o que o Musehum disponibiliza ao visitante

Uma das atrações é  a Super-selfie onde  o visitante pode gerar uma foto digital 3D de grandes proporções

Aqui estão principais  novidades que o público vai encontrar dentro do projeto Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades apresentado pela Oi e o Oi Futuro. O jornalista Luiz Augusto Juk , conheceu  grande parte das atrações:

  • Quem sou eu nas redes sociaise redes reais?

Neste museu, a tecnologia está presente não só nas formas de interação, mas também no conteúdo apresentado. Em grupos de duas a quatro pessoas, o público entra numa cápsula espelhada, onde é envolvido por uma experiência de luzes, sons e efeitos visuais que revela seus próprios rastros digitais e conexões.

  • Experiência em Realidade Virtual

Com o uso de óculos de realidade virtual, o visitante faz uma espécie de viagem no tempo, em que conhece o passado do prédio histórico que abriga o museu, onde há mais de 100 anos funcionava a Estação Telefônica Beira-Mar, com dezenas de telefonistas em plena atividade, trabalhando para conectar pessoas.  

  • Super-selfie: virei peça de museu

 Neste dispositivo, o visitante pode tirar uma selfie e gerar uma foto digital 3D de grandes proporções, que mostra uma versão desconstruída da sua própria imagem;

  • Objetos, memórias, afetos

 O público poderá conhecer mais de 400 objetos históricos de diversas épocas: aparelhos telefônicos de design variados, celulares, mesas de telefonista, telefones públicos, câmeras, rádios, televisores, computadores e equipamentos industriais de telecomunicações, dispostos em nichos temáticos, alguns deles abertos para que os visitantes possam tocar nos itens;

  • Janelas digitais: o acervo na ponta dos dedos

Por meio de quatro grandes monitores sensíveis ao toque, o público pode explorar o acervo museológico do Oi Futuro, que possui mais de 130 mil itens, entre objetos históricos, fotos de época, documentos e listas telefônicas.