Ora, pois, alguns analistas do governo e o próprio ministro Paulo Guedes dizem que o Brasil poderá crescer por dez anos se for logo aprovada a reforma da Previdência, primeiro pilar da nova política econômica. Tudo bem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, em seu discurso de posse, tentou demonstrar que há esperanças a curto prazo..

Os outros pilares devem ser as privatizações, a simplificação tributária, a descentralização de recursos e a abertura ao comércio internacional. Foi um pronunciamento bem recebido no mercado financeiro e nos meios empresariais, mas com alguns pontos obscuros e até preocupantes. Se falhar a reforma da Previdência, adiantou o ministro, ele proporá desvinculação e desindexação de gastos por meio de emenda à Constituição. Será um Plano B, rótulo criado por analistas. Se essa, no entanto, for a ideia, será um duplo equívoco.

Nada no recesso

A ideia inicial era chamar os deputados estaduais durante as férias para votar a reforma administrativa e concluir a aprovação do projeto que cria o Programa de Parcerias do Paraná. Depois de pensar a respeito, Ratinho concluiu que uma sessão extraordinária poderia não ser a melhor estratégia e o mais coerente é esperar os novos deputados chegarem. A posse dos eleitos será dia 1º de fevereiro.

Aprovados

No dia 20 de dezembro, última sessão do ano na Alep, deputados aprovaram em segundo e terceiro turno o projeto de Ratinho Jr que prevê a criação do programa. Na ocasião ele foi encaminhado à Casa por Cida Borghetti. Para entrar em vigor, a proposta ainda tem que ser votada em redação final.

Igualdade racial

A paranaense Sandra Terena será a secretária nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do governo de Jair Bolsonaro. O secretário-adjunto será o advogado Ezequiel Roque do Espírito Santo, que foi presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da OAB de Rondônia. E Igor Shimura, um jovem cigano com vários livros publicados sobre a temática, ocupará outra secretaria da pasta.

 

Mesquita na equipe

“O ex-secretário da Segurança Pública do Paraná Wagner Mesquita é um dos escolhidos para trabalhar no Ministério da Justiça, chefiado pelo juiz Sérgio Moro. Mesquita vai ocupar a Coordenação Geral de Combate ao Crime Organizado, que estará subordinada a Secretaria de Operações Integradas do ministério — esta de responsabilidade de Rosalvo Franco, ex-superintendente da Polícia Federal do Paraná.”

 ‘Cidadão de bem’

De Jair Bolsonaro: “Sem garantias necessárias para os agentes de segurança pública agirem em prol do cidadão de bem, a diminuição dos crimes não vai ocorrer na velocidade que o brasileiro exige. Os poderes legislativo, executivo e judiciário têm que assumir este compromisso urgentemente.”

 ‘Queiroz fazia rolo’,

 Bolsonaro deu sua primeira entrevista com as roupas de presidente da bananeira. Foi para o SBT. Perguntado sobre Queiroz, o ex-assessor/motorista/faz-tudo de seu filho Flávio, respondeu: “Ele falou que vendia carros, eu sei que ele fazia rolo. Agora, quem vai ter que responder é ele. O Coaf fala em movimentação atípica, isso não quer dizer que seja ilegal, irregular. Pode ser.”

De confiança

Queiroz, que “sempre gozou de toda confiança” do clã, virou uma figura que levará para casa, sozinho, a amargura do momento. Ele está ‘proibido’ de se aproximar da família: “Até que ele prove o contrário, não pretendo conversar com ele”.

Esquerda não sabe

 O PSOL lançou candidatura de Marcelo Freixo à presidência da Câmara com um discurso de unidade das esquerdas contra a aliança entre o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o PSL. Na prática, porém, esta unidade está longe de ser alcançada. PT, PSB, PDT e PCdoB discutem internamente como encarar o dilema entre apoiar Maia e garantir presença na Mesa Diretora e nas principais comissões da Câmara dos Deputados, mas, ao mesmo tempo, arcar com o ônus de se aliar a um candidato próximo de Bolsonaro.

