Jorge Bernardi conseguiu formar uma aliança com candidatos que não estão envolvidos na Lava Jato

O bem preparado pré-candidato ao governo do Paraná, professor Jorge Bernardi pode não participar do primeiro debate da televisão, que vai ocorrer nesta quinta-feira, na TV Bandeirantes. Isso porque a legislação em vigor estabelece que as emissoras de rádios e tv são obrigadas a convidar para o debate os candidatos cujos partidos e coligações possuam, no mínimo, cinco parlamentares (deputados ou senadores).

Quando a lei foi sancionada, a REDE partido de Bernardi e que tem como candidata a presidente da República Marina Silva, possuía cinco parlamentares, mas agora a coligação que ele organizou para o governo do Paraná, com o Partido Pátria Livre e Democracia Cristã, tem apenas quatro parlamentares. Já para contagem de tempo de rádio e televisão, a coligação conta com seis parlamentares: quatro fundadores da REDE e dois eleitos pela Democracia Cristã.

A ALIANÇA

Jorge Bernardi conseguiu formar uma aliança de partidos e candidatos que não estão envolvidos em atos de corrupção, como a Lava Jato e outras operações de combate a crimes do colarinho branco, que pipocaram nos últimos anos em nosso país. A coligação denominada do “Bem e da Verdade Para Mudar o Paraná”, formada pelo PPL, DC e REDE, possui entre seus candidatos três policiais federais, dois policiais militares e um policial rodoviário estadual, todos imbuídos de dar um caráter ético a política paranaense.

FLÁVIO ARNS

Entre os quase 100 candidatos a deputados federais e estaduais, tem dois candidatos ao senado da mais alta respeitabilidade: o ex-senador Flavio Arns, e o professor Luiz Adão, fundador da faculdade de direito de Campo Largo.

Com 2,5 % de intenção de voto na última pesquisa registrada no Paraná, feita pela Radar, para o governo do estado, Jorge Bernardi teoricamente possui cerca de 200 mil eleitores interessados em votar nele. Dono de um vasto currículo político e acadêmico, jornalista e advogado, Bernardi é doutor em Gestão Urbana, vice-reitor de uma das maiores instituições de ensino do país, coordenador e professor de cursos na área de Gestão Pública, com três livros publicados sobre o tema.

22 MIL FORMADOS

Ele já formou mais de 22 mil tecnólogos em Gestão Pública em todo o Brasil, goza de respeito como um político sério e um professor dedicado, a sua ausência no debate da Band certamente vai empobrecer a discussão sobre o Paraná.

Perguntei ao Bernardi como ele está vendo esta situação.

ARGUMENTOS

P – Quais os argumentos para você estar no debate?

R – A lei diz que é obrigatório o convite para o debate para quem tem cinco ou mais parlamentares no Congresso Nacional. Quando a lei foi sancionada tínhamos cinco parlamentares. Agora temos quatro. Mas a lei também diz que a emissora de rádio e tv pode convidar quem ela desejar para o debate e os outros candidatos não podem vetar. Portanto estamos na mão da direção de jornalismo da Band. Em outros estados nossos candidatos foram convidados mesmo não tendo atualmente os cinco parlamentares.

AMPLA AUDIÊNCIA

Flávio Arns quer voltar ao Senado pelo partido de Jorge Bernardi e Marina Silva, a REDE

P – Como você vê o debate?

R – Para mim é a oportunidade de expor o nosso programa de governo, que está sendo construído desde novembro do ano passado ouvindo a comunidade, as ideias que defendemos e que nos move a participarmos da disputa. Também é uma pena, já que representamos Marina Silva, que pode ser presidente do Brasil. Temos dois excelentes candidatos ao senado, o ex-vice-governador Flavio Arns e o Professor Luiz Adão, além do nosso vice o professor Juliano Furbach, ex-presidente da OAB de Cascavel, ser uma forte liderança do interior, e os quase 100 candidatos a deputados federal e estadual em todo o Paraná, que ficarão sem uma referência.

P – Na verdade, Bernardi, você está sendo convidado para debates em outras emissoras e universidades. Afinal, como reputa esse debate da Band?

