Curitiba sediará 3ª. Edição do ID Fashion em Setembro

1004

Evento reúne estilistas paranaenses

Com diversas atividades gratuitas e abertas ao público em geral, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) anuncia a 3ª edição do ID Fashion para os dias 28 e 29 de setembro, evento que promove a divulgação e comercialização de marcas paranaenses com forte DNA criativo, além de incentivar a aproximação do consumidor final, lojistas, formadores de opinião, profissionais de imprensa e estudantes dos processos produtivos da cadeia de moda.
Denominada “ColaborAção” – tema inspiracional que aborda a importância do trabalho colaborativo e coletivo dentro da indústria de moda – esta edição acontece no Centro de Eventos do Sistema Fiep, local amplo e que possibilita uma ambientação contemporânea e inovadora, proporcionando aos visitantes uma verdadeira imersão lúdica e sensorial dentro do universo fashion.
Durante dois dias, a moda paranaense irá apresentar todo o seu potencial criativo através de várias atividades, como desfiles, talk shows, laboratórios, exposições e espaço para venda direta ao consumidor, entre outras, propondo um novo olhar sobre a produção e consumo contemporâneos.
ID Catwalk: Desfiles intimistas das mais originais e representativas marcas do mercado de moda paranaense (8 marcas adulto, 2 marcas infantis, desfile coletivo Sebrae com 4 marcas e 3 marcas novos talentos);
ID Living Lab & Store: Exposição interativa das marcas participantes, que visa estreitar o relacionamento do público com os processos criativos da moda, aliada à tendência mundial do “veja agora, compre agora” através de showrooms de 18 marcas que irão comercializar as coleções apresentadas na passarela para o consumidor final;
ID User Experience: Área que possibilita ao visitante conhecer os bastidores da indústria de moda que, nesta edição, irá apresentar a produção fotográfica de um editorial ao vivo;
ID Talk: Bate papo interativo, com mediação e participação de profissionais e personalidades do mundo fashion, que propõe novas reflexões sobre moda e consumo e neste ano, abordando a temática da Economia Colaborativa.
ID Atividades interativas: Desenvolvidas no decorrer do evento, por artistas e parceiros estratégicos, procuram estimular a percepção dos visitantes sobre temas relevantes da atualidade ao propor uma nova visão sobre moda, arte design e cultura;
ID Gastronomia: espaço gastronômico que oferece opções alinhadas aos conceitos de modernidade e inovação propostos pelo evento.


Evento vai democratizar a moda

Para a Fiep – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, promotora do ID Fashion, o consumidor final é protagonista dentro da cadeia produtiva de moda e a sua aproximação com designers e fabricantes é de fundamental importância para a divulgação e crescimento do setor. Dessa forma, a entidade apostou na democratização e inovação na temporada de lançamentos da indústria de moda paranaense ao optar por um formato que pudesse reunir todos os públicos envolvidos no processo – desde estilistas e confeccionistas, passando por profissionais, lojistas, formadores de opinião, acadêmicos e estudantes do setor, até o consumidor final -, este último, o principal responsável pela existência e mesmo sobrevivência de um dos principais segmentos produtivos do estado.
Além de ser o 1º evento do calendário de moda brasileiro com todas as atividades abertas e gratuitas a todos os públicos, estimulando a interação entre marcas participantes e consumidor, o ID Fashion também inova ao lançar coleções “seasonless”, ou seja, sem temporada definida, de forma a atender a demanda cada vez maior por artigos atemporais, porém, com conceito de moda e valor agregado.


Ana Gressinger é “Case de Sucesso”

Ana Maria da Silva Teles Gressinger

O Conselho da Mulher Empresária, promove nesta segunda-feira (21) palestra com o tem “Como sobreviver em tempo de Crise”, que será ministrada por Olívio Antonio Zotti, superintendente da Associação Comercial do Paraná.
Também faz parte do programa, neste mesmo dia, a apresentação do “Case Inspirador de Sucesso” que será de Ana Maria da Silva Teles Gressinger.
Também integrante do Conselho da Mulher Empresária (CME) da Associação Comercial do Paraná Ana é presidente da Prime Coaching e Desenvolvimento Humano. Recentemente ela foi empossada no Lions Clube Sustentabilidade. O evento, na sede da ACP na Rua Xv de Novembro 621, começa às 19h00s.

