O maior exemplo que o Brasil poderia dar ao mundo é a diminuição da corrupção. Desde a vinda dos portugueses para explorar as terras brasileiras até hoje, a corrupção tem se firmado cada vez mais como uma prática comum no país. Saber que muitos projetos de máxima importância são prejudicados pelo desvio de verbas públicas já é algo extremamente revoltante. No entanto, quando os desvios atingem diretamente pessoas pobres, doentes, crianças e idosos em perigo, a revolta é ainda maior.

Não menos repugnante é a falta de recursos públicos para atender necessidades de grupos minoritários, como os povos indígenas, por exemplo. É essencial a ação do poder público para coibir crimes contra essas populações. Um bom exemplo é a Operação Kitsune, realizada, em Mato Grosso, por agentes da Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal e Ministério Público Federal. O objetivo é desarticular um esquema criminoso de fraudes e desvio de recursos públicos no âmbito do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Kaiapó (MT). O Brasil vive o cúmulo da corrupção. É revoltante! Diante disso, a necessidade de líderes honestos na política e na sociedade como um todo é grande demais.