FOI SABATINADO

R – Aliás, eu quero agradecer a Band onde fui o primeiro pré-candidato a ser sabatinado aqui no Paraná. O programa teve grande repercussão e creio que contribuiu para que eu atingisse a pontuação que tenho nas pesquisas. Realmente estou sendo convidado diariamente para debates e sabatinas, inclusive em outros canais de televisão. Mas tenho esperança de que serei convidado já que o debate da Band é o que oficialmente abre a campanha eleitoral.


Fecomércio vai socorrer 30 sindicatos

Ari Bittencourt: medidas urgentes

Amigo muito próximo do presidente licenciado da Fecomércio Paraná, Darci Piana (que concorre a vice de Ratinho Jr.), o presidente em exercício da instituição, Ari Bittencourt, defronta-se com realidades difíceis, “mas não incontornáveis”, como diz. Uma delas, cobrar aluguéis atrasados de uma corporação (Facel) liderada por pastores, um deles preso em São Paulo. A inadimplência vem de anos. O despejo da faculdade, na área central de Curitiba, deve ocorrer, estima-se, ainda neste semestre.

SOCORRO

Outro desafio é equacionar apoio a pelo menos 30 dos 63 sindicatos ligados à Federação, espalhados pelo Paraná. São sindicatos duramente atingidos pelas reformas legais que lhes retiraram fontes de contribuição social.

De qualquer forma, Ari Bittencourt é exemplo de liderança empresarial eficiente em administrar o sindicato que preside, o Sindilojas de Curitiba, com área de atuação em toda Região Metropolitana.

Esse sindicato vai bem de caixa, especialmente porque Bittencourt conseguiu ampliar o patrimônio imobiliário da instituição. O sindicato tem diversos imóveis na cidade. Todos bem alugados.

XXX

Para entender o caso Facel

Entrada da FACEL

A Facel e a Spei foram compradas pelo grupo paulista Digamma Educacional, em 2015 e em 2016. As duas, à época, estavam com as contas no vermelho.

As duas foram alvos, em abril de 2018, de uma operação da Polícia Civil de São Paulo, que investiga a emissão de diplomas falsos.

De acordo com as investigações, o esquema envolvia pelo menos oito faculdades particulares do país. O dono do Grupo Digamma Educacional, segundo a polícia, comandava o esquema. Ele está preso.

No dia 2/4, o diretor acadêmico das duas faculdades curitibanas, Márcio Koehler, que assumiu o cargo há um mês, falou sobre as denúncias. “A suspeita é isso, que essa produção foi feita lá, em São Paulo. Se outros utilizaram o nome da Facel e da Spei, tem a polícia, tem a Justiça, que vai investigar e tomar as providências”, explicou.

Em relação aos alunos que fizeram os cursos e não receberam os diplomas, o novo administrador das duas faculdades, Gilvan Gonçalves de Luna, afirmou que o problema estará resolvido até o fim deste mês.

Ele falou, ainda, sobre o atraso nos salários dos professores. “Estamos montando um plano de aumento de alunos em aula, que é o aumento de faturamento, pagando todas as despesas mensais e fazendo um parcelamento para todos os professores que saíram e não receberam”, acrescentou.

Fonte: RPC / G1 Paraná


Morreu Cláudio Abramo, o da luta anticorrupção

Cláudio Weber Abramo

Um dos maiores especialistas em combate à corrupção do país, o jornalista paulistano Cláudio Weber Abramo morreu na noite de domingo (12) aos 72 anos em São Paulo.

O jornalista foi um dos principais articuladores da Lei de Acesso à Informação, aprovada em 2011. Nos últimos anos, vinha se dedicando à ONG Dados.org, criada pelo jornalista, e que trabalhava com transparência e dados do setor público.

“Perdemos um batalhador pelas melhores causas e um amigo do bom jornalismo”, disse o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Daniel Bramatti.


Chamamento público para compra de gás natural

Estação de recebimento do gás boliviano na Compagás

Em busca de condições de mercado mais competitivas e da diversificação das fontes supridoras, cinco concessionárias de distribuição de gás natural canalizado que atuam nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, todas atendidas pelo mesmo gasoduto de transporte (Bolívia-Brasil), promovem uma ação coordenada para o recebimento de propostas para a aquisição de gás natural.

