Os últimos anos não têm sido fáceis para o brasileiro quando se trata de economia. A inflação deu picos de alta por vários meses seguidos, o que corroeu rapidamente o salário do trabalhador. Com menos dinheiro no bolso, o cidadão diminuiu as compras, provocando, assim, uma queda nas vendas do comércio. Com resultados negativos, as lojas foram obrigadas a demitir muitos funcionários. E não somente elas, mas as indústrias também o fizeram, pois sentiram a diminuição da demanda pelos seus produtos que eram comercializados. Com tanta demissão, o desemprego aumentou absurdamente.

Essa bola de neve cresceu tanto que provocou a maior recessão já vivida pelo país. Agora, no entanto, as coisas parecem melhorar um pouco, como indicam diversos índices de projeção. Um deles, o Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 4,4 pontos no quarto trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Com a alta,ele chegou a 117,4 pontos, o maior nível desde o primeiro trimestre deste ano (123,7). O aumento de investimentos realizados pelo setor industrial, se for confirmado, será mais um grande alívio para a economia depois de tantos apuros.

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