Está difícil acreditar na retomada do crescimento econômico do Brasil. O que mais se vê nas notícias são os resultados negativos da economia. Isso confirma cada vez mais que a recessão amargamente vivida pelos brasileiros é a maior já ocorrida no país. Para alguns está pior do que para outros, mas o fato é que não está fácil para ninguém. Todos os setores têm experimentado dias de muita dificuldade financeira. Um dos que mais experimenta prejuízos é o comércio. De acordo com informações divulgadas pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 0,4% de fevereiro para março deste ano, depois de quatro meses em alta.

Com a queda, o indicador chegou a 98,1 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Na passagem de fevereiro para março, quatro dos sete componentes do indicador tiveram recuo, com destaque para o nível de consumo atual (-1,5%) e para o momento para a compra de bens duráveis (-2,4%). O fim da crise é algo que todos almejam, do mais pobre cidadão ao mais rico empresário do comércio. E todos eles precisam fazer a sua parte, cada um na sua função, do seu jeito, mas a participação de cada brasileiro é fundamental.

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