Contradição

O PT, que tem a maior bancada da Casa, com 56 eleitos, está dividido. Enquanto a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e aliados falam que não existe hipótese de apoiar um candidato aliado ao partido de Bolsonaro, parlamentares influentes dizem que as conversas com Maia não estão encerradas. “Nosso objetivo é fazer valer o critério da proporcionalidade e participar da Mesa e das principais comissões”, disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP). “Ainda faltam 27 dias. É muito tempo. Até lá vamos conversar com todo mundo”, afirmou o petista.

O pacote de Moro

A demora para que os processos criminais no Brasil produzam consequências, problema cujo combate foi alçado às prioridades do ministro Sergio Moro em sua posse na Justiça, acarreta uma série de incentivos ruins para a sociedade. Beneficiam-se com a lentidão apenas os culpados, cujo acerto de contas com a lei se posterga. Já os inocentes terão de se submeter a um custoso calvário até terem seu status reconhecido.

Um dos principais efeitos benéficos da aplicação da pena ao culpado, o de inibir a prática delituosa por outros pelo efeito exemplar da punição, dissolve-se com o alargamento do prazo entre o cometimento da falta e sua consequência. Além disso, acossados diante do anseio por um sistema mais rápido e eficiente, alguns operadores do direito são instados a percorrer atalhos problemáticos. Abusam de prisões temporárias e preventivas, conduções coercitivas e operações policiais espetaculosas.

Valor revisto

A ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, revelou sem dar maiores detalhes que o governo Bolsonaro revisará o valor das indenizações a serem pagas daqui para frente a perseguidos políticos pela ditadura militar de 64. A reparação econômica a civis e militares que foram perseguidos, punidos, demitidos, presos ou cassados durante a ditadura já custou R$ 13,4 bilhões aos cofres públicos nos últimos 22 anos, segundo levantamento feito pelo jornal Gazeta do Povo no final de 2017. Cerca de 10 mil anistiados recebem indenizações mensais.

Zé Dirceu recebe

Os valores pagos em indenização a anistiados políticos são isentos do Imposto de Renda e não podem ser objeto de contribuição à Previdência Social., segundo a Lei da Anistia. Entre os anistiados mais famosos estão os cartunistas Ziraldo e Jaguar, do extinto jornal “O Pasquim”, que fez dura oposição ao regime militar; e o ex-ministro José Dirceu.

Piana com Guto Silva

O vice-governador do Paraná Darci Piana, esteve reunido nesta sexta-feira (4), com o secretário – Chefe da Casa Civil, Guto Silva. Na oportunidade, Piana discutiu temas de interesse do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e da Junta Comercial do Paraná.

Crítica pesada

A edição desta semana da revista inglesa “The Economist”, a bíblia dos liberais, trata da posse de Jair Bolsonaro. Com título “O que fazer com o novo presidente incendiário do Brasil”, a publicação afirma que nenhum outro líder brasileiro chegou ao Planalto com a quantidade de inimigos que Bolsonaro fez ou com as ofensas que disparou. “O ex-capitão louva a ditadura militar e já insultou gays, negros e mulheres”, diz a Economist. Segundo a publicação, a equipe de Bolsonaro já exibe desavenças, causadas por pontos de vistas opostos.

Quanto custou?

 Ninguém sabe o valor específico de isenção de imposto de cada canal de rádio e televisão em razão da sessão do espaço para a propaganda política. Mas, no total, há a estimativa de que o horário eleitoral ‘gratuito’ custou ao governo federal cerca de R$ 864,5 milhões em renúncia fiscal. A lei que garante a isenção foi criada em 2000. E o Ministério da Fazenda compreende que divulgar dados específicos pode expor “situação econômica do sujeito passivo ou de terceiros e, portanto, está protegida por sigilo fiscal”.

