EMERSON VICENTE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de casos de sarampo no estado de São Paulo teve um aumento de 20,4% na última semana, segundo dados da Secretaria da Saúde, sob gestão João Doria (PSDB).
Até esta quarta-feira (11), foram confirmados 3.591 casos, 609 a mais que na semana passada, quando foi divulgado o último balanço. A capital segue liderando o número de casos, com 2.179, o que corresponde a 60% no estado.
Não foram confirmadas mais mortes além das três da semana passada – um homem de 42 anos, da capital sem histórico de imunização contra a doença, e dois bebês (uma menina de quatro meses, de Osasco; e um garoto de nove meses, também da cidade de São Paulo).
A secretaria estadual continua reforçando a importância de vacinar bebês de seis meses a 12 meses, já que esta faixa etária é considerada mais vulnerável a casos graves e mortes, e representa cerca de 13% do total de casos registrados em São Paulo.
De acordo com a pasta, “a recomendação para as mães de crianças com idade inferior a seis meses é que procurem imediatamente um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal”.
VEJA OS NÚMEROS – SÃO PAULO E GRANDE SP
São Paulo – 2.179
Santo André – 186
São Bernardo do Campo – 126
Guarulhos – 80
Osasco – 54
Barueri – 52
Ribeirão Pires – 47
Mairiporã – 45
Franco da Rocha – 44
Francisco Morato – 39
São Caetano do Sul – 27
Estado – 3591
CUIDADOS
– Bebê com idade inferior a 6 meses
– Evitar exposição a aglomerações
– Manter higienização
– Ventilação adequada de ambientes
Procurar imediatamente um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como:
– Manchas vermelhas pelo corpo
– Febre
– Coriza
– Conjuntivite
– Manchas brancas na mucosa bucal
O estado segue vacinando contra sarampo bebês com idade entre 6 meses a menores de 12 meses, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde
A faixa etária de bebê de 6 meses a 12 meses é considerada mais vulnerável a casos graves e óbitos, e representa cerca de 13% do total de casos registrados em São Paulo
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Fonte: Centro de Vigilância Epidemiológica estadual