Pisca-piscas e bolas de vidro estão entre os itens mais prejudiciais à saúde dos animais domésticos, alerta veterinário

Enfim o Natal está chegando, é hora de iluminar a casa e caprichar na montagem da árvore. No entanto, quem tem gato ou cachorro precisa tomar alguns cuidados na hora de escolher os enfeites. Segundo o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place, o brilho de alguns itens são muito atraentes para os animais que querem brincar, mas acabam estragando a decoração. O ‘prejuízo’ pode ainda ser maior dependendo do material utilizado na fabricação dos produtos. “As bolas de vidro, por exemplo, devem ser evitadas, principalmente por quem tem cães, pois eles podem ingerir os fragmentos em caso de quebra”, alerta o especialista.

Outro item que pode ser perigoso é o pisca-pisca. “Os fios elétricos devem ficar fora de alcance, pois o pet pode levar choque, se queimar e até se enforcar”, adverte Morais. O ideal, segundo ele, é deixar a fiação no alto e fixá-la bem. Donos de gatos devem observar também a disposição dos móveis. “Recomendo checar a posição de prateleiras, estantes e outros mobiliários para evitar que eles facilitem o acesso do animal aos fios. Na dúvida, opte por guirlandas ou objetos pesados e maiores para não serem engolidos ou derrubados”, orienta.

Para quem faz questão da árvore, Morais também dá algumas dicas. “Para evitar a aproximação dos cães, basta montá-la em cima de móveis, por exemplo. Os gatos, no entanto, não possuem essa limitação, por isso é preciso ter um pouco mais de paciência. Uma ideia é montar tudo aos poucos e bem antes do período de Natal, para que eles acostumem com a presença dos objetos no ambiente”, aconselha.

Funciona como um adestramento, explica o especialista, a exposição gradativa diminui o interesse dos felinos que passam a entender que aquele cenário é parte do dia a dia deles. “Ainda assim, é preciso ficar de olho para que não ocorra nenhum acidente”, pondera Morais. Outra sugestão é oferecer brinquedos adequados para felinos. “Com paciência e tempo, é possível desviar a atenção dos animais e atraí-los para uma outra brincadeira”, finaliza.

Pets também devem viajar protegidos por um seguro

APRIL Brasil Seguro Viagem lança cobertura para atendimento veterinário de cães e gatos

Quem tem pet sabe que esses animaizinhos companheiros são como filhos em quase todos os sentidos: são amigos e carinhosos, nós os amamos incondicionalmente, e de vez em quando eles podem dar bastante trabalho e muitos gastos inesperados.

Os cachorros e gatos também podem passar por poucas e boas: um brinquedo novo pode dar alergia, eles podem engasgar com algum objeto deixado pelo caminho por outra pessoa em um passeio, um petisco pode fazer mal para o estômago, entre outros problemas que podem acontecer.

Nesses casos, levamos os bichinhos em consulta com veterinários que já os acompanham e em quem confiamos. Mas mesmo assim, um imprevisto desses pode sair muito caro.

O que fazer se a situação acontecer longe de casa? Se, ao levar nosso pet para viajar conosco, ele passa por algum problema de saúde, além de não conhecermos os profissionais que vão cuidar dele, a conta pode sair muito cara.

Pensando nisso, a APRIL Brasil Seguro Viagem lançou o produto Despesas com Pet, uma cobertura que pode ser adquirida por quem viajar segurado por um de seus planos. É válida para cães e gatos que necessitem de consultas veterinárias ou atendimentos clínicos hospitalares emergenciais, e também para despesas com medicamentos prescritos nestas consultas.

O produto funciona na modalidade de reembolso, ou seja: ao voltar para casa, o viajante encaminha os comprovantes das despesas e a empresa devolve o dinheiro gasto. A cobertura Despesas com Pet já está incluída no Plano VIP da APRIL, com uma cobertura de US$ 200, mas também pode ser adquirida como upgrade para quem viajar segurado por algum outro plano da companhia. Neste caso, a cobertura pode chegar a US$ 1.000.

Com isso, os pais e mães de pets viajam mais tranquilos, sabendo que terão apoio para cuidar de seus animaizinhos em caso de emergência.