Reformulação

A programação da Rádio e Televisão Educativa do Paraná (RTVE) vai ser reformulada. O canal vai dedicar mais espaço para a promoção da identidade paranaense, com foco em turismo e cultura, e também em conteúdos de cunho educativo e informativo. A nova grade começou a ser desenhada. Durante o processo de reformulação, a produção local ficará suspensa temporariamente. A TV segue no ar, retransmitindo a programação da TV Cultura de São Paulo. As rádios AM 630 e FM 97.1 seguem com a programação normal, mas também serão reestruturadas.

Palocci vai depor

O ex-ministro Antonio Palocci vai prestar depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), em Brasília, na próxima semana, no âmbito das investigações da Operação Greenfield, que apura supostos desvios em fundos de pensão. As informações são da Agência Brasil. Os depoimentos foram marcados para os dias 7, 8 e 9 de janeiro e serão conduzidos pelo procurador Frederico Siqueira Ferreira, um dos integrantes da força-tarefa criada para investigar os supostos desvios. A defesa do ex-ministro e a procuradoria estão em tratativas para um novo acordo de delação.

Chute

Até outros integrantes do chamado núcleo duro do governo de Jair Bolsonaro têm certeza de que Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil, chuta quando fala que o Executivo já teria uma base aliada de quase 350 deputados na Câmara Federal. Lorenzoni não teve sequer tempo para costurar quaisquer alianças com partidos diversos e quando conseguiu conversar, pregando um “pacto em prol do Brasil” ouviu que determinadas legendas queriam mesmo participações no governo.

Nesses dias de infindáveis discursos de novos ministros, muitos desprovidos de anúncios de quaisquer capítulos mais práticos e outros sujeitos a metáforas quase enlouquecidas, apenas um integrante de um governo que despreza jornalistas, tratou de defender o papel da imprensa numa sociedade livre. Foi Paulo Guedes, da Economia, ao fazer defesa enfática da democracia.

Presidente Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão, general da reserva, conta os dias em que assumirá a Presidência da República interinamente, na segunda quinzena, no lugar de Jair Bolsonaro. O novo chefe do Governo irá a Davos para o Fórum Econômico Mundial e depois, deverá se submeter a uma cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, que exige lenta recuperação. O ministro da Economia, Paulo Guedes, deverá integrar a caravana de Bolsonaro a Davos. A única dúvida é se irão de avião presidencial ou em avião de carreira.

Contra correspondentes

Agora, Olavo de Carvalho, responsável pela indicação de dois ministros do novo governo, está abrindo fogo contra correspondentes estrangeiros. Defende até a expulsão de todos eles e a classificação de novos profissionais que seriam obrigados a trabalhar debaixo de duas determinações: nada de “palpites” e apenas noticiar “fatos”, especialmente segundo informações oficiais distribuídas pelo Planalto e ministérios. Lembra o controle da mídia nos tempos de Getúlio Vargas.

Segurança especial

Carlos Bolsonaro não pediu autorização a ninguém da área de segurança do pai para subir no banco traseiro do Rolls Royce presidencial no desfile da posse em céu aberto. Depois, disse que estava “sentindo” que alguma coisa poderia acontecer e ele pularia para defender Jair Bolsonaro. Mais: durante momentos das diversas solenidades, Carlos manteve curta distância do pai, agindo como “agente especial”.

“Irmão presidente”

Na hora dos cumprimentos, o presidente Jair Bolsonaro não fez nenhuma grande festa para a presença do presidente boliviano Evo Morales, que nem ficou vermelho ao chamar o novo chefe do Governo brasileiro de “irmão presidente”. As relações entre Brasil e Bolívia deverão ganhar logo rounds mais duros começando pelas dívidas bilionárias que o governo boliviano tem com o país e emendando com a rediscussão sobre a refinaria da Petrobras estatizada à força.

