Comércio eletrônico estima faturar R$ 1,35 bilhão

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Os e-consumidores devem movimentar R$ 1,35 bilhão no período de 28 de maio a 11 de junho

O Dia dos Namorados confirma o ritmo de crescimento de vendas para o comércio eletrônico e deve gerar um resultado maior que o de 2013. De acordo com levantamento da E-bit, empresa especializada em informações do setor, os e-consumidores devem movimentar R$ 1,35 bilhão no período de 28 de maio a 11 de junho. O número representa um crescimento nominal de 35% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento chegou a R$ 1 bilhão. A previsão, de acordo com o estudo, é chegar a 3,85 milhões de pedidos.

“Este ano a data está sendo estimulada com a venda de produtos para a Copa, o que ajuda a elevar o ticket médio na procura de produtos como TVs de tela grande, smartphones e presentes com motivação de seleções nas grandes lojas virtuais, além da grande procura por flores, que já possui forte apelo para a ocasião”, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

O Dia dos Namorados vem representando, nos últimos anos, a terceira data sazonal mais importante para o varejo digital brasileiro, depois de Natal e Dia das Mães. As categorias mais vendidas devem ser as tradicionais “Moda & Acessórios”, “Cosméticos e Perfumaria” e “Eletrônicos”, respectivamente.Após dois anos – entre estudos de viabilidade até a materialização do projeto – é lançado o primeiro EcoCommercial Building (ECB) da América Latina. A iniciativa é comandada pela Bayer MaterialScience, uma das divisões de negócios do Grupo Bayer, responsável pela produção de matérias-primas inovadoras. Inaugurado em São Paulo, o edifício foi criado para conscientizar o mercado da construção civil sobre os diferentes materiais e tecnologias disponíveis em prol da sustentabilidade.

O ECB reúne o que há de mais moderno em tecnologias, sistemas e materiais. A partir disso poderá ser possível, por exemplo, transferir a energia solar não utilizada no edifício para outros prédios localizados dentro da sede da empresa. Com um modelo de construção industrializado, que gera economia significativa de mão-de-obra, além de garantir maior agilidade e um amplo conjunto de soluções que diminuem o uso de equipamentos elétricos, como isolamento térmico e elementos de entrada de luz natural, o impacto no custo é direto, o que torna as obras economicamente viáveis – no caso do edifício em São Paulo, o valor foi equivalente ao de uma obra tradicional de mesma proporção.

Todas as particularidades do local onde o edifício foi erguido, na sede do Grupo Bayer, localizado no bairro do Socorro, em São Paulo, foram levadas em consideração. Desta forma, houve uma queda significativa no custo de operação do prédio, que consome muito menos energia e água, além de ter uma maior durabilidade para uso em função dos materiais utilizados. Itens como ventilação, iluminação natural, aproveitamento de água da chuva, utilização da energia solar e até a temperatura se tornam aliados durante o ciclo de uso do ECB.

“Essas características, somadas a materiais altamente tecnológicos, resultaram em um prédio com alta eficiência energética e 98% de insumos produzidos por empresas locais”, comenta Fernando Resende, Head do EcoCommercial Building no Brasil. “Considerando as megatendências previstas para as próximas décadas – como a escassez de energia – edifícios como este podem se tornar soluções de médio a longo prazo para esta questão, pois são capazes de economizar até 100% de energia, como já acontece em outros ECB no mundo reforça.

Para viabilizar a construção do ECB e de prédios sustentáveis para o mercado de construção em geral no Brasil, a Bayer conta com o apoio de 13 empresas parceiras, que fazem parte de um grupo de mais de 90 companhias no mundo todo. Cada uma, dentro de sua expertise, contribui significativamente para a realização de tais projetos.