 

 

 

 


Desempenho regional

O estado com o melhor saldo de emprego feminino é São Paulo, que abriu 7,46 mil vagas formais para as mulheres em maio. Em segundo lugar está Minas Gerais, com a criação de 7,9 mil novas vagas, seguido de Goiás, que teve desempenho positivo de 1,34 mil postos de trabalho formal.
Em dois estados, o saldo do emprego foi melhor entre as mulheres. Roraima fechou o mês com 321 novas vagas femininas contra -54 masculinas. Em Sergipe, foram criados 58 empregos femininos e fechados 2,28 mil masculinos.


Secretária-geral da CAA-PR prestigia ação

A OAB Paraná realizou solenidade de compromisso coletivo para 70 novos advogados na última terça-feira, 15 de agosto. Na ocasião, a secretária-geral da Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná, Márcia Helena Bader Maluf Heisler representou a instituição na solenidade que aconteceu no auditório da Seccional e foi conduzida pelo presidente da OAB Paraná, José Augusto Araújo de Noronha.
A secretária-geral falou sobre os benefícios e convênios oferecidos pela CAA-PR para os advogados. “Nossas ações visam o bem-estar e a qualidade de vida dos advogados. Hoje o valor da anuidade paga pelos advogados pode ser revertido quase integralmente em benefícios e descontos, além do subsídio às consultas médicas e as vacinas que a Caixa dos Advogados oferece”, destacou Márcia Helena Bader Maluf Heisler.


Desempenho positivo da mulher na economia

Agropecuária, Serviços, Administração Pública e Construção Civil foram os setores em que as mulheres tiveram melhor desempenho no emprego em maio. Dos oito setores da economia, esses foram os quatro em que elas apresentaram saldo positivo. O dado consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que é divulgado mensalmente pelo Ministério do Trabalho.
O melhor resultado foi o da Agropecuária, onde houve a criação de 13,92 mil postos femininos de trabalho formal. Nos Serviços foram 1,99 mil novas vagas; na Administração Pública, 793; e na Construção Civil, 172. Em três deles, o saldo das mulheres foi superior ao dos homens – a Agropecuária foi o único setor com resultado masculino superior.
Apesar disso, as mulheres continuam enfrentando mais dificuldades para manter os empregos. Em maio, foram abertas 9,37 mil vagas de trabalho feminino, o que corresponde a 27,4% do saldo de empregos celetistas gerados. Já para os homens foram criadas 24,88 mil vagas, 72,6% do total. No acumulado do ano, essa diferença é ainda maior – de janeiro a maio foram abertas 32 mil vagas para os homens e fechadas 6,84 mil vagas femininas.
“Isso mostra que o governo está no caminho certo ao promover políticas de igualdade de gênero. Precisamos diminuir essas diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho”, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.


Beatriz Nóbrega, aponta como ter sucesso

Vocação, do latim “vocare”, significa “chamar”. É a tendência que leva uma pessoa a exercer uma determinada profissão. Já a palavra carreira, vem de “carraria”, estrada rústica ou uma trilha. Idealmente, se essas duas palavras andassem lado a lado no momento da escolha, seria um sinal que o caminho escolhido levou a realização plena.
Mas são poucos que conseguem desenhar em suas vidas esse cenário ideal. Por isso, a decisão deve ser amplamente analisada. De acordo com Beatriz Nóbrega, psicóloga e coach, que atua há mais de 19 anos na Área de Recursos Humanos, mesmo com muita pesquisa, há quem ainda sofra com a dúvida. “ Para se livrar deste dilema, é necessário fazer as seguintes perguntas: a carreira escolhida dá significado à minha vida? Me faz me sentir mais completo? Dá oportunidade constante de aprendizado e crescimento? Traz ou trará realização profissional e pessoal? Ajuda a mudar meu estado emocional e ser, com mais frequência, mais positivo? “, destaca
Ao longo de 19 anos de experiência como executiva de Recursos Humanos e três anos atuando como Coach Profissional, Bia acredita que a medida é a realização profissional e a satisfação pessoal que a carreira escolhida oferece.
“Se a resposta for sim para as questões acima, significa que a escolha foi assertiva. Mas se o não predominou, é um indicativo de que algumas questões devem ser revistas”, aponta Beatriz.
Caso a carreira tenha sido escolhida com base no autoconhecimento, e não simplesmente por “herança” (profissão dos ascendentes – pais ou avós) ou de forma aleatória (porque um vizinho tinha uma vaga na empresa naquela área), há grande chance de o descontentamento estar associado à dissonância de valores, o que é importante para a pessoa não é o que é importante naquele trabalho. “Se for o caso, é completamente possível encontrar um outro projeto ou empresa que tenha maior aderência e assim voltar-se a se interessar pela carreira”, indica a coach.