Recorde

Em dois anos e meio na Presidência, Michel Temer mostrou que poderia ser possível fazer mais por brasileiros pobres do que o PT. O Bolsa Família pagou R$ 31 bilhões aos beneficiários do programa em 2018, estabelecendo novo recorde e superando os governos Dilma (R$ 27,8 bilhões) e Lula (R$ 14,3 bilhões).

Reeleição

O novo acordo feito por Rodrigo Maia com o PSL deverá garantir a reeleição do ainda presidente da Câmara Federal a seu próprio cargo. Maia, a propósito, tem procurado não falar muito no assunto, não quer “cantar vitória” antes do tempo (a expressão é dele a chegados) porque já aprendeu os caminhos e descaminhos da política. Já no Senado, a eleição de Renan Calheiros para a presidência anda devagar. Agora, o mesmo PSL até pensa na candidatura do Major Olímpio para o cargo.

Vento em popa

Vai de vento em popa o romance entre Rebeca Abravanel e Alexandre Pato, com muitas demonstrações públicas de afeto. Ela já foi casada duas vezes: com Leonardo, filho do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira e com deputado Guilherme Mussi.

Ameaçado

O GSI – Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, com ajuda da Polícia Federal e especialistas em segurança na internet descobriram que organizações criminosas que controlam presídios estão na origem das ameaças a Jair Bolsonaro e sua família. As investigações continuam, especialmente em São Paulo, Brasília e Rio, onde novos governadores declaram guerra ao crime organizado. Nada de novo: nos anos 90, a PF abortou plano de facção criminosa para sequestrar familiares de Collor e há menos tempo, foram descobertos planos para assassinar Geraldo Alckmin.

Festa do colete

Nas diversas cerimônias da posse de Bolsonaro, o novo presidente, seus filhos e mais um batalhão de agentes que circulavam à sua volta, usavam coletes à prova de bala. No gabinete presidencial, a segurança vem dos tempos de Lula: as grandes janelas possuem vidros à prova de balas. Naquela época, o atual presidiário da PF de Curitiba também sofria ameaças.

Fica

O presidente Jair Bolsonaro queria tornar sem efeito ato de Michel Temer nomeando Carlos Marun, seu fiel Secretário do Governo, para o Conselho da Itaipu Binacional, onde permanecerá até 2022, ganhando R$ 27 mil por mês e participando de uma reunião a cada dois meses. Não vai dar: pela legislação, Marun fica. Nas cerimônias de posse dos novos ministros, a mulher de Marun, provavelmente por coincidência, usava um vestido verde-oliva.

Nova biografia

Aos 74 anos, Zezé Motta lança em São Paulo, dia 16, na Livraria Martins Fontes, sua segunda biografia Zezé Motta: um canto de lua e resistência, de Cacau Higino e faz show, dia 18, no Teatro J. Safra. E continua divulgando seu novo CD O samba mandou me chamar lançado no ano passado pela Coqueiro Verde. No livro, Zezé lembra os tempos de glória de Xica da Silva, quando “todo mundo queria transar com ela”. E não esquece: “Eu ficava fazendo teatro na cama!”.

Mão no peito

Agora, novos ministros e até simpatizantes do novo presidente estão também fazendo o gesto de mão no peito, cada vez que se toca o Hino Nacional. Onyx Lorenzoni e Gustavo Bebianno foram os primeiros. Os militares não repetem o gesto: permanecem quase em posição de sentido. No Rio, o governador Wilson Witzel e em São Paulo, João Doria, também estão levando a mão ao peito na hora do hino.

 

Salada

Muita gente achou que o chanceler Ernesto Araújo, em seu discurso de posse, fez uma salada que não chegou a lugar nenhum. Conseguiu misturar Renato Russo, Tarcísio Meira, Raul Seixas, João Evangelista, Clarice Lispector, Cecília Meirelles, José de Alencar, só para começo de conversa, repetindo a cantilena contra o globalismo. Mais: já pode ser considerado rival do ex-ministro Aldo Rebelo. O chanceler Ernesto Araújo também domina o tupi-guarani: até recitou a Ave Maria na língua indígena.