CINCO COMPANHIAS

As empresas participantes da ação são a COMPAGAS (Companhia Paranaense de Gás), a GasBrasiliano (Gás Brasiliano Distribuidora), a MSGÁS (Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul), a SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina) e a SULGÁS (Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul).

NOVOS AGENTES

Com volume total de aquisição de aproximadamente 10 milhões de m3/dia, a iniciativa visa encontrar novos agentes interessados na oferta do gás natural que atendam as expectativas do mercado. “Este é um novo modelo de negócio para ampliar o desenvolvimento do gás natural como matriz energética. As concessionárias estão se antecipando e indo atrás de alternativas para assegurar o abastecimento e proporcionar ao consumidor final um serviço eficiente e de qualidade”, destaca Luiz Malucelli Neto, diretor-presidente da Compagas.


PUCPR tem novo “Átrio dos Gentios”

Dario Viganó: prefeito da Comunicação do Vaticano

Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto Ciência e Fé da PUCPR promove o evento Átrio dos Gentios, que oferece à comunidade uma intensa programação de debates e reflexões sobre o tema Sentido da Vida, através do diálogo entre crentes e não-crentes. O encontro – que é uma iniciativa do Pontifício Conselho para a Cultura do Vaticano – acontece nos dias 03, 04 e 05 de setembro, no Campus da PUCPR, em Curitiba.

De acordo com Fabiano Incerti, diretor do Instituto Ciência e Fé da PUC-PR, “chegamos ao terceiro ano de um evento que tem pleno significado para nossa Instituição, na busca constante que fazemos de amadurecimento e significado da vida. Vivemos em um tempo de mudanças e ressignificação de algumas questões humanas, e o que buscamos com este evento é promover o diálogo entre visões distintas, sobre temáticas que tocam o sentido da vida”.

GUTO PASKO

Com convidados nacionais e internacionais, a programação do Átrio dos Gentios aborda questões sobre cinema, projeto de vida, saúde mental, entre outros, e suas interfaces com o Sentido da Vida.

MARINA PERSON

Nos dias 3 e 5 de setembro, o cineasta Guto Pasko realiza a sessão comentada de trechos do seu filme “Ivan – De Volta para o Passado” que apresenta a história real de um imigrante ucraniano que retorna à sua terra natal muitas décadas depois.

Ainda na noite do dia 03 de setembro, os convidados são a cineasta Marina Person e o ex-prefeito para a comunicação do Vaticano Dario Viganó, que debatem sobre “Cinema e Sentido da Vida”.


DOS LEITORES:

“Força feminina telepariana”

Caro jornalista:

Integrantes da ASTELPAR

O Jantar dos Aposentados dessa última terça-feira – 07 agosto 2018 – teve presença dobrada em relação ao Jantar do mês anterior. Nas palavras de um dos assíduos/incentivadores participantes, o Isac: “foi um encontro maravilhoso! que teve a participação especial de um dos fundadores da ASTELPAR, o Telepariano Eugen Socher”.

O evento de setembro/18 será no dia 04 (terça-feira) – Churrascaria Paiol em Curitiba, a partir das 19h – e com o convite sempre especial à “Força Feminina Telepariana”.

Todos são bem vindos, para nesses eventos – inesquecíveis e memoráveis – rememorarmos nossas histórias.

JOSÉ FRANCISCO CUNHA, Curitiba


Vendedor de planos de saúde e suas mazelas

Alexandre Catarino, da OpusMúltipla

Vendedor do plano errado tenta convencer empresários nos novos filmes de Unimed Londrina Nova fase da campanha terá dois filmes com foco no plano empresarial

A Unimed Londrina continua mostrando como é difícil a vida do vendedor da concorrência em novos filmes criados pela OpusMúltipla (empresa do Grupo OM Comunicação Integrada). Desta vez, o personagem principal da campanha tenta convencer empresários a fazer o plano errado para seus funcionários, em filmes que apostam no bom humor.

FAZENDO O OPOSTO

“O segmento de pessoa jurídica geralmente é abordado de maneira fria e formal. Mas a gente acredita que fazendo o oposto temos mais chances de ganhar a simpatia do público”, afirma Alexandre Catarino, Diretor de Criação da OpusMúltipla.

Os filmes podem vistos em https://www.youtube.com/watch?v=gtvGuoCm9xQ e https://www.youtube.com/watch?v=QK10utLgbjg. A campanha também estará na mídia exterior, no rádio, na internet e em todos os materiais de apoio da equipe de vendas.


Bens de traficantes vão a leilão abaixo do valor de mercado

Um dos artigos em leilão é uma Mercedes semelhante a esta.

A Justiça Federal autorizou a venda de artigos de luxo de Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca – considerado por anos o maior traficante da América Latina – abaixo do valor de mercado e também aprovou o parcelamento, em até dez vezes, de bens apreendidos na Operação Enigma de combate ao tráfico. Os primeiros leilões irão acontecer, respectivamente, nos dias 16 de agosto, a partir das 10h, e 24 de agosto, a partir das 10h, pelo site do leiloeiro público oficial, Guilherme Toporoski.

PARCELAR

De acordo com Guilherme, a Justiça concedeu tais vantagens para garantir que os produtos sejam vendidos. “A Justiça autorizou que os bens sejam ofertados por valor abaixo do preço e com possibilidade de pagamento parcelado visando aumentar a efetividade da venda antecipada dos bens suscetíveis à deterioração e depreciação, tais como, bebidas, bolsas e veículos apreendidos na Operação Spectrum, que se encontram no depósito da Polícia Federal”


Opinião de Valor: Como distinguir um sistema econômico justo

Entrevista com o Pe. Bruno-Marie Duffé, secretário do Vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral

Arthur Herlin / Redação da Aleteia

Padre Bruno-Marie Duffé

A Aleteia conversou com o Pe. Bruno-Marie Duffé, secretário do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, sobre o documento Considerações para um discernimento ético sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro.

Aleteia: Como foi essencial trazer a Congregação da Doutrina da Fé para essa reflexão sobre ética na economia, que não é necessariamente um princípio cristão?

Padre Bruno-Marie Duffé: Esta cooperação faz sentido na medida em que a ética se inspira no ato de fé. Ao articular os dois serviços, tentamos integrar esses princípios da ética social à perspectiva da confissão de fé. Cremos em um Deus que nos confia a criação, em Jesus Cristo que liberta os homens do impasse da apropriação e no Espírito Santo que inspira condutas de justiça e paz. A colaboração foi um esforço de diálogo que também tem o efeito de apresentar a fé cristã no contexto atual, não apenas em um nível teórico, mas também comportamental.

Existe também um desejo de levar a voz aos protagonistas da economia?

Sim. Queríamos que este documento fosse acessível a indivíduos na esfera financeira e a todos os cidadãos. Todos têm responsabilidade por suas escolhas e pela maneira como usam seu dinheiro como uma ferramenta ou um fim. Esse é o debate que percorre todo o texto: desafiamos radicalmente a visão do dinheiro como um fim em si mesmo. Se a riqueza não é mais investida em uma dinâmica de inovação, em um circuito de produção, trabalho e intercâmbio, ela é inútil. Esse é o coração do nosso pensamento. Quando o dinheiro se torna um mundo fechado e um fetiche, ele se torna mórbido.

O documento refere-se muitas vezes a impostos, taxas e subsídios.

Pedimos aos Estados e instituições públicas que seus impostos façam sentido, além de incentivá-los a colocar o dinheiro em um projeto comum. Se o Estado tributar os indivíduos, deve ser para apoiar a comunidade e não para punir a pessoa que possui o dinheiro. A questão fundamental é a da propriedade. No entanto, se a riqueza não é usada, mas permanece em um mundo fechado, não é mais um problema de impostos, mas de apropriação. É claro que nós somos donos do nosso dinheiro, mas se a única lógica é ampliar a apropriação – em uma palavra, usura – então isso pode afetar a distribuição de bens.

A propriedade não é um direito fundamental promovido pela Igreja, notadamente pelo Papa Leão XIII na encíclica Rerum Novarum?

Sim, e foi então considerada uma garantia para poder construir um pequeno capital para sobreviver. É uma propriedade concebida no modo agrário, o que significa que permitiu que as pessoas se desfizessem de terras e passassem de um status proletário para o de proprietário de terras. É propriedade no sentido tomista do termo: para São Tomás de Aquino, a propriedade fornece os meios para viver.

É adaptável à economia atual? Para poder doar, por exemplo, você tem que poder dispor livremente do seu dinheiro.

De um ponto de vista, o imposto institucionalizado é a expressão secularizada da caridade. O Estado realmente desempenha uma função de caridade ou uma correção de desigualdades. Não há, portanto, razão para ficar avesso à tributação. Especialmente se houver tantas necessidades, é porque a situação não é justa o suficiente.

Bento XVI não coloca impostos e caridade no mesmo nível, na medida em que a caridade, ao contrário do imposto, deve ser livre e voluntária.

A distinção de Bento XVI insiste, de fato, no princípio da gratuidade, que é muito forte na economia, porque equivale a dar sem obrigação e, portanto, exercer nossa liberdade. Isso dá à caridade seu caráter inovador. Toda vez que doamos espontaneamente fazemos como se fosse a primeira vez. Por outro lado, os subsídios estatais parecem mais institucionalizados e formalizados. Mas todos devem cumprir seu papel: o Estado regula, a economia libera riqueza e, finalmente, o indivíduo exerce caridade.

O novo governo italiano planeja implantar um imposto fixo – um imposto a uma taxa única, mas pago por todos os cidadãos. Esta é a parte das “reformas sensatas” mencionadas no documento?

Este princípio foi mencionado pelo nosso grupo de trabalho e reconhecido como positivo. No entanto, devemos cuidar de pessoas com baixa ou nenhuma renda, para quem isso acaba sendo uma contribuição grande. Mas esse imposto faz sentido porque permitiria que cada pessoa contribuísse para o desenvolvimento da sociedade e do bem comum. Pagar o imposto torna possível ser reconhecido como cidadão pleno e assim adquirir dignidade.


Ações de Governo:

Paraná avança para ter certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação

Cida falou no Encontro de Lideranças Sindicais da FAEP

A governadora Cida Borghetti comunicou nesta segunda-feira (13), na Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), que encaminhou um ofício ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, manifestando o compromisso do Governo do Estado de implementar as ações necessárias para que o Paraná receba a certificação internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação.

O documento salienta que o Estado está disposto a cumprir as medidas apontadas em uma auditoria realizada em janeiro deste ano pelo Departamento de Saúde Animal (DSA), do Ministério da Agricultura, no Serviço Veterinário Estadual. Uma nova auditoria deve ser realizada em setembro para verificar como o Estado tem cumprido os requisitos previstos no Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (Pnefa). A proposta do Estado é deixar de vacinar o rebanho em maio de 2019.

A decisão de avançar no pedido de reconhecimento internacional foi tomada após uma série de discussões com as entidades representativas do agronegócio paranaense, afirmou a governadora. “A pressão foi grande, mas é preciso ter atitude. Escutei atentamente e me aconselhei por onde passei ao longo dos últimos dias e estamos certos de que estamos fazendo a coisa certa”, disse Cida.

MAIOR PRODUTOR

O Estado é o maior produtor de proteína animal do Brasil, com uma produção de R$ 5,1 milhões toneladas de aves, suínos e bovinos. O reconhecimento internacional de área livre da doença sem a vacina deve impulsionar essa cadeia, abrindo novos mercados de exportação para a carne paranaense.


Cida corrige edital da Polícia Militar

Coronel Audilene com a governadora Cida Borghetti

A governadora Cida Borghetti determinou nesta segunda-feira (13/08) a urgente correção dos termos do edital aberto pela Polícia Militar do Paraná para o concurso do curso de oficiais da corporação.

A governadora ressaltou que não admite qualquer postura discriminatória nos atos das instituições de Estado, e destacou o fato de ter escolhido uma mulher, a Coronel Audilene, para o comando geral da Polícia Militar.