Nada de continência

Esta semana, o âncora do Jornal Nacional, William Bonner, apresentou o noticioso do dia da posse de Bolsonaro, diretamente de Brasília. No final mostrou o esquema montado pela Globo para a transmissão dos atos da posse e elogiou também a presença de profissionais de veículos de todo país. No final, fez um aceno de despedida com a mão junto à cabeça, lembrando João Saldanha. Nas redes sociais, petistas acusavam Bonner de “ter batido continência”.

De fora

A escolha de Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira (Firjan) para presidência do Conselho do Sesi acaba com os sonhos de Magno Malta de participar do governo. Era o último cargo que ele disputava. Sem mandato, vai se dedicar mesmo a carreira de cantora gospel.

Inconformado

A nova aliança entre Rodrigo Maia e o PSL de Luciano Bivar para a recondução do deputado à presidência da Câmara (ele deverá trazer também o PT para esse bloco), provocou imenso desconforto na ação do deputado Eduardo Bolsonaro, o O3, que vinha desempenhando o papel de articulador do PSL contra Maia. ele só ficou sabendo do acordo depois de acertado. Detalhe: já pensa em agir para a dissolução do acord

Contra

O general Augusto Heleno, do GSI, está trabalhando contra a nomeação de Filipe G. Martins, secretário de relações internacionais para assessor internacional de Jair Bolsonaro, uma outra versão de Marco Aurélio Garcia. Heleno acha que o rapaz é inexperiente, quase um amador.

Missão impossível

Dados da Secretaria do Tesouro Nacional: a dívida pública federal fechou novembro somando nada menos do que R$ 3,8 trilhões equivalente a US$ 1 trilhão. Durante o governo Temer subiu 33% e desde o final da era FHC cresceu 436%. Paulo Guedes não fala e nem pode falar mas, aos chegados, a essa altura, confessa ser incontrolável.

Em alta

O decreto 9.338, que fixa a ordem da precedência nas cerimônias oficiais, a chefe da Procuradoria Geral da União está em 17º lugar na lista de autoridades encabeçadas pelo Presidente da República. Na posse de Jair Bolsonaro, contudo, Raquel Dodge estava entre os oito ocupantes da Mesa principal no Congresso. O Cerimonial alega “deferência especial”.

Na bancada

Alexandre Garcia deixa a Globo e não substitui mais ninguém no Jornal Nacional, o que também acontecerá com Chico Pinheiro, só que por excesso de torcida petista. Donny de Nuccio, do Jornal Hoje será testado, só que tem a mania de dizer tchau no final do noticioso. Márcio Gomes está defendendo o SP2 na férias de Carlos Tramontina, mas deverá ganhar novos postos como apresentador (é competente).

Na costura

Quem atuou – e com bons resultados – na aproximação (e no acordo) do PSL com Rodrigo Maia de olho nas eleições da Câmara Federal foi o novo deputado e ex-ator Alexandre Frota. Tanto Maia quanto Luciano Bivar só tem dedicado elogios à ação de Frota

Olho nela

O jogador Neymar Jr. agora anda se bandeando para os lados de Isabella Arantes, bonita e curvilínea bailarina do programa de Fausto Silva.

Fase de testes

Colecionadora de prêmios como atriz, integrante do time de apresentadores do The Voice Brasil, na Globo e já alcançando bons resultados na área da música (seu primeiro álbum pela Som Livre vendeu 300 mil cópias), Mariana Rios, mistura de atriz e cantora, está em temporada em Miami, onde exibiu suas curvas num biquíni e postou foto à base de topless, com um casaco ajudando. “É apenas um teste de empoderamento”, brincou Mariana que, com os cabelos mais curtos, vive sendo confundida com Bruna